Mostrar mensagens com a etiqueta Conferências. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Conferências. Mostrar todas as mensagens

Segregação Cultural e o Seu Reflexo no Sistema Educacional


Comemora-se “O Dia Internacional de Luta pela Eliminação da Discriminação Racial”. Partilho aqui, a propósito do tema em apreço, a parcela da minha intervenção há dois anos como um dos oradores convidados na conferência organizada pelo Núcleo de Estudantes Africanos da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa (NEAFDL), intitulada “A Segregação Cultural: Seu Reflexo no Sistema Educacional”. Nela procurei humildemente fazer um diagnóstico apurado sobre as raízes e causas da discriminação racial, através de um enquadramento histórico-político, bem como apresentando concomitantemente antídotos necessários para mitigá-las na convivência dos humanos. Tenham um bom proveito. 

Caminhar Com o Senhor Jesus Cristo num Mundo Maligno


Estive, no passado dia 17 do corrente mês, a convite da Juventude Guineense em Portugal, a pregar na Igreja Missão Evangélica Lusófona (MEL), no encerramento das actividades de jovens sobre as férias de verão, sob o tema “Caminhar Com o Senhor Jesus Cristo Num Mundo Maligno”, baseado no texto sagrado de 2 Timóteo 3:1-17. 
Partilho, por isso, a parcela desta minha pregação convosco. 

As Vantagens e Desvantagens da Emigração


Partilho aqui a minha explanação em crioulo sobre “As Vantagens e Desvantagens da Emigração”. Esta intervenção enquadra-se no primeiro encontro dos filhos de Nhacra em Lisboa, realizado no passado dia 23 de Setembro, sob o lema: “Unidos na Diáspora em Torno de Sector de Nhacra”. Tive o grato privilégio de ser convidado como orador principal no referido evento. 

O encontro serviu para trocarmos experiências e sedimentar os laços de guineendade que nos une, sobretudo dos nativos de Nhacra. Eu sou de Bissau, mesmo assim identifiquei-me completamente com o redobrado esforço cívico que estes patrícios estão a fazer em prol de Nhacra. Houve comes e bebes à moda guineense. Estavam na mesa alguns pratos típicos da Guiné-Bissau, especialmente os da etnia balanta. 

Um Dia, Uma Fotografia


Estive ontem no Hotel VIP Executive Art's em Lisboa num jantar palestra conjunta do Rotary Club Lisboa Parque das Nações com o Instituto para a Promoção da América Latina e Caraíbas (IPDAL), subordinado ao tema “Portugal: Uma Plataforma Para a Globalização”, no âmbito dos 500 anos da viagem de circum-navegação de Fernão de Magalhães, tendo como oradores o Presidente do IPDAL, o Deputado Paulo Neves e o Embaixador do Chile em Portugal. 

Ocasião serviu também para projectar, juntamente com a direcção da Rotary Club Lisboa Parque das Nações, uma mega organização deste ano do dia de África que se celebra já no próximo mês de Maio (LER). Tencionamos, com este evento cultural, convocar vários dirigentes africanos para debatermos os reais problemas que afectam o nosso Continente

Comemoração do 45.º Aniversário da Independência da Guiné-Bissau


Estive ontem, a convite da Associação de Estudantes Guineenses, no Instituto Politécnico de Beja, como um dos oradores convidados para falar sobre o tema “Guiné-Bissau: As Novas Apostas para o Desenvolvimento Sustentável”, no âmbito da comemoração do 45.º Aniversário da nossa Independência. 

Na minha explanação abordei toda a problemática em torno da nossa dolorosa independência nacional, refutando a versão veiculada pelo PAIGC ao longo dos anos para legitimar a equivocada opção armada escolhida, tal como tenho reiteradamente defendido aqui: (1)(2)(3)(4), bem como apresentado concomitantemente alternativas político-governativas exequíveis com vista a dinamizar o nosso país rumo ao desenvolvimento sustentável. Reiterei ainda a convicção da necessidade de alterarmos, com carácter de urgência, o nosso modelo semi-presidencial para presidencial com vista a obter o desejado “pacto de regime” (LER). Percorrendo este importantíssimo caminho há, sem dúvida, condições propícias para lançarmos grandes opções político-governativas e consequentemente libertar definitivamente o nosso país da miséria gritante a que foi votado desde a sua auto-determinação. Neste ponto, não me distanciei da tese que outrora defendi há cinco anos “Em Defesa do Futuro da Guiné-Bissau” (LER)

Foi, de facto, um debate intenso, profícuo e bastante esclarecedor. Resta-me, para efeitos de registo, agradecer à Associação de Estudantes Guineenses no Instituto Politécnico de Beja por esta excelente iniciativa cívica e pelo convite que me endereçaram; também ao Professor Doutor Emílio Kafft Kosta pela edificante companhia e boleia no regresso a Lisboa. 

Um Dia, Uma Fotografia


Eu e o meu queridíssimo sobrinho Reginaldo Sá Vieira (“Regi”) na histórica cidade de Múnster, Alemanha, num dos emblemáticos lugares onde foi assinado o afamado “Tratado de Vestefália” que pôs termo à ferrenha guerra dos trinta anos na Europa. Tive a grata oportunidade de explicar cuidadosamente ao meu sobrinho as implicações políticas que isto teve na coesão, pacificação e afirmação do Velho Continente nos anos subsequentes. 

