“Um amor sem sonhos é
um amor com medo, um amor triste e estéril que não pode dar frutos. Quem não
sonha não pode amar.” (LER).
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Epígrafes Sobre o Amor.
“É inútil pensar que
podemos viver uma relação amorosa sem criar alguma dependência; o corpo, o
espírito e o coração habituam-se muito depressa ao prazer repetido dos pequenos
gestos. Precisamos todos tanto de amor como o planeta precisa do Sol.” (LER).
Epígrafes Sobre o Amor
“As mulheres gostam de
pensar que podem mudar os homens e, às vezes, até conseguem, mas essas mudanças
só resultam se, de facto, os homens quiserem mudar; porque se o tentarem fazer
só para agradar, tais alterações resultam em efeito «boomerang»: mais tarde ou
mais cedo, eles regressam à sua verdadeira essência. E quanto mais tarde, pior.”
(LER).
O Que é o Amor?
«São Jerónimo defrontou-se com uma infinidade de tarefas espinhosas na tradução da Bíblia para o Latim, tal como os seus predecessores gregos se tinham debatido com o hebreu.
'ahab, hesed, raham, designando respectivamente desejo espontâneo, afeição misericordiosa e compaixão, podiam todos caber no conceito amplo do “eros” helénico; e no entanto a conotação libidinosa da acepção restrita levou os tradutores gregos a preferirem os muito mais obscuros e rebuscados “agapé” e “agapaó”, e no Novo Testamento ocasionalmente “philia”.
Em São Jerónimo “agapé” torna-se principalmente “caritas”, e menos frequentemente “dilectio”; e, manobrando subtilmente com a conotação mais carnal de “agapaó”, reserva-lhe o equivalente latino “cupiditas”, enfatizando na sua Vulgata, com intuito austeramente mortificador, que “radix malorum cupiditas est” (1ª Carta de São Paulo a Timóteo, 6:10).
E no entanto a polaridade era evitável, porque existia para ambos os sentidos uma palavra latina neutra, “amor” – uma palavra cuja neutralidade se converteu, às mãos dos doutrinadores cristãos, em ambiguidade.
Santo Agostinho esclarecê-lo-á logo de seguida, no seu De Doctrina Christiana (III.x.xv / xvi): o “amor” fica contingentemente dependente da intenção de quem ama, do objecto da sua afeição, pelo que será “caritas” se visa Deus em si mesmo ou nas criaturas, será “cupiditas” em tudo o resto.
Ao “Viator” medieval fica aberta a singela opção entre Jerusalém e Babilónia. São Tomás, séculos volvidos, reforçará a dicotomia através de uma subtil assimilação fonética entre “caritas” e “castitas” (Summa Theologiae, 2a-2ae.151.2).
Só muito mais tarde o romantismo procurará uma ímpia síntese do conceito de “amor”, propositadamente integrativa de “caritas” e “cupiditas”, com sacrifício da “castitas” (ou, se quisermos, com libertação do equívoco). Ímpia decerto por convenção, mas uma síntese mais próxima da indiferenciação semântica do original hebreu.
Sempre que pensamos no tema ressoam essas distantes tensões, esses motivos para a culpabilização, para a renúncia, para a frustração, a lembrarem-nos dos arbítrios e acasos de que a nossa cultura é feita.
Tudo culpa dos tradutores (LER).
Declaração Amorosa de Um Rapaz Muito Rico
“Sabe qual é a minha situação económica e custa-me falar dela nesta carta em que tudo deve ser espiritual. Sei que você não é uma rapariga ambiciosa, que não sonha com automóveis nem com brilhantes ou casacos de peles caros, e creio que um bem-estar e uma absoluta tranquilidade quanto aos problemas económicos pode torná-la feliz (…)
Devotadamente aguarda conhecer a sua resposta, com a impaciência e inquietação que você pode supor, o seu fiel admirador. Marcelo” (LER).
De Profundis (1)
“A maioria das relações
acaba quando as pessoas não respeitam as alegrias e as tristezas uns dos
outros. É kamikaze. O fim da relação amorosa conduz a uma solidão substancial e
a solidão, para mim, representa a anulação da Humanidade. Fico frustrado e
apetece-me ir, casal a casal, dar-lhe um par de estalos” (LER).
