Partilho aqui, mais uma vez,
este sucinto vídeo sobre a problemática do Racismo na óptica do nosso ilustre
Robert de Barros Neves (LER). Vale a pena verem. Recomendo. Tenham um bom proveito na auscultação.
Obrigado.
Um Dia, Um Aniversariante
O meu grandíssimo amigo Robert de Barros
Neves faz anos hoje (LER). Amigo de todas as horas, momentos e
circunstâncias. Uma autêntica amizade recheada de partilha e cumplicidade
mútua.
Muitos parabéns e feliz aniversário, caro amigo Robert
de Barros Neves. Votos de maiores bênçãos terreno-espirituais a todos os níveis
da vida. Todas as felicidades do tempo e da eternidade.
A Natalidade: Uma Questão de Humanismo e de Humanidade
O mundo
Ocidental confronta-se com sérios problemas de fundo que urge resolver. A
começar, desde logo, por todos eles, com a crise da democracia, as
desigualdades sociais, a desertificação do interior, a falta de empregos e a
precariedade laboral, o relativismo moral e a negação dos grandes Princípios e Valores
Cristãos que outrora o enformaram e nortearam desde o génesis, a imigração, a
exclusão social, a pobreza, a xenofobia, o cancro do divórcio, a desestruturação e o colapso da
família tradicional, etc. O problema da natalidade é mais um num rol de crises existenciais
que se vive no Ocidente há bastante tempo. No entanto, ele não pode ser
dissociado do permanente ataque directo à família tradicional, através das leis
e práticas infames a que ela foi deliberadamente votada.
E mais, um
outro agravante, com a revolução sexual dos anos sessenta do século passado
(promiscuidade sexual, bem entendido), encabeçada particularmente pelas neo-feministas que teve como apologia viver a sexualidade de forma livre,
descomprometida e despida de todo o pudor ou tradicionalismo que, até então,
estava profundamente enraizado nas sociedades. Em consequência disso, nesta
patente visão de devassidão, começou-se a legitimar socialmente o uso
desenfreado de métodos contraceptivos, o consumo da pornografia, a defesa de
homossexualidade, a
despenalização e legalização do aborto, uma aversão ao casamento e todas as outras aberrações sexuais que tão bem conhecemos. O prazer
sexual passou a ganhar destaque e lugar cimeiro em muitas pessoas em detrimento
do compromisso matrimonial. As mulheres, particularmente as da alta sociedade,
passaram a ter um certo tipo de pavor à maternidade, tendo em conta os danos
colaterais que esta comporta, tentando a todo o custo impor a prática da
barriga de aluguer e inseminação artificial em muitos ordenamentos jurídicos,
como sendo um padrão natural, sob falso pretexto de emancipação feminina ancorada
nos “avanços civilizacionais”.
Por isso, o
movimento anti-natalista está a ganhar cada vez mais terreno, mormente na
Europa. Ela é defendida maioritariamente pelas neofeministas e alguns homens
com distúrbios de personalidade. Num passado recente estivemos a conversar
praticamente três horas com uma amiga da nossa faculdade para não laquear as
trompas. Mas, infelizmente, não conseguimos demovê-la deste maléfico intento.
Ela estava bastante convicta e determinada a esterilizar-se. Não quer casar.
Não quer engravidar. Não quer saber de filhos. Tem fobia ao conceito da família
tradicional. Contudo, para nossa surpresa e espanto gosta imenso dos animais e
quer cercar-se deles no seu futuro lar. Justificava a sua decisão com a auto-determinação
sexual, a incredulidade nos seres humanos, sobretudo nos homens, os parcos
recursos existentes no mundo e a conservação do meio ambiente e dos animais em
especial (LER). Aliás, os argumentos dela não diferem tanto da apologia dos anti-natalistas (LER). Esta ideologia não vem de hoje.
Desengane-se quem pense o contrário. Já nos longínquos anos de 1912 o
iconoclasta português, J. Teixeira Junior, completamente rendido à
mundividência jacobina, escrevia o seu polémico livro intitulado “Mulheres,
Não Procreeis!”, onde apelava as mulheres a “não aumentardes o número de
miseráveis”, exortando-lhes firmemente a “declarardes a greve de véntres”
(LER). Tudo isto para dizer que assistimos, cada vez mais, a uma séria
adulteração dos Grandes Princípios e Valores Humano-Sociais, que até então
serviam de modelo basilar e norteador das Sociedades, sem que nenhuma
alternativa credível surgisse com suficiente consenso social para preencher o
vazio das referências obliteradas.
Não temos a
mínima dúvida que um dos factores que condicionam decisivamente a natalidade
tem a ver principalmente com estas “modernas” formas de família, que foram
inventadas para suprir o vazio da referência da família tradicional que foi
preterida. A legalização do aborto e o patente individualismo que se vive cada
vez mais na sociedade acabou por agravar consideravelmente a taxa de natalidade.
Ali, por algumas mulheres optarem pela realização do aborto, reduzindo-o
meramente, em determinados casos, a método contraceptivo. Tal hedionda prática acaba,
em algumas situações, por ter reflexos negativos no não conseguimento delas em engravidar
no futuro. Aqui a questão tem mais que ver com o comodismo egocêntrico, que se
tem cultivado cada vez mais, onde as pessoas exclusivamente pensam em primeiro
lugar nelas e no seu bem-estar em detrimento dos outros. Não querem nada que
lhes tire o tempo ou lhes dê algum tipo de trabalho. Ora, ter filhos é a
antítese de tudo isto. A partir do momento em que as pessoas, antes de casarem,
já estão a planear um putativo divórcio que poderão ter no futuro, somando à
primazia abismal que os casais vão dando à carreira profissional em detrimento
da procriação, tudo isto constitui um significativo obstáculo em fazer filhos.
Por isso,
todos os ardilosos argumentos que os casais inventam para justificar a falta de
mais filhos, nomeadamente as questões financeiras, os poucos dias de licença
parental, falta de apoio do Estado ou a falta de estabilidade profissional, não
passam de falatórios inúteis para branquear as suas próprias insuficiências.
São apenas meros protestos para justificar o injustificável. É verdade que
devia haver mais apoio do Estado a casais que querem fazer filhos, mormente a
nível do abono de família, bem como a flexibilização das empresas a fim de não prejudicar
profissionalmente as mulheres que optarem por engravidar ou o seu progresso na
carreira. Sabemos que, por razões cognoscíveis, infelizmente, tem havido
uma manifesta insensibilidade do Estado e das empresas neste sentido, somando a
falta de trabalho e precariedade laboral com que muitos jovens enfrentam no seu
dia-a-dia. No entanto, mesmo assim, continuamos a entender que estes
impedimentos circunstanciais e momentâneas não são determinantes para os casais
não aumentarem o agregado familiar.
