Mostrar mensagens com a etiqueta Hábitos Saudáveis. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Hábitos Saudáveis. Mostrar todas as mensagens

Viver Para Contá-la (4)

Nunca me tinha passado pela cabeça um dia adoptar a austeridade no meu cardápio alimentar. Nunca fui de dietas e não me lembro de, alguma vez, ter feito uma na minha vida. Sempre fui de comer desafogadamente e sem quaisquer tipos de cuidados especiais. No entanto, nos últimos anos, por imperativo de consciência, depois de uma profunda e discernida reflexão a que me propus, decidi deliberadamente arrepiar caminho, cultivando cada vez mais hábitos alimentares saudáveis e integrando, ao mesmo tempo, a prática regular de exercícios físicos no meu quotidiano. Em consequência disso, perdi imenso gosto pelas comezainas e tudo o que tem a ver com as guloseimas. Perdi vontade pelos excessos alimentares. Perdi, igualmente, peso de forma significa e notória. 

Por sua vez, apesar de todas estas “perdas”, ganhei mais equilíbrio emocional, mais qualidade de saúde e de vida também. Tornei-me mais leve e saudável – tanto do ponto de vista físico como mental e espiritual. 

Faz hoje dois anos que não como arroz. Dois corridos anos em que me desvinculei completamente do arroz no meu cardápio alimentar. Renunciei ao arroz, tal como a um conjunto assinalável de alimentos que me eram bastantes familiares. Não sinto nenhum arrependimento ou saudade com esta minha esclarecida opção alimentar. O arroz neste momento não é uma prioridade para mim. Pode ser por resignação, cansaço, capitulação e conformação que eu venha um dia a voltar a comer a tão apreciada “bianda” dos guineenses. Mas, para já, sem qualquer tipo de hesitação, não quero liminarmente nada com o arroz (LER).  

Teologia de Alimentação (2): Viver Para Comer


Se somos, à luz das Escrituras, encorajados a zelar pela nossa saúde espiritual, da mesma forma somos exortados a cuidar bem do nosso corpo. Essas duas realidades são concomitantemente intrínsecas e indissociáveis do ponto de vista teológico. Aliás, como bem afirma a sabedoria popular para confirmar esta grande verdade: “mente sã, corpo são”. 

Sabemos que, por razões amplamente conhecidas, a inércia, a preguiça, o desregramento, as comezainas, a glutonaria e as concupiscências carnais são hábitos extremamente perniciosos e prejudiciais à saúde do corpo. Todos esses vícios são reprovados e condenados nas Sagradas Escrituras. O nosso corpo é templo do Espírito Santo (1 Co 6:19); ele é, por assim dizer, sagrado em todos os níveis. 

Por ser sagrado, merece da nossa parte cuidados especiais, por meio de hábitos saudáveis de alimentação, repouso e prática regular de exercícios físicos. Devemos evitar escolhas que possam conduzir a alma a desequilíbrios emocionais e perturbações mentais, a fim de mantermos um estado de saúde integral — física, emocional e espiritual. 

Caso contrário, se deliberadamente negligenciarmos essas prescrições salutares, seremos responsabilizados diante do Todo-Poderoso DEUS por todas as malfeitorias cometidas contra o nosso corpo durante a nossa breve peregrinação neste mundo. 

Por isso, convém recordar, em nome da harmoniosa saúde física, mental e espiritual de todos os fiéis em Cristo Jesus: “Se alguém destruir o templo de Deus, Deus o destruirá; porque o templo de Deus, que sois vós, é santo” (1 Co 3:17).

Teologia de Alimentação (1): Viver Para Comer


Cuidar escrupulosamente do nosso corpo e cultivar diariamente hábitos de sobriedade fazem parte das salutares prescrições bíblicas. O nosso corpo é o templo do Espírito Santo, exortava perentoriamente o Apóstolo Paulo em 1 Coríntios 6:19, sublinhando esta inequívoca verdade teológica. Devemos, portanto, procurar afastar-nos de todos os vícios nocivos que são perniciosos para a nossa saúde física, mental e espiritual. 

Para o nosso próprio bem, é essencial tomarmos decisões sábias que se reflitam positivamente no nosso bem-estar. Essas decisões passam, acima de tudo, por comer bem e viver bem. O cardápio alimentar que adotamos no quotidiano desempenha um papel amiúde importante e determinante no nosso equilíbrio, saúde e qualidade de vida. 

Tanto é assim que, conscientes desta realidade, poderíamos afirmar que não comemos apenas para viver, mas, de certo modo, vivemos também para comer. 

Por isso, convém recordar, em nome da harmoniosa saúde física, mental e espiritual de todos os fiéis em Cristo Jesus, que “o Reino de Deus não consiste em comer e beber, mas em justiça, paz e alegria no Espírito Santo” (Rm 14:17). Que assim seja.