Ser Pobre ou Rico: Qual é o Caminho Certo Segundo o Cristianismo?
Leão XIV e o Desafio Antropológico da Inteligência Artificial
Todo o Cristão Evangélico Protestante deveria, em certa medida, possuir também uma compreensão da tradição católica. Existem, sem dúvida, numerosos pontos de divergência entre o Protestantismo e a Igreja Católica. Contudo, existem igualmente múltiplos elementos de convergência que não podem ser ignorados. Compete-nos, portanto, examinar cuidadosamente todas as coisas e reter aquilo que é verdadeiro, rejeitando o que não encontra respaldo nas Escrituras Sagradas.
Não devemos, como advertia o Teólogo Martinho Lutero, citado por Timothy George, rejeitar indiscriminadamente tudo o que se encontra sob a esfera de influência do papado. Nas suas palavras, não se deve rejeitar «tudo que esteja sob o domínio do papa. Porque assim deveríamos rejeitar também a igreja cristã. Muito do património cristão pode-se encontrar no papado e dele descende» (LER).
Assim que concluir a leitura desta obra – o que deverá acontecer nos próximos dias – tenciono elaborar uma apreciação crítica do seu conteúdo, apresentando a minha modesta reflexão sobre os seus principais contributos, méritos e eventuais limitações. Até lá, continuarei dedicado e perseverante nesta leitura, convicto de que ela constitui uma oportunidade valiosa para aprofundar a reflexão sobre um dos temas mais decisivos do nosso tempo.
Um Dia, Uma Aniversariante
A nossa estimada irmã Maria José Alexandre celebra hoje mais um aniversário, acrescentando uma nova primavera à sua vida, graças a DEUS. Ninguém fica indiferente ao cruzar-se com a nossa querida irmã Maria José ou ao fazer parte do seu círculo de relações, tendo em conta a sua visão elevada, abrangente e apurada da vivência cristã.
Marca todos de forma positiva e demonstra amor para com todos os que a rodeiam, sem fazer aceção de pessoas. Encarna, de forma evidente, os grandes princípios e valores da fé cristã no seu quotidiano, servindo de exemplo para os demais (LER).
A estimada irmã Maria José Alexandre é, de facto, uma grande mulher de DEUS. É também uma mulher de família, vivendo sempre em torno dos seus entes queridos. A Igreja e a família constituem pilares estruturantes do seu substrato identitário. Vive servindo incansavelmente a Igreja do Senhor Jesus Cristo, a família e o próximo, com todas as suas forças e inteligência.
A irmã Maria José Alexandre é uma pessoa piedosa, amorosa, aberta, acessível e profundamente humilde. Possui um perfil pacífico, agregador, altruísta, generoso e desprendido; relaciona-se bem com todos, sem preconceitos nem atitudes de superioridade para com quem quer que seja.
Guardo comigo, ao longo de muitos anos até à presente data, apenas boas recordações da nossa estimada irmã Maria José. Sempre me tratou com amor e carinho, tal como faz com todos os que cruzam o seu caminho. Acompanhou de perto o meu percurso no Seminário Teológico Baptista (STB) e na Igreja Evangélica Baptista da Amadora, inteirando-se, com genuína preocupação, dos meus desafios de vida e procurando ajudar na medida do possível. Assim procedeu, primeiramente, com o meu irmão Evaristo Vieira e, posteriormente, comigo.
Todas estas nobres qualidades humano-espirituais que destaco na irmã Maria José Alexandre são igualmente evidentes na vida e no ministério do seu marido, o Pastor Manuel Alexandre Jr., confirmando, assim, a máxima popular: “ao lado de um grande homem há uma grande mulher”.
Sem me alongar mais, apresento os meus mais sinceros parabéns e votos de feliz aniversário à estimada irmã Maria José Alexandre. Que o nosso Eterno e Todo-Poderoso DEUS continue a abençoá-la rica e poderosamente em todos os aspetos da sua vida, concedendo-lhe vida abundante e saúde, juntamente com toda a sua amada família. Que a graça e a bondade do Senhor Jesus estejam sempre consigo, hoje e para todo o sempre. Que se cumpra sobre a sua vida a bênção: “O Senhor te abençoe e te guarde; o Senhor faça resplandecer o seu rosto sobre ti e tenha misericórdia de ti; o Senhor sobre ti levante o seu rosto e te dê a paz” (Nm 6:24-26). Que assim seja.