A título
exemplificativo, para justificar a nossa contra-argumentação: na Europa do
Norte, mais precisamente na Dinamarca, Suécia e Finlândia, dos países com
maiores índices do desenvolvimento humano do planeta e com melhores planos
estatais de apoio ao incentivo à natalidade, mesmo assim continuam a apresentar
um défice bastante acentuado a nível da procriação. A realidade destes países
se aplica igualmente a países desenvolvidos comparativamente com os países em
vias de desenvolvimento, ou seja, há mais queda em número de filhos e de
fertilidade nos países ricos do que propriamente nos países mais pobres. Da
mesma sorte, os casais da classe média alta fazem menos filhos em relação aos
da classe média e baixa. O “oxigénio da natalidade” continua a ser
assegurado especialmente pelos países pobres e casais da classe média e baixa.
Obviamente que há vários factores que concorrem para determinar este quadro. A
nosso ver, continuamos a entender que o factor determinante prende-se, acima de
tudo, com o patente egoísmo da nossa sociedade, baseado num hedonismo
descomprometido, alheio aos compromissos duradouros. As pessoas unicamente
pensam no seu bem-estar e somente no seu bem-estar, insistimos, dando mais
prioridade ao trabalho, à carreira e à vida boémia, razão pela qual não querem
fazer mais filhos para não ficarem enturvadas ou condicionadas na sua liberdade
e conforto de vida. Portanto, o falso pretexto que invocam da falta de
condições financeiras, da instabilidade profissional e da falta de apoio
estatal para não fazer mais filhos é de rejeitar liminarmente.
Quando os
casais egoisticamente optam por ter um filho correm depois sérios riscos no
futuro, uma vez que toda a esperança familiar é depositada neste único filho.
Se ele falhar é, em última instância, o projecto de toda a família que vai por água
abaixo, com as implicações sociais que nos são conhecidas. Nesta ordem de
ideias, há muitos pais que são abandonados na velhice ou forçosamente colocados
num lar de idosos, porque não têm outros filhos com sensibilidade filial para
cuidar deles e ampará-los nos momentos das suas adversidades. Diferentemente de
um casal com três ou mais filhos, em que dificilmente estes todos serão insensíveis
ao ponto de um deles, pelo menos, não querer cuidar dos seus progenitores
quando realmente estes precisarem. É muito difícil que todos eles falhem neste
dever de cuidado para com os pais.
É
justamente, por tudo isto, que é extremamente importante que os casais se
consciencializem para fazerem mais filhos, procurando superar todos os
preconceitos, tabus, mitos, falácias e barreiras que a nossa sociedade tem construído em
torno da demografia e das famílias numerosas. Se hoje são os pais a
sacrificarem-se para cuidar dos seus filhos, quer seja na pobreza ou na riqueza,
amanhã são os mesmos filhos que terão a responsabilidade de cuidar deles quando
estes se encontrarem doentes, velhos ou incapacitados. A natalidade é uma questão
de Humanismo e de Humanidade, que transcende qualquer tipo de lógica minimalista,
circunstancial, economicista e hedonista, tal como infelizmente é apregoado na nossa
moribunda sociedade para legitimar a não procriação.
A Questão do Carnivorismo e do Vegetarismo à Luz das Escrituras Sagradas
Partilho convosco, mais
uma vez, caros leitores, o vídeo que gravei intitulado “A Questão do
Carnivorismo e do Vegetarismo à Luz das Escrituras Sagradas” (LER). Esta reflexão, tal como as últimas que tenho feito aqui, vem na sequência da
celebração do décimo quarto aniversário deste espaço – “As Verdades” (LER).
Teologia de Alimentação: A Questão do Carnivorismo e do Vegetarismo à Luz das Escrituras Sagradas
A temática
da “doutrinação alimentar” tem ganhado nas últimas três décadas um
destaque cimeiro praticamente em todas as culturas e sociedades, entrando também
esta problemática na hermenêutica bíblica. Até aqui nada de anormal ou mal. É bastante
pertinente que os filhos de DEUS tenham as noções fundamentais sobre alimentação
e adoptem, com isso, nas suas rotinas diárias, hábitos alimentares equilibro-balanceados,
tal como sadiamente prescrevem as Escrituras Sagradas, evitando deliberadamente
cair no pecado de comezainas e glutonarias que afectam drasticamente a saúde
física, mental e espiritual do corpo – o templo do Espírito Santo. O problema
prende-se máxime com o facto de alguns teólogos extrapolarem na sua exegese
bíblica, veiculando equivocamente que no início da criação o propósito original
de DEUS para o Homem era que ele perfilhasse exclusivamente as dietas vegetarianas
no seu cardápio diário, sustentando esta tese com base em Génesis 1:30. O
referido texto versa da seguinte forma: “Deus continuou: «Dou-vos todas as
plantas que produzem semente e que existem em qualquer parte da terra e todas
as árvores de fruto, com a sua semente própria. É isso que devem comer”. Só posteriormente, formulam ainda os tais teólogos, que o Homem passou a incorporar o mundo animal na sua alimentação” (Génesis 9:3).
Da nossa
parte, refutamos manifestamente este entendimento redutor. Não comungamos dele.
Jamais podemos subscrevê-lo, uma vez que não tem qualquer tipo de suporte ou
acolhimento bíblico. O preceito sagrado em apreço, circunscreve uma sugestão
meramente facultativa de DEUS para com o Homem e não vinculo-imperativa. Isto
porque tudo aquilo que DEUS tinha criado era muito bom (Génesis 1:31) e
não havia qualquer problema que o Homem desfrutasse daquilo que achasse mais
conveniente para a sua alimentação quotidiana, excepto “a árvore do
conhecimento do bem e do mal” (Génesis 2:9). No dia em que dela
comer, advertia peremptoriamente o Eterno Jeová, fica condenado a morrer (Gênesis
2:17). Do resto, o Homem podia perfeitamente comer de tudo, uma vez que
tudo estava sob o seu domínio, inclusive a carne, “pois tudo aquilo que Deus
fez é bom. E nada merece desprezo, se nos servirmos disso dando graças a Deus.
Com a oração e a palavra de Deus, tudo fica santificado (1 Timóteo 4:4-5).
E mais, logo
depois da queda do Homem no jardim do Éden, DEUS planeou salvá-lo dos seus
pecados, proporcionando-lhe concomitantemente as túnicas de peles para vesti-lo
com vista a ocultar a sua nudez do pecado (Génesis 3:9-24). O sacrifício
de alguns animais fora preciso para tal providência Divina, tal como ficou
implicitamente em Génesis 3:21. Para alguns biblistas isto significava a
providência de DEUS por meio do Messias em face da Sua obra redentora na Cruz
do Calvário. O Todo-Poderoso DEUS vai usar assim, desta forma, um animal para
concretizar os seus soberanos propósitos salvíficos para com a Humanidade outrora
decaída. Animal este que, em última instância, representa o Senhor Jesus Cristo
e o Seu sacrifício expiatório na Cruz do Calvário, simbolizado no pão e no
vinho da Santa Ceia do Senhor, que todos precisam comer e beber para alcançarem
realmente a salvação (Mateus 26:26-30; 1 Coríntios 11:23-26). “Aquele que come o meu corpo e bebe o meu
sangue tem a vida eterna, e eu o ressuscitarei no último dia. Pois o meu corpo
é verdadeira comida e o meu sangue é verdadeira bebida. Quem comer o meu corpo
e beber o meu sangue vive unido a mim e eu a ele”, formula o Senhor Jesus
Cristo aquando da Sua encarnação (João 6:54-56). A carne sempre fez
parte dos hábitos alimentares dos seres humanos desde os primórdios, estendendo
tal realidade até aos dias coevos e projectando-se na eternidade, através da
festa das “bodas do Cordeiro” (Apocalipse 19-7-10), obviamente numa
outra dimensão alimentar, isto é, a espiritual.
