Será Que a Mulher Guineense é Realmente Emancipada?
Dia Internacional da Mulher
Hoje é o Dia Mundial da Mulher. Ser mulher no nosso hostilizado, cruento, machista e injusto mundo não é uma tarefa nada fácil. Comporta enormíssimos riscos e obstáculos que, nalgumas circunstâncias, são bastantes penosas e inultrapassáveis. O pior ainda é ser mulher africana. A mulher africana carrega dolorosamente sobre si todas as desgraças deste maldito mundo – e com todas as implicações humano-sociais que isto acarreta no seu quotidiano e na sua autodeterminação. Continua ainda arbitrariamente a ser reduzida cegamente à ignorância, à objectificação, ao abuso, à miséria, à prostituição, à violação e à violência, etc.
Por isso num dia como o de hoje, em que celebra “O Dia Internacional da Mulher”, impõe-se uma genuína reflexão a todos os Homens de “boa vontade” no sentido de contribuir resolutamente para uma cabal melhoria da condição humilhante e deplorável em que se encontram a generalidade daquelas que constituem as nossas esposas, mães, avós, filhas, irmãs, tias, primas, companheiras e exclusivamente mulheres.
Quero, por ocasião do nobre espírito deste dia, através das mulheres africanas, estender amigavelmente os meus profundos votos de reconhecimento e de um futuro ditoso para todas as nossas valentes mulheres em geral, esperando com fé que possam num futuro breve libertarem-se definitivamente do jugo opressor masculino em que são votadas ao longo dos séculos. Que assim seja.
Dia da Mulher Africana
Celebra-se hoje em todo o continente negro o “Dia da Mulher Africana”. Uma efeméride bastante importante para reflectirmos sobre os inúmeros flagelos com que milhões de mulheres africanas são confrontadas diariamente, não dispondo muitas das vezes de protecção legal para fazer valer os seus legítimos direitos. Ao longo dos tempos, temos assistido pacificamente a uma diferença abismal no tratamento entre o homem e a mulher que urge alterar. É justamente sobre esse fosso de desigualdades de género que centralizaremos a nossa abordagem, procurando fidedignamente descortinar aquilo que, a nosso ver, consideramos ser um dos males e causa de tremendas injustiças praticadas contra as mulheres africanas, obstaculizando desta forma a sua maior e melhor integração na sociedade.
Para falarmos na integração da mulher no continente africano, é preciso ter uma visão holística acerca das matrizes e pressupostos valorativos que caracterizam a filosofia dos africanos. E isto remete-nos para um enquadramento cultural com vista a apurar o substrato sociocultural que separa os dois géneros. Este enquadramento humano-sociológico prende-se com o facto da sociedade africana ser composta concomitantemente por múltiplas idiossincrasias e mundividências. A começar, desde logo, no plano étnico, religioso e social. Todos estes factores conjugados acabam por não contribuir em nada para uma autêntica emancipação das mulheres, nomeadamente no que toca aos Direitos Fundamentais que lhes assistem e que continuam a ser-lhes flagrantemente negados.
a) A Diversidade Étnica. Esta, baseada nos poderes autóctones, limita significativamente a intervenção das autoridades na concretização do estado de direito democrático na esfera jurídica dos particulares. Como se sabe, pelo menos por aqueles que conhecem bem a realidade concreta de África, a maioria das etnias africanas firma as suas arreigadas crenças na supremacia do homem face à mulher, que já vinham de tradições remotas herdadas pelos antepassados. Esta obsoleta e machista ideologia está profundamente enraizada na concepção da generalidade do povo africano, obstaculizando vigorosamente a autonomia e afirmação das mulheres no sentido de comprovarem devidamente o seu potencial humano.
