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Um Dia, Uma Aniversariante

A nossa Dama de Ferro, Sali Mané, completa hoje mais um ano de vida (LER). A Sali é uma mulher bem-educada, forte, trabalhadora, determinada e com os “pés bem assentes na terra”. Vive em função da sua família e é, acima de tudo, uma verdadeira mulher de família. É uma pessoa convicta dos seus ideais, desprovida de ambições ilusórias, autêntica nas relações e completamente dedicada àqueles que a rodeiam no seu círculo social mais próximo. 

A Sali Mané pensa de forma altruísta em si, na sua família e nos outros. Está sempre predisposta a ajudar quem necessita. É uma mulher humilde, generosa e profundamente comprometida com causas humanas e sociais. Por tudo isto, ela é – e será sempre – a nossa “Dama de Ferro”. 

Num dia como o de hoje, em que celebra mais uma primavera da vida, não poderia deixar de me associar a ela nesta ocasião especial para festejarmos juntos o seu aniversário. Por isso, estimada amiga Sali Mané, desejo-te as maiores e melhores realizações em todos os níveis da tua vida. Que sejas sempre abençoada, bem-sucedida e feliz no teu percurso de vida, juntamente com toda a tua amada família e amigos. 

Muitos parabéns e feliz aniversário. Todas as felicidades do tempo e da eternidade. 

A Morte de Um Justo

Tomei conhecimento ontem, com muita tristeza no coração, do desaparecimento físico do meu estimado irmão em Cristo, o Pastor José Seleiro Gonçalves. Era um homem devotado e profundamente comprometido com as nobres causas do Reino de DEUS. Procurou servir fielmente o Senhor Jesus Cristo, da melhor forma possível, durante a sua peregrinação neste mundo. Sentia muito orgulho em ser pastor e em ser chamado pastor. 

O Pastor Seleiro Gonçalves amava genuinamente as pessoas e gostava, com humildade, de servir. Relacionava-se com qualquer pessoa que se cruzasse no seu caminho; não era indiferente a ninguém. Tinha um trato fino e sincero, bem patente no seu demorado aperto de mão e/ou abraço. Era um homem afável e completamente desprovido de preconceitos ou de tiques de superioridade. Dava-se bem com qualquer pessoa, independentemente da sua origem, proveniência, estatuto social ou condição de vida. Era, por assim dizer, amigo de toda a gente. Para além de todas estas qualidades distintivas, manifestas na sua vida, o Pastor Seleiro era também um homem de serviço e profundamente comprometido com a Causa do Evangelho do Senhor Jesus Cristo. 

Conheci o Pastor José Seleiro Gonçalves através do meu irmão Evaristo Vieira. Ambos eram amigos e colegas no Seminário Teológico Baptista (STB). Não obstante a assinalável diferença de idade entre ele e o meu irmão, nada o impediu de ser um amigo próximo, primeiro do meu irmão e, posteriormente, meu. O meu irmão chamava-lhe carinhosamente “the president of America”, alcunha que ele aceitava de bom grado. 

O Pastor José Seleiro Gonçalves era meu amigo e também amigo da minha família. Era, da mesma forma, amigo de muitos africanos; aliás, não se cansava de vincar constantemente a sua forte ligação a África, através da sua mãe. O Pastor Seleiro esteve depois na Guiné-Bissau e, mais tarde, em Angola, reforçando assim os laços de proximidade com o nosso continente. Sentia os problemas e as dores de África como se fossem seus. Tal como a sua mãe estendia a mão para ajudar os necessitados e os pobres em geral, sem fazer acepção de pessoas, o Pastor Seleiro herdou essas características humano-sociais. Ajudou muitas pessoas, inclusive a mim, sem fazer alarido dessas benfeitorias. 

O Pastor José Seleiro Gonçalves era um homem bom e humilde. Amava a DEUS acima de todas as coisas e demonstrava, pelas suas obras, que era um fiel discípulo do Senhor Jesus Cristo. Deixava-se usar pelo Espírito Santo. Era pastor de ovelhas e, simultaneamente, um fervoroso missionário. Tinha uma noção clara do seu propósito de vida nesta terra, que era glorificar o Senhor Jesus Cristo através do seu testemunho de vida. 