Naturalmente
que, depois da queda do Homem no Jardim do Éden, toda a natureza ficou
deteriorada por causa do pecado original. Perdeu-se significativamente o
brilho, a perfeição e a harmonia inicial que havia no universo, ficando a terra
amaldiçoada por causa de Adão e Eva, passando também a produzir espinhos e
cardos (Génesis 3:17-19). Por isso, nesta mesma esteira do pensamento, “sabemos
que toda a criação geme e está juntamente com dores de parto até agora. E não
só ela, mas nós mesmos, que temos as primícias do Espírito, também gememos em
nós mesmos, esperando a adoção, a saber, a redenção do nosso corpo” (Romanos
8:22-23), razão pela qual, “segundo a sua promessa, aguardamos novos
céus e nova terra, em que habita a justiça” (2 Pedro 3:13). O Homem ficou
drasticamente atingido pelo cancro do pecado, bem como pelo universo e tudo o
que nele há, criando assim um desequilíbrio estrutural na natureza sem
precedentes. E justamente por isso, a comida que extraímos na natureza para
comermos encerra fungos, parasitas, bactérias e vírus perniciosos à saúde. Da
mesma forma, o ar que respiramos está também poluído e contaminado,
independentemente de acção directa do Homem, tal como temos vindo a assistir mais
acentuadamente nos últimos séculos, mormente com a revolução industrial do séc.
XVIII. Toda a obra da criação passou a ser significativamente contaminada pelo
vírus do pecado, fazendo com que as coisas que precisamos para a nossa
sobrevivência sejam susceptíveis de criar-nos danos colaterais na nossa saúde
físico-mental. E esta realidade se aplica também em dimensões alimentares,
infelizmente. Somente a comida vegetariana não dispõe de nutrientes suficientes
para garantir uma boa saúde. Da mesma forma, a dieta exclusiva do mundo animal está
desprovida de garantir a uma pessoa a estabilidade desejada a nível da sua saúde.
Mesmo conjugadas as duas dietas no cardápio alimentar, elas continuam a ficar
bastante aquém daquilo que realmente o nosso organismo espera, tendo em conta a
contaminação que ambas incorporam, por causa do “pecado original”,
insistimos.
No início
da criação o Homem tinha toda a liberdade para comer aquilo que lhe aprouvesse,
exceptuando a árvore do conhecimento do bem e do mal. Não havia “exclusão”
dele optar pelo carnivorismo, tal como sustentam erradamente alguns teólogos.
Ele podia perfeitamente adoptar unicamente a comida do mundo animal, bem como
optar somente pelo vegetarismo ou, inclusive, conjugar os dois regimes alimentares
na sua dieta, pois tudo o que DEUS tinha feito era bom e não havia qualquer
tipo de inconveniências, desequilíbrios, falta, vírus, aversões e malignidade
na obra da criação. Foi o pecado que trouxe todos estes cancros no mundo,
criando assim patentes inimizades entre o Homem e a natureza, culminando funestamente
com a morte.
Mesmo assim, o Omnipresente JEOVÁ delineou o
projecto da salvação desde a eternidade, partilhando-o com a Humanidade. Nesta
partilha evidenciou aquilo que era a condição original que se esperava do Homem
– tanto a nível da sua imaculabilidade espiritual, moral, ética e forma de
viver e consequentemente cuidar do seu próprio corpo. E neste último ponto, tal
como se pode verificar nos textos sagrados sobre as ofertas alçadas ao SENHOR
que reflectem o processo da salvação, estavam incluídas as ofertas da vertente
vegetariana e também do mundo animal. Naquela através da apelidada “oferta
de cereais” composta por flor da farinha, azeite, incenso aromático e sal (Levítico
2:1-16; 6:14-15; 24:5-9). E nesta, conhecida por sacrifícios de
holocaustos, que envolvem pombos, rolas, cabrito, cordeiro e vaca (Levítico
1:5-17; 6-13; 12:6-8; 22:17-19). Todas essas ofertas eram “para ser
queimada em honra do Senhor e que será do seu agrado” (Levítico 2:2; 6:14-23).
Tudo isto para
concluir que as dietas vegetarianas e do mundo animal, desde os primórdios da
Humanidade, estavam inteiramente à disposição do Homem para ele deliberadamente
optar por aquilo que bem entendesse, mantendo esta opção no seu estado de pós
queda e, ao mesmo tempo, na eternidade junto com o nosso Soberano e
Todo-Poderoso Jeová. Por isso, não temos de ficar espantados com estas
artimanhas e heresias dos homens que induzem ao erro, antes pelo contrário, devemos
continuar sóbrios, vigilantes doutrinalmente e esperar pacientemente no Senhor
Jesus Cristo. E mais, sabemos que há pessoas que de forma ignorante e
inconsciente caem nestas heresias, fazendo a apologia de doutrinas que não têm
apoio bíblico. Outros, de forma deliberada e consciente, adulteram as
Escrituras Sagradas com o intuito de confundir os santos Filhos de DEUS.
De qualquer
das maneiras, temos de nos consciencializar que tudo isto evidencia os “sinais
dos tempos” que precederão o fim do mundo. Tal como oportunamente nos
advertem as Escrituras Sagradas, para finalizar, “que, nos últimos tempos,
alguns deixarão a fé, para prestar atenção a espíritos mentirosos e seguir
doutrinas de demónios. Hão de seguir os que lhes ensinam a mentira como se
fosse verdade, que abafaram a voz da sua consciência e impedem as pessoas de
casar e proíbem certos alimentos. Mas Deus criou todos os alimentos para que os
crentes que aceitaram a verdade se pudessem servir deles, dando graças a Deus.
Pois tudo aquilo que Deus fez é bom. E nada merece desprezo, se nos servirmos
disso dando graças a Deus. Com a oração e a palavra de Deus, tudo fica
santificado” (1 Timóteo 1-5). Que assim seja.
O Reino de DEUS Pode Ser Tomado de Assalto?
Caros leitores,
partilho aqui convosco o vídeo que gravei intitulado “O Reino de DEUS Pode ou
Não Ser Tomado de Assalto Com Base na Afirmação do Senhor Jesus Cristo em
Mateus 11:12? Este vídeo vem na sequência do artigo anterior que publiquei
sobre a mesma questão teológica (LER), bem como da celebração do décimo quarto aniversário deste espaço – “As
Verdades” (LER). Tenham um bom proveito na visualização e auscultação do vídeo.
O Reino de DEUS Pode ou Não Ser Tomado de Assalto Com Base na Afirmação do Senhor Jesus Cristo em Mateus 11:12?
“E, desde os dias
de João o Batista até agora, se faz violência ao reino dos céus, e pela força
se apoderam dele.” (O Senhor Jesus Cristo, Evangelho segundo Mateus 11:12).