O Amor é Muito Difícil, Por José Luís Peixoto
«O Amor é Muito
Difícil. Penso que o amor é muito difícil. Existem muitos obstáculos a que
possa ser o absoluto que é. A palavra amor é uma palavra muito gasta, muito
usada, e muitas vezes mal usada, e eu quando falo de amor faço-o no sentido
absoluto... há uma série de outros sentimentos aos quais também se chama amor e
que não o são. No amor é preciso que duas pessoas sejam uma e isso não é fácil
de encontrar. E, uma vez encontrado, não é fácil de fazer permanecer» (LER).
O Bloguista
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“As Verdades” completa hoje mais um ano. É um espaço que
espelha e reflecte fidedignamente a minha identidade ideológica (LER). Aquilo que escrevo e publico aqui
expressa os meus profundos sentimentos de alma. Tem-me servido para partilhar
especialmente a mensagem do Evangelho, louvar a DEUS pelos seus excelsos
atributos e grandes feitos, bem como formular relevantes assuntos que afectam o
nosso mundo pós-moderno. Notei que, ao longo destes intensos anos volvidos na
cidadania activa, escrevi inúmeras coisas nas mais diversas áreas do
conhecimento geral que nem sei como é que consigo arranjar tanta inspiração
para tudo isso. Tenho somente que agradecer penhoradamente ao meu Eterno DEUS
por me ter abençoado com o dom da escrita e conferido concomitantemente a
disponibilidade mental suficiente para partilhar as minhas convicções
teológico-doutrinarias e cívico-políticas.
Aquilo que escrevo só me vincula a mim e
mais ninguém. Todos os artigos não assinalados são da minha exclusiva autoria,
razão pela qual assumo todas as implicações decorrentes dos mesmos. Jamais
tenciono, naquilo que vou escrevendo, ganhar simpatia de terceiros e, muito
menos, desdobrar-me em desvelos alimentados por uma mercenária ânsia de
legitimação secular. Não escrevo para ter aprovação. Não escrevo para ser
reconhecido. Não escrevo pelos circunstancialismos efémeros. Não escrevo
imbuído por um mero “activismo de sofá” ou ludismo
cibernético. E mais, não escrevo por jactância ou vaidade. Não escrevo nada com
tiques de autopromoção, inveja, ódio ou vingança. Nada disso faz parte do meu
substrato identitário. Apenas faço questão de, n’As
Verdades que vou escrevendo, usando as sábias e inspiradoras palavras do
Teólogo João Calvino, “colocar fielmente diante de mim o que julguei
ser a glória de Deus”. O objectivo primário e último da minha vida, e
também deste espaço, é reflectir a glória de DEUS em todas as circunstâncias e
dimensões da vida. Que assim seja.
O Livre-Arbítrio no Critério da Qualidade de Vida (III)
“A inevitabilidade destes problemas, e
a necessidade de escolha que eles – e outros, de índole política, logística,
ética – determinam, deixa sem base a versão vitalista da defesa da «santidade
da vida», já que, muito óbvia e elementarmente, ou se cai num impasse e não se
socorre com os meios escassos nenhuma das vidas biológicas em risco, ou se
começa por socorrer uma, deixando-se subentendido, porque algum critério teve
que haver, que essa é a mais «santificada» de todas: o que é já, queira-se ou
não, introduzir elementos de «qualidade de vida» na escolha.” (LER).
Mais um Ano do Blogue
Este espaço completa hoje onze anos de existência. Agradecemos imensamente ao nosso Eterno DEUS pelo Seu Amor, Cuidado e Protecção, sobretudo por nos conferir a Graça de poder partilhar as nossas convicções politico-teológicas e, deste modo, dar a conhecer aos leitores a Boa Nova da Salvação. Estamos penhoradamente agradecidos e felizes por este nobre ministério que temos abraçado. Ebenézer!
Igualdade Radical Para a Mulher
“E os Humanos prosseguem vivendo torturados e
divididos por outro dilema: amar o amor ou amar sem amor!... Por isso, eles
falam tão fácil e insensatamente de «fazer amor»!... O paradigma expresso na
primeira parte do dilema – que não é senão uma tautologia alienante – é a
segregação directa do amor romântico; o paradigma representado na segunda parte
é o resultado da «Dogmática» tradicional que distingue e separa Sexualidade e
Amor – quer se confundam amor e Sexualidade de modo a que esta seja tomada apenas
genética e economicamente em ordem a «fazer filhos», quer se distingam
Sexualidade e Amor de modo a permitir a afirmação do amor místico que pretende,
se não repudiar, pelo menos abstrair da Sexualidade” (LER).