Por isso, estou profundamente triste com o seu desaparecimento físico, não obstante saber que foi promovido à glória. O Pastor José Seleiro Gonçalves, servo bom e fiel, foi chamado à Casa do nosso Pai Celestial. “Bem-aventurados”, dizem as Sagradas Escrituras, “os mortos que, desde agora, morrem no Senhor. Sim, diz o Espírito, para que descansem dos seus trabalhos, pois as suas obras os acompanham” (Ap 14:13). Que as piedosas obras do Pastor José Seleiro Gonçalves o acompanhem na eternidade, entrando com elas no gozo do nosso Salvador Jesus Cristo (Mt 25:21). Que assim seja. 

Um Dia, Um Aniversariante

Eu e o meu grandíssimo amigo e irmão Dénis da Graça Andrade. Amigo e irmão de todas as horas, momentos, circunstâncias e ocasiões. Uma autêntica amizade recheada de apoio, partilha e cumplicidade mútua. Depois da primeira selfie que protagonizámos em pleno mar mediterrâneo, na região da Galileia, concretamente na cidade de Ptelemais da Fenícia/Acre, Israel, voltamos novamente a ensaiar esta nova e descontraída selfie já em Lisboa. 

O Dénis é um jovem inteligente, formado, equilibrado, culto, religioso e altamente bem-educado. Vive, a par de todas essas virtudes humano-sociais, uma espiritualidade vincada e esclarecida à luz da Palavra de DEUS. Foi com o Dénis, juntamente com a nossa irmã Carla, que nos lançámos num estudo minucioso e aprofundado das Escrituras Sagradas – quando ainda morávamos todos juntos como bolseiros na residência Universitária Egas Moniz, propriedade da Universidade de Lisboa, situada no Saldanha, em Lisboa. O estudo bíblico incidia em dois capítulos a cada duas sessões semanais que escrupulosamente mantínhamos de forma inadiável, correspondendo um capítulo a cada sessão em termos rotativos. Ou seja, cada um ia ministrando o estudo e havia sempre tempo para debates, contraditório e no final orávamos todos juntos. Começámos com o Evangelho segundo Mateus até 2 Tessalonicenses. Foi um tempo de comunhão, partilha, edificação e de grande crescimento no conhecimento da Palavra de DEUS. 

Foi ainda com o Dénis da Graça Andrade e o Hugo Silva que viajámos juntos para o Médio Oriente, concretamente Israel e Cisjordânia, bem como posteriormente para a Grécia, Bulgária e Espanha. Sempre, desde que nos conhecemos, fomos próximos um do outro. Vivemos experiências profundamente marcantes e inesquecíveis nos mais variados domínios que não são oportunas evidenciá-las todas aqui. Por isso, o Dénis convidou-me para ser o seu padrinho de casamento com a nossa irmã e Engenheira Odelma D'alva Teixeira Andrade. Um convite que muito me honrou e que penhoradamente lhe agradeço. 

Sem entrar mais em prolegómenos, o grande Dénis da Graça Andrade faz anos hoje (fará também amanhã seis anos de casamento com a nossa estimada irmã Odelma e esta, por sua, estará também a fazer anos nesse dia). O Dénis completa mais uma primavera na sua vida, graças a DEUS. Mais um dia de comemoração e de jubilo. Mais um dia de gratidão a DEUS pelo dom inefável da vida que ELE vai concedendo diariamente ao meu amigo e irmão em Cristo, tendo fé que tal estender-se-á ainda por longos e bons anos. 

Desejo-te, caro amigo e irmão Dénis da Graça Andrade, do fundo do meu coração, muitos parabéns e feliz aniversário. Votos de maiores bênçãos e realizações a todos os níveis da tua vida. Desejo-te, igualmente, felicidades nas tuas legítimas opções diárias e percurso terreno, consubstanciando em felicidades familiares, felicidades espirituais, felicidades relacionais e felicidades laborais. Que a graça, a bondade, o amor e a protecção do nosso Todo-Poderoso DEUS te sigam sempre ao longo da tua peregrinação aqui na terra, concedendo-te vida em abundância e saúde de qualidade. Desejo-te, por fim, muitas felicidades na tua vida. Todas as felicidades do tempo e da eternidade. 

Já Não Temos Mais o Hugo Connosco


O meu grandíssimo amigo e irmão em Cristo Hugo Alexandre Pereira Mendes morreu no passado dia 28 de Dezembro (LER). Morreu de forma súbita contra qualquer tipo de previsão clínica ou sinal convergente nesse sentido. Morreu para grande tristeza nossa que gostávamos imenso dele. O Hugo não resistiu à surpreendente e maