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Prós e Contras


O Prós e Contras de ontem a noite na RTP1 foi em tudo antagónico e paradoxal. O tema objecto do debate foi sobre o tão afamado movimento feminista "#MeToo" (ALI)(AQUI). A Historiadora Raquel Varela parecia-me uma puritana de Direita, diferentemente das suas notórias e conhecidas posições públicas radicais de Esquerda, anulando de forma esgrimida a neofeminista Isabel Moreira. Esta, por sua vez, a "Constitucionalista", teve grandes dificuldades em explicar juridicamente o conceito da importunação sexual em articulação com o assédio, galanteio e o piropo, limitando-se apenas a uma mera definição abstrata sem convencer propriamente a Jornalista Fátima Campos Ferreira e a plateia em particular. Julgo que foi uma opção deliberada e intencional por parte dela. Não tenho margem para dúvidas que a concepção da Deputada Isabel Moreira sobre estes assuntos transcende, em larga medida, aquilo que está disciplinado no Código Penal e que a generalidade dos portugueses concebe. Os neofeministas não fazem destrinça destes conceitos. Colocam-nos todos no mesmo cardápio, assemelhando-os com a violação. A própria Feminista Simone de Beauvoir, na sua reputada obra "O Segundo Sexo II" (LER), considerava a copula (mesmo sendo livremente consentida ou no matrimónio) um acto de violência sexual infringida contra a "inofensiva" mulher, sobretudo quando esta é desflorada. 

Mas a pior baboseira da noite veio de um "ilustre desconhecido", um tal Prof. de Ciências da Comunicação da Universidade Lusófona, que insinuou que quando se esta a educar uma criança obrigatoriamente a beijar a avozinha e o avozinho em casa a sociedade está, deste modo, "a educar para a violência sobre o corpo do outro e da outra desde criança", argumentava convictamente. Que disparate sem precedentes! Esta fulano precisa sim, com carácter de urgência, ser educado novamente sobre os grandes princípios e os valores da sociedade, especialmente de um saneamento mental para estar bem ajuizado nas suas disparatadas considerações. 

Grandes Portugueses

Fiquei completamente desiludido, da escolha de António Oliveira Salazar, como o melhor português de todos os tempos – (RTP). Esta decisão, só prova mais uma vez o pessimismo de certas pessoas. Como que é possível, alguém que governou durante quatro décadas de ditadura, com regime mais controverso, que alguma vez existiu em Portugal, onde perderam vida milhares de pessoas, (contando com os de Palop) além, daqueles que foram escravizados, perseguidos, e marginalizados por defender à pluralidade das ideias, e uma sociedade mais justa. Censura em vários níveis, e o desrespeito pela opinião pública. E as pessoas, tiveram coragem de votar nele.
Discordo-me, com opinião de alguns convidados do programa, em afirmar que a decisão de escolher (Salazar), é forma que os portugueses usaram para Protestar/revoltar, contra à situação actual do país. No meu entender, os protestos poderiam ser feitas de outras formas, assim evitávamos esta "vergonha” de escolher o Salazar como melhor português de todos os tempos. Com esta decisão, os que votaram disseram: viva o fascismo! e abaixo a democracia
!

"A bela e o Mestre"

Tive o cuidado de assistir "A bela e o mestre", desde o início da sua estreia na semana passada. Como é óbvio, discordei com algumas coisas, que tem haver, com escolhas de homens inteligentes, e senhoras de nível fraca. Algo, que eu considero falta de respeito, e de descriminação pela camada feminina. Mas também, o programa tem algumas lições valiosíssimas que podemos aproveitar para as nossas vidas: aparência não é sinónima de inteligência; ou seja, "nem tudo que brilha é ouro”, à importância de aprofundarmos os nossos conhecimentos. Pelo menos são estas mensagens, que à TVI, pretende transmitir durante estes dois meses.
O programa de hoje, até foi um pouco divertido, e diferente com o da semana passada, pelo menos as "belas”, conseguiram mais ou menos corresponder as expectativas dos telespectadores. Só houve praticamente três perguntas que "elas" podiam responder, infelizmente, não conseguiram acertar, mais pronto… Também estava no meu quarto, a responder às perguntas, muito embora, alguns me escaparam, mais valeu. Foi um desafio interessante!