Declaração Universal dos Direitos do Homem


«Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e em direitos. Dotados de razão e de consciência, devem agir uns para com os outros em espírito de fraternidade (…) Todo o indivíduo tem direito à vida, à liberdade e à segurança pessoal. Ninguém será mantido em escravatura ou em servidão; a escravatura e o trato dos escravos, sob todas as formas, são proibidos. Ninguém será submetido a tortura nem a penas ou tratamentos cruéis, desumanos ou degradantes. (…) Todos são iguais perante a lei e, sem distinção, têm direito a igual protecção da lei. Todos têm direito a protecção igual contra qualquer discriminação que viole a presente Declaração e contra qualquer incitamento a tal discriminação». 

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(Extraído in "Declaração Universal dos Direitos do Homem", Artigos 1, 3, 4, 5 e 7 [LER]). 

A Aniversariante



A minha queridíssima prima Astrides Duarte Vieira, que a nossa família carinhosamente cognomina “Antchontchi”, faz anos hoje. Ela é filha da malograda Teresa Gomes com o meu  tio Duarte Vieira (Duvi), irmão mais novo do meu pai Jorge Vieira (LER). Ontem uma criancinha, hoje já uma mulheraça, que evidencia maturidade, virtudes e noção de responsabilidade bem-apuradas, para imensa alegria e satisfação de todos nós. Um enorme orgulho para a nossa família. 

Faço votos, estimada prima “Antchontchi”, que o nosso Todo-Poderoso DEUS continue a derramar as mais infinitas bênçãos celestiais sobre a tua vida desde agora e para todo o sempre. Todas as felicidades do tempo e da eternidade. 

Barriga de Aluguer


A barriga de aluguer é um tema extremamente sensível e concomitantemente controverso, sobretudo pelos casais inférteis (LER). Mesmo assim, não admito qualquer tipo de excepção para legitimá-la. Sou manifestamente contra tal prática em todas as circunstâncias, contextos e situações, por três importantes razões: 

(1) É bastante discutível, em casos de disputa judicial entre a mãe dadora de gâmetas e a mãe gestante, outorgar razão a uma delas, ignorando os profundos sentimentos da outra. As duas mães têm toda a legitimidade para reclamar a pertença do filho, tendo em conta a familiaridade que nutriram pelo nascituro desde a sua concepção (e não me venham falar do prévio contrato assinado entre as duas para conferir razão à mãe dadora de gâmetas, visto que nenhum contrato poderá pôr em causa a moral assente e os bons costumes. No âmbito internacional há praticamente unanimidade dos jurisconsultos quanto à presunção da maternidade, ou seja, é mãe quem gera o filho. É uma presunção inilidível). 

(2) A paz social da criança objecto de barriga de aluguer. Não há decisão judicial que possa demover definitivamente uma das mães que perderam a custodia do filho. Ela vai sempre continuar a insistir que o filho é dela, inclusive maquinar planos extrajudiciais para reaver o seu filho, e com todas as implicações sociais que isto representará no desenvolvimento saudável da criança. 

(3) A relativização e banalização do nobre papel da maternidade. Uma lei que, a priori, é genuinamente pensada para ajudar os casais inférteis e mulheres que não dispõem de útero poderá automaticamente traduzir-se em alimentar os caprichos de algumas mulheres da alta sociedade que, por razões de estética e pavor à maternidade, poderão querer usá-la para assim fugir ao parto, bem como germinar a “comercialização” de crianças, mesmo havendo critérios apertados na sua disposição. É fácil, com ajuda de profissionais de saúde sem escrúpulos, conseguir “atestados” para dar seguimento dolosamente a tal prática. 

Além destas razões acabadas de se mencionar, acrescem ainda os pertinentes argumentos invocados pelos juízes do Tribunal Constitucional no seu Acórdão 225/2018 para declarar inconstitucional com força obrigatória geral o primeiro projeto-lei sobre esta temática, que integralmente subscrevo (ALI).e (AQUI). Podia ainda desdobrar-me a falar sobre a problemática a nível da paternalidade da criança sujeita a barriga de aluguer e questões de ordem ético-moral que ela encerra, etecetera, no entanto entendo ser inoportuno fazê-lo. 

Sou, em suma, convictamente contra a barriga de aluguer. Se os casais não conseguem ter filhos podem, por via da adopção, tê-los, evitando assim imprevisíveis constrangimentos, transtornos, disputas judiciais e problemas desnecessários. 

A PALAVRA DO SENHOR (23): Quem Tem Ouvidos Para Ouvir, Que Ouça


“Sabem muito bem, irmãos, que o acolhimento que tivemos da vossa parte não foi em vão. Mas depois de termos sofrido e de termos sido injuriados em Filipos, como sabem, o nosso Deus deu-nos a coragem de irmos pregar a boa nova de Deus na vossa terra, apesar das muitas dificuldades. A nossa pregação não está fundada no engano, nem na desonestidade, nem no erro. Ao contrário, como Deus nos considerou dignos de nos confiar o evangelho, assim nós falámos, não para agradar aos homens, mas a Deus que julga os nossos corações. Sabem também que não nos servimos de palavras agradáveis ou interesseiras. Deus é testemunha disso. Nunca procurámos honrarias humanas nem da vossa parte nem de outros. E contudo tínhamos o direito de fazer valer a autoridade de sermos apóstolos de Cristo. Mas quisemos tratar-vos com a delicadeza com que uma mãe trata os seus próprios filhos. A nossa ternura por vós era tal que estávamos dispostos não só a entregar-vos a boa nova que vem de Deus, mas também a nossa vida, de tal maneira nos afeiçoámos. 