Em suma, estimada irmã Maria José Alexandre, desejo-lhe felicidades espirituais, familiares, ministeriais, relacionais e terrenas, bem como todas as felicidades do tempo e da eternidade.
Fé e Trabalho: Como Unir os Dois
A Páscoa de Cristo à Luz da Teologia da Salvação
Será Que a Mulher Guineense é Realmente Emancipada?
O Dia da Mulher Guineense
A Prisão do Eng.º Domingos Simões Pereira Não Pode Cair no Esquecimento
A prisão despótica do Eng.º Domingos Simões Pereira (DSP) não pode ser relegada para o alheamento e/ou para o esquecimento. Não pode transformar-se num novo “normal” em Bissau, como se nada tivesse acontecido. A sociedade guineense não pode conformar-se com esta grave injustiça cometida contra um homem que dedicou toda a sua vida ao serviço da Guiné-Bissau e, em particular, do seu povo.
A prisão do Presidente da Assembleia Nacional Popular e líder do PAIGC, Eng.º Domingos Simões Pereira, representa, em rigor, a prisão de todos nós que lutamos diariamente contra os golpistas, narcotraficantes, traidores, bandidos, criminosos e sanguinários que capturaram o nosso país. A detenção de DSP simboliza o triunfo momentâneo da mentira sobre a verdade, da traição sobre a lealdade, do ódio sobre o amor e da tirania sobre a democracia popular.
Por isso, é imperativo que os homens e as mulheres guineenses se levantem para exigir, de forma firme e determinada, a libertação imediata e incondicional de DSP. Onde está a direcção do PAIGC, da UDEMU, CONQUATSA e da JAAC para lutar, com todos os meios legítimos disponíveis, pela libertação do seu líder dos calabouços? Onde está a sociedade civil guineense para, de forma convergente e uníssona, insurgir-se contra o status quo da ditadura instalada no nosso país? Onde estão os bons filhos da Guiné-Bissau para erguerem, com coragem, a sua voz em defesa do Estado de Direito Democrático e, consequentemente, da libertação de todos os cidadãos injustamente detidos, incluindo DSP?
Quem deveria estar preso não é DSP, mas sim os corruptos e malfeitores que grassam impunemente na nossa praça pública. O Eng.º Domingos Simões Pereira corre sérios riscos de vida nas mãos destes golpistas grosseiros e criminosos narcisistas. Caso nada seja feito atempadamente para garantir a sua libertação, corre-se o risco de que venha a ter o mesmo destino trágico do Eng.º Amílcar Lopes Cabral.
O Eng.º Amílcar Lopes Cabral foi manifestamente odiado por correligionários do seu próprio partido, ao ponto de ser barbaramente assassinado, não obstante o seu profundo humanismo, elevado sentido patriótico, inteligência invulgar e sacrifício abnegado em prol da autodeterminação da Guiné-Bissau e de Cabo Verde. Movidos pela inveja e pela luta pelo poder, mataram-no friamente, para grande desgraça do povo guineense.
O Eng.º Domingos Simões Pereira é igualmente alvo de inveja por parte de alguns dos seus pares no partido, de colegas de formação e de certas chefias militares. Do mesmo modo, é alvo de animosidade por parte de guineenses de má-fé. Por essa razão, tem sido reiteradamente traído por inúmeras pessoas que outrora ajudou e promoveu. A sua maior força reside no facto de ser amplamente estimado pelo povo guineense e por todos os homens e mulheres de boa vontade.
O Eng.º DSP não é apenas detestado por sectores menos esclarecidos da sociedade, mas também por alguns estratos mais instruídos. A crescente “domingosfobia” é fruto da maldade, da inveja e do ódio dirigidos contra quem procura ser competente, íntegro e progressista. O guineense típico tende a não valorizar pessoas inteligentes, portadoras de ideais revolucionários, quadros sérios e comprometidos com valores nobres e com o desenvolvimento do país. Quem revela tais qualidades humano-sociais torna-se, quase automaticamente, um alvo a abater. Assim aconteceu com o Eng.º Amílcar Lopes Cabral há quarenta e sete anos, e assim se tenta agora proceder com o Eng.º Domingos Simões Pereira (LER). Estão, dia após dia, a precipitar sorrateiramente a sua morte nos calabouços, de forma lenta e despercebida pelo povo guineense.
