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O Grande Mistério da Fé que Ininterruptamente Proclamamos


“O mistério da fé que proclamamos é realmente grande: 
Cristo manifestou-se como homem, 
foi proclamado justo pelo Espírito, 
foi contemplado pelos anjos, 
foi anunciado entre os não-judeus, 
foi aceite com fé pela Humanidade 
e foi enaltecido com glória[1]. Aleluia!  



[1] (Apóstolo Paulo, in A Bíblia Sagrada, 1 Timóteo 3:16, Versão, A Boa Nova Em Português Corrente, Lisboa, Sociedade Bíblica de Portugal, 2004). 

Que Futuro Para a Igreja?


Nos tenebrosos dias que correm impõem-se, a todos os eleitos filhos de DEUS, com carácter de urgência, uma genuína introspecção sobre o dinamismo e o futuro da Igreja “no presente século mau” em que ela está soberanamente submergida. De facto, este exame subjectivo remete-nos concomitantemente para várias preocupantes considerações eclesiásticas. Desde logo, a Igreja confronta-se, cada vez mais, com seríssimas dificuldades em afirmar e passar eficazmente a sua salvífica mensagem ao mundo perdido – fruto da incoerência testemunhal por parte dos seus líderes e correligionários. Além desta manifesta incongruência testemunho-religiosa, acrescem ainda outros factores conjugados, nomeadamente a falta do decoro e autoridade ministerial dos pastores, a sonolência espiritual dos Cristãos que, por sua vez, vai atraindo sorrateiramente para dentro das congregações toda a sorte do mundanismo, racionalismo, liberalismo teológico, idolatria, enriquecimento ilícito, heresias destruidoras de vidas, descomprometimento com a santificação e a obra missionária (LER). Há, de forma subsumida, com tudo isto, uma capitulação da Igreja perante os corruptos valores do mundo e “cantos da sereia” dos dissimulados “vendilhões do templo” (LER) que tomaram-na de assalto, promovendo hereticamente um “outro evangelho” (Gálatas 1:6-7), isto é, o evangelho da prosperidade, do descompromisso, do desserviço, da desconsagração, do protagonismo, do exibicionismo, da auto-complacência, do sincretismo, do ocultismo  e um número infindável de torpezas espirituais. 

A Igreja vive infelizmente dias obnubilados, tendo em conta a ganância e futrica religiosa acabadas de se mencionar, que obstaculiza significativamente a sua coesão e vigorosa acção missionária. Os dias são realmente maus, encerrava advertidamente há séculos o Apóstolo Paulo (Efésios 5:16). Muitos dos actuais pastores e lideranças das igrejas estão mais comprometidos com as suas agendas interesseiras, contrárias aos impolutos propósitos Divinos, levando, em consequência disso, os mais fracos a “naufragarem na fé” (1 Timóteo 1:19) – por causa de reiterados escândalos espirituais que vão minando a Igreja. Os “sinais dos tempos” (LER) apontam-nos indubitavelmente para uma súbita segunda vinda do Senhor Jesus Cristo num futuro breve (LER), uma vez que estamos a assistir cada vez mais ao surgimento de falsos profetas que estão a ludibriar muitas pessoas para o inferno, apostasia dos últimos dias, bem como “abominação devastadora de que falou o Profeta Daniel” (Mateus 24:15).É nesta alarmante e catastrófica realidade espiritual que autêntica Igreja de Cristo é chamada a ser “sal e luz” do Mundo, dando o poderoso testemunho na proclamação do Evangelho (ALI) e (AQUI)

Apesar de todas essas calamitosas e terríficas adversidades que a Igreja vai diariamente enfrentando, mesmo assim, sabemos pela fidedigna revelação bíblica que os verdadeiros Santos de DEUS jamais se sucumbirão. Os autênticos filhos de DEUS jamais se sucumbirão, insistimos. Em todas estas coisas, “somos mais que vencedores, por aquele que nos amou” (Romanos 8:37). A Igreja vai sempre sair vitoriosa em todas as ocasiões, contextos, circunstâncias e conjunturas, máxime da letargia, dos escândalos, dos pecados, das traições, das perseguições e “vale da sombra da morte”. As portas do inferno, em circunstância alguma, prevalecerão contra ela (Mateus 16:18). A predeterminada visão Gloriosa se cumprirá e a Igreja Vitoriosa em paz repousará sobre as Bem-aventuranças Eternas. Eis, em suma, o auspicioso futuro triunfante que espera a Santa Igreja do Senhor Jesus Cristo. Que assim seja. E assim sempre será. 

A PALAVRA DO SENHOR (22): Quem Tem Ouvidos Para Ouvir, Que Ouça


«Nós sabemos que tudo contribui para o bem daqueles que amam a Deus, dos que são chamados segundo o seu plano. Pois aqueles que Deus de antemão conheceu também os predestinou para serem semelhantes ao seu Filho. Desse modo, o Filho é o primeiro entre muitos irmãos. Deus chamou aqueles que predestinou. Aos que chamou, também justificou e aos que justificou também glorificou. 

Que mais diremos sobre isto? Se Deus está por nós, quem poderá estar contra nós? Ele que não nos recusou o seu próprio Filho, mas o ofereceu por todos nós, não nos concederá com ele todos os dons? Quem poderá acusar aqueles que Deus escolheu, se Deus os declara inocentes?! Quem é que os pode condenar? Será porventura Cristo Jesus que morreu, e mais, que ressuscitou e está à direita de Deus, o qual também intercede por nós? Quem nos poderá separar do amor de Cristo? O sofrimento, as dificuldades, a perseguição, a fome, a pobreza, os perigos, a morte? Como diz a Sagrada Escritura: Por causa de ti estamos expostos à morte todos os dias. Tratam-nos como ovelhas para o matadouro. Mas em tudo isto nós saímos mais que vencedores, por meio daquele que nos amou. Com efeito, eu tenho a certeza de que não há nada que nos possa separar do amor de Deus: Nem a morte nem a vida; nem os anjos nem outras forças ou poderes espirituais; nem o presente nem o futuro; nem as forças do alto nem as do abismo. Não há nada nem ninguém que nos possa separar do amor que Deus nos deu a conhecer por nosso Senhor Jesus Cristo». 

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(Apóstolo Paulo, in A Bíblia Sagrada, Epístola aos Romanos 8:28-31, Versão, A Boa Nova Em Português Corrente, Lisboa, Sociedade Bíblica de Portugal, 2004).