Lembram-se, com certeza, irmãos, das nossas penas e fadigas. Trabalhámos noite e dia para não sermos pesados a ninguém e assim vos anunciámos a boa nova de Deus. Vocês são testemunhas, e Deus também, de como o nosso comportamento para convosco, os crentes, foi honesto, justo e irrepreensível. Sabem muito bem que fomos para cada um de vós como um pai para os seus filhos. Exortámo-vos, encorajámo-vos e mostrámos como deviam seguir a vontade de Deus que vos convida a tomarem parte na glória do seu reino. 

Também por isto agradecemos continuamente a Deus, porque ao receberem a nossa palavra, foi a mensagem de Deus que receberam. Pois não era simplesmente palavra de homens, mas era verdadeira palavra de Deus, aquela mesma que actua também em vós, os crentes. Irmãos, a vossa situação é semelhante à das igrejas de Deus que estão na Judeia e acreditam em Cristo Jesus. Também tiveram que sofrer da parte dos vossos compatriotas como eles sofreram. Eles mataram o Senhor Jesus e os profetas e perseguiram-nos também a nós. Eles não agradam a Deus e estão contra toda a gente, pois querem impedir que preguemos a salvação aos não-judeus. Isto acabou de encher completamente a medida dos seus pecados e por isso o castigo de Deus caiu finalmente sobre eles”. 

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(Apóstolo Paulo, in A Bíblia Sagrada, 1 Tessalonicenses 2:1-16, Versão, A Boa Nova Em Português Corrente, Lisboa, Sociedade Bíblica de Portugal, 2004). 

Até Um Dia, Estimado Irmão Domingues


A vida é precária e efémera. Passa tão rápido que transcende a nossa lógica e compreensão humana. Nunca conseguiremos viver plenamente, tendo em conta os achaques e sobressaltos da madrasta vida que, em última instância, sentenciam-nos à morte. A morte é uma coisa assustadora, implacável e horrível. Acontece que, por imperativo das leis naturais resultantes do pecado original de Adão e Eva, temos todos que morrer um dia (Génesis 3:1-24). É um facto consumado. Cada um de nós terá que acertar contas com esta inexorável dizimadora de vidas. Desde os velhos até aos mais novos, sem excepção, colocará todos debaixo do seu domínio. Seremos todos consumidos por ela (LER). Mas para os autênticos Cristãos, que esperam ansiosamente a promessa da ressurreição, a morte não configura qualquer tipo de perigo, apavoramento e/ou fatalidade. A nossa vida – tanto neste mundo como no outro – está bem segura nas potentes mãos do Omnipresente JEOVÁ e “nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as potestades, nem o presente, nem o porvir, nem a altura, nem a profundidade, nem alguma outra criatura nos poderá separar do amor de Deus, que está em Cristo Jesus nosso Senhor” (Romanos 8:38-39). Por isso, para nós Cristãos, o viver é Cristo e o morrer é ganho (Filipenses 1:21). 

Vem todo este introito a propósito do desaparecimento físico hoje do estimado irmão Carlos Alberto Domingues. Fiquei bastante surpreendido com tal notícia. Tomei conhecimento do seu internamento no culto vespertino da minha Igreja, a Evangélica Baptista da Amadora, no passado domingo, onde estivemos inclusive a orar pela sua rápida recuperação. Ainda ontem, por voltas das 18 horas, tive a grata oportunidade de falar  telefonicamente com ele para inteirar-me melhor do seu estado de saúde. Ele, por sua vez, de forma lúcida e sorridente, como de costume, garantiu-me que estava bem e pronto para receber alta. Acontece que, por algumas alterações supervenientes, só teria alta na segunda-feira. Respondi-lhe que o essencial era a sua saúde e o facto de estar bastante melhor. Ele, por sua vez, concordou redundantemente comigo no seu peculiar estilo. Perguntou-me depois como é que eu estava, os meus irmãos e a Igreja. Disse-lhe que estávamos todos bem. Antes de terminarmos a conversa, prometi-lhe que ia continuar a orar por ele, desejando-lhe boa sorte. E ele retorquiu-me com um obrigado. E assim acabámos a conversa. 

Não imaginava que estava a ter a última conversa com o meu mais velho irmão na Fé. Tanto que, por esta razão, duas horas depois dessa conversa, por ficar completamente satisfeito com o seu positivo estado clínico, publiquei a foto que tirámos na Igreja para enaltecer a nossa longa amizade (LER). Já hoje, por volta da hora do almoço, dei conta surpreendidamente que o irmão Domingues tinha acabado de falecer há momentos. 