Por todas estas razões, a prisão arbitrária do Eng.º Domingos Simões Pereira não pode cair no esquecimento. A sua libertação é urgente e necessária para o bem da nação guineense, custe o que custar. Não podemos vergar perante o autoritarismo dos golpistas e o abuso de poder desenfreado que estão a impor ao nosso país. A libertação inegociável de DSP constitui um imperativo nacional, essencial para a defesa da democracia e para a sua consolidação na Guiné-Bissau.
Um Dia, Uma Aniversariante
A Sali Mané pensa de forma altruísta em si, na sua família e nos outros. Está sempre predisposta a ajudar quem necessita. É uma mulher humilde, generosa e profundamente comprometida com causas humanas e sociais. Por tudo isto, ela é – e será sempre – a nossa “Dama de Ferro”.
Num dia como o de hoje, em que celebra mais uma primavera da vida, não poderia deixar de me associar a ela nesta ocasião especial para festejarmos juntos o seu aniversário. Por isso, estimada amiga Sali Mané, desejo-te as maiores e melhores realizações em todos os níveis da tua vida. Que sejas sempre abençoada, bem-sucedida e feliz no teu percurso de vida, juntamente com toda a tua amada família e amigos.
Muitos parabéns e feliz aniversário. Todas as felicidades do tempo e da eternidade.
A Morte de Um Justo
Tomei conhecimento ontem, com muita tristeza no coração, do desaparecimento físico do meu estimado irmão em Cristo, o Pastor José Seleiro Gonçalves. Era um homem devotado e profundamente comprometido com as nobres causas do Reino de DEUS. Procurou servir fielmente o Senhor Jesus Cristo, da melhor forma possível, durante a sua peregrinação neste mundo. Sentia muito orgulho em ser pastor e em ser chamado pastor.
O Pastor Seleiro Gonçalves amava genuinamente as pessoas e gostava, com humildade, de servir. Relacionava-se com qualquer pessoa que se cruzasse no seu caminho; não era indiferente a ninguém. Tinha um trato fino e sincero, bem patente no seu demorado aperto de mão e/ou abraço. Era um homem afável e completamente desprovido de preconceitos ou de tiques de superioridade. Dava-se bem com qualquer pessoa, independentemente da sua origem, proveniência, estatuto social ou condição de vida. Era, por assim dizer, amigo de toda a gente. Para além de todas estas qualidades distintivas, manifestas na sua vida, o Pastor Seleiro era também um homem de serviço e profundamente comprometido com a Causa do Evangelho do Senhor Jesus Cristo.
Conheci o Pastor José Seleiro Gonçalves através do meu irmão Evaristo Vieira. Ambos eram amigos e colegas no Seminário Teológico Baptista (STB). Não obstante a assinalável diferença de idade entre ele e o meu irmão, nada o impediu de ser um amigo próximo, primeiro do meu irmão e, posteriormente, meu. O meu irmão chamava-lhe carinhosamente “the president of America”, alcunha que ele aceitava de bom grado.
O Pastor José Seleiro Gonçalves era meu amigo e também amigo da minha família. Era, da mesma forma, amigo de muitos africanos; aliás, não se cansava de vincar constantemente a sua forte ligação a África, através da sua mãe. O Pastor Seleiro esteve depois na Guiné-Bissau e, mais tarde, em Angola, reforçando assim os laços de proximidade com o nosso continente. Sentia os problemas e as dores de África como se fossem seus. Tal como a sua mãe estendia a mão para ajudar os necessitados e os pobres em geral, sem fazer acepção de pessoas, o Pastor Seleiro herdou essas características humano-sociais. Ajudou muitas pessoas, inclusive a mim, sem fazer alarido dessas benfeitorias.
O Pastor José Seleiro Gonçalves era um homem bom e humilde. Amava a DEUS acima de todas as coisas e demonstrava, pelas suas obras, que era um fiel discípulo do Senhor Jesus Cristo. Deixava-se usar pelo Espírito Santo. Era pastor de ovelhas e, simultaneamente, um fervoroso missionário. Tinha uma noção clara do seu propósito de vida nesta terra, que era glorificar o Senhor Jesus Cristo através do seu testemunho de vida.
