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Os Abusos Sexuais na Igreja Católica Romana


Não fiquei nada surpreendido com a estimativa avassaladora avançada pela Comissão Independente criada para averiguar os abusos sexuais cometidos na Igreja Católica Portuguesa (LER). Estes números de abusos sexuais eram de esperar. Eles retratam parcialmente aquilo que tem sido a obstrução deliberada a que a Igreja Católica Romana tem sido negligentemente votada ao longo dos séculos. A Igreja Católica Romana, para tristeza nossa, é um antro de aglomeração de pedófilos, homossexuais, tarados sexuais e abusadores. E tudo isto acaba por ter influências extremamente nefastas na dinâmica ministerial da igreja e na forma como lida com os seus membros, sobretudo com as crianças. 

Os abusos são completamente condenados na Bíblia Sagrada. Toda a Doutrina Bíblica é manifestamente contra os abusos. Nenhum tipo de abuso tem amparo na Palavra de DEUS. A coação, o abuso, a violação, a violência, o suicídio e homicídio são do Diabo e dos seus agentes espalhados pelo mundo fora. O nosso Todo-Poderoso não coage ninguém a fazer nada contra a sua livre vontade. Por isso, nenhum Cristão pode ser abusador ou compactuar com o abuso seja de criança ou adulto. Todo o abuso é profundamente contrário aos postulados Cristãos: há uma incompatibilidade axiológica e teológica entre Cristianismo e abuso – nenhum Cristão mesmo pode ser abusador e nenhum abusador se pode dizer Cristão. O abuso sexual desconfigura, atrofia a personalidade, deixa marcas indeléveis na alma, retira a felicidade e, em última instância, mata a vítima. É um dos cancros da pós-modernidade, abarcando todas as esferas da nossa moribunda sociedade (LER).  

As Leis Imorais Não têm Força no Fórum da Consciência


Cara "Joana", não confundas o inconfundível e nem tão pouco associes outros temas que não tem nada a ver com o debate em apreço, tal como equivocadamente estás a fazer. É preciso separar correctamente “o trigo do joio”. Obviamente que ninguém está aqui a pôr em causa a felicidade dos homossexuais e, muito menos, a livre decisão que lhes assiste. Somos livres de fazer as escolhas que nos convêm, contando que estejamos ao mesmo tempo preparados para assumir integralmente as suas devidas consequências. E uma das inevitáveis consequências decorrentes de ser homossexual é manifestamente a de não poder ter filhos. Por isso, os homossexuais têm apenas que encaixar esta objectiva ideia na cabeça e conformar-se com ela. Como a maioria dos homossexuais não se conforma com tal condicionalismo natural, procuram arranjar falsamente a ideia piedosa de estarem demasiados preocupados com as crianças institucionalizadas, a fim de poderem a todo o custo adoptá-las. Estão simplesmente a servir-se das pobres crianças para fazer valer a sua ilegítima pretensão. Quem, já agora, diz que uma criança institucionalizada quer ser adoptada por pessoas do mesmo sexo? Onde foste buscar essa ideia? Conheces, porventura, a verdadeira aspiração de uma criança ao ponto de saber essa particularidade dela? 

Digo-te claramente que não é o amor às crianças desprotegidas que move verdadeiramente a maioria dos homossexuais, mas sim a ideia de poder concretizar uma realização pessoal de ter filhos, como é a tendência natural de qualquer ser humano que esteja no seu perfeito juízo. Esquecessem-se que essa pretensão não pode vincar só porque querem, tendo em conta outros valores superiores da criança em jogo, nomeadamente o direito de ter a “formatação” de um pai e de uma mãe no seu percurso de vida, independentemente de viver com eles ou não. Anular completamente este facto, por meros caprichos egocêntricos de certos indivíduos, é pôr em causa um direito fundamental de personalidade inerente a qualquer ser humano, particularmente o da criança. 

Se os homossexuais estão assim tão preocupados com as crianças órfãs e desamparadas nas instituições, e querem realmente ajudá-las, como fazem questão de defender publicamente, há forma mais sublime de o fazer e que certamente fará muito mais diferença na vida das mesmas do que quererem adoptá-las a todo o custo e incutir-lhes uma educação homossexual. Isto passa, acima de tudo, a meu ver, em fazer pontualmente uma doação pecuniária às instituições onde estas crianças estão acolhidas e concomitantemente apoiar/encorajar as pessoas que tomam conta delas. Estariam não somente a prestar um bom serviço às ditas “crianças desprotegidas”, bem como à sociedade e ao país em geral. 

