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Liberdade Para Pensar


Eu no meu reduto de isolamento, ou melhor, casulo de protecção – a minha aconchegante e inspiradora biblioteca. É aqui, no meu “admirável mundo novo”, que me inspiro e produzo todas “As Verdades” que vou partilhando nos mais diversos fóruns de interacção (LER)


Este espaço, “As Verdades”, completa hoje quinze anos desde a sua criação. Quinze ininterruptos anos de reflexão sobre os mais variados assuntos do nosso mundo coevo. Quinze intensos anos de muita adrenalina, introspecção, interacção, partilha e libertação. Quinze anos a exortar reiteradamente sobre os privilégios da graça soteriológica de DEUS e a realidade da Igreja do Senhor Jesus Cristo no “presente século mau”. Quinze anos a dar intrepidamente testemunho da fé, proclamando a Boa Nova da Salvação. Quinze anos a espalhar para todos os cantos “o bom perfume de Cristo”, procurando diariamente ser “sal e luz do mundo”, tal como nos instam as Escrituras Sagradas (2 Coríntios 2:15; Mateus 5:13-14). Quinze anos a combater o bom combate da fé. Quinze anos a pensar nos dramas que afectam drasticamente a Guiné-Bissau, a África e a Humanidade em geral. Quinze anos a denunciar as imoralidades, as injustiças, as arbitrariedades, os abusos, as opressões e o despotismo. Quinze anos a enaltecer e a promover efusivamente os sublimes valores da paz, amor, harmonia, perdão, reconciliação, solidariedade, amizade e fraternidade. Quinze anos a pensar pela minha própria cabeça, sem pedir licença a ninguém e tão pouco deixar-me condicionar ou subordinar por terceiros. São autênticos quinze anos de total independência, autonomia, isenção, convicção e liberdade. Liberdade para pensar e tomar partido daquilo que entendo ser o mais justo, norteando-me sempre pelos nobres Princípios e Valores Cristãos que me foram incutidos desde tenra idade. Sou bastante fiel à minha educação e profissão de fé que comungo (AQUI) (ALI)

Escrevo apenas porque gosto de dar a conhecer aquilo que são as minhas preferências e convicções ideológicas. Jamais tenciono, naquilo que vou escrevendo, ganhar simpatia de terceiros e, muito menos, desdobrar-me em desvelos alimentados por uma mercenária ânsia de legitimação secular – longe de mim tais torpezas! A única simpatia e aprovação que procuro quotidianamente, nas minhas acções, é a do meu Senhor e Salvador Jesus Cristo. Ele é a razão primeira e última da minha vida. Ele é a Verdade de todas as verdades, porque toda a verdade provém e é fundada Nele. Por isso, queiramos ou não, “nada podemos contra a verdade, senão em favor da própria verdade, sustentava o Apóstolo Paulo (2 Coríntios 13:8). “E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará” (João 8:32), encerra peremptoriamente o próprio Senhor Jesus Cristo. Sim, somente a Verdade do Senhor Jesus Cristo libertar-nos-á para sempre. 

Louvo imensamente ao meu Eterno e Todo-Poderoso DEUS por me ter conferido o dom de escrever, bem como a disponibilidade mental suficiente para poder reflectir sensatamente sobre os vários temas que vou partilhando aqui e também nas outras plataformas de interacção. A minha penhorada gratidão por tudo. 

Aos que sempre me acompanharam nesta incompreensível odisseia, aos que me lêem com frequência, aos que me apoiam incondicionalmente, estamos todos de parabéns. Fechou-se ontem um ciclo e começa um novo hoje. Até aqui nos ajudou o SENHOR. A ELE toda a Glória pelos séculos dos séculos. Que assim seja. E assim sempre será. 

A Importância da Escrita na Autonomia de Pensamento



O meu blogue “As Verdades” fez ontem catorze anos de existência. São intensos e ininterruptos anos de introspecção, de adrenalina, de partilha, de interacção, de libertação, de satisfação e, acima de tudo, da proclamação da mensagem do Evangelho do Senhor Jesus Cristo. 