Guardo boas recordações do irmão Domingues, sobretudo pelo cuidado especial que tem tido para comigo na efectivação da minha integração na nossa Igreja e edificantes conversas teológicas e políticas que temos tido ao longo dos anos. Um irmão que conseguiu devotamente combater o bom combate da fé (2 Timóteo 4:7-8), honrando o Senhor Jesus no seu congruente testemunho de vida durante a sua peregrinação neste descrente e corrupto mundo. Resta, pois, ao irmão Domingues ouvir do Senhor Jesus as galardoadas palavras: “muito bem, servo bom e fiel; sobre o pouco foste fiel, sobre muito te colocarei; entra no gozo do teu senhor” (Mateus 25:21). 

A toda a família enlutada, especialmente à irmã Rita Domingues e seus filhos, as minhas sentidas condolências. Que o nosso Eterno e Todo-poderoso DEUS vos abençoe e vos ajude a superar esta ausência do irmão Domingues. Que a Graça e Paz do SENHOR Jesus esteja com todos vós. 

Um Dia, Uma Fotografia


Eu com o meu mais velho irmão na Fé Carlos Aberto Domingues. Pedi-lhe para posar comigo na fotografia depois do culto dominical na nossa Igreja e ele, tal como de costume, correspondeu gentilmente ao meu pedido. E assim, ficámos a rir praticamente do nada enquanto estávamos a ser fotografados. Espero, prezado amigo e irmão Domingues, que o nosso Todo-poderoso DEUS continue a preservá-lo com vida e saúde ao lado de todos os seus entes queridos e da nossa amada Igreja.  

Uma Outra Dimensão de Fazer Missões


Nos últimos séculos os Biblistas, Exegetas, Teólogos e Missionários de todas as denominações Evangélico-protestantes têm-se desdobrado num esforço incomensurável para traçar um paradigma expansionista e eficaz sobre as Missões. Esta realidade veio ganhar uma enfâse mais acentuada com o surgimento dos movimentos carismático-pentecostais nos finais do séc. XIX, catapultando um boom bastante acentuado a nível da aderência massiva à regeneradora mensagem do Evangelho, máxime dos sectores mais desfavorecidos e humildes da sociedade que, até então, não se reviam no protestantismo elitista dos meios mais tradicionais. Acontece que, por vicissitudes várias, de forma subsumida, convencionou-se teologicamente um conceito tripartidário de Missões, que consiste em orar, enviar missionários para o campo e consequentemente sustentá-los. Numa primeira fase este paradigma metodológico funcionou, tendo em conta o declínio do iluminismo no mundo Ocidental e o revigoramento do pentecostalismo a partir dos EUA e as mobilizadoras campanhas evangelísticas de Billy Graham (LER), estendendo-se poderosamente a todos os continentes, levando milhares e milhões de homens e mulheres a aderirem a Boa Nova da Salvação. 

No entanto com o avanço da ciência e da tecnologia que, por sua vez, contribui decisivamente para a melhoria da qualidade de vida das pessoas e da esperança média de vida, a sociedade secularizou-se e, em consequência disso, a Fé foi preterida (LER). O Homem, de forma presunçosa, usurpou o consagrado lugar do Divino, arrogando-se deus do seu próprio destino e com todas as implicações sociais que isto representa na forma de conceber a religião. Por outras palavras, preferiu mais confiar nas falsas promessas científicas e refugiar-se exclusivamente nelas do que propriamente na soteriológica mensagem do Evangelho. Perante este novo desafio do “presente século mau” esperava-se, por parte das Igrejas e Cristãos em geral, uma resposta teológica firme com vista a mudar este niilismo obscurantista. Não é, entretanto, o que tem estado a acontecer.   As Igrejas têm, infelizmente, descurado deliberadamente outras importantes facetas da “Grande Comissão” (LER), que envolve em última instância a santidade da vida Cristã e o imperativo de ser “sal e luz do mundo”

Por isso, o Cristianismo está a enfrentar uma grande crise de fé que, por sua vez, está a afectar consideravelmente o seu desempenho missionário – tanto a nível interno como externo. Ali, o problema prende-se mais com a descaraterização e desestruturação da família no seu todo, que se vai consubstanciando em casamentos mistos, o cancro do divórcio e a realidade de famílias monoparentais, somando ao défice de obreiros e a falta de autoridade ministerial dos pastores/líderes, a rivalidades inter-denominacionais, a desunião no seio das Igrejas, o liberalismo teológico e a sonolência espiritual dos crentes (LER). Aqui, a nível externo, a dificuldade tem mais que ver com o relativismo social fundado no falso pretexto do “avanço civilizacional”, o secularismo materialista e o ateísmo aversivo a qualquer tipo de conceito religioso (LER)

Todas essas realidades conjugadas acabaram por ter repercussões devastadoras no dinamismo das Igrejas, fazendo com que haja uma estagnação no avanço do Cristianismo no mundo e particularmente no mundo Ocidental. No Velho Continente e na América do Norte tem havido uma forte retracção na conversão de pessoas ao Cristianismo e um desvio considerável dos crentes na Igreja. No Médio Oriente, China e nalguns pontos Ásia e no Norte da África e regiões do Sahel e pacífico, tem havido uma implacável perseguição da Igreja, mesmo assim as portas do inferno não tem prevalecido contra ela (Mateus 16:18). O Reino de DEUS continua a avançar poderosamente nestes hostis territórios, bem como no Sul da América e na generalidade dos países africanos (LER)