b) A Ordem Religiosa. Destaca-se também como um dos factores de acentuação das desigualdades sociais, mormente no que concerne à submissão total das mulheres em relação aos homens e certos privilégios que somente são reservados a estes. Os animistas defendem manifestamente essa redutora mundividência, juntamente com os islâmicos (por mais que possam surgir objecções contrárias acerca disso, a forma como estas duas predominantes religiões em África tratam a mulher torna passível extrair delas a conclusão que acabámos de afirmar). A única excepção nesta matéria prende-se com o Cristianismo, que tem tido uma postura um pouco diferente das duas religiões mencionadas, embora não tão nítida como deveria ser à luz dos impolutos princípios e valores bíblicos. A universalidade dos fundamentos e da mensagem do Evangelho tem como consequência a afirmação de uma regra de igualdade entre todos os seres humanos. O Apóstolo Paulo, nesta mesma esteira do pensamento, vai peremptoriamente afirmar que “não há judeu, nem grego; não há servo, nem livre; não há homem, nem mulher” (Gálatas 3:28).
c) A Ordem Sociológica – sobre a qual assenta a tradição de usos e costumes (este último caracterizado pela prática reiterada com convicção de obrigatoriedade), que a sociedade africana emana e incorpora no seu seio, tal como qualquer outra sociedade, e com as suas múltiplas tendências para um machismo exacerbado, consubstanciando na sua essência um monopólio absoluto do homem face à mulher, através da encarnação do hierárquico titulo de “chefe de família”, isto é, uma subalternização completa do sexo feminino e na inquestionável primazia do homem em todas as circunstâncias e dinâmica da vida. Todas essas vicissitudes comportamentais acabam, naturalmente, por ter repercussões extremamente negativas na forma de ver e considerar a figura da mulher em África.
Importa ainda salientar que um dos grandes e urgentes desafios que se colocam ainda hoje às mulheres africanas prende-se com o analfabetismo, a desprotecção legal, a mortalidade materno-infantil, o flagelo do HIV, a injustiça social e do mercado laboral, a ofensa à integridade física e psicológica que engloba a prática da mutilação genital, a violência doméstica e o casamento forçado, a que a maioria é submetida em nome da religião ou tradição, e que resultam sempre nos danos psicológicos irreparáveis e, em casos extremos, na morte prematura das visadas. Todos estes gritantes males cometidos contra as inofensivas mulheres africanas, que não têm merecido uma atenção especial dos sucessivos governantes do continente, violam flagrantemente as disposições consagradas na Declaração Universal dos Direitos do Homem, que os países africanos ratificaram nas suas respectivas constituições da república, conhecidas como Direitos Fundamentais a qualquer pessoa humana.
Por isso, ser mulher em África não é uma tarefa nada fácil. Comporta enormíssimos riscos e obstáculos praticamente inultrapassáveis. A mulher africana carrega dolorosamente sobre si todas as desgraças deste mundo – e com todas as implicações humano-sociais que isto acarreta no seu quotidiano e na sua autonomia e autodeterminação. Continua ainda arbitrariamente a ser reduzida e votada cegamente à ignorância, à objectificação, ao abuso, à miséria, à prostituição, à violência e à violação, etc.
Num dia como o de hoje, em que se celebra o “Dia da Mulher Africana”, impõe-se uma genuína reflexão a todos os homens e mulheres de “boa vontade”, no sentido de contribuir resolutamente para uma cabal melhoria da condição humilhante e deplorável em que se encontram a generalidade daquelas que constituem as nossas esposas, mães, avós, filhas, irmãs, tias, primas, companheiras e mulheres em geral. Que assim seja.
O Uso do Cabelo Humano: Uma Descaracterização da Identidade da Mulher Africana
A temática da beleza tem sofrido revezes significativos, a todos os níveis, nas últimas três décadas, impulsionado sobretudo a crescente globalização e influência inquestionável das grandes agências de moda, coadjuvadas pelos media que, de forma lobby-imperativa, ditam as tendências e padrões universais da moda e beleza. Estas mudanças comportamentais, a nível da estética e da beleza, tiveram mais impactos perniciosos nas mulheres em geral, particularmente nas mulheres africanas, por serem o elo mais fraco em toda esta crescente dinâmica multicultural da pós-modernidade a que estamos submergidos.
Por isso, a mulher africana confronta-se, cada vez mais, com seríssimas crises de identidade ideológico-cultural sem precedentes, apostatando deste modo o seu substrato de africanidade, numa amálgama paradoxal de falso empoderamento feminista, procurando inutilmente conquistar a legitimação de terceiros (dos homens, bem entendido). Mulheres que, na generalidade das situações, já não se revêm tanto no conceito de africanidade, tendo inclusive repulsa dela, assumindo-se despudoradamente de “modernas”, mas que não conseguem assimilar na perfeição a mundividência do mundo ocidental e serem aceites, tal como almejariam.
E justamente por todas estas vicissitudes comportamentais que as nossas mulheres fazem de tudo para parecerem com as caucasianas, procurando renegar as suas idiossincrasias, traços, feições, fisionomia, estética, tom de pele, africanidade, hábitos e costumes. O complexo de inferioridade, com o seu cabelo natural, é mais um dilema num conjunto de dilemas que encerra o paradoxo da mulher africana.
O famigerado cabelo humano, em abono da verdade, não confere pergaminhos à mulher africana e, tão pouco, estatuto ou qualquer tipo de afirmação social. Não lhe acrescenta a beleza e a honra. Não lhe torna mais destacadamente bonita, antes pelo contrário retira-lhe o brilho e a sua peculiaridade tropical, ofuscando de forma drástica a sua beleza natural, reduzindo-a à inferioridade perante as outras mulheres.
Com isso, não estamos a pôr em causa o perfil multifacetado que está inerente à mulher na forma de se apresentar perante os terceiros. Não estamos a colocar em causa a liberdade que assiste às mulheres africanas para se exibirem como bem entenderem no seu círculo de convivência diária. Não estamos igualmente a pôr em causa a vaidade feminina e a sua autodeterminação em todas as esferas e dimensões sociais. Não estamos, da mesma sorte, a negar às nossas mulheres a faculdade de, forma livre e unilateral, aculturarem-se aos padrões predominantes da beleza do mundo ocidental ou qualquer outro tipo de cultura que julgassem mais conveniente para se sentirem auto-realizadas e felizes. Nada disso é a nossa pretensão nesta esboçada e subsumida crónica. Os gostos não se discutem, já dizia peremptoriamente a sabedoria popular. Realmente, os gostos não se discutem.
E mais, importa ainda salientar, não estamos a ser alheios às constantes pressões que as próprias mulheres africanas vivem no seu quotidiano no que concerne à sua apresentação físico-visual, mormente por parte dos grunhos homens. Estamos plenamente cientes de toda esta triste realidade. O que estamos a questionar, e concomitantemente a refutar, é um amplo acolhimento que o cabelo humano tem tido no seio das mulheres africanas em detrimento do afro, desvalorizando completamente este pela opção preferencial daquele, como sendo um requisito indispensável para se estar bonita. Só se é bonita quando se coloca o cabelo humano, entende de forma equivocada a generalidade das mulheres africanas, desprezando assim a carapinha.
Há mulheres que até têm vergonha de ostentarem o seu cabelo natural, preferindo reiteradamente refugiar-se no afamado e proliferado cabelo humano. Não se sentem bem com o seu cabelo afro por considerarem-no pouco atraente, feio e desprestigiante. Não lhe reconhecendo o mérito e a dignidade devida ao ponto de sentir orgulho nele, optando inversamente por disfarçá-lo com cabelo humano de proveniência bastante duvidosa. Muitas mulheres africanas só se sentem bonitas quando estão ornamentadas com cabelo humano ou consideram bonitas as suas congéneres quando estas também colocam o mesmo cabelo.
Ora, é este entendimento redutor, complexado e descabido que somos manifestamente contra. O cabelo humano não acrescenta beleza à mulher africana e nem lhe torna mais bonita, insistimos. O cabelo humano, antes pelo contrário, consubstancia uma autêntica descaracterização da identidade da mulher africana em todas as suas facetas e dimensões.