Louvo imensamente ao meu Eterno e Todo-Poderoso DEUS por me ter conferido a disponibilidade mental suficiente para poder reflectir sensatamente sobre os vários temas do nosso mundo pós-moderno, especialmente sobre a realidade da Igreja de Cristo no “presente século mau”. 

Fechou-se um ciclo e começa um novo com elevadas expectativas no horizonte (LER). Até aqui nos ajudou o SENHOR. A ELE toda a Glória pelos séculos dos séculos. Que assim seja. E assim sempre será. 

Epígrafes Sobre o Amor


“Um amor sem sonhos é um amor com medo, um amor triste e estéril que não pode dar frutos. Quem não sonha não pode amar.” (LER).  

Epígrafes Sobre o Amor.


“É inútil pensar que podemos viver uma relação amorosa sem criar alguma dependência; o corpo, o espírito e o coração habituam-se muito depressa ao prazer repetido dos pequenos gestos. Precisamos todos tanto de amor como o planeta precisa do Sol.” (LER)

Epígrafes Sobre o Amor


“As mulheres gostam de pensar que podem mudar os homens e, às vezes, até conseguem, mas essas mudanças só resultam se, de facto, os homens quiserem mudar; porque se o tentarem fazer só para agradar, tais alterações resultam em efeito «boomerang»: mais tarde ou mais cedo, eles regressam à sua verdadeira essência. E quanto mais tarde, pior.” (LER)

O Que é o Amor?


«São Jerónimo defrontou-se com uma infinidade de tarefas espinhosas na tradução da Bíblia para o Latim, tal como os seus predecessores gregos se tinham debatido com o hebreu.
'ahab, hesed, raham, designando respectivamente desejo espontâneo, afeição misericordiosa e compaixão, podiam todos caber no conceito amplo do “eros” helénico; e no entanto a conotação libidinosa da acepção restrita levou os tradutores gregos a preferirem os muito mais obscuros e rebuscados “agapé” e “agapaó”, e no Novo Testamento ocasionalmente “philia”.
Em São Jerónimo “agapé” torna-se principalmente “caritas”, e menos frequentemente “dilectio”; e, manobrando subtilmente com a conotação mais carnal de “agapaó”, reserva-lhe o equivalente latino “cupiditas”, enfatizando na sua Vulgata, com intuito austeramente mortificador, que “radix malorum cupiditas est” (1ª Carta de São Paulo a Timóteo, 6:10).
E no entanto a polaridade era evitável, porque existia para ambos os sentidos uma palavra latina neutra, “amor” – uma palavra cuja neutralidade se converteu, às mãos dos doutrinadores cristãos, em ambiguidade.
Santo Agostinho esclarecê-lo-á logo de seguida, no seu De Doctrina Christiana (III.x.xv / xvi): o “amor” fica contingentemente dependente da intenção de quem ama, do objecto da sua afeição, pelo que será “caritas” se visa Deus em si mesmo ou nas criaturas, será “cupiditas” em tudo o resto.
Ao “Viator” medieval fica aberta a singela opção entre Jerusalém e Babilónia. São Tomás, séculos volvidos, reforçará a dicotomia através de uma subtil assimilação fonética entre “caritas” e “castitas” (Summa Theologiae, 2a-2ae.151.2).
Só muito mais tarde o romantismo procurará uma ímpia síntese do conceito de “amor”, propositadamente integrativa de “caritas” e “cupiditas”, com sacrifício da “castitas” (ou, se quisermos, com libertação do equívoco). Ímpia decerto por convenção, mas uma síntese mais próxima da indiferenciação semântica do original hebreu.
Sempre que pensamos no tema ressoam essas distantes tensões, esses motivos para a culpabilização, para a renúncia, para a frustração, a lembrarem-nos dos arbítrios e acasos de que a nossa cultura é feita.
Tudo culpa dos tradutores (LER).