Apesar deste saldo tangencialmente positivo a nível do crescimento do Cristianismo no mundo, o cenário poderia ainda ser bastante melhor. A nosso ver, é impreterível as Igrejas formularem uma outra dimensão de fazer Missões, que passa em consolidar melhor o conceito tripartidário de Missões supramencionado, bem como reajustá-lo da melhor forma possível a realidade secularista vigente, mediante uma entrega incondicional à nobre causa do Evangelho, o serviço altruísta e a santidade da vida Cristã. Não se pode conformar meramente em orar, enviar missionários para o campo e sustentá-los. (1) É preciso, acima de tudo, que os missionários sejam bem formados do ponto de vista de carácter e na qualificação teológica para assim santificarem em seus corações a Cristo como Senhor; e estando sempre preparados para responder com mansidão e temor a todo aquele que lhes pedir a razão da esperança que há neles (1 Pedro 3:15)

(2). As igrejas devem também consciencializar-se da imprescindível virtude da unidade Cristã e vivenciá-la no seu testemunho quotidiano. A unidade dos Cristãos é um factor decisivo para atrair os não crentes para o Evangelho. Não é por acaso que Cristo na sua Oração Sacerdotal teve o cuidado de focar a unidade dos crentes como o motor fundamental na conquista dos ímpios: "para que todos sejam um, como tu, ó Pai, o és em mim, e eu em ti; que também eles sejam um, em nós, para que o mundo creia que tu me enviaste” (João 17:21). O cumprimento da Grande Comissão exige a unidade de todos os crentes na fé a fim de lutarmos todos juntos para a mesma causa, que é a proclamação do Evangelho da Salvação. 

(3). Entendemos, igualmente, que é preciso reformular os caducos e sectários planos cooperativos, que basicamente se restringem redutoramente ao âmbito inter-denominacional (fruto de protagonismos denominacionais e guerrinhas desnecessárias)   e apostar mais num robusto plano extra denominacional a nível de Missões, porque quem não é contra nós, é por nós (Marcos 9:40), contanto que Cristo seja anunciado de toda a maneira, ou com fingimento ou em verdade (Filipenses 1:18). Cultivar sempre a santidade da vida Cristã e a consagração, sem prejuízo de orar sem cessar ao Senhor da seara para que ELE mande mais trabalhadores para a sua gigantesca colheita [Mateus 9:38] (LER)

Pondo em marcha estes salutares pressupostos teológico-missionários, não há margem para dúvidas que a Igreja estará à altura de anular todas esses diabólicos ateísmos secularistas que estão a devastar o mundo inteiro, condenando-o ao inferno. Para isso, mais do que nunca, é preciso materializar uma outra dimensão de fazer Missões, tal como acabámos de formular. Que DEUS nos abençoe e nos ajude a todos nesta grande e privilegiada Missão de levar a Boa Nova da Salvação para o mundo perdido. Que assim seja.

Doxologia X


«Louvem o Senhor no seu santuário; louvem-no pelo firmamento, que é a sua fortaleza! Louvem-no pelas suas obras poderosas; louvem-no por todas as suas grandezas! Louvem-no com o toque da trombeta; louvem-no com harpas e liras! Louvem-no com tambores e danças; louvem-no com instrumentos de corda e flautas! Louvem-no com címbalos sonoros; louvem-no com címbalos vibrantes! Que todos os seres vivos louvem o Senhor! Aleluia!» 

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(A Bíblia Sagrada, Salmo 150:1-6, Versão, “A Boa Nova Em Português Corrente”, Sociedade Bíblica de Portugal, 2004). 

Doxologia IX


“«Louvado sejas para sempre, Senhor, Deus do nosso pai Israel. Tu tens grandeza, poder, glória, honra e majestade! Tudo o que há no céu e na terra te pertencem. Tu és o Senhor de tudo o que existe. Tu és o soberano que está acima de todas as coisas. É de ti que vêm as riquezas e o poder. És tu que tudo governas e tendo a força e o poder podes dar aos outros força e grandeza. Por isso, ó Senhor, nosso Deus, nós te louvamos e celebramos a tua majestade”. 

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(A Bíblia Sagrada, 1 Crónicas 29:10-13, Versão, “A Boa Nova Em Português Corrente”, Sociedade Bíblica de Portugal, 2004). 

Doxologia VIII


“Na visão ouvi a voz de um grande número de anjos. Eram aos milhares e milhares sem conta. Estavam à volta do trono, dos quatro seres vivos e dos anciãos e cantavam com voz forte: «O Cordeiro que foi sacrificado é digno de receber o poder, a riqueza, a sabedoria e a força, a honra, a glória e o louvor.» E ouvi todas as criaturas que estão no Céu, na Terra, debaixo da terra e no mar, responder com todos os seres que ali existem: «Àquele que está sentado no trono e ao Cordeiro, o louvor e a honra, a glória e o poder por todos os séculos dos séculos.» Os quatro seres vivos respondiam: «Ámen!» E os anciãos caíram por terra em adoração.” 

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(A Bíblia Sagrada, in Apocalipse 5:11-14, Versão, “A Boa Nova Em Português Corrente”, Sociedade Bíblica de Portugal, 2004). 