Os Paradoxos da Mulher Moderna Guineense
Conversa com a “Dama de Ferro” Sali Mané Semedo Sobre a Condição Social das Mulheres Guineenses
A Mulher Virtuosa Cristã em Contraposição com a Libertária do Neo-Feminismo
O feminismo tradicional trouxe incomensuráveis ganhos às sociedades abertas no que toca à paridade de direitos entre as mulheres e homens, especialmente a emancipação daquelas. Ele propulsionou as marginalizadas mulheres a conquistarem unilateralmente o seu merecido espaço na res publica, através de intensas lutas cívico-políticas empreendidas nos mais variados domínios da sociedade. Graças máxime às inconformadas feministas, ao longo das décadas, a mulher atualmente no ocidente tem uma projecção pública notória e inquestionável, baseada no princípio da igualdade e na sua livre autodeterminação. Tudo isto, no cômputo geral, sem dúvida, é de salutar.
No entanto, se é verdade que o feminismo contribuiu decisivamente para dignificar a vulnerável condição das mulheres, sobretudo afirmar categoricamente os seus direitos na sociedade, a sua vertente mais radical acabou também por criar uma ruptura bastante assinalável no papel milenar de equilíbrio que as mulheres sempre exerceram exemplarmente no seio familiar, gerando assim um conjunto de desestabilizações nos lares, tal como temos vindo impotentemente a assistir. O neo-feminismo, na sua exaustiva lista de pretensões, nega deliberadamente a autoridade do homem no lar que outrora os romanos apelidavam de “bonus pater familias”, reclamando de forma usurpada e distorcida o referido papel masculino, gerando uma anarquia sem precedentes na família.
E mais, com a revolução sexual dos anos sessenta do século passado (promiscuidade sexual, bem entendido), encabeçada particularmente pelas activistas feministas, que teve como apologia viver a sexualidade de forma desapegada, descomprometida e despida de todo o pudor ou tradicionalismo que, até então, estava profundamente enraizado nas sociedades. Em consequência disso, nesta patente visão de devassidão, começou-se a legitimar socialmente o uso desenfreado de métodos contraceptivos, o consumo da pornografia, a defesa da ideologia de género e da homossexualidade, a despenalização e legalização do aborto, o culto da imagem e uma aversão ao casamento. O prazer sexual passou a ganhar destaque e lugar cimeiro em muitas pessoas em detrimento do compromisso matrimonial.
As mulheres, particularmente as da alta sociedade, passaram a ter um certo tipo de pavor à maternidade, tendo em conta os danos colaterais que esta comporta, somando ao culto desenfreado de imagem que elas obcecadamente vivem para estarem devidamente “em forma” e, poderem, deste modo, manter “a linha”. Com efeito, para satisfazerem este capricho narcisista e egocêntrica, tentam a todo o custo impor a prática da barriga de aluguer em muitos ordenamentos jurídicos como sendo um padrão normal.
O feminismo radical reclama estas abominações comportamentais com a equivocada justificação de libertar as mulheres do jugo opressor do patriarcado masculino, “disseminado” pelo Cristianismo ao longo dos séculos, dizem aleivosamente as suas activistas nas suas falsas e tautológicas proclamações. Se há religião que mais defende e promove a afirmação da mulher é, sem dúvida, o Cristianismo. É um facto assente, manifesto e indiscutível. Basta avaliar os países onde o Cristianismo tem a devida proeminência e ver a integração das mulheres nestes respectivos países, comparando-a depois com outros países que têm outras religiões, rapidamente concluir-se-á que as mulheres têm mais direitos, liberdades e garantias nos países Cristãos do que propriamente nos países das outras confissões religiosas. É uma realidade cognoscível e bastante fácil de apurar.
As mulheres devotamente Cristãs sofrem menos abusos de violência domésticas, menos divórcios, menos situações de riscos de abandono e praticamente não cometem o crime do aborto. São, na generalidade das situações, mulheres realizadas e felizes no lar, tendo em conta os elevados Princípios e Valores do Cristianismo que vinculam todos os filhos de DEUS. A herança Judaico-Cristã é a maior portadora do personalismo e do princípio da igualdade entre os seres humanos.