Declaração Amorosa de Um Rapaz Muito Rico


“Sabe qual é a minha situação económica e custa-me falar dela nesta carta em que tudo deve ser espiritual. Sei que você não é uma rapariga ambiciosa, que não sonha com automóveis nem com brilhantes ou casacos de peles caros, e creio que um bem-estar e uma absoluta tranquilidade quanto aos problemas económicos pode torná-la feliz (…)

Devotadamente aguarda conhecer a sua resposta, com a impaciência e inquietação que você pode supor, o seu fiel admirador. Marcelo” (LER).

De Profundis (1)


“A maioria das relações acaba quando as pessoas não respeitam as alegrias e as tristezas uns dos outros. É kamikaze. O fim da relação amorosa conduz a uma solidão substancial e a solidão, para mim, representa a anulação da Humanidade. Fico frustrado e apetece-me ir, casal a casal, dar-lhe um par de estalos” (LER)

O Amor é Muito Difícil, Por José Luís Peixoto


«O Amor é Muito Difícil. Penso que o amor é muito difícil. Existem muitos obstáculos a que possa ser o absoluto que é. A palavra amor é uma palavra muito gasta, muito usada, e muitas vezes mal usada, e eu quando falo de amor faço-o no sentido absoluto... há uma série de outros sentimentos aos quais também se chama amor e que não o são. No amor é preciso que duas pessoas sejam uma e isso não é fácil de encontrar. E, uma vez encontrado, não é fácil de fazer permanecer» (LER)

Aberrações do Comportamento Sexual, por Frank S. Caprio


“A ignorância das questões sexuais leva frequentemente a distorções ideológicas no que concerne a aberrações sexuais, tais como a homossexualidade, o incesto, o exibicionismo, a violação e outros desvios” (LER)

Relações Humanas, de Evaristo de Vasconcelos


“As emoções devem ser comunicadas, expressas ou descarregadas: caso contrário produzem recalcamentos e endurecimentos que perturbam a personalidade” (LER)

Treze anos de Blogue


Eu no meu reduto de isolamento, ou melhor, casulo de protecção – a minha aconchegante e inspiradora biblioteca. É aqui, no meu “admirável mundo novo”, que me inspiro e produzo todas “As Verdades” que vou partilhando nos mais diversos fóruns de interacção (LER)

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Este espaço completa hoje treze anos desde a sua criação. Treze intensos e ininterruptos anos de reflexão e partilha. Treze anos de muita adrenalina, introspecção, interacção e libertação. Treze anos a escrever sobre os mais variados temas actuais do nosso mundo coevo. Treze anos a exortar reiteradamente sobre os privilégios da graça de DEUS e a realidade da Igreja do Senhor Jesus Cristo no presente século mau. Treze anos a dar intrepidamente testemunho da fé, proclamando a Boa Nova da Salvação. Treze anos a espalhar para todos os cantos “o bom perfume de Cristo”, procurando diariamente ser “sal e luz do mundo”, tal como nos instam as Escrituras Sagradas (2 Coríntios 2:15; Mateus 5:13-14). Treze anos a combater o bom combate da fé. Treze anos a pensar nos dramas que afectam drasticamente a Guiné-Bissau, a África e a Humanidade em geral. Treze anos a denunciar as imoralidades, as injustiças, as arbitrariedades, os abusos, as opressões e o despotismo. Treze anos a enaltecer e a promover efusivamente os sublimes valores da paz, amor, harmonia, perdão, reconciliação, solidariedade, amizade e fraternidade. Treze anos a pensar pela minha própria cabeça, sem pedir licença a ninguém e tão pouco deixar-me condicionar ou subordinar por terceiros. São autênticos treze anos de total independência, autonomia, isenção, convicção e liberdade. Liberdade para pensar e tomar partido daquilo que entendo ser o mais justo, norteando-me sempre pelos nobres Princípios e Valores Cristãos que me foram incutidos desde tenra idade. Sou bastante fiel à minha educação e profissão de fé que comungo (AQUI) e (ALI)