Temos, nos últimos sete anos, demorado
imenso a matutar e a digerir sobre o alcance teológico desta misteriosa
afirmação do Senhor Jesus Cristo. A nossa dúvida prendia-se, mais, especialmente,
com o seguinte questionamento: será que o Reino de DEUS pode mesmo ser tomado
de assalto, tal como fez transparecer o Senhor Jesus nessa Sua peremptória
afirmação? E de que maneira? São estas pertinentes questões que nos levaram a
vasculhar vários comentários bíblicos para nos tentarmos reconciliar
definitivamente com esta passagem bíblica, sem prejuízo obviamente daquele que
sempre foi o nosso convicto entendimento inicial sobre ela.
Confessamos que, por razões várias, os
inúmeros comentários que lemos ao longo deste tempo todo, até então, não nos
convenceram na sua generalidade. Muitos deles pareceram-nos abstratos e
colaterais do real cerne da questão. Por outras palavras, ficaram bastante
aquém. A título exemplificativo, por todos eles, excluindo nesta abordagem a
referência de teólogos e intérpretes bíblicos que também tivemos o cuidado de
ler, a Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal, com afinidades mais com a doutrina
Pentecostal, considera que existem três interpretações comuns para essa
afirmação do Senhor Jesus e passa a enumerá-las: “(1) Ele pode
referir-se ao esforço das pessoas para se aproximar de Deus, que havia começado
com a pregação de João Baptista. (2) Pode ter usado a expectativa dos
activistas judeus que de que o Reino de Deus chegaria por meio de uma violenta
derrota de Roma (que representa o mundo). (3) Pode estar dizendo que, para
entrar no Reino de Deus, é necessário ter coragem, fé inabalável, determinação
e resignação, porque a crescente oposição se manifesta a todos os seguidores de
Jesus”. Diferentemente dessas interpretações, a Bíblia de Estudo de
Genebra, da ala tradicional e conservadora do protestantismo, comentando o
mesmo trecho bíblico, considera que “o Reino está avançado
poderosamente, embora homens violentos como Herodes, que havia aprisionado João
Baptista, tentassem sobrepujá-lo pela força. Não são, porém, os fortes e
poderosos que alcançam o reino, mas os fracos e humildes (vs. 28:30), que
conhecem suas próprias fraquezas e estão dispostos a depender de Deus (cf. Lc
16:16, nota)”.
Há, como se pode constatar, vários
entendimentos e patentes divergências doutrinárias sobre esta afirmação do
Senhor Jesus Cristo. De forma subsumida, há os que entendem que aqueles que
tomam o Reino
de DEUS à força são agentes que foram convocados pela mensagem do Reino que se
iniciou com a pregação do Profeta João Baptista, razão pela qual corresponderam-na
imediatamente nas suas vidas e, deste modo, pela força, se apoderam dele. São,
com base neste entendimento, as pessoas que fariam parte do Reino de DEUS pela
soberana vontade de DEUS – e que o tomam de assalto, beneficiando assim da
salvação que foi reservada por elas antes da fundação do mundo. Diferentemente
desta leitura, outros entendem que os que usam de violência para conquistar o
Reino de DEUS são elementos estranhos a ele, procurando a todo o custo, com
força do maligno, tomá-lo de assalto e, consequentemente, obstruir a sua
vigorosa mensagem evangelístico-salvífica. Por isso, conseguiram concretizar
tal diabólico plano com a decapitação do Profeta João Baptista e,
posteriormente, com a horrenda morte do Senhor Jesus Cristo na Cruz do
Calvário. São, de acordo com este entendimento, pessoas que querem obstruir e
destruir definitivamente a mensagem do Evangelho, levando-os a humilhar,
perseguir e matar todos aqueles que são os verdadeiros filhos do Reino de DEUS.
Há ainda outras posições intermédias que, a nosso ver, julgamos inoportunas
reproduzir aqui, uma vez que os dois importantes entendimentos opostos esboçam na
íntegra a problemática teológico-doutrina de Mateus 11:12.
Antes de manifestar a nossa humilde opinião sobre esta
afirmação do Senhor Jesus, importa, desde logo, definir para os leitores o
Reino de DEUS para assim poderem estar holisticamente dentro do assunto. O Reino
de Deus, tal como formula inspiradamente a Declaração da Fé Baptista Portuguesa,
que também subscrevemos na íntegra, “inclui a sua soberania geral sobre o
universo e sobre todos os homens que espontânea e voluntariamente O reconhecem
como Rei e Senhor. Todos os crentes devem orar e esforçar-se para que o reino
de Deus venha em plenitude e a sua vontade seja feita sobre a Terra. A
consumação plena do seu reino aguarda a segunda vinda de Jesus Cristo e o fim
da era presente” (LER).
Posto isto, estamos agora em condições de responder
diretamente à pergunta do título do artigo: Sim, a nosso ver, o Reino de DEUS pode
ser tomado de assalto, aliás, é claramente isso que se pode depreender da
afirmação do Senhor Jesus na passagem bíblica em apreço. Até aqui nada de
surpreendente ou anormal, uma vez que a querela doutrinária não se prende com o
facto de o Reino de DEUS ser tomado de assalto, mas sim quem são os tais “violentos”
que o conquistam pela força. E isto remete-nos novamente para a exegese do
texto de Mateus 11:12 e o seu alcance teológico e teleológico, isto é, para
aferir com precisão quem são os ditos violentos que se apoderam do Reino de DEUS
pela violência – se são ou não agentes afectos ao próprio Reino.
Para responder a
esta última questão, julgamos que é imprescindível perceber se o verbo “tomado
por esforço” está na voz activa ou passiva, tal como desdobram vários
biblistas com o intuito de perceber da melhor forma o alcance da afirmação do
Senhor Jesus. Isto é amiúde determinante para concluirmos se o Reino de DEUS,
na passagem bíblica em questão, está sendo atacado num sentido positivo ou
negativo. As duas realidades são extremamente importantes para compreender o
alcance prático da afirmação do Senhor Jesus, insistimos. A referida passagem
bíblica, fazendo fé aos inúmeros comentários que lemos, é de difícil
compressão. Não está manifestamente claro se o verbo grego “tomado por
esforço” está na voz activa ou passiva. No entanto, tendo em consideração o
contexto e a afirmação do Senhor Jesus, não hesitamos em concluir que o verbo “tomado
por esforço” está na voz passiva, fazendo com que o Reino de DEUS seja
apoderado desfavoravelmente pelos“violentos” (LER).
Na nossa leitura,
respondendo agora directamente à pergunta em questão, as pessoas que fazem
violência ao Reino de DEUS, e pela força se apoderam dele, são elementos
estranhos a ele, que procuram pela força de Satanás controlar o Reino de DEUS.