Por isso, estou profundamente triste com o seu desaparecimento físico, não obstante saber que foi promovido à glória. O Pastor José Seleiro Gonçalves, servo bom e fiel, foi chamado à Casa do nosso Pai Celestial. “Bem-aventurados”, dizem as Sagradas Escrituras, “os mortos que, desde agora, morrem no Senhor. Sim, diz o Espírito, para que descansem dos seus trabalhos, pois as suas obras os acompanham” (Ap 14:13). Que as piedosas obras do Pastor José Seleiro Gonçalves o acompanhem na eternidade, entrando com elas no gozo do nosso Salvador Jesus Cristo (Mt 25:21). Que assim seja.
Dia dos Meus Anos
Um Dia, Uma Aniversariante
Hoje, a minha cunhada Marta Gomes Vieira celebra mais um aniversário, com alegria e gratidão. Sim, a Marta completa mais uma primavera na sua vida, graças a DEUS.
Ao longo destes anos, a vida da minha cunhada tem sido marcada por inúmeros desafios e lutas, por sonhos e realizações, por milagres e conquistas — sobretudo, por grandes vitórias em Cristo Jesus. Vitórias que só são possíveis porque o nosso Bom e Todo-Poderoso DEUS esteve sempre com ela em todo o seu percurso de vida, juntamente com toda a nossa família, até à data presente, com a fé de que assim continuará por toda a eternidade.
Espero, do fundo do meu coração, que a graça, o amor, o perdão e a bondade do nosso Eterno DEUS continuem a estar com a minha cunhada Marta para sempre, guardando-a, protegendo-a e livrando-a de todo o perigo e maldade do mundo. Que, conforme a promessa bíblica do Salmo 23, possa habitar na Casa do SENHOR por toda a eternidade (Sl 23:1-6). Que assim seja.
Muitos parabéns e feliz aniversário, estimada cunhada Marta Gomes Vieira. Todas as felicidades do tempo e da eternidade.
Acordo de Paz Entre Israel e o Hamas
Nada justificava o traiçoeiro e brutal ataque que o grupo terrorista Hamas perpetrou em Israel no dia 7 de outubro de 2023, episódio que nos chocou profundamente (LER). Este hediondo e macabro atentado ultrapassou todos os limites do bom senso e da razoabilidade, revelando a verdadeira face do Hamas: um movimento terrorista que despreza por completo a vida humana em todas as suas dimensões, repudiando os princípios fundamentais do humanismo e da humanidade.
Contudo, a resposta do governo de Israel foi também desproporcional à luz do Direito Internacional Público, resultando em inúmeros crimes atrozes contra a humanidade (LER). Não se pode punir um povo inteiro pela conduta criminosa de uma parte da sua população. O governo de Israel, tal como os terroristas do Hamas, matou deliberadamente crianças, mulheres, idosos e homens inocentes.
Nada disto deveria ter acontecido. Tanto o Hamas como o governo de Israel agiram de forma condenável nestes dois horripilantes anos de guerra, que ceifaram milhares de vidas e deixaram um rasto de destruição sem precedentes em ambos os territórios. Assim como não hesitei em condenar o ataque terrorista do Hamas em 7 de outubro (LER), também não hesitei em reprovar a resposta violenta e desproporcional de Israel (LER). Creio que cada um de nós deve defender intransigentemente o valor sagrado da vida humana, independentemente das nossas afinidades sociais, políticas, religiosas ou ideológicas.
Obviamente, “nada podemos contra a verdade, senão em favor da própria verdade”, exortava o Apóstolo Paulo (2 Co 13:8). E o nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo afirmou, de forma manifesta e perentória, que somente a verdade do Evangelho nos libertará da condenação eterna (Jo 8:32). Por isso, devemos pautar a nossa conduta pela defesa firme da verdade e pela promoção da paz entre povos e nações, evitando cair no fanatismo e no radicalismo que em nada contribuem para a convivência pacífica e a verdadeira solução dos conflitos. A paz e a harmonia só se constroem com moderação, diálogo e respeito pelas diferenças — virtudes que, infelizmente, têm faltado nas relações entre palestinianos e israelitas.