Escrevo apenas porque gosto de dar a conhecer aquilo que são as minhas preferências e convicções ideológicas. Jamais tenciono, naquilo que vou escrevendo, ganhar simpatia de terceiros e, muito menos, desdobrar-me em desvelos alimentados por uma mercenária ânsia de legitimação secular. A única simpatia e aprovação que procuro quotidianamente nas minhas acções é a do meu Senhor e Salvador Jesus Cristo. Ele é a razão primeira e última da minha vida. E mais, importa ainda salientar, Ele é a Verdade de todas as verdades, porque toda a verdade provém e é fundada Nele. Por isso, “nada podemos contra a verdade, senão em favor da própria verdade, sustentava peremptoriamente o Apóstolo Paulo (2 Coríntios 13:8). Só assim, desta forma, “conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará” (João 8:32). Somente a Verdade do Senhor Jesus Cristo libertar-nos-á. 

Louvo imensamente o meu Eterno e Todo-Poderoso DEUS por me ter conferido o dom de escrever, bem como a disponibilidade mental suficiente para poder reflectir sensatamente sobre os vários temas que vou partilhando aqui e também nas outras plataformas de interacção. A minha penhorada gratidão por tudo. Aos que sempre me acompanharam nesta incompreensível odisseia, aos que me lêem com frequência, aos que me apoiam incondicionalmente, estamos todos de parabéns. Fechou-se ontem um ciclo e começa um novo hoje. Até aqui nos ajudou o SENHOR. A ELE toda a Glória pelos séculos dos séculos. Que assim seja. 

Burke às Avessas


«No meio do torvelinho do Brexit, talvez o essencial esteja a passar despercebido. Houve uma transformação crucial em tudo isto: a pretexto da histórica «soberania parlamentar», invocada há poucos dias, o sistema de governo deixou de ser um sistema parlamentar de gabinete, que vigorou e funcionou ao longo de décadas. Aproxima-se agora perigosamente do figurino de um sistema parlamentar de assembleia, convencional, à maneira de França pós-Revolução de 1789. 

Para mais, o que emerge diante dos nossos olhos é um sistema parlamentar de assembleia com um parlamento fragmentado, pois outros dois pilares tradicionais do modelo inglês (o bipartidarismo rígido e a disciplina de voto) também se esfumaram. 

Paradoxo de tudo isto: os conservadores que lançaram a aventura do Brexit deram um golpe fatal, quiçá irreversível, no conservadorismo clássico britânico. 

Edmund Burke deve estar a dar voltas no túmulo…» (LER)

O Puritano Inconformado


«Nestes tempos de paixões frívolas e ridículas, refresca-me a releitura dos estóicos: “Em breve exalaremos o nosso último sopro. Entretanto, enquanto perdurarmos, enquanto estivermos na companhia dos homens, cultivemos a humanidade. Não sejamos causa de medo ou de perigo para ninguém. Desdenhemos danos, injustiças, injúrias e escárnios e suportemos com grande ânimo os nossos males passageiros: porque, como costuma dizer-se, num esfregar de olhos já a morte nos alcançou.”» (LER)

O Bloguista


Eu – com um dos calhamaços da “Cidade de Deus” de Santo Agostinho (ALI) (AQUI)

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“As Verdades” completa hoje mais um ano. É um espaço que espelha e reflecte fidedignamente a minha identidade ideológica (LER). Aquilo que escrevo e publico aqui expressa os meus profundos sentimentos de alma. Tem-me servido para partilhar especialmente a mensagem do Evangelho, louvar a DEUS pelos seus excelsos atributos e grandes feitos, bem como formular relevantes assuntos que afectam o nosso mundo pós-moderno. Notei que, ao longo destes intensos anos volvidos na cidadania activa, escrevi inúmeras coisas nas mais diversas áreas do conhecimento geral que nem sei como é que consigo arranjar tanta inspiração para tudo isso. Tenho somente que agradecer penhoradamente ao meu Eterno DEUS por me ter abençoado com o dom da escrita e conferido concomitantemente a disponibilidade mental suficiente para partilhar as minhas convicções teológico-doutrinarias e cívico-políticas. 