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Uma Década de Blog
Domingo é sempre especial para mim. Proporciona-me
momentos agradáveis na perfeita comunhão dos irmãos na fé. Passo-o praticamente
todo na Igreja, ouvindo a Santa Palavra de DEUS, desde a Escola Bíblica
Dominical (EBD) a dois cultos – um no final da manhã e outro à tarde.
Hoje estou duplamente feliz. Primeiro, por ser a celebração
do "Dia do Senhor". Segundo, por este espaço completar uma década de
existência. Tenho tido uma intensa intervenção cívico-teológica ao longo destes
anos, que me deixa penhoradamente agradecido.
Por isso, aos que sempre me acompanha(ra)m, aos que me lê(m) com
frequência, aos que me alenta(ra)m incondicionalmente nesta espinhosa e
incompreensível senda de "teoria das ideias", estamos todos de parabéns. Fechou-se um ciclo e começa
um novo amanhã. Até aqui nos ajudou o Senhor (1 Samuel 7:12).
A ELE toda a Glória para todo o sempre! Amém!
O Peso da Missão
Este blogue faz hoje nove anos de existência. Para mim é
um enorme privilégio ser o seu autor e poder partilhar as minhas convicções
politico-teológicas com os amigos, familiares, conhecidos e desconhecidos.
"As Verdades" permitiu-me ampliar significativamente os meus
horizontes de conhecimentos em múltiplas áreas, máxime a nível de cultura
geral. Despertou-me um gosto bastante especial pela leitura, os livros e a
escrita. Tenho procurado investir cada vez mais nestes exigentes domínios do
saber, com o intuito de aperfeiçoar a minha forma de escrever e, assim,
transmitir eficazmente a mensagem que tenho vindo a partilhar.
Não obstante a adrenalina subjacente a escrever artigos
e os desafios positivos que tudo isto encerra, também não é nada fácil estarmos
constantemente a manifestar publicamente as nossas posições sobre determinados
assuntos. O que escrevemos é susceptível de colidir com os poderes instalados e
interesses tidos como inquestionáveis, nomeadamente no que toca a temas ditos
fracturantes. Falo mesmo da minha experiência própria. Ao longo destes anos
volvidos a escrever, tive muitos problemas, acumulei inúmeras inimizades e a
minha imagem ficou bastante deteriorada aos olhos de certas pessoas que se
armam em "progressistas", sem saber o que isto significa em termos semânticos,
por considerarem presunçosamente que sou antiquado, radical e um fanático
religioso. Com efeito e, em todas as ocasiões, tal como dizia inspiradamente o
Apóstolo Paulo, procuro somente servir-me das armas da justiça, tanto na defesa
como no ataque.
Tudo isso é consequência decorrentes do mundo da
filosofia. Filosofar é um processo vitalício de mal entendidos, que consubstanciam
contraditórios, ciúmes, calúnias, rivalidades, invejas, lutas, perseguições e
até, em casos extremos, a morte. Não é um mundo pacífico e
"romântico", tal como idealizado e apresentado pelo norueguês Jostein
Gaarder, no seu “Mundo de Sofia”. É muito mais do que isso. E quem entra nele
tem que estar preparado para o que der e vier, inclusive admitir eventuais
retaliações que possam surgir por parte de terceiros.
Marco Túlio Cícero, falando para o seu amado discípulo,
na sua emblemática obra "Dos Deveres (de Officiis)", malsinava "que para
alguns homens de bem o nome da filosofia constitua, todavia, um alvo de
hostilidade”.Esta denúncia era deveras realista. Foi esta hostilidade que
sentenciou à perseguição e à morte de muitas figuras mediáticas, e algumas
anónimas, ao longo da História. Nem todos têm a capacidade suficiente de
exercer a virtude da tolerância e conviver pacificamente com a diferença de
opinião. E sempre vai ser assim esta lamentável realidade no nosso mundo,
infelizmente.
Da minha parte estou penhoradamente feliz por ter sido
conotado com os adjectivos pejorativos supra mencionados. Em certa medida,
confesso, até é um bom sinal para um Cristão: "Bem-aventurados sois vós,
quando vos injuriarem e perseguirem e, mentindo, disserem todo o mal contra vós
por minha causa. Exultai e alegrai-vos, porque é grande o vosso galardão nos
céus" (Mateus 5:11-12), encorajava o Senhor Jesus aos seus seguidores.
