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A Incompatibilidade da Teologia do Novo Testamento Com a Guerra


Nesta terceira parte do meu podcast refutei, com os argumentos bíblicos, todos aqueles Cristãos que manifestamente defende(ra)m o conceito da guerra justa. A Teologia do Novo Testamento é toda ela pacífica e contra qualquer tipo do uso de força para impor a verdade, a justiça, a paz e a vontade de DEUS no mundo. 

Tanto que, por esta razão, o Senhor Jesus Cisto rejeitou liminarmente a visão zelota sobre o Reino de DEUS, encarnando exclusivamente a mensagem da paz. Por outras, o Senhor Jesus deu a primazia a paz e esta passou a ganhar o mais elevado significado teológico. A começar, desde logo, com o Seu nascimento, ministério, morte, ressurreição e ascensão aos céus. A Paz do Senhor, que é o Espírito Santo de DEUS, foi o único legado que o Senhor Jesus Cristo nos deixou, a Sua Igreja, razão pela somos chamados para viver em paz, proclamar a mensagem da paz, defender afincadamente a paz para a glória e honra do nosso Eterno e Todo-Poderoso DEUS. Que assim seja. E assim sempre será. 

As Fundamentais Razões Para Não Apoiar Uma Guerra Armada


Nesta segunda abordagem do meu podcast, procurei analisar a posição doutrinária dos Cristãos sobre o conflito armado e, por fim, dei a minha humilde opinião.  Sou inteiramente contra a guerra e também contra a denominada “guerra justa”, independentemente da sua justificação legal, política, económica, moral e ética. 

Considero que qualquer tipo de guerra está sempre subjacente às forças do mal. A guerra, seja justa ou não, é do Diabo e dos seus agentes no mundo inteiro. A guerra é uma coisa bruta, sangrenta, horrorosa e macabra. Ela é inequivocamente maléfica, injusta, trágica e diabólica. Com a guerra morrem inúmeras pessoas, sobretudo pessoas inofensivas e inocentes.