O Senhor Jesus Cristo foi, por todos, um dos primeiros grandes Mestres da antiguidade a integrar as mulheres na sua comitiva missionária e estas, por sua vez, exerceram um papel amiúde importante e determinante no Seu ministério terreno. Não há espaço para a misoginia e a discriminação no Cristianismo e, muito menos, entre as diferentes raças e classes sociais, uma vez que “todos os que foram baptizados em Cristo revestiram-se das qualidades de Cristo. Não há diferença entre judeus e não-judeus, entre escravos e pessoas livres, entre homem e mulher”, sustentava peremptoriamente o Apóstolo Paulo na sua construção teológica (Gl 3:27-28).
A Mulher tem dignidade, liberdade, direitos e autonomia no seio do Cristianismo, diferentemente da grosseira mentira que tem sido propalada pelos movimentos neofeministas. A mulher virtuosa, traçada no capítulo trinta e um do livro de Provérbios, que serve de bitola para todas as mulheres Cristãs do mundo, não é uma mulher subjugada ou infeliz. Antes pelo contrário, é uma mulher completamente autónoma, bem-sucedida, realizada e feliz a todos os níveis da sua convivência (Pv 31:10-31).
A começar, desde logo, no plano espiritual, familiar, profissional e social. É uma mulher que ama a DEUS, acima de todas as coisas, comprometida, casada, mãe, fiel, trabalhadora, generosa para com o próximo (v.12-20; 28). Com o seu próprio rendimento, coadjuvado com o do seu marido, providencia o sustento e vestimenta para a sua família e, concomitantemente, estende as mãos aos pobres e marginalizados da sociedade (v.14; 20-21). É uma mulher que não questiona a autoridade do seu marido e, muito menos, rivaliza com ele para ganhar mais protagonismo no lar (v.11-12). Não é materialista ou interesseira. Não é extravagante a vestir ao ponto de cair no pecado da sensualidade (v. 22). Faz tudo de forma abnegada para ajudar a sua família e terceiros. É uma pessoa bastante sábia, discreta, empreendedora, decente e moderada na sua forma de estar e encarar os elevados desafios da vida. É, justamente, por todas esses sublimes atributos humano-espirituais, que o seu marido confia inteiramente nela (v.11) e junta-se em coro com os seus filhos para elogiá-la, dizendo: “muitas mulheres foram exemplares, mas tu és a melhor de todas” (v. 28-29), porque ela é virtuosa e respeita em primeiro lugar o Todo-Poderoso DEUS.
Ora, parte significativa destes nobres atributos da “mulher virtuosa”, são deliberadamente negligenciados pelas feministas radicais. Elas são, na generalidade das situações, mulheres mal-humoradas, insubmissas, provocadoras, prepotentes, materialistas, interesseiras, vulgares, libertinas, saturadas e com tiques de superioridade. Vivem apenas de aparências e são completamente infelizes. A mulher virtuosa, diferentemente disso, vive altruisticamente para agradar a DEUS, ao seu marido e à sua família em geral, procurando ser exemplar na sua conduta diária. Ao passo que as feministas radicais vivem exclusivamente a pensar nos seus interesses egocêntricos, brejeiros, promíscuos e polutos, tomando muitas vezes decisões à revelia da família e do parceiro/marido em especial.
Todas estas aversões comportamentais acabam por atrofiar e atingir consideravelmente o instituto da família, causando danos irremediáveis e incalculáveis do ponto de vista relacional. É por esta razão que há cada vez menos casamentos no ocidente, um menor número de filhos, índices galopantes e preocupantes de divórcio, por causa deste neo-feminismo completamente descontextualizado, enfezado, fútil e descabido.
Em suma, sem entrar mais em prolegómenos, a mulher virtuosa Cristã é completamente oposta, a todos os níveis, no bom sentido do termo, da mulher radical, insubmissa e libertária do neo-feminismo – por razões manifestamente invocadas no artigo.
Mulheres: A Luta Por Um Lugar na História
A Mulher e os Livros
A Mulher, o Feminismo e a Lei da Paridade, por Joana Bento Rodrigues
Feminista, Eu?
A Lei de Quotas na Guiné-Bissau: Do Delírio Eleitoralista à Utopia
O Dia da Mulher Africana
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