Doxologia VII


“É bem certa e digna de confiança aquela palavra que se diz: «Cristo Jesus veio ao mundo para salvar os pecadores.» E o primeiro pecador sou eu. Mas por isso mesmo é que fui tratado com misericórdia, para que Cristo Jesus pudesse mostrar, começando por mim, toda a sua paciência. Isto a fim de servir de exemplo para aqueles que depois haviam de acreditar nele, a fim de alcançarem a vida eterna. Ao rei eterno, ao Deus único, imortal e invisível, sejam dadas honra e glória para sempre. Ámen”

(Apóstolo Paulo, in A Bíblia Sagrada, 1 Timóteo 1:15-17, Versão, “A Boa Nova Em Português Corrente”, Sociedade Bíblica de Portugal, 2004). 

Doxologia VI


«Deus que tem o poder de vos livrar do mal e de vos apresentar sem pecado e cheios de alegria na sua glória, somente a ele, que é o nosso único Deus e Salvador, sejam dados, por meio de Jesus Cristo, nosso Senhor, a glória, a honra, o poder e a autoridade desde sempre, agora e por toda a eternidade. Ámen». 

(A Bíblia Sagrada, in Judas 1:24-25, Versão, “A Boa Nova Em Português Corrente”, Sociedade Bíblica de Portugal, 2004). 

O Poder Destruidor da Língua


A língua é um minúsculo órgão do nosso corpo com aptidões avassaladoras. Tem o poder para disseminar as desconfianças, rivalidades, invejas, heresias, discórdias, blasfémias e ódios entre pessoas e terceiros. Consegue efeitos gigantescos que, por razões naturais, a generalidade dos órgãos do ser humano não consegue alcançar. Com ela resvalamos deliberadamente em mentiras, bisbilhotices, intrigas e inimizades, colocando em causa o bom nome e a reputação das pessoas inocentes, com finalidade última de arruiná-las. Da mesma sorte, com as malévolas palavras que torpemente proferimos magoamos, ofendemos, humilhamos e, em casos extremos, matamos. A língua é um mundo infindável de malignidade. 

Tanto que, por esta razão, consciente deste poder indomável e altamente demolidor da língua, os autores sagrados se desdobraram a admoestar os efeitos perniciosos da má-língua, bem como apresentando concomitantemente os antídotos necessários para refreá-la. O líder Tiago, por todos, falando directamente para os Cristãos, sustentava que “têm-se domesticado animais de todas as espécies. Mas a língua, ninguém é capaz de a domesticar. É um mal incontrolável; está cheia de veneno mortal. Com ela bendizemos o Senhor, nosso Pai, e com ela amaldiçoamos as pessoas que foram criadas à imagem de Deus. Da mesma boca saem palavras de bênção e de maldição” (Tiago 3:7-10).  Isto não devia ser assim, censurava esta postura incongruente, concluindo ilustrativamente que “uma nascente de água salgada nunca pode dar água doce" (Tiago 3:12)

De facto, é um desafio para todos nós no sentido de sabermos dominar a nossa língua, especialmente usá-la para promover a união entre pessoas, concórdia e edificação. Só assim confirmaremos, com este nobre procedimento, que somos realmente pessoas transformadas, maduras, sábias e habilitadas para toda a boa obra.  

Feminista, Eu?


«Cabem neste rótulo, segundo essas concepções, mulheres que querem ser superiores aos homens, mulheres amargas e obcecadas com todas as referências culturais de género, lésbicas, mulheres que querem ser iguais aos homens, imitando os seus comportamentos, mulheres que rejeitam todos os símbolos de feminilidade como, por exemplo, os cuidados com o corpo. Ou seja, mulheres que não se depilam, não se maquilham, não usam roupa justa, saias ou saltos altos. Esta feminista eu não sou de certeza. (…) Sei que ao nível das desigualdades de género ainda há algumas coisas a fazer, nomeadamente fomentar a representação das mulheres nos cargos de poder e garantir o acesso pleno dos homens à paternidade. E sei muitas outras coisas, não tivesse dedicado um doutoramento a estes assuntos. Quanto às diferenças culturais entre homens e mulheres, só posso dizer que também sou fruto delas. As diferenças não me apoquentam, apenas as desigualdades me chateiam. Gosto de cozinhar, passar horas na cozinha a bebericar vinho e preparar um jantar para amigos. Gosto de fazer panquecas e bolos para o meu namorado. Sou um pouco obcecada com a limpeza da casa. Não percebo nada de futebol e conduzir não é seguramente uma das minhas melhores competências. Sou vaidosa, gosto de comprar sapatos e acompanhar as tendências da moda. Isto faz de mim menos feminista?» (AQUI)

A Identidade Étnico-religiosa, o Tribalismo e o Fanatismo Doentio


Não me surpreende a forma leviana e bastante superficial como tem estado a ser encarada e abordada a questão do tribalismo na Guiné-Bissau por parte das várias sensibilidades do país, nomeadamente os partidos políticos, a sociedade civil e os guineenses em particular. Tal como defendi oportunamente aqui, através de um prolixo artigo de opinião, o tribalismo é um facto indesmentível na Guiné-Bissau – por mais que possam surgir objecções em sentido contrário para camuflá-lo e negá-lo de forma deliberada (LER). Não estou, com isso, a misturá-lo com aquilo que alguns esclarecidamente apelida(ra)m de "afinidade étnico-religiosa". Não, não é nada disso. É mesmo o tribalismo puro no seu depreciativo conceito etimológico-filosófico. 