Aquilo que escrevo só me vincula a mim e mais ninguém. Todos os artigos não assinalados são da minha exclusiva autoria, razão pela qual assumo todas as implicações decorrentes dos mesmos. Jamais tenciono, naquilo que vou escrevendo, ganhar simpatia de terceiros e, muito menos, desdobrar-me em desvelos alimentados por uma mercenária ânsia de legitimação secular. Não escrevo para ter aprovação. Não escrevo para ser reconhecido. Não escrevo pelos circunstancialismos efémeros. Não escrevo imbuído por um mero “activismo de sofá” ou ludismo cibernético. E mais, não escrevo por jactância ou vaidade. Não escrevo nada com tiques de autopromoção, inveja, ódio ou vingança. Nada disso faz parte do meu substrato identitário.    Apenas faço questão de, n’As Verdades que vou escrevendo, usando as sábias e inspiradoras palavras do Teólogo João Calvino, “colocar fielmente diante de mim o que julguei ser a glória de Deus”. O objectivo primário e último da minha vida, e também deste espaço, é reflectir a glória de DEUS em todas as circunstâncias e dimensões da vida. Que assim seja. 

Igualdade Radical Para a Mulher


“E os Humanos prosseguem vivendo torturados e divididos por outro dilema: amar o amor ou amar sem amor!... Por isso, eles falam tão fácil e insensatamente de «fazer amor»!... O paradigma expresso na primeira parte do dilema – que não é senão uma tautologia alienante – é a segregação directa do amor romântico; o paradigma representado na segunda parte é o resultado da «Dogmática» tradicional que distingue e separa Sexualidade e Amor – quer se confundam amor e Sexualidade de modo a que esta seja tomada apenas genética e economicamente em ordem a «fazer filhos», quer se distingam Sexualidade e Amor de modo a permitir a afirmação do amor místico que pretende, se não repudiar, pelo menos abstrair da Sexualidade” (LER)

Delectatio Morosa


«Não há pecado sem vontade – e sem demora. O olhar concupiscente para mulher alheia é pecado? Parece ser o que resulta dos Evangelhos (Mateus, 5:28). Não, respondem os subtilíssimos Doutores da Igreja, para haver pecado é preciso a intenção: o instante do olhar não conta, até porque pode ser involuntário ou inocente. O que é pecado é a retenção demorada da visão no espírito, o “peccatum morosae delectationis”, o abrigar com intenção algo que devia ter sido descartado instantaneamente, mal atingisse o espírito, diz Santo Agostinho (De Trinitate, XII), e São Tomás de Aquino concorda (Summa Theologie, 1a-2ae.74.6.ad3). Sabiam-na toda, os Santos Padres. Olhemos, desviemos o olhar e depois esqueçamos, e tudo vai bem...» (LER)



Estamos aqui perante uma “interpretação evolutiva”, que belisca profundamente a teologia e teleologia do preceito bíblico em apreço (LER). Tal interpretação não tem qualquer tipo de acolhimento favorável nas Escrituras Sagradas. O factor determinante para aferir se o olhar é ou não pecaminoso, no fórum da consciência, é o verdadeiro intento subjacente nele. Se for com intenção impura, isto é, de cobiça, configura indubitavelmente num delito espiritual. Não tem nada a ver com “a retenção demorada da visão no espírito”, tal como sustentam equivocadamente os “Doutores da Igreja”. O olhar tem somente que se revestir de boas intenções e ser imaculado, independentemente do seu tempo, sob pena de consubstanciar no pecado de adultério como está bem explicado na sugestivas e inspiradoras palavras do Senhor Jesus Cristo.