Não são filhos de DEUS, mas sim filhos da perdição. Há dois factores que nos
levam a chegar esta conclusão. A primeira prende-se sobretudo com duas palavras
manifestamente pejorativas do ponto de vista bíblico, que encerram a frase do
Senhor Jesus no referido texto, nomeadamente a “força” e a “violência”
que os violentos usam para se apoderarem do Reino de DEUS. Nós sabemos, pela
revelação Divina, “não por força nem por violência, mas sim pelo meu
Espírito” que triunfaremos ou ganharemos a simpatia do Todo-Poderoso DEUS (Zacarias
4:6). E mais, a violência, seja ela qual for, é manifestamente censurada e
reprovada nas Escrituras Sagradas. Por isso, o Senhor Jesus rejeitou
liminarmente a visão zelota de empreender a força e a violência como meios
legítimos para fazer vincar a todo o custo a vontade de DEUS. Acresce ainda ao facto
de, considerando inversamente que os “violentos” que tomam de assalto o
Reino de DEUS são as pessoas que se esforçaram legitimamente para se beneficiar
da salvação, entrar flagrantemente com a doutrina da graça e da eleição que nos
ensinam manifestamente que a salvação é toda ela fruto do trabalho exclusivo do
nosso Omnisciente DEUS, excluindo qualquer tipo de colaboração humana nela (Efésios
2:8-10). Ninguém é salvo por alguma obra ou espontânea decisão sua, mas
tão-somente pela imerecida graça de DEUS. O Todo-Poderoso DEUS escolhe quem ELE
quer salvar e os salva. Se é assim, como é que é possível as pessoas, por
iniciativa delas, conquistarem por mérito o Reino de DEUS, tal como sustenta a
tese oposta?
A par dos
argumentos e contra-argumentos que acabamos de expor, há ainda um conjunto de
situações que apoiam a tese que estamos a defender. A começar, desde logo, com o
arbítrio aprisionamento e decapitação do Profeta João Baptista nos capítulos
subsequentes (Mateus 14:1-12, Marcos 6:14-29, Lucas 9-7-9), bem como o
próprio Senhor Jesus Cristo e a ininterrupta perseguição e martírio, sem
precedentes, que os filhos de DEUS têm sido objecto ao longo de toda a história
do Cristianismo persistindo até à data
presente, com vista a impedir a proclamação do Evangelho. E isto evidencia-se
tanto para os declarados inimigos da Fé e concomitantemente com os falsos
profetas e cristãos, que vêm a nós, os filhos de DEUS, disfarçadamente em
ovelhas, mas interiormente são lobos devoradores (Mateus 7:15). Com efeito, “eles mataram o Senhor Jesus e os
profetas e perseguiram-nos também a nós. Eles não agradam a Deus e estão contra
toda a gente, pois querem impedir que preguemos a salvação aos não-judeus. Isto
acabou de encher completamente a medida dos seus pecados e por isso o castigo
de Deus caiu finalmente sobre eles” (1 Tessalonicenses 2:15-16). São
eles que tentaram tomar pela violência o Reino de DEUS e consequentemente
impedir a propagação da Boa Nova da Salvação. Esta inequívoca verdade vai
ganhando contornos e implicações esclarecedoras na parábola do “trigo e
joio”, tendo como pano de fundo o Reino de DEUS representado soberanamente
pelos seus filhos como “trigo” e os inimigos do Reino representados pelo
“joio”. O Omnisciente DEUS é o semeador, ou seja, responsável máximo do
Reino. Enquanto semeou a boa semente no seu campo fértil, isto é, no Reino,
veio também o inimigo do Todo-Poderoso DEUS, semeando o joio no meio do trigo e
foi-se embora. Quando as plantas cresceram
e se começaram a formar as espigas, diz o texto sagrado, apareceu também o
joio. No entanto, o Eterno Jeová recomendou que deixassem-nos crescer os dois
até ao tempo da ceifa. Nessa altura dirá aos ceifeiros: “apanhem primeiro o
joio e atem-no em feixes para ser queimado no fogo, mas recolham o trigo para o
meu celeiro” (Mateus 13:24-30). A mesma verdade, é ilustrada na parábola do
“Bom Pastor”, que encerra vários figurantes, nomeadamente a porta, o curral,
as ovelhas, o ladrão e salteador, o Bom Pastor das Ovelhas, o porteiro, o
mercenário (João 10:1-18). Há nesta parábola uma usurpação do ladrão e
salteador ao Reino de DEUS, coadjuvados neste premeditado assalto às ovelhinhas
do Senhor Jesus pelo assalariado, isto é, os falsos profetas, os falsos pastores
e falsos líderes Cristãos, com o intuito de “a roubar, a matar, e a
destruir” os filhos do Reino do Reino (João 10:10). O Senhor Jesus,
por conseguinte, é “o bom Pastor; o bom Pastor dá a sua vida pelas ovelhas.
Mas o mercenário, e o que não é pastor, de quem não são as ovelhas, vê vir o
lobo, e deixa as ovelhas, e foge; e o lobo as arrebata e dispersa as ovelhas.
Ora, o mercenário foge, porque é mercenário, e não tem cuidado das ovelhas. Eu
sou o bom Pastor, e conheço as minhas ovelhas, e das minhas sou conhecido”
(João 10:11-14). Esta passagem bíblica esboça muito bem como o Reino tem
sido atacado ferozmente e tomado de assalto pelos inimigos da Cruz, que se vai
traduzir com a manifestação visível do anticristo “que se revolta e se coloca
acima de tudo o que se considera divino ou sagrado. Chegará mesmo a tomar
assento no templo de Deus, apresentando-se a si mesmo como deus” (2 Tessalonicenses
2:4). Porém, tal como admoesta ainda as Escrituras Sagradas sobre esta diabólica
figura, “o rebelde há de manifestar-se a seu devido tempo. Com efeito, as
forças misteriosas do mal já estão em atividade. Mas para que tudo se realize é
preciso que aquele que está a impedi-lo saia da sua frente. 8Então aparecerá o
rebelde e o Senhor Jesus vai vencê-lo com o sopro da sua boca e dominá-lo com o
esplendor da sua vinda. O rebelde aparecerá com a força de Satanás e fará
falsos milagres, sinais e prodígios. Utilizará todas as artimanhas do mal para
enganar os que se vão perder, porque não acolheram nem amaram a verdade a fim
de serem salvos. Por isso, o Senhor permitiu que fossem dominados por uma força
enganadora que os leva a acreditarem na mentira. Assim se faz o julgamento
daqueles que não acreditam na verdade, mas preferem praticar o mal” (2 Tessalonicenses
2:6-12).