A legítima afinidade étnico-religiosa é uma coisa. Outra coisa, e bem diferente, é o fanatismo tribalista que comporta efeitos perniciosos para a sociedade. Por exemplo, para ilustrar estas manifestas diferenças, sou Cristão, guineense e da etnia papel (embora, importa salientar, repudio a generalidade das caducas práticas costumeiras dos papéis (ALI) e (AQUI), bem como não sinto neste momento qualquer tipo de orgulho em ser guineense). Mesmo assim, tais realidades fazem parte do meu substrato identitário. Não há, objectivamente, qualquer mal da minha parte em nutrir mais simpatia pelos Cristãos, guineenses e papéis em detrimento de outras crenças religiosas, nacionalidades e etnias (que não é propriamente o meu caso em particular, excepto no que toca aos Cristãos), contando que não seja uma simpatia viciada pelo cancro do fanatismo. Por outras palavras, não posso identificar-me cegamente com uma pessoa só pelo facto de ser Cristão, guineense e papel mesmo que esteja no caminho errado ou a cometer barbaridades. Isto já não é uma "afinidade étnico-religiosa", mas sim um fanatismo doentio. 

Ora, é exactamente isso que está a acontecer neste momento na Guiné-Bissau. Infelizmente. A maioria apoia e defende um candidato ou partido político única e exclusivamente pelo facto de pertencerem à mesma etnia ou religião. Não pela sua capacidade, idoneidade ou inovador programa político-eleitoral que dispõem, mas tão-simplesmente por obcecada afinidade étnico-religiosa. Os politiqueiros da nossa praça pública, mais conhecidos por serem patronos de fraude e autênticos corruptos, seduzidos por este obscurantismo social, desdobram-se, até à exaustão, a explorar camufladamente esta ignorância de alguns guineenses para poderem chegar rapidamente ao poder e assim perpetuarem-se caprichosamente nele (LER)

Por isso, não é admirar o estado calamitoso e a miséria gritante em que o nosso país se encontra desde a sua história de auto-determinação que, em parte significativa, deve-se ao cancro do tribalismo étnico-religioso (ALI) e (AQUI).

As Redes Sociais e as Fake News


Um dia depois de ter sido lançado oficialmente o primeiro jornal português de fact-checking cognominado "Polígrafo" (LER) para depurar, dizem os seus fundadores, as falsas notícias que têm pululado impunemente nas várias plataformas de comunicação social, sinto-me compelido novamente a posicionar sobre os reiterados diferendos em torno do uso das redes sociais. Confesso publicamente que não tenho uma mundividência minimalista sobre as redes sociais e, tão pouco, catastrofista, tal como algumas pessoas da nossa praça pública vaticinam (ALI) (AQUI). As redes sociais configuram, sem margem para dúvidas, uma das maiores e melhores conquistas do presente século. Veio democratizar o debate e a opinião pública, acabando, deste modo, com o elitismo secular e monopolista dos "fazedores de opinião", que privilegiadamente domina(ra)m restritivamente os medias tradicionais. Além deste assente e incontestável ganho humano-social, as redes sociais proporcionam extraordinárias interações que, de outro modo, seriam completamente difíceis de conseguir, somando a um rigoroso escrutínio público sobre a realidade política, governativa, social, religiosa, cultural e tudo aquilo que se passa no mundo (ah, já estava a esquecer, e também da intimidade da vida privada, que configura a sedutora bisbilhotice de sempre da vida alheia). 

As redes sociais vieram revolucionar e outorgar uma outra dimensão a liberdade de expressão, conferindo a todos, sem execpção, de forma igualitária e justa, as ferramentas indispensáveis para se dar a conhecer ao mundo – quer seja no aspecto positivo ou negativo. Hoje qualquer ser humano pode ser dono da sua própria opinião, construir a sua própria narrativa dos acontecimentos e catapultar-se para a ribalta, com as profundas implicações sociais que isso encerra. Tudo isto, no cômputo geral, é um bom sinal e bastante benéfico para a sociedade. É a melhor "pulsação" da Democracia Participativa. 

Naturalmente que todos estes benefícios comportam também alguns riscos e desvantagens, tal como a generalidade dos ganhos (LER). Há sempre prós e contras praticamente em tudo. É nesta óptica que devem ser vistas e enquadradas as falsas notícias que têm estado a ser deliberadamente veiculadas nas redes sociais e, em determinados casos, nos medias tradicionais. E de facto, elas têm-se disseminado com um alcance sem precedentes, pondo em causa a reputação dos países, o bom nome das pessoas, instituições, com o claro objectivo de prejudicar os visados. Acresce ainda, a tudo isto, o acolhimento bastante favorável no seio das redes sociais da mensagem de intolerância de várias ordens, do autoritarismo, de ódio declarado, do racismo, do sexismo, da violação de direitos da personalidade no seu conceito latu sensu, da manipulação da opinião pública e toda a sorte de despotismo que por aí prolifera. 