Espero, sinceramente, que este novo acordo de paz agora anunciado possa consolidar-se e prevalecer. Que os reféns israelitas regressem às suas casas e reencontrem os seus familiares e amigos. Que os palestinianos possam retomar a sua vida normal, sem bombas nem morte. E que, acima de tudo, triunfem o perdão, a reconciliação, o amor e a paz entre judeus e palestinianos — para o bem de toda a humanidade. Que assim seja.
A Alegria do Dia do SENHOR
Por isso, estamos sempre alegres, mesmo nas situações de adversidades e de problemas. Estamos alegres nos bons e nos maus momentos, bem como nas situações de dor e de felicidade. Estamos continuamente alegres em toda e qualquer situação, procurando transportar connosco esta alegria da salvação que inunda o nosso ser em todos os dias da semana, mês e ano, especialmente no sagrado Dia do SENHOR. Louvaremos, Senhor, tal como o salmista, de todo o nosso coração; contaremos todas as tuas maravilhas. Em ti nos alegraremos e saltaremos de prazer; cantaremos louvores ao teu nome, ó Altíssimo (Sl 9:1-2).
É, justamente, por esta razão, que nos alegramos sempre quando nos disserem: Vamos à Casa do Senhor (Sl 122:1), porque “este é o dia que o Senhor fez; regozijemo-nos e alegremo-nos nele” (Sl 118:24). É uma alegria que excede a nossa compreensão humana, pois tem a sua origem e proveniência em DEUS para com os seus amados filhos, isto é, para connosco. Esta alegria transcendental leva-nos a fortiori a estarmos prontos e inteiramente disponíveis para servir no Reino de DEUS, com os nossos dons e talentos. A alegria de estar na Igreja é apenas uma parcela ínfima da responsabilidade da missão integral que os Cristãos têm para com a Grande Comissão do Senhor Jesus Cristo (Mt 28:18-20).
Com efeito, a obrigatoriedade de o crente estar na Igreja aos domingos não o iliba de outras responsabilidades eclesiásticas. Também não o isenta de estar na Igreja nos outros dias da semana para servir e, muito menos, onera o seu compromisso com DEUS em todas as dinâmicas da vida. O culto dominical não deve servir como um analgésico espiritual para aplacar a consciência temorosa ou desdobrar-se num desvelo alimentado por uma ânsia de legitimação religiosa. E por fim, estar na Igreja não deve servir de pretexto para encobrir astutamente as insuficiências espirituais ou de muleta para o “igrejado” que vive deliberadamente na prática do pecado.
É importante estar na Igreja para servir e adorar ao nosso Eterno DEUS. No entanto, é mais importante coadunar a nossa vida com os impolutos Princípios e Valores do Evangelho, através de uma vida devotada, santificada e de comprometimento com a Palavra e Obra de DEUS. É completamente despida de qualquer valor espiritual a mera religiosidade, baseada numa cristandade profana e ímpia. Não tem qualquer tipo de mérito espiritual o legalismo hipócrita que assenta nos caprichos egocêntricos e insaciáveis do Homem. Da mesma sorte, não tem ainda qualquer tipo de importância espiritual o farisaísmo hipócrita, que visa apenas vender uma falsa imagem religiosa, com o intuito diabólico de inutilmente ludibriar os verdadeiros Cristãos e a Igreja do Senhor Jesus Cristo em particular.
Sim, é importante estar na Igreja para servir e adorar ao nosso Omnisciente DEUS, insisto neste ponto. Mas, o mais importante, acima de tudo, é estar no centro da vontade de DEUS e viver diariamente de acordo com o Evangelho da Salvação do Senhor Jesus Cristo. Só assim, estaremos a honrar na íntegra a nossa soberana vocação e a demonstrar, desta forma, que realmente “nascemos de novo” e somos autênticos filhos de DEUS.
Estive hoje, no Dia do SENHOR, na minha Igreja, a cultuar DEUS por tudo o que É, fez e representa na minha vida. A minha vida sem DEUS não tem qualquer tipo de expressão, valor ou significado. A transformação que DEUS operou em mim, através da morte expiatória do Senhor Jesus Cristo na Cruz do Calvário, fez com que eu sou o que sou.