Estes inimigos da
Fé Cristã tomam pela violência o Reino de DEUS, tal como os fariseus e doutores
da lei se apoderavam da chave do conhecimento religioso, sentando na cadeira de
Moisés (Mateus 23:2), mesmo assim não tomando posse da vida eterna,
impedindo deliberadamente os que gostariam de o fazer (Lucas 11:52). Em
consequência disso, “fecham-lhes na cara a porta do reino dos céus” (Mateus
23:13). São pessoas sem escrúpulos e autênticos malfeitores. Aproveitam-se
das suas posições privilegiadas dentro das congregações para sedimentar e
propagar heresias destruidoras de vidas humanas. Com as suas acções vergonhosas
descredibilizam a imaculada imagem do Evangelho aos olhos do mundo. Esta mesma
verdade aplica-se até aos dias de hoje: de pessoas que estão nas igrejas aparentando
serem “nascidas de novo”, inclusive muitas delas com posições de relevo
na Igreja, porém são autênticos agentes de Satanás dentro das congregações. Não
fazem parte do Reino de DEUS, mas infiltrados que entram nele com o objectivo
de fracassar os planos Divinos. São pessoas que não querem que se fale da santificação,
da vida consagrada de oração, da denúncia do pecado, de Missões e
Evangelizações. Estão nas congregações para, a todo o custo, impor uma agenda
contrária aos impolutos Princípios e Valores das Escrituras Sagradas, vedando a
materialização do avanço do Cristianismo. São dissimuladamente anticristos, uma
vez que tentam fechar as portas das Igrejas, perseguindo os filhos de DEUS e
até, em casos extremos, ceifando-lhes a vida. Usam a Igreja como antro de
promiscuidade, convertendo-a em plataforma para auto-promoções, tráfico de
influências, conluios, rivalidades, represálias, desvios de fundos,
enriquecimentos ilícitos, imoralidade sexual, idolatria, sincretismo, liberalismo,
misticismo e corrupção. Os falsos pastores e falsos cristãos apresentam-se
disfarçados em ovelhas, mas por dentro não passam de patronos de fraude e lobos
devoradores (Mateus 7:15). Disseminam sorrateiramente falsas doutrinas
dentro das congregações, arrastando consigo os inúmeros discípulos, com o
intuito de destruir, em última instância, a Igreja de Cristo (Actos 20:
29-30). São pessoas de mentes corrompidas e que andam longe da verdade. Têm
a religião como um negócio e fonte de lucro, escrevia o Apóstolo Paulo a seu
respeito (1 Timóteo 6:5). O Santo Pedro, seguindo a mesma esteira do
pensamento, vai ao ponto de considerá-los “atrevidos e arrogantes. Encontram
prazer em satisfazer as suas paixões em pleno dia. Os seus olhares são imorais
e os seus apetites sensuais, insaciáveis. Seduzem as pessoas menos firmes e
estão cheios de cobiça. É uma gente amaldiçoada. Afastaram-se do bom caminho e
perderam-se” (2 Pedro 2:10; 13-14). Leitura igualmente reforçada por Judas,
servo de Jesus Cristo e irmão de Tiago, lamentando o comportamento deles em tom
reprovador “ai deles”, traçando o seu destino final como “reservada a
sombria escuridão, para sempre” (Judas 1:11; 13) (LER).
Se é verdade que
estes filhos da perdição, os “violentos”, que tomam pela força o Reino
de DEUS, procurando inutilmente frustrar os planos de DEUS, jamais conseguirão
vencer ao ponto de travar o galopante progresso do Evangelho no mundo. O Reino
de DEUS vai continuar permanentemente a expandir poderosamente em todos os
cantos e direções da face da Terra, contra a vontade destes declarados inimigos
da Fé Cristã. Eles usam a violência para tomar o Reino de DEUS, obviamente com
a permissão Divina, mesmo assim não conseguirão ter o controlo Dele. O Autor e Consumador
da nossa Fé, o Senhor Jesus Cristo (Hebreus 12:2), através do Espírito
Santo, não permitirá que eles tenham sucesso nos amados filhos de DEUS, visto
que somos de Deus e vencer-lhes-emos, os falsos profetas e falsos cristãos, porque
aquele que vive em nós é mais forte do que aquele que está nos que são do mundo
(1 João 4:4). Por isso, não tenhamos medo de nada, porque são mais os
que estão connosco do que os que estão com eles (2 Reis 6:16). O
Todo-Poderoso DEUS continua soberanamente a ter o efetivo e absoluto controle
no Seu Reino e a guiar pela mão poderosa os seus eleitos filhos no caminho da
fé, do amor, da graça, da bondade, da justiça, da humildade, do perdão, da
santificação, da Evangelização e Missões, da esperança e da vida eterna. A
constante oposição destes violentos, que assaltam pela força o Reino DEUS, em
circunstância alguma, obstruirão os planos salvíficos Divinos e, muito menos,
travarão a vitória garantida dos filhos de DEUS. Em todas estas coisas, “somos mais que
vencedores, por aquele que nos amou” (Romanos 8:37). Os tais anticristos
serão, em tempo oportuno, definitivamente derrotados pelo poder de DEUS e,
simultaneamente, lançados para o fogo do inferno para sempre. Ao passo que a
Igreja do Senhor, os verdadeiros agentes do Reino de DEUS, vai sempre sair
vitoriosa em todas as ocasiões, contextos, circunstâncias e conjunturas, máxime
da letargia, dos escândalos, dos pecados, das traições, das perseguições, dos
falsos pastores, dos falsos líderes, dos falsos teólogos, dos falsos cristãos,
dos ímpios e destes violentos que assaltam pela força o Reino de DEUS. As
portas do inferno, em circunstância alguma, prevalecerão contra a Igreja de
Cristo (Mateus 16:18). A predeterminada visão gloriosa se cumprirá e a
Igreja Vitoriosa em paz repousará sobre as Bem-aventuranças Eternas. Que assim
seja. E assim sempre será (LER). Aleluia! Aleluia! Aleluia!
A Importância da Escrita na Autonomia de Pensamento
O meu blogue “As
Verdades” fez ontem catorze anos de existência. São intensos e ininterruptos
anos de introspecção, de adrenalina, de partilha, de interacção, de libertação,
de satisfação e, acima de tudo, da proclamação da mensagem do Evangelho do Senhor
Jesus Cristo.
Louvo imensamente ao meu
Eterno e Todo-Poderoso DEUS por me ter conferido a disponibilidade mental
suficiente para poder reflectir sensatamente sobre os vários temas do nosso
mundo pós-moderno, especialmente sobre a realidade da Igreja de Cristo no “presente
século mau”.
Fechou-se um ciclo e
começa um novo com elevadas expectativas no horizonte (LER). Até aqui nos ajudou o SENHOR. A ELE toda a Glória pelos séculos dos séculos.
Que assim seja. E assim sempre será.
A PALAVRA DO SENHOR (36): Quem Tem Ouvidos Para Ouvir, Que Ouça
«Sendo completamente
livre diante de todos, fiz-me servo de todos, para poder converter para Cristo
o maior número possível. Com os judeus portei-me como judeu, para os converter.
Sujeitei-me à Lei de Moisés com aqueles que a cumprem, para os converter, mesmo
sabendo que não estou obrigado a isso. Com gentios vivi como gentio para os
converter. Mas não sou livre da lei de Deus; antes cumpro a lei de Cristo. Fiz-me
fraco com os que são ainda fracos na fé, para os converter. Fiz-me tudo para
todos, de modo que por todos os meios pudesse salvar alguns. Faço tudo isto por
amor do evangelho, esperando ter parte nas suas promessas.