"As Verdades" não serve e nem servirá para o "politicamente correcto", ou para agradar aos leitores com aquilo que gostariam
de ouvir, mas colocar humildemente diante de mim o que julgo ser a Glória do
Senhor Jesus. É este o meu grande lema e objectivo diariamente neste espaço – a
Glória do Senhor Jesus. Tudo o que extravasa este âmbito será objecto da minha
mais vigorosa crítica e repúdio. Pensem o que pensarem de mim. Encaro tudo isso
como sendo o peso de missão, que abracei desde o primeiro momento (LER), "porque
nada podemos contra a verdade, senão em favor da própria verdade" (2
Coríntios 13:8). E somente a Verdade do Evangelho libertar-nos-á (João 8:32).
O Escriba Predestinado
Escrever artigos de opinião não é uma tarefa
fácil. É sempre um exercício cognitivo, que envolve encontros e desencontros
com nós mesmos em múltiplos registos, mediante a indagação, introspecção,
concepção e libertação de tudo aquilo que nos vai profundamente na alma. São
todas essas torrentes de energias sentimentais que fazem da escrita uma
experiência deleitosa e concomitantemente perigosa. Entrando nós nesta senda
intelectual de "Teoria das Ideias", e de busca incessante pela
razão última das coisas, vimos ganhando cada vez mais a nítida consciência da
nossa soberana vocação para com as letras. Abraçámo-la, desde a primeira hora,
sem prévias hesitações, arrependimentos existenciais e considerações que
eventualmente poderiam surgir para obstar à sua vigorosa asserção. E, assim,
procuramos configurá-la, interpretá-la e ajustá-la sabiamente na conjugação e
harmonização antropológica.
Rejeitamos categoricamente o ecumenismo, a
banalização, a dissolução e a astúcia do “politicamente correcto”.
Inscrevemo-nos no irenismo social e devotos Cristãos Evangélico-Baptistas,
virados para a concepção Calvinista. DEUS, família e amigos é tudo o que
possuímos neste “vale de lágrimas” rumo à “Terra Prometida”. Somos, em termos
políticos, amantes da Democracia Participativa com uma ideologia híbrida, sem
prejuízo do nosso carácter conservador quanto à Moral e aos Bons Costumes.
Perfilhamos do Jus naturalismo a nível da hermenêutica e mundividência de
Direito, bem como aversivos a qualquer tipo de sobressaltos. Detestamos
reiteradas mudanças. Não apreciamos aventuras melindrosas. Lidamos muito mal
com as imprevisibilidades. No entanto, deliciamo-nos com as realidades simples
da vida ao invés de efemeridades que só causam transtornos e desequilíbrios
emocionais. Primamos, acima de tudo, pelas boas conversas e amizades. Somos, da
mesma sorte, amantes de boa comida, dos livros, da arte, da música e de viajar
para outras latitudes a fim de conhecer in loco outras realidades
socioculturais. Julgamos estes ideais como os melhores de que o Homem dispõe,
ao seu alcance, para a sua perfeita redenção.
Faz hoje precisamente dez anos que descobrimos
esta nossa paixão e soberana vocação para com a escrita. Aos que sempre nos
acompanha(ra)m nesta incompreensível odisseia, aos que nos lê(ra)m com
frequência, aos que nos apoia(ra)m incondicionalmente, estamos todos de
parabéns. Fechou-se um ciclo ontem e começa um novo hoje. Até aqui nos ajudou o
SENHOR. A ELE toda a Glória para todo o sempre!
7 Anos do Blog
Faz hoje precisamente sete anos em que este belo espaço foi criado. No dia 15 de Maio de 2006 descobri a minha vocação à escrita.
Ao longo destes tempos volvidos a escrever sobre os mais diversos assuntos do nosso mundo pós-moderno, reparei de facto, que afinal de contas sou até um homem comprometido com a causa que abracei desde o primeiro momento, que é fazer DEUS conhecido, através das reflexões que vou regularmente publicando. E assim foi durante estes ininterruptos sete anos.
Contrariamente às erradas interpretações que têm surgido sobre o nome do blog, jamais tenciono apropriar-me peculiarmente da razão e da verdade. A única razão e a verdade relevante para mim, é continuar a ter o temor de DEUS no meu coração, e obedecer, sem quaisquer questionamentos, os nobres ensinos e preceitos do SENHOR JESUS CRISTO na minha vida diária.