Louvo a DEUS, sem medida, para todo o sempre, por esta graça imerecida da salvação que ELE amorosamente me concedeu. Estou-Lhe eternamente grato. E estar na Igreja para adorar e servir com alegria, especialmente no domingo, é o mínimo que posso fazer para agradecer ao Senhor Jesus Cristo.
Em suma, apropriando-me das inspiradoras palavras do Apóstolo Paulo, digo convictamente com coração de louvor e exaltação ao Altíssimo DEUS: “ora, ao Rei dos séculos, imortal, invisível, ao único Deus, seja honra e glória para todo o sempre. Amém” (1 Tm 1:17). Que assim seja. Assim sempre será no nome Bendito do Senhor Jesus Cristo.
A Alegria do Dia do SENHOR
O domingo, tal como vinquei nos artigos precedentes, é um dia sagrado para os devotos Cristãos. Não é um dia qualquer como os outros dias. Também não é um dia para distrairmos com superficialidades que não têm reflexos positivos no nosso crescimento espiritual. Não é um dia para tratarmos dos nossos negócios seculares, mas sim dos assuntos do Reino de DEUS. E temos a obrigação espiritual e eclesiástica de dedicá-lo exclusivamente aos afazeres Divinos, visto que é uma ordem bíblica. Devemos, com espírito de reverência e obediência, lembrar do dia do domingo, para santificar DEUS e celebrar, em comunhão fraternal com os nossos irmãos na Fé, a ressurreição gloriosa do Senhor Jesus Cristo.
É verdade que não é fácil honrar na íntegra este desiderato bíblico-Cristão, tendo em conta a complicada dinâmica e exigentes desafios que a vida pós-moderna comporta. É verdade que enfrentamos inúmeras lutas pessoais, familiares, sociais, laborais, eclesiásticas, ou seja, lutas de várias ordens no sentido de tentar impedir-nos – dominicalmente – de estar na Igreja para servir o Senhor Jesus Cristo. É verdade ainda que o diabo tem procurado, de forma reiterada e determinada, desviar o nosso foco das coisas de DEUS, levantando fortes oposições dentro da Igreja e fora dela, com o intuito mortificador de nos afastar completamente dos sãos caminhos do Senhor Jesus Cristo.
Devemos, no entanto, ter o discernimento espiritual suficiente para não cairmos em nenhuma destas e demais ciladas diabólicas que, em última instância, visam unicamente tirar-nos do Caminho da Salvação. Devemos resistir firmemente, na inteira dependência do Espírito Santo, todas estas tentações e setas incendiarias do inimigo. Devemos, por fim, rejeitar firmemente o “conformismo objectivo” e desculpas esfarrapadas para não estarmos na Igreja, especialmente no Dia do SENHOR.
Estar na Igreja, juntamente com os nossos irmãos na Fé, para adorar a DEUS em espírito e em verdade, é um privilégio inigualável a todos os níveis. É um privilégio espiritual que ultrapassa todos os efémeros engodos, lucros e prazeres mundanais. É um privilégio que fomos graciosamente outorgados pelo Senhor Jesus Cristo, o autor e consumador da nossa Fé (Hb 12:2). Devemos, portanto, honrar este nobre privilégio salvífico nas nossas vidas e, deste modo, dar um poderosíssimo testemunho da Fé para o mundo perdido.
Por isso, estimados irmãos em Cristo, não deixemos que ninguém nos tire este tão grande privilégio espiritual de estar no centro da vontade de DEUS, independentemente da conjuntura favorável ou desfavorável que possamos estar circunscritos ou mergulhados. Não deixando a nossa congregação, exorta o autor sagrado, “como é costume de alguns; antes, admoestando-nos uns aos outros; e tanto mais quanto vedes que se vai aproximando aquele Dia” (Hb 10:25). Que nunca deixemos, em circunstância alguma, que a pressão familiar, a pressão laboral, a pressão social, a pressão eclesiástica ou qualquer outra pressão nos afaste da comunhão com DEUS e com a amada Igreja do Senhor Jesus Cristo.