Não sabem que no
estádio todos os corredores tomam parte na corrida, mas só um é que recebe o
prémio? Corram, portanto, de maneira a poderem recebê-lo. Aqueles que se
preparam para uma competição privam-se de tudo. E fazem-no só para ver se
conseguem um prémio que, afinal, dura pouco. Mas nós trabalhamos por um prémio
que dura para sempre. É desta maneira que eu corro e não como quem corre sem
saber para onde. É assim que eu luto e não como quem dá socos à toa. Mas eu
luto contra o meu corpo, para o dominar, a fim de não acontecer que, andando a
pregar aos outros, seja rejeitado por Deus.[1]»
[1] Apóstolo Paulo, in A Bíblia
Sagrada, 1 Coríntios 9:19-27, Versão, A Boa Nova Em Português Corrente, Lisboa,
Sociedade Bíblica de Portugal, 2004.
A Importância de Orar de Joelhos
Orar de joelhos traduz, em última instância, a postura mais correcta de se apresentar
diante do nosso Magnífico e Todo-Poderoso DEUS. Também diz muito sobre o grau
da reverência que demonstramos para com ELE. É uma boa prática religiosa que já
vinha desde a mais antiga tradição judaica. Os profetas do Antigo Testamento comummente
oravam de joelhos. O Senhor Jesus Cristo, o Filho Unigénito de DEUS, subscreveu
na íntegra este modelo de espiritualidade e orava de joelhos. Os seus discípulos,
da mesma sorte, oravam de joelhos, bem como a Igreja primitiva.
No entanto,
por vicissitudes várias e supervenientes, orar de joelhos é uma boa prática que
a ala tradicional do protestantismo postergou na sua liturgia pública.
Praticamente não se ensina na Escola Bíblica Dominical (EBD) e nos cultos
congregacionais, fazendo com que a generalidade dos fiéis não o coloque em
prática nas suas orações devocionais. Somente se verifica esporadicamente nos
cultos da ordenação pastoral e de casamento, tendo em conta a imposição das
mãos do presbitério perante os consagrados. Mesmo nos círculos pentecostais ou
neo-pentecostais, onde se costuma enfatizar efusivamente o conceito de oração,
acabam sempre por esvaziar este importantíssimo pressuposto espiritual e ficar
bastante aquém na postura correcta que se deve seguir quando de joelhos diante
do SENHOR para orar.
Orar de
joelhos, tal como sustenta sabiamente o Teólogo Joseph Ratzinger, “é a posição
de oração que exprime a extrema submissão à vontade de Deus, o abandono mais
radical a Ele; uma posição que a liturgia ocidental prevê ainda na Sexta-Feira
Santa, na Profissão Monástica e também na Ordenação Diaconal e nas Ordenações
Presbiteral e Episcopal. Diversamente, Lucas diz que Jesus reza de joelhos.
Deste modo, tomando por base a posição de oração, insere esta luta nocturna de
Jesus no contexto da história da oração cristã: Estevão, durante a lapidação,
dobra os joelhos e reza. (cf. Act 7, 60); Pedro ajoelha-se antes de ressuscitar
Tábita da morte (cf. Act 9, 40); Paulo ajoelha-se quando se se despede dos
anciãos de Éfeso (cf. Act 20, 36), e outra vez quando os discípulos lhe dizem
para não subir a Jerusalém (cf. Act 21, 5). A propósito, diz A. Stoer: «Todos
eles, perante a morte, rezam de joelhos; o martírio não pode ser superado senão
através da oração. Jesus é o modelo dos mártires.” (LER).
Perante a
verdade exposta, precisamos urgentemente de despertar e readoptar esta posição de oração de forma regular nos nossos cultos público-congregacionais e, deste modo, estimular
os crentes a seguir o mesmo nas suas rotineiras orações em casa. A
Igreja deve servir de exemplo neste sentido. E para isso, impõe libertar-se de
perniciosos comodismos, conformismos, atrofiamentos, resignações e marasmos
obstrutivos, que em nada contribuem para o crescimento e fortalecimento da nossa adoração. Que DEUS nos perdoe e nos ajude a superar estes importantes desafios
espirituais. Que assim seja.
Um Dia, Uma Fotografia: Bissau, Há 21 anos
Eu, juntamente com o meu irmão Evaristo Vieira e agora mulher Marta
Gomes Vieira (VER), no Aeroporto Internacional
Osvaldo Vieira, em Bissau, momentos antes do Evaristo viajar para Lisboa, a fim
de estudar Teologia no Seminário Teológico Baptista (STB) e Direito na
Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa (FDUL).
A saída do Evaristo foi um ponto de viragem na
história da minha família, mais precisamente dos meus irmãos (nesta altura já
éramos órfãos de pais há muito tempo e sozinhos no mundo), e com ganhos
significativos que tudo isto teve na nossa afirmação como pessoas de bem na
sociedade. DEUS é mesmo Bom. Louvado seja ELE eternamente!
Um Dia, Um Aniversariante
O meu irmão mais velho Evaristo Vieira faz anos hoje.
É um exemplo de disciplina, determinação, entrega e persistência. Desenvolve
uma ética de trabalho irrepreensível. Desdobra-se em vários ofícios para
alimentar este incomensurável gosto salutar. Actualmente desempenha funções de
Pastor na Igreja Evangélica de Bandim, acumulando esta nobre responsabilidade
eclesiástica com a de funcionário público no Ministério dos Negócios
Estrangeiros e docente na Faculdade de Direito de Bissau (FDB).
O meu irmão é ainda um homem de família, conseguindo
encarnar holisticamente a máxima romana do “bonus pater famílias” (que
o diga, por todos, a minha cunhada Marta Gomes Vieira e os seus três
filhos [LER]). É uma pessoa bastante simples,
desprovido de corrosivos vícios materialistas. Está inteiramente comprometido
com a obra de DEUS. Tem-Na acima de todas as coisas na sua vida. Procura
diariamente ajustar o seu testemunho com os impolutos preceitos bíblicos. Desde
muito cedo evidenciou tais elevadas qualidades humano-espirituais, sobretudo
engajamento no serviço do Reino de DEUS. Acompanhou o meu processo de vida e sempre me despertou para as coisas cristãs, bem como aos outros
elementos da nossa família. É um orgulho para todos nós, a nossa família,
especialmente pelo excelente e fervoroso ministério que tem vindo a desenvolver
em prol do crescimento do Cristianismo na Guiné-Bissau.
Por tudo o que foi dito, e que mais poderia ser
acrescentado neste breve artigo, principalmente por ter um irmão bastante
especial que sempre se preocupou comigo e me apoiou de forma incondicional, que
desejo-lhe as maiores bênçãos terreno- celestiais e realizações a todos os
níveis da vida.
Estimado irmão Evaristo Vieira, que esta preciosíssima
data possa repetir-se por muitas vezes na vida ao lado de todos os teus entes
queridos. E que o nosso Todo-poderoso DEUS possa continuar a proteger-te do
maligno, guiar-te no Caminho da Verdade e usar-te para a Sua Eterna Glória; que
sejas sempre feliz e muito bem-sucedido na tua jornada de vida. A Graça do
Senhor Jesus Cristo, o Amor de Deus e a Comunhão do Espírito Santo sejam sempre
contigo e para todo o sempre. Todas as felicidades do tempo e da
eternidade.