Não sei até quando continuarei a publicar os artigos aqui no blog; mas uma certeza eu tenho: enquanto tiver a oportunidade e disposição mental para tal, não deixarei de transmitir vivamente, através deste espaço, e usando a sábia expressão do Apóstolo Paulo, “todo o conselho de Deus”, no âmbito da moral, da política, da teologia, dos relacionamentos, da família, do desporto, da amizade, da cultura, etc.
O objectivo deste espaço não é atacar ninguém, ou fazer juízos temerários sobre os temas objecto de abordagem por aqui, nem tão pouco cair no sensacionalismo conceptualista, com vista a atrair atenção dos leitores; mas sim, tal como João Calvino, "colocar fielmente diante de mim o que julguei ser a glória de Deus", uma vez que é “dele (DEUS), e por ele, e para ele, são todas as coisas; glória, pois, a ele eternamente. Amém” (Romanos 11:36).
Finalmente, quero ainda, aproveitar estas linhas para agradecer profundamente todos aqueles que me têm acompanhado de perto e de longe, directa e indirectamente, e, especialmente, dando-me apoio e incentivo para continuar a escrever. A todos, sem excepção, o meu muito obrigado pelo vosso precioso apoio e serventia para comigo.
Uma Confissão como Compromisso de Missão a Cumprir
Faz hoje precisamente seis anos que este blogue foi criado. Um percurso aliciante e entusiasmante na forma de conceber e abordar os diversos assuntos que são aqui relatados, envolvendo sérias emoções, reflexões, racionalidade e sobretudo a espiritualidade na busca incessante da verdade dos factos.
Não obstante estes seis anos de experiência volvidos a escrever, reconheço que continuo ainda muito aquém de atingir o nível necessário à escrita. Escrever para o público não é uma tarefa nada fácil, uma vez que requer de nós uma inteira disposição mental e muita pesquisa para estarmos minimamente preparado naquilo que pretendemos publicar, bem como revelamos as nossas mundividências e fragilidades com pessoas que mal ou às vezes nem sequer conhecemos. Consciente desta enorme exposição e sobretudo das implicações que tudo isso representa, ainda assim, o compromisso de missão que carrego é superior a qualquer tipo de inconveniência que poderá vir a surgir ao ponto de afectar a minha imagem ou pessoa.
Estou bastante satisfeito com todos os artigos que escrevi até a data presente. Por isso, dou imensamente graças a DEUS, por esta preciosa oportunidade que ELE me conferiu, e reitero mais uma vez em viva voz o sentimento e o desejo ardente que sempre me motivou ao longo destes seis anos de escrita, tal como o Teólogo Anabatista e Reformador da igreja, Menno Simons, que é: "estender o reino de Deus, revelar a verdade, censurar o pecado, ensinar a justiça, alimentar as almas famintas com a palavra do Senhor, levar o rebanho desgarrado para o caminho certo e ganhar muitas almas para o Senhor por intermédio de seu Espírito, poder e graça. Assim eu prossigo em minha fraqueza, conforme ele me ensinou, ele que comprou a mim, um pecador miserável, com seu sangue carmesim, e deu-me essa disposição mental pelo evangelho de sua graça, a saber, Jesus Cristo”. (In "Teologia dos Reformadores" de Timothy George, editora: Vida Nova, São Paulo).
A Verdade Suprema de Todas as Verdades
Numa altura em que a nossa sociedade relativiza tudo e qualquer tipo de verdade, seja ela de que origem for (algo que já vinha desde os sofistas da Grécia Antiga, contemporâneos de Sócrates, que rejeitaram categoricamente as chamadas "verdades absolutas"), há 6 anos atrás, este blog foi criado com o intuito de contrariar essa decadente realidade civilizacional que estamos mergulhados, e ao mesmo tempo dar a conhecer a Verdade Suprema, a razão última de todas as verdades existentes no Universo, o SENHOR Jesus Cristo. Reconhecendo essa mesma verdade, o Teólogo e mártir da igreja, Justino sustenta que “toda a verdade vem de Deus”; tese igualmente seguida e defendida pelos reformadores protestantes do século XVI, na qual os crentes no Senhor Jesus Cristo ao longo dos tempos abraçaram sem qualquer tipo de reservas.