Surge, perante tudo isto, mutatis mutandis. É importante, com carácter de urgência, alterar este malévolo e assustador cenário das redes sociais. Apostar sobretudo em outros meios mais exequíveis para combater definitivamente estes galopantes males e não continuar no mesmo discurso tautológico, conspirativo e de vitimização das redes sociais por vários relevantes acontecimentos mundiais, nomeadamente a ascensão ao poder dos partidos extremistas e o Brexit (LER), culpando em última instância as falsas notícias das redes sociais por isso. É preciso reforçar a fiscalização preventiva e segurança das plataformas informáticas, apertando o rastreio das informações que consubstanciam uma clara violação dos Direitos Humanos, chamando a responsabilidade jurídico-penal aos putativos infractores. Só assim haverá condições propícias para banir as notícias atentatórias da dignidade da pessoa humana. 

No que toca às falsas notícias não há outra alternativa viável que não seja a sensibilização da opinião pública para veemente repudiá-las, através de um consumo esclarecido e recensão crítica das notícias que vão aparecendo na "rede". As falsas notícias, em abono da verdade, traduzem uma clara manifestação da liberdade de expressão. Justamente por isso é que surgiu o jornal "Polígrafo", como outros dos seus congéneres, para fazer face às fake news que se vão propagando descontroladamente nas redes sociais e também na "insuspeita" imprensa de várias sensibilidades ideológico-políticas. 

A Mesma Saudade de Sempre


Faz hoje 26 anos que a minha queridíssima mãe Anjeipo Có morreu. Partiu repentina e prematuramente para surpresa de todos nós. A partir dessa funesta data eu e os meus irmãos ficámos definitivamente órfãos, pobres, desventurados e desamparados no mundo. Perdemos, com o desaparecimento físico dela, o núcleo fundamental e suporte insubstituível e irreparável da nossa família. Nada nesta transitória vida poderá preencher o incomensurável vazio e a falta que ela vai sempre fazendo durante toda a nossa peregrinação neste "vale de lágrimas". Perdemos tudo e estamos sozinhos no mundo. Não temos, desde muito cedo, a legítima protecção dos nossos progenitores e com as profundas mazelas que tudo isto representa no nosso crescimento e equilíbrio humano-emocional. Tivemos que crescer "fora do tempo". Ganhar cedo o juízo e noção de responsabilidade. Aprender, acima de tudo, a conviver com as injustiças, o abuso, a descriminação e toda a sorte de arbitrariedades que somente uma pessoa órfã conhece tão perfeitamente. 

Por isso diz o ditado popular, para vincar esta grande verdade antropológica, "quem tem uma mãe tem tudo, quem não tem mãe não tem nada". E de facto eu e os meus irmãos já não temos uma das maiores e melhores preciosidades que um ser humano possa ter nesta madrasta vida. Mesmo assim, temos connosco o Todo-Poderoso DEUS que defende a nossa causa, orientando-nos e suprindo todas as nossas necessidades (Deuteronómio 10:18; Salmo 146:9), bem como o resquício da família que ainda nos resta (ALI) e (AQUI)

Cientes da nossa limitada condição de orfandade, continuaremos a ornamentarmo-nos com a herança que recebemos dos nossos progenitores. Procurar ser coerentes com a nobre educação que humildemente nos confiaram, isto é, de nunca renegarmos aquilo que é o nosso substrato identitário e afirmar-se na sociedade como homens e mulheres de bem. Só assim poderemos, de forma vigorosa, perpetuar a memória dos nossos queridos pais. 

A minha querida mãe Anjeipo Có partiu, desapareceu e morreu precocemente, para tamanha infelicidade de todos nós. "O Senhor o deu, e o Senhor o tomou: bendito seja o nome do Senhor" (Job 1:21). Resta-nos, agora, apenas, recordá-la com a mesma saudade de sempre. Até sempre, mãe! 

Que Futuro Para a Igreja?


Nos tenebrosos dias que correm impõem-se, a todos os eleitos filhos de DEUS, uma genuína e descomplexada introspecção sobre o dinamismo e o futuro da Igreja "no presente século mau" em que ela está soberanamente submergida. De facto, este exame subjectivo remete-nos concomitantemente para várias preocupantes considerações eclesiásticas. Desde logo, a Igreja confronta-se cada vez mais com seríssimas dificuldades em afirmar e passar eficazmente a sua soteriológica mensagem ao mundo perdido, fruto da incoerência testemunhal por parte dos seus correligionários. Além desta manifesta incongruência teológico-religiosa, acrescem ainda outros factores conjugados, nomeadamente a falta do decoro e autoridade ministerial dos líderes/pastores, a sonolência espiritual dos Cristãos que, por sua vez, vai atraindo toda a sorte de heresia, mundanismo, racionalismo e liberalismo teológico e descomprometimento com a santificação e a obra missionária (LER). Há, de forma subsumida, com tudo isto, uma capitulação da Igreja perante os corruptos valores deste mundo e "cantos da sereia" dos dissimulados "vendilhões do templo" (LER) que tomaram-na de assalto, promovendo hereticamente um "outro evangelho" (Gálatas 1:6-7), isto é, o evangelho da prosperidade, do descompromisso, do desserviço, da desconsagração, do protagonismo, da auto-complacência e um número infindável de torpezas espirituais. 


A Igreja vive infelizmente dias obnubilados, tendo em conta a futrica religiosa acabada de se mencionar, que obstaculiza significativamente a sua coesão e vigorosa acção missionária. Os dias são realmente maus, encerrava advertidamente o Apóstolo Paulo (Efésios 5:16). A generalidade dos actuais pastores e lideranças das igrejas estão mais comprometidas com as suas agendas egocêntricas contrárias aos impolutos propósitos Divinos, levando, em consequência disso, os mais fracos a "naufragarem na fé” (1 Timóteo 1:19) – por causa de reiterados escândalos espirituais que vão minando a Igreja. Os "sinais dos tempos" (LER) apontam-nos indubitavelmente para uma inopinada segunda vinda do Senhor Jesus Cristo num futuro breve (LER), uma vez que estamos a assistir cada vez mais ao surgimento de falsos profetas que estão a ludibriar muitas pessoas para o inferno, apostasia dos últimos dias e "abominação devastadora de que falou o Profeta Daniel” (Mateus 24:15). 

É nesta alarmante e catastrófica realidade espiritual que autêntica Igreja de Cristo é chamada a ser "sal e luz” do Mundo, dando o poderoso testemunho na proclamação da Boa Nova da Salvação (ALI) (AQUI). Mesmo assim, apesar de todas essas calamitosas e terríficas adversidades que vai enfrentando quotidianamente, sabemos pela revelação bíblica que os verdadeiros santos de DEUS jamais se sucumbirão. Em todas estas coisas somos mais que vencedores, por aquele que nos amou (Romanos 8:37). A Igreja vai sempre sair vitoriosa em todas as ocasiões e conjunturas, máxime da letargia, escândalos, pecados e perseguições, mesmo que esteja inclusive a passar pelo "vale da sombra da morte". As portas do inferno, em circunstância alguma, prevalecerão contra ela (Mateus 16:18). A visão gloriosa se cumprirá e a Igreja Vitoriosa em paz repousará sobre as Bem-aventuranças Eternas. Eis, em suma, o auspicioso futuro glorioso que espera a santa Igreja do Senhor Jesus Cristo.  Amém. 

A Sabedoria é Retardada


«As longas travessias não se fazem sem momentos de sobressalto, sem uns achaques, sem desânimos. Depois regressa, muito lentamente, a serenidade, e voltamos a respirar. Nenhum manual de ética nos instila a sabedoria para esperarmos com serenidade que a turbulência termine: quando estamos imersos perdemos o norte, e só recobrada a normalidade ousamos meditar no que deveríamos ter pensado e sentido. A sabedoria é de facto uma coisa retardada.» 

(Pensamento extraído no blogue “Jansenista” [LER]).

A Mulher e os Livros

De Olhos Postos no Brasil


Tenho estado a acompanhar de perto e com bastante preocupação o desenrolar do processo eleitoral no Brasil, que culminará dentro de poucas horas com a segunda volta entre Bolsonaro e Haddad. Não me revejo politicamente em nenhum dos dois candidatos. Se fosse brasileiro, tal como veiculei oportunamente aqui, não hesitaria votar em branco sendo assim congruente com a minha puritana ideologia Evangélico-Cristã (LER)

Ainda salientar que, independentemente de quem venha a ser eleito amanhã Presidente da República que procure, na medida do possível, ir ao encontro com as legítimas expectativas do povo brasileiro. Que haja de facto uma melhoria significativa a nível do crescimento económico do país, e concomitantemente na qualidade de vida das pessoas, sobretudo na tão propalada área da educação, saúde e segurança pública. Espero, da mesma sorte, que o combate à corrupção generalizada no aparelho de Estado, o tráfico de influências, a redução do fosso entre ricos e pobres, a política de integração e a lusofonia sejam agendas prioritárias do próximo executivo. 

Brasil tem todas as condições necessárias para se erguer como uma grande potência mundial. Precisa apenas, com carácter de urgência, encontrar bons governantes para dinamizá-lo e fazê-lo definitivamente trilhar o caminho do almejado progresso nacional (LER).

O Analfabeto Político, de Bertolt Brecht


«O pior analfabeto é o analfabeto político. Ele não ouve, não fala, nem participa dos acontecimentos políticos. Ele não sabe o custo de vida, o preço do feijão, do peixe, da farinha, do aluguel, do sapato e do remédio dependem das decisões políticas. O analfabeto político é tão burro que se orgulha e estufa o peito dizendo que odeia a política. Não sabe o imbecil que, da sua ignorância política, nasce a prostituta, o menor abandonado, e o pior de todos os bandidos, que é o político vigarista, pilantra, corrupto e lacaio das empresas nacionais e multinacionais». 

A Mulher e os Livros

A Aniversariante


A irmã Gilca Lopes Bastos está de parabéns. Faz anos hoje. Feliz aniversário, estimada irmã.  Muitas Bênçãos divinas e conquistas a todos os níveis.Todas as felicidades do tempo e da eternidade (LER)