Tudo Tem o Seu Tempo, Pelo Rei Salomão
«Neste mundo, tudo tem
a sua hora; cada coisa tem o seu tempo próprio. Há o tempo de nascer e o tempo
de morrer; o tempo de plantar e o tempo de arrancar; o tempo de matar e o tempo
de curar; o tempo de destruir e o tempo de construir; o tempo de chorar e o
tempo de rir; o tempo de estar de luto e o tempo de dançar; o tempo de atirar
pedras e o tempo de as juntar; o tempo de se abraçar e o tempo de se afastar; o
tempo de procurar e o tempo de perder; o tempo de guardar e o tempo de deitar
fora; o tempo de rasgar e o tempo de coser; o tempo de calar e o tempo de
falar; o tempo de amar e o tempo de odiar; o tempo de guerra e o tempo de paz.
(…).
Deus fez tudo muito bem
e na altura própria. Até colocou a eternidade no coração dos homens, mesmo se
eles não conseguem compreender a obra que Deus fez, desde o princípio ao fim. Penso
que a única coisa boa que uma pessoa pode fazer é divertir-se e gozar a vida. Mas
todo aquele que come e bebe e vê os resultados do seu trabalho deve saber que
isso é um dom de Deus. Sei que tudo aquilo que Deus faz ficará para sempre.
Nada se lhe pode acrescentar nem retirar. Deus já o fez assim para que lhe
tivessem respeito.[1]»
[1] Rei Salomão, in A Bíblia Sagrada,
Eclesiastes 3:1-8; 11-14, Versão, A Boa Nova Em Português Corrente, Lisboa,
Sociedade Bíblica de Portugal, 2004.
Um Dia, Uma Aniversariante
Hoje é o dia do aniversário da minha prezada irmã em Cristo Maria José Alexandre. Tenho enorme carinho e admiração por ela. É uma pessoa devotada, piedosa, humilde, generosa e profundamente comprometida com a causa do Reino de DEUS. Ela, juntamente com a sua família, tem sido instrumento de grandes bênçãos de DEUS na minha vida ao longo dos anos e até à data presente. Não me canso de reafirmar que a família Alexandre sempre procura inteirar-se da minha situação, convidando-me inúmeras vezes para ir almoçar com eles em sua casa e pontuais ofertas financeiras que me faziam quando era seminarista (LER). Estou, por tudo isto, penhoradamente grato à família Alexandre. Espero que DEUS vos conserve com estas distintivas e elevadas qualidades humanas, sobretudo a sensibilidade missionária.
Muitos parabéns e feliz aniversário, estimada irmã Maria José Alexandre. Que o nosso Todo-Poderoso lhe abençoe e lhe proteja sempre nos seus desafios diários, dando-lhe vida e saúde suficientes para continuar a dar o testemunho do Evangelho para tudo e todos. Que venha sobre si a bondade do SENHOR, nosso Deus. Que Ele faça prosperar a obra das suas mãos, para o seu bem, da sua família e toda a Igreja de Cristo para louvor e honra do Seu grande nome! (Salmo 90:17). Que assim seja.
O SENHOR é o Meu Pastor: Nada Me Faltará
O Salmo vinte e três é inquestionavelmente um dos
Salmos que mais inspirou os santos de DEUS ao longo dos séculos, tendo em conta
a poderosíssima mensagem teológica que encerra. Perfila-se também como um dos
meus favoritos versículos bíblicos. Memorizei-o desde tenra idade, ainda nos
bancos da Escola Bíblica Dominical (EBD) da minha Igreja em Bissau, e permanece intactamente gravado na
minha mente até aos dias de hoje. Espero que assim seja durante toda a minha vida. É um Salmo a que recorro reiteradamente nos
meus devocionais, especialmente nos momentos mais cruciais, e vai continuar
sempre assim durante toda a minha peregrinação neste “vale de lágrimas”.
Ele é o prenúncio da Igreja Triunfante, razão pela qual deve imperativamente
fazer parte do cardápio espiritual de todos os fiéis no Senhor Jesus
Cristo.
O Salmo vinte e três expressa o cuidado bastante
especial que o Todo-poderoso DEUS tem para com os seus eleitos filhos,
ilustrado na ternurenta e amorosa figura do Bom Pastor que o Senhor Jesus Cristo vai
reclamar na Sua humilde encarnação (João 10:11-16). O Bom Pastor
que está pronto a morrer pelas suas ovelhas, tal como o Senhor Jesus fez
connosco na Cruz do Calvário, diferentemente do “assalariado” que
não se importa minimamente com as ovelhas (João 10-12-13). O Sumo
Pastor (1 Pedro 5:4) proporciona às suas ovelhinhas provisão,
direcção e protecção, saciando-lhes assim todas as suas necessidades físico-espirituais.
Por conseguinte, apesar de todo este amparo e
reconforto que o Bom Pastor proporciona para as suas ovelhas na sua longa
trajectória à “Terra Prometida”, acontece que surgirão pontualmente
os “vales da sombra da morte” que teremos de enfrentar. Mesmo
assim, usando “o escudo da fé” (Efésios 6:16), não temos que ter
qualquer tipo de receio ou medo, porque o Senhor estará sempre connosco.
Os “vales” são meramente inevitáveis provações que o
Omnisciente DEUS permite para moldar o nosso carácter e, deste modo, preparar-nos
para entrar no Céu (LER).
Esta soteriológica verdade remete-nos indubitavelmente
para o percurso peculiar do povo de DEUS no deserto e a sua milagrosa passagem
pelo mar vermelho (Êxodo 14:15-31), bem como dos grandes heróis da
Fé (Hebreus 11:1-40). Tal como Baraque venceu os cananeus
no vale de Jezreel, Josafá os amonitas, os moabitas e habitantes dos montes de
Seir no vale de Beraca (2 Crónicas 20:26-27), Gideão os midianitas
no vale de Moré (Juízes 7: 1), David os edomitas no vale do
sal (2 Samuel 8:13; 1 Crónicas 18:12), etc., assim também
venceremos todos os “vales” que aparecerão no nosso caminho
para nos dificultar o percurso à Terra Prometida. Isto porque, tal
como expressamente dizia a profecia messiânica, “todos os vales serão
levantados, todos os montes e colinas serão aplanados; os terrenos acidentados
se tornarão planos; as escarpas, serão niveladas” para a libertação
definitiva do povo de DEUS (Isaías 40:4; Mateus 3:3; Marcos 1:3; João
1:23). E, assim, em todas estas coisas, escrevia peremptoriamente o
Apóstolo Paulo, “somos mais do que vencedores, por aquele que nos amou”
(Romanos 8:37). Venceremos todos os nossos inimigos – a tanto visíveis como
aqueles que são invisíveis, inclusive o próprio Diabo, com a força e unção do
Espírito Santo, evidenciado pelo salmista através de um banquete de vitória a
frente dos nossos inimigos (Salmo 23:5).
Por isso, a bondade e a misericórdia seguir-nos-ão
todos os dias da nossa vida; e habitaremos na Casa do Senhor para todo o
sempre (Salmo 23:6). De facto, a bondade, o amor, a graça, o perdão e a
misericórdia de DEUS me seguirão todos os dias da minha vida e habitarei na
Casa do Senhor para toda a eternidade. Que assim seja. E assim sempre será pela
fé nas infalíveis promessas do Todo-Poderoso DEUS.
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