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A PALAVRA DO SENHOR (39): Quem Tem Ouvidos Para Ouvir, Que Ouça


 “Durante três meses, Paulo ia à sinagoga e lá falava com toda a convicção, procurando convencê-los acerca do reino de Deus. Mas alguns mostravam-se renitentes, não acreditavam e diziam mal do Caminho do Senhor diante da multidão. Então Paulo separou-se deles e passou a reunir-se com os discípulos na escola de um homem chamado Tirano, onde pregava e ensinava todos os dias. Fez isto durante dois anos, de modo que todo o povo que morava na região da Ásia, tanto judeus como não-judeus, ouviram a palavra do Senhor. 

Deus fazia milagres extraordinários por meio de Paulo. Até levavam os lenços e as roupas que Paulo tinha usado, para com eles tocarem nos doentes, e eles ficavam curados das doenças que tinham e os espíritos maus saíam deles.  Alguns judeus que andavam de terra em terra a expulsar espíritos maus quiseram usar o nome do Senhor Jesus para expulsar os espíritos maus dos doentes e diziam aos espíritos: «Em nome de Jesus, aquele que Paulo anuncia, ordeno-vos que saiam!» Entre os que andavam a fazer isto havia sete filhos de um judeu chamado Escevas, que era chefe dos sacerdotes. Mas um espírito mau respondeu-lhes: «Conheço Jesus e sei quem é Paulo. Mas vocês, quem são?» Então o homem possuído do espírito mau atirou-se a eles, bateu-lhes tanto que eles tiveram de fugir daquela casa muito feridos e quase nus. Todos os que moravam em Éfeso, judeus e não-judeus, souberam disto e ficaram cheios de medo. O nome do Senhor Jesus tornou-se mais respeitado ainda. Então muitos dos que passaram a crer no Senhor proclamavam a sua fé e confessavam o mal que tinham feito. Muitos daqueles que praticavam bruxarias juntaram-se e levaram os seus livros para os queimarem à vista de todos. Calculou-se o valor dos livros queimados em cinquenta mil moedas de prata. Era assim que com o poder do Senhor a sua palavra se espalhava e fortalecia cada vez mais[1]”. 



[1] (Apóstolo Paulo, in A Bíblia Sagrada, Actos dos Apóstolos 19:8-20, Versão, A Boa Nova Em Português Corrente, Lisboa, Sociedade Bíblica de Portugal, 2004). 

Sinais dos Tempos


 Nestes tempos de paixões frívolas e de comportamentos ridículos; nestes tempos da cólera e da miséria colectiva; nestes tempos da brutalidade e da loucura; nestes tempos da maldade e da desumanidade, refresca-me a releitura das Escrituras Sagradas que nos antevê oportunamente de todos estes malefícios dos últimos tempos: “fica sabendo que, quando chegarem os últimos tempos, hão de vir momentos difíceis. Os homens serão egoístas, gananciosos, pretensiosos, orgulhosos, blasfemos, desobedientes aos pais, mal-agradecidos e descrentes. Serão gente sem amor nem espírito de colaboração. Serão caluniadores, desonestos, desumanos, inimigos do bem, traidores, insolentes, duros de entendimento e mais amigos dos prazeres do que de Deus. Têm aparências de piedade, mas renegam a sua verdadeira força. Foge também deles. (…). São homens de entendimento corrompido e fracos na fé. Mas não hão de chegar muito longe, pois a sua loucura será desmascarada por todos” (Apóstolo Paulo, in 2Tm 3:1.5; 8-9)

A PALAVRA DO SENHOR (38): Quem Tem Ouvidos Para Ouvir, Que Ouça


“Bendito seja Deus que faz com que a vitória de Cristo seja vista também nos nossos trabalhos. Por nosso intermédio vai Deus espalhando por toda a parte o perfume do conhecimento de Cristo. Nós somos como o aroma de Cristo para Deus, tanto para os que se salvam como para os que se perdem. Para uns este perfume é mortal: leva-os à morte; para outros é perfume de vida: dá-lhes a vida. Quem é que estará à altura de uma tal missão? Nós não somos como muitos outros que fazem negócio com a palavra de Deus. Nós falamos com sinceridade diante de Deus que nos enviou, em união com Cristo. 

Será que com isto estamos outra vez a elogiar-nos a nós próprios? Porventura temos necessidade, como alguns têm, de pedir que nos passem cartas de recomendação ou de vo-las enviar da nossa parte? A nossa carta de recomendação são vocês mesmos. É uma carta escrita no nosso coração e que pode ser lida e conhecida por todos. É evidente que vocês são uma carta de Cristo que nos foi confiada. Foi escrita, não com tinta, mas com o Espírito do Deus vivo. Não uma carta gravada em pedras, mas em corações humanos. 

Temos esta certeza em Deus por meio de Cristo. Não queremos com isso mostrar que é pela nossa capacidade que fazemos estas coisas. Pelo contrário, a nossa capacidade vem de Deus. Ele é que fez com que nós pudéssemos estar ao serviço da nova aliança. Não é uma aliança fundada na lei escrita, mas no Espírito de Deus. Pois a lei escrita produz morte; o Espírito é que dá vida [1]”.


[1] (Apóstolo Paulo, in A Bíblia Sagrada, 2 Coríntios 2:14-17; 3:1-6, Versão, A Boa Nova Em Português Corrente, Lisboa, Sociedade Bíblica de Portugal, 2004). 

A PALAVRA DO SENHOR (36): Quem Tem Ouvidos Para Ouvir, Que Ouça


«Sendo completamente livre diante de todos, fiz-me servo de todos, para poder converter para Cristo o maior número possível. Com os judeus portei-me como judeu, para os converter. Sujeitei-me à Lei de Moisés com aqueles que a cumprem, para os converter, mesmo sabendo que não estou obrigado a isso. Com gentios vivi como gentio para os converter. Mas não sou livre da lei de Deus; antes cumpro a lei de Cristo. Fiz-me fraco com os que são ainda fracos na fé, para os converter. Fiz-me tudo para todos, de modo que por todos os meios pudesse salvar alguns. Faço tudo isto por amor do evangelho, esperando ter parte nas suas promessas. 

Não sabem que no estádio todos os corredores tomam parte na corrida, mas só um é que recebe o prémio? Corram, portanto, de maneira a poderem recebê-lo. Aqueles que se preparam para uma competição privam-se de tudo. E fazem-no só para ver se conseguem um prémio que, afinal, dura pouco. Mas nós trabalhamos por um prémio que dura para sempre. É desta maneira que eu corro e não como quem corre sem saber para onde. É assim que eu luto e não como quem dá socos à toa. Mas eu luto contra o meu corpo, para o dominar, a fim de não acontecer que, andando a pregar aos outros, seja rejeitado por Deus.[1]»  


[1] Apóstolo Paulo, in A Bíblia Sagrada, 1 Coríntios 9:19-27, Versão, A Boa Nova Em Português Corrente, Lisboa, Sociedade Bíblica de Portugal, 2004. 

A PALAVRA DO SENHOR (32): Quem Tem Ouvidos Para Ouvir, Que Ouça


“Portanto, todos nos devem considerar como quem está ao serviço de Cristo e encarregados de anunciar os mistérios do plano de Deus. Ora o que se exige a uma pessoa destas é que seja fiel. (…). 

Parece-me, de facto, que Deus nos colocou a nós, os apóstolos, no último lugar como se fôssemos uns condenados à morte. Somos como um espetáculo para o mundo, para os anjos e para os homens. Por causa de Cristo é nossa a loucura e vossa a sabedoria; é nossa a fraqueza, é vosso o poder; é vossa a honra, é nosso o desprezo. Até ao dia de hoje, temos sofrido fome e sede e tem-nos faltado roupa para vestir. Sofremos espancamentos e não temos morada certa. Cansamo-nos a trabalhar com as nossas próprias mãos. Quando outros nos falam com dureza, respondemos com doçura. Quando eles nos perseguem, sofremos com paciência. Quando dizem mal de nós, respondemos com bons modos. Até agora temos sido considerados como o lixo do mundo e os mais desprezíveis de todos os homens.[1]”  


[1][1] Apóstolo Paulo, in A Bíblia Sagrada, 1 Coríntios 4:1-2; 9-13, Versão, A Boa Nova Em Português Corrente, Lisboa, Sociedade Bíblica de Portugal, 2004. 

A PALAVRA DO SENHOR (31): Quem Tem Ouvidos Para Ouvir, Que Ouça


“Sabem muito bem, irmãos, que o acolhimento que tivemos da vossa parte não foi em vão. Mas depois de termos sofrido e de termos sido injuriados em Filipos, como sabem, o nosso Deus deu-nos a coragem de irmos pregar a boa nova de Deus na vossa terra, apesar das muitas dificuldades. A nossa pregação não está fundada no engano, nem na desonestidade, nem no erro. Ao contrário, como Deus nos considerou dignos de nos confiar o evangelho, assim nós falámos, não para agradar aos homens, mas a Deus que julga os nossos corações. Sabem também que não nos servimos de palavras agradáveis ou interesseiras. Deus é testemunha disso. Nunca procurámos honrarias humanas nem da vossa parte nem de outros. E contudo tínhamos o direito de fazer valer a autoridade de sermos apóstolos de Cristo. Mas quisemos tratar-vos com a delicadeza com que uma mãe trata os seus próprios filhos. A nossa ternura por vós era tal que estávamos dispostos não só a entregar-vos a boa nova que vem de Deus, mas também a nossa vida, de tal maneira nos afeiçoámos. 

Lembram-se, com certeza, irmãos, das nossas penas e fadigas. Trabalhámos noite e dia para não sermos pesados a ninguém e assim vos anunciámos a boa nova de Deus. Vocês são testemunhas, e Deus também, de como o nosso comportamento para convosco, os crentes, foi honesto, justo e irrepreensível. Sabem muito bem que fomos para cada um de vós como um pai para os seus filhos. Exortámo-vos, encorajámo-vos e mostrámos como deviam seguir a vontade de Deus que vos convida a tomarem parte na glória do seu reino. 

Também por isto agradecemos continuamente a Deus, porque ao receberem a nossa palavra, foi a mensagem de Deus que receberam. Pois não era simplesmente palavra de homens, mas era verdadeira palavra de Deus, aquela mesma que atua também em vós, os crentes. Irmãos, a vossa situação é semelhante à das igrejas de Deus que estão na Judeia e acreditam em Cristo Jesus. Também tiveram que sofrer da parte dos vossos compatriotas como eles sofreram. Eles mataram o Senhor Jesus e os profetas e perseguiram-nos também a nós. Eles não agradam a Deus e estão contra toda a gente, pois querem impedir que preguemos a salvação aos não-judeus. Isto acabou de encher completamente a medida dos seus pecados e por isso o castigo de Deus caiu finalmente sobre eles.[1]” 


[1]Apóstolo Paulo, in A Bíblia Sagrada, 1 Tessalonicenses 2:1-15, Versão, A Boa Nova Em Português Corrente, Lisboa, Sociedade Bíblica de Portugal, 2004. 

A Raiz de Todos os Males


«Quando viemos ao mundo, não trazíamos nada; e quando formos embora, também nada podemos levar. Se tivermos alguma coisa que comer e com que nos vestir, é quanto basta. Porém os que desejam enriquecer caem na tentação e na armadilha e são vítimas de muitos desejos insensatos e prejudiciais, fazendo com que se afundem na ruína e na perdição. A raiz de todos os males é a ganância do dinheiro. Levados por ela, muitos perderam a fé e meteram-se em grandes aflições»[1].


[1] Apóstolo Paulo, in A Bíblia Sagrada, 1 Timóteo 6:7-10, Versão, A Boa Nova Em Português Corrente, Lisboa, Sociedade Bíblica de Portugal, 2004. 

A PALAVRA DO SENHOR (26): Quem Tem Ouvidos Para Ouvir, Que Ouça


“A Tito, meu verdadeiro filho na fé que partilhamos, desejo graça e paz, da parte de Deus, nosso Pai, e de Jesus Cristo, nosso Salvador. Quando te deixei em Creta, foi para acabares de organizar o que ainda faltava e para nomeares presbíteros em cada localidade, conforme as instruções que te dei. O presbítero deve ser alguém irrepreensível, marido fiel, com filhos crentes, que não sejam culpados de mau comportamento ou de rebeldia. Pois um bispo deve ser irrepreensível nas coisas de Deus e por isso não pode levar uma vida reprovável. Não deve ser orgulhoso, nem ter mau génio; não se deve embriagar, nem ser violento, nem ganancioso. Mas deve ser hospitaleiro e ser um homem de bem, prudente, justo, piedoso e disciplinado. Deve manter-se firme e fiel no ensino da palavra. Assim será capaz de encorajar os outros na verdadeira doutrina e de mostrar aos que se lhe opõem que estão no erro. 

Há muitos, principalmente dos que antes eram judeus, que são insubordinados, charlatães e enganadores. É preciso fazê-los calar, porque andam a desorientar famílias inteiras e ensinam o que não devem só para ganharem dinheiro desonestamente. (…) Pelo contrário, devem mostrar-se sempre bons e leais em tudo, para que todos vejam nas suas vidas que é boa a mensagem de Deus, nosso Salvador. Pois já se manifestou a graça de Deus, que é de salvação para toda a Humanidade. É esse amor que nos ensina a deixarmos a descrença e a abandonarmos os desejos mundanos, para levarmos neste mundo uma vida honesta, justa e piedosa. Também nos ensina a viver felizes na esperança de que se há de cumprir o que nos prometeu, que é a manifestação gloriosa do nosso grande Deus e Salvador Jesus Cristo. Foi ele que se entregou à morte por nós, para nos libertar de toda a maldade e purificar para si mesmo um povo que lhe pertença em exclusivo e se dedique a fazer o bem. É isto que tens de ensinar, avisando-os e repreendendo-os com toda a autoridade. E que ninguém tenha desprezo por ti”.  

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(Apóstolo Paulo, in A Bíblia Sagrada, Tito 1:4-11; 2:10-15, Versão, A Boa Nova Em Português Corrente, Lisboa, Sociedade Bíblica de Portugal, 2004). 

A PALAVRA DO SENHOR (23): Quem Tem Ouvidos Para Ouvir, Que Ouça


“Sabem muito bem, irmãos, que o acolhimento que tivemos da vossa parte não foi em vão. Mas depois de termos sofrido e de termos sido injuriados em Filipos, como sabem, o nosso Deus deu-nos a coragem de irmos pregar a boa nova de Deus na vossa terra, apesar das muitas dificuldades. A nossa pregação não está fundada no engano, nem na desonestidade, nem no erro. Ao contrário, como Deus nos considerou dignos de nos confiar o evangelho, assim nós falámos, não para agradar aos homens, mas a Deus que julga os nossos corações. Sabem também que não nos servimos de palavras agradáveis ou interesseiras. Deus é testemunha disso. Nunca procurámos honrarias humanas nem da vossa parte nem de outros. E contudo tínhamos o direito de fazer valer a autoridade de sermos apóstolos de Cristo. Mas quisemos tratar-vos com a delicadeza com que uma mãe trata os seus próprios filhos. A nossa ternura por vós era tal que estávamos dispostos não só a entregar-vos a boa nova que vem de Deus, mas também a nossa vida, de tal maneira nos afeiçoámos. 

Lembram-se, com certeza, irmãos, das nossas penas e fadigas. Trabalhámos noite e dia para não sermos pesados a ninguém e assim vos anunciámos a boa nova de Deus. Vocês são testemunhas, e Deus também, de como o nosso comportamento para convosco, os crentes, foi honesto, justo e irrepreensível. Sabem muito bem que fomos para cada um de vós como um pai para os seus filhos. Exortámo-vos, encorajámo-vos e mostrámos como deviam seguir a vontade de Deus que vos convida a tomarem parte na glória do seu reino. 

Também por isto agradecemos continuamente a Deus, porque ao receberem a nossa palavra, foi a mensagem de Deus que receberam. Pois não era simplesmente palavra de homens, mas era verdadeira palavra de Deus, aquela mesma que actua também em vós, os crentes. Irmãos, a vossa situação é semelhante à das igrejas de Deus que estão na Judeia e acreditam em Cristo Jesus. Também tiveram que sofrer da parte dos vossos compatriotas como eles sofreram. Eles mataram o Senhor Jesus e os profetas e perseguiram-nos também a nós. Eles não agradam a Deus e estão contra toda a gente, pois querem impedir que preguemos a salvação aos não-judeus. Isto acabou de encher completamente a medida dos seus pecados e por isso o castigo de Deus caiu finalmente sobre eles”. 

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(Apóstolo Paulo, in A Bíblia Sagrada, 1 Tessalonicenses 2:1-16, Versão, A Boa Nova Em Português Corrente, Lisboa, Sociedade Bíblica de Portugal, 2004). 

A PALAVRA DO SENHOR (17): Quem Tem Ouvidos Para Ouvir, Que Ouça


«Naquilo que vou agora dizer não vos posso louvar. É que as vossas reuniões não contribuem para o bem, mas para o mal. Em primeiro lugar, ouço dizer que, mesmo quando se reúnem, ficam divididos. E, em parte, eu acredito. Diferenças até é conveniente que existam, para que se saiba quem são os verdadeiros crentes. Contudo, ao reunirem-se, não estão a agir como quem participa na ceia do Senhor, pois cada um leva consigo a ceia para comer, e enquanto uns ficam com fome outros embriagam-se. Não tem cada um a sua casa para lá comer e beber? Por que é que desprezam a igreja de Deus e vão envergonhar os que nada têm? Que querem que vos diga? Que vos louve? Neste ponto, não! 

De facto, eu recebi do Senhor aquilo que vos transmiti. Isto é, que o Senhor Jesus, na noite em que foi entregue, tomou pão, deu graças a Deus, partiu-o e disse: «Isto é o meu corpo, entregue para vosso benefício. Façam isto, em memória de mim.» Do mesmo modo, no fim da ceia tomou o cálice e disse: «Este cálice é a nova aliança feita através do meu sangue. Sempre que dele beberem, façam-no em memória de mim. Portanto, sempre que comerem este pão e beberem este cálice, estão a anunciar a morte do Senhor até que ele venha. 

Assim, aquele que comer o pão e beber o cálice do Senhor de modo indigno é culpado de ofensa ao corpo e sangue do Senhor. Que cada um se examine a si mesmo e, assim, coma deste pão e beba deste cálice. Pois se não reconhece o corpo do Senhor, o que faz é comer e beber a sentença da sua própria condenação. É por isso que há muitos que estão fracos e doentes no vosso meio e até bastantes que estão mortos. Se nos examinarmos a nós mesmos, já não seremos julgados por Deus. Quando o Senhor nos julga, corrige-nos, para não sermos condenados com o mundo. 

Enfim, meus irmãos, quando se reunirem para a ceia do Senhor, esperem uns pelos outros. Quem tiver fome coma em casa, para que a reunião não vos traga o castigo de Deus. Quanto às outras coisas, darei ordens quando aí for.» 

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(Apóstolo Paulo, in A Bíblia Sagrada, 1 Coríntios 11:17-33, Versão, A Boa Nova Em Português Corrente, Lisboa, Sociedade Bíblica de Portugal, 2004). 

A PALAVRA DO SENHOR (11): Quem Tem Ouvidos Para Ouvir, Ouça


«Recorda a todos estas coisas, advertindo-os em nome de Deus, para não armarem discussões que não servem para nada, a não ser para perdição dos que as ouvem. Prepara-te para te apresentares diante de Deus de maneira que lhe agrade, como um trabalhador que não tem nada de que se envergonhar e que proclama a palavra da verdade com rectidão. Evita os palavreados mundanos que não servem senão para aumentar a descrença. As palavras dos que assim falam alastram como a gangrena. Entre esses estão Himeneu e Fileto. Eles afastaram-se da verdade e fazem perder a fé aos outros, dizendo que a ressurreição já aconteceu. Porém, o fundamento estabelecido por Deus está bem firme. E nele está escrito: O Senhor conhece aqueles que lhe pertencem. E ainda: Todo aquele que invoca o nome do Senhor deve afastar-se da injustiça

Numa casa rica não há só utensílios domésticos de ouro e prata. Há também alguns de madeira e de barro. Uns servem para fins nobres, outros para usos mais correntes. Portanto, quem está limpo dessas coisas é um utensílio nobre, purificado e útil ao dono, e serve para fazer tudo o que é bom. 

Mas tu, foge das paixões da juventude. Procura a justiça, a fé, o amor e a paz com todos os que invocam o nome do Senhor, de coração sincero. Evita as conversas estúpidas e insensatas. Bem sabes que só produzem discórdias, e quem está ao serviço do Senhor não deve andar metido em discórdias. Mas deve tratar toda a gente com delicadeza, deve saber ensinar e ser capaz de suportar o mal. Deve saber corrigir os seus adversários com mansidão, pois talvez Deus os leve a arrependerem-se para reconhecerem a verdade. E assim escapam da armadilha do Demónio que os traz amarrados para fazerem o que ele quer.» 

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(Apóstolo Paulo, in A Bíblia Sagrada, 2 Timóteo 2:14-26, A Boa Nova Em Português Corrente, Lisboa, Sociedade Bíblica de Portugal, 2004)