A Verdade Suprema é a revelação do amor de DEUS ao pecador desde o começo do mundo nas Escrituras Sagrada, que por sua vez vai concretizando de forma clara na encarnação, morte e ressurreição de Jesus Cristo, para assim, poder resgatar-nos da escravidão do pecado que conduz a morte eterna, o salário do pecado. Tal como o próprio afirma: “Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim.” (Evangelho s. João 14:6).
Não existe verdades relativas como é bastantemente enfatizado hoje em dia, mas sim verdades absolutas, defender ao contrário, não passa de forma subtil de negar a essência da própria verdade, que por sua vez tem sérias repercurssões negativas nos valores sociais que adoptamos como regras-condutas.
Por isso, o propósito inicial deste espaço passa acima de tudo em anunciar a Verdade Suprema, a grande verdade da salvação para os homens e mulheres perdidos por este mundo fora, desprovidos de qualquer tipo de fé e esperança, porque decidiram deliberadamente mudar "a verdade de Deus em mentira, adorando e servindo a criatura em lugar do Criador, o qual é bendito eternamente. Amém!” (Apóstolo Paulo, epístola aos Romanos 1:25).
Não existe verdades relativas como é bastantemente enfatizado hoje em dia, mas sim verdades absolutas, defender ao contrário, não passa de forma subtil de negar a essência da própria verdade, que por sua vez tem sérias repercurssões negativas nos valores sociais que adoptamos como regras-condutas.
Por isso, o propósito inicial deste espaço passa acima de tudo em anunciar a Verdade Suprema, a grande verdade da salvação para os homens e mulheres perdidos por este mundo fora, desprovidos de qualquer tipo de fé e esperança, porque decidiram deliberadamente mudar "a verdade de Deus em mentira, adorando e servindo a criatura em lugar do Criador, o qual é bendito eternamente. Amém!” (Apóstolo Paulo, epístola aos Romanos 1:25).
"As Verdades"
“As Verdades” está de parabéns! Ontem fez um ano que entrei nesta aventura do mundo dos blogs, a estrear com o post Dia das Mães. Ter este espaço, era um sonho que já vinha desde alguns tempos atrás, que veio a concretizar com ajuda do meu grandíssimo amigo Filipe, que desde já, aproveito para lhe agradecer por esta preciosa ajuda.
O nome "As Verdades", foi inspirado no evangelho de João 8:32, onde Jesus discursava perante os judeus sobre a Sua missão redentora, e afirmou, como a única Verdade para a salvação de todo aquele que nele crê. Os artigos que aqui estão escritos: politica, Religião, desporto etc, entram todo neste pacote das Verdades, que apontam para a grande Verdade, que é Jesus Cristo: “Eu Sou o caminho, e a verdade e a vida. Ninguém vem ao Pai senão por mim (...) e conhecereis a Verdade e a Verdade vos libertará”.
Enquanto DEUS me deu esta disposição mental, darei todo o meu máximo neste blog, e nas Teses Teológicas. Posso dar muitas voltas na escrita, mais o objectivo é esta: revelar a verdade, censurar o pecado, e ensinar a justiça, alimentar as almas famintas com a palavra do SENHOR, e levar o rebanho desgarrado para o caminho certo e ganhar muitas almas para Ele por intermédio de seu Espírito Santo, poder e graça”.
Para concluir, quero agradecer todos os leitores que acompanharam este blog, durante todo este tempo, que continuem a fazer o mesmo. DEUS ricamente vos abençoe e vos aguarde!
A Ele toda a glória!
Teses Teológicas
As "Teses Teológicas" http://www.tesesteologicas.blogspot.com/, é um novo blog que veio para secundar “As Verdades” nesta missão excelentíssima de pensamentos e reflexões sobre temas delicados da nossa sociedade e mundo, ambos terão abordagens de conteúdos diferentes. A partir de já, “As Verdades” vai passar a concentrar somente nos assuntos relacionados com a política, desporto, igreja, etc. Enquanto “Teses Teológicas” vai centrar única e exclusivamente nos conteúdos doutrinais, ou melhor, da teologia. Na busca da verdade, e interpretações correctas.
Os dois blogs, terão como objectivo e finalidade: revelar a verdade, censurar o pecado, ensinar a justiça. Com objectivo última, louvar e glorificar o nome do Altíssimo.
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