O Conservador


Sou um homem com mundividências tradicionais. Não sou reaccionário no sentido ideológico da acepção e, muito menos, retrogrado. Estou numa posição intermédia. Gosto de fazer as coisas que me despertam uma atenção especial. Sou, em certa medida, aversivo aos sobressaltos metodológicos. Detesto permanentes mudanças. Não aprecio as aventuras. Lido muito mal com as imprevisibilidades. Delicio-me mais com as realidades simples da vida do que propriamente ambicionar as efemeridades que só causam transtornos e desequilíbrios emocionais. Primo pelas boas amizades. Um grande amante da música - praticamente de todos os géneros. Considero-me uma pessoa de família e tenho DEUS como tudo na minha vida. De uma forma genérica e sumária, sou aquilo que sou. 

Depois de oito anos de excursões em outras versões bíblicas, volto hoje definitivamente a usar a velha Edição Revista e Corrigida de João Ferreira de Almeida na qual construí, desde a mais tenra idade, afinidade espiritual. Regresso sem qualquer tipo de arrependimento existencial ou mudança dogmática, consciente da necessidade e urgência de investir cada vez mais no pleno conhecimento da Palavra de DEUS, com vista a fazer face eficazmente ao secularismo materialista do nosso mundo pós-moderno, completamente hostil à mensagem do Evangelho. Regresso bastante satisfeito e com uma visão teológica mais apurada no que toca, sobretudo, ao testemunho imaculado que devo evidenciar perante os terceiros como fiel seguidor do Senhor Jesus Cristo.