A Importância da Independência na Identidade do Povo Guineense


Estive praticamente o dia todo na Casa do Senhor a louvar e bendizer o Seu Santo Nome. Já esta tarde fui incumbido, pela Igreja Evangélica Guineense em Benfica, de ministrar a Palavra de DEUS e integrar concomitantemente o painel do debate submetido ao tema "A Importância da Independência na Identidade do Povo Guineense", tal como aconteceu nos dois últimos anos. Foi, de facto, um tempo agradável de comunhão, partilha e edificação, sem prejuízo do salutar contraditório entre os vários intervenientes sobre o método empregado na conquista da nossa autodeterminação. 

Reiteramos, durante o período da "tertúlia", a convicção que temos vindo a defender ao longo dos últimos anos sobre este sensível e controverso assunto entre os guineenses. 

A Colonização Europeia e a sua Repercussão na Vida dos Africanos


Este será o tema objecto da minha intervenção, como um dos oradores, logo mais a tarde, na conferência sobre África organizada pelos meus estimados irmãos da comunidade Evangélica de Benfica, em Lisboa, para assinalar o mês de África. E também fui incumbido, ainda no mesmo evento, de ministrar a Palavra de DEUS. 

Na minha abordagem procurarei evidenciar as indeléveis cicatrizes da colonização europeia no interior de África, bem como os impactos nefastos que tiveram na complexa identidade do homem negro. No ano trasacto, a propósito da celebração da semelhante efeméride, escrevi um dos mais críticos artigos de opinião sobre África, que intitulei "A Herança da Ilegalidade", onde fiz um diagnóstico bem apurado da realidade –  desde o jugo opressor até aos dias coevos da auto-determinação, denunciando intrepidamente a indecorosa desorientação política que se vive ainda no nosso famigerado Continente (LER)

Espero, da mesma sorte, que tudo corra bem, tal como no ano passado em que fui também orador e simultaneamente mensageiro da Palavra de DEUS. 

Guiné-Bissau e o Mar


É já amanhã, sábado, que o “Estado da Nação Guineense” realiza a sua magna conferência sobre o diferendo que opôs Guiné-Bissau e República do Panamá, conhecido como o caso “Virgínia G” (LER). Teremos um painel de luxo, que vai debruçar sobre o referido contencioso, bem como destacar outros aspectos relevantes da riqueza do Mar Guineense (VER).

A economia da Guiné-Bissau é fortemente dependente da agricultura e da pesca, o que torna bastante pertinente esta conferência, no sentido de procurar, acima de tudo, despertar as consciências dos nossos governantes sobre a importância que o Mar representa para o desenvolvimento sustentável do nosso País. Recentemente, o Governo Guineense manifestou a vontade de formalizar um pedido à Assembleia Geral das Nações Unidas para a extensão da sua Plataforma Continental (LER e também AQUI). Segundo as Convenções Internacionais, o mar territorial estende-se até às 12 milhas (22 quilómetros), em que o Estado possui jurisdição absoluta, seguindo-se a Zona Económica Exclusiva (ZEE), que se prolonga até às 200 milhas (370 quilómetros) e, por fim, a Plataforma Continental, até às 350 milhas (até aos 650 quilómetros). Todas estas questões vão ser objectos de rigoroso escrutínio dos ilustres oradores, e, sobretudo, as implicações práticas que isto terá na economia da Guiné-Bissau. 

Por isso, apelamos aos amigos, aos colegas, aos conhecidos, principalmente aos patrícios Guineense, a participarem nesta grande conferência, que terá lugar no Auditório Armando Emílio Gebuza, na Universidade Lusófona de Lisboa, a partir das 10:h00, com vista a uma contribuição profunda e esclarecida sobre as potencialidades do nosso Mar. Contamos mesmo com a sua preciosa presença. Obrigado. 

Quero ainda, em meu nome e do “Estado da Nação Guineense”, agradecer de forma penhorada a Embaixada da Guiné-Bissau em Portugal, na pessoa do seu Encarregado de Negócios, o Dr. Mbala Alfredo Fernandes, por toda a disponibilidade demonstrada para connosco, apoiando-nos praticamente em todos os nossos eventos. E também agradecer a Prof. Doutora Teresa Rosário Damásio, Directora de Relações Internacionais da Universidade Lusófona de Lisboa, pela cedência do espaço para a realização da conferência. E, por fim, agradecer a Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa pelo incondicional apoio que nos tem prestado até a data presente. A todos, o nosso sincero agradecimento. 

Importa ainda salientar, que o “Estado da Nação Guineense” é um projecto patriótico que tem como finalidade trazer à diáspora os vários aspectos da vida sociopolítica da Guiné-Bissau. Somos totalmente independentes e apartidários, constituído por um grupo de 6 jovens com mundividências diferentes, apenas comprometidos e empenhados com o progresso da Guiné-Bissau.

Teenstreet


Desde o dia 01 do corrente mês que estou em Münster, Alemanha, a participar na Conferência Internacional do Teenstreet organizado pela OM. A semelhança dos anos anteriores, estou a colaborar como Coach. O evento conta com participação de aproximadamente  4500 pessoas provenientes de diferentes partes do mundo, a maioria delas os adolescentes. A delegação portuguesa – que na qual faço parte – é composta por 96 elementos. Está a ser uma formidável experiência a todos os níveis. DEUS é mesmo bom!