Devemos procurar sempre dar primazia as coisas de DEUS nas nossas vidas, buscando primeiro o Reino de DEUS, e a sua justiça, e todas estas coisas nos serão acrescentadas (Mt 6:33), contrariando firmemente todas as tentações em sentido contrário para nos demover de dar o testemunho público da nossa fé. Que o desejo ardente e incontrolável de estar no centro da vontade de DEUS e na Igreja do Senhor Jesus Cristo possa tomar conta de nós e reinar definitivamente nos nossos corações.
Estive hoje, como sempre, alegremente, na minha Igreja, a cultuar ao nosso Omnisciente DEUS com os meus irmãos na Fé. Primeiro, na Escola Bíblica Dominical (que tive o grato prazer de ministrar aos jovens) e depois no Culto de Adoração. Foi um autêntico tempo de refrigério, comunhão, testemunho, louvor e adoração ao nosso Grande e Todo-Poderoso DEUS. Que assim seja sempre!
A Alegria do Dia do SENHOR
O domingo, o dia do SENHOR, é um grande dia da salvação. É também um dia do testemunho Cristão e de proclamação da mensagem salvífica do Senhor Jesus Cristo. O domingo é sagrado e deve ser livremente respeitado e guardado com amor por todos os filhos de DEUS. Nenhum autêntico Cristão jamais prescindirá este importante dia na sua vida e, muito menos, negligenciá-lo na sua agenda eclesiástica. O domingo deve ser vivido e celebrado com bastante alegria no coração na presença do nosso Magnífico e Bom DEUS. Nenhuma actividade secular pode ofuscar ou sobrepor-se ao sagrado Dia do SENHOR, excepto situações extremamente atendíveis e justificáveis à luz das Escrituras Sagradas. Todos os Cristãos devem, de forma consciente e obediente, na medida possível, estar na Igreja com os irmãos nesse dia da salvação para cultuar o nosso Todo-Poderoso DEUS, através do Senhor Jesus Cristo.
Num mundo, cada vez mais secular e ímpio, em que tudo que é Divino é completamente negligenciado, ridicularizado e liminarmente rejeitado por causa do ateísmo, do egocentrismo, do sincretismo, do materialismo, do hedonismo e na busca insaciável pela vida de boémia e de auto-satisfação, impõe-se a todos os eleitos filhos de DEUS a reafirmarem, com força e vigor, o seu inabalável compromisso com a Causa Evangélico-Missionária, dando assim um poderoso testemunho do Evangelho do Senhor Jesus Cristo para o mundo perdido. Devemos, tal como a Palavra de DEUS nos exorta, ser o sal da terra e luz do mundo, com vista a resplandecer a nossa luz diante dos homens, para que vejam as nossas boas obras e glorifiquem a nosso Pai, que está nos céus (Mt 5:13-16).
O domingo, o primeiro dia da semana, é o dia especialmente consagrado para os Cristãos. É um dia de descanso dos afazeres seculares para, desta forma, dedicar exclusivamente os assuntos do Reino de DEUS. É um dia a ser santificado por todo o Cristão com uma caridade operosa, disponibilizando-se para estar na Igreja e servir de acordo com os nossos dons e talentos. Também este dia dominical deve ser canalizado para o repouso, o silêncio, a meditação, o estudo, a oração e o ministério da hospitalidade e visitação, que enriquecem e favorecem o crescimento da vida espiritual. Os fiéis devem distinguir-se, também neste dia, sustenta a Igreja Católica Romana na sua Doutrina Social da Igreja, “pela sua moderação, evitando todos os excessos e as violências que não raro caracterizam as diversões de massas. O dia do Senhor deve ser sempre vivido como o dia da libertação, que faz participar da assembleia festiva dos primogénitos que estão inscritos nos céus” (Heb 12, 22-23) e antecipa a celebração da Páscoa definitiva na glória do céu”.
Estive hoje, com imensa alegria no coração, tal como de costume, na minha Igreja, a cultuar ao nosso Omnipresente DEUS com os meus irmãos na Fé. Primeiro, na Escola Bíblica Dominical (EBD) e depois no Culto de Adoração ao Altíssimo DEUS. Foi um culto onde foi celebrada a Ceia do SENHOR – uma das ordenanças mais importantes do Cristianismo. Realmente, foi um tempo agradável e de edificação na presença gloriosa do nosso Bom DEUS. Que assim seja.


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