E já agora, não precisas de ficar perplexa comigo. Não sou preconceituoso, como temerariamente julgas, e não precisas estar a conotar erradamente o meu blogue com adjectivos pejorativos. De resto, estou inteiramente de acordo com a qualificação que usaste para caracterizar o preconceito, apesar de não ser propriamente o tema objecto do presente debate. No entanto, se quiseres debater sobre o preconceito em Portugal e no mundo, não tenho nenhum problema em fazê-lo contigo. O cerne do nosso debate é sobre a co-adopção e a adopção por parte dos homossexuais e, sobretudo, destes quererem impor com os argumentos esgrimidos a tal aberrante conduta como sendo padrão normal da sociedade, fazendo com que eu e demais pessoas recusemos peremptoriamente aceitar. 

Em suma, como oportunamente defendi no artigo e volto a defender aqui: a prática homossexual é anti-natural, anti-valor da família, anti continuidade da espécie, anti-progresso, anti-civilização e anti-vida. Da mesma sorte, o regime da co-adopção e da adopção por parte dos mesmos casais ou não casais. Digo isto com a fundamentação de que se continuarmos sistematicamente a fomentar a ideologia homossexual a raça humana deixará de existir num curto prazo de tempo. 

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Escrevi este comentário há 5 anos, a propósito da aprovação na altura do regime de adopção por parte dos homossexuais, respondendo a uma colega que partilhou no fórum universitário o artigo que escrevi aqui (LER), acusando-me precipitadamente de ser homofóbico e preconceituoso e outros adjectivos que não importa agora estar aqui a mencionar, espoletando um conjunto de vociferações contra a minha pessoa. Na minha resposta, como se pode constatar, não resvalei na inqualificável postura de baixo nível e nem tão pouco me deixei intimidar. Sou uma pessoa educada e esclarecida. Não preciso de recorrer a argumentos intimidatórios para fazer valer a minha convicção. Mostrei, apenas, de forma intrépida, sem qualquer tipo de receio, a minha firme convicção. Não há nenhuma lei, “doutrina” ou raciocínios falazes que me possam convencer que a homossexualidade é algo normal e natural, tal como a nossa sociedade do “politicamente correcto” tem procurado fazer crer. O meu comentário, este, foi censurado e consequentemente fui bloqueado. Acontece que, por razões várias, felizmente, consegui estes dias recuperá-lo através da onedrive

A Equivocada Mundividência dos Dissolutos


Há uma tremenda confusão ideológica que grassa cada vez mais na consciência dos autoproclamados "progressistas modernos" dos nossos tenebrosos dias que tentam a todo o custo impor socialmente as suas libertinas apologias, baseando-se no falso pretexto do "avanço civilizacional" (LER). Misturam o conceito do género, do feminismo, da sexualidade e da homossexualidade num mesmo cardápio de ideias. As quatro realidades são manifestamente dissociáveis e concomitantemente cognoscíveis. O género tem uma base biológica incontornável, reflectindo-se na forma peculiar de estar do homem e da mulher, razão pela qual ambos são diferentes em termos fisiológicos e iguais em dignidade por serem criados à imagem e semelhança do Eterno DEUS. O feminismo tradicional, defendido no século XIX por Elizabeth Cady Stanton e parcialmente por Simone de Beauvoir sobre a emancipação da Mulher, é totalmente legítimo e justo. Comungo dele, não obstante não perfilhar holisticamente do exacerbado feminismo apregoado nos dias de hoje nem do descabido machismo, visto que ambas as ideologias são redutoras na sua mundividência, pois exprimem apenas parcelarmente aquilo que é a verdadeira essência do ser humano na sua plenitude. Detesto o sexismo a todos os níveis. E mais, entendo que a defesa da liberdade e a afirmação do Principio da Igualdade entre o homem e a mulher deveria ser a causa de todos os comuns dos mortais, independentemente de outras realidades exteriores (LER). No entanto, esta luta não pode ser subvertida para dar lugar à imoralidade, tal como temos vindo toleradamente a assistir. A sexualidade é a consequência natural da diferenciação do género. Tanto que, por esta razão, os homens têm pénis e as mulheres a vagina, com todas as implicações antropológicas que isto representa, sobretudo na perpetuação da raça humana (LER). A homossexualidade é um desvio sexual extremamente preocupante. É uma adulteração da ordem natural de viver a sexualidade (ALI) e (AQUI). É, em suma, um atentado gravíssimo à continuação da raça humana (já se viram se essas aberrações comportamentais um dia triunfarem o que será da Humanidade?). Em vez do Homem procurar soluções viáveis para sanear, de forma definitiva, o cancro da homossexualidade está cada vez mais a promovê-la como sendo algo idóneo. São mesmo os sinais dos tempos, ou melhor, os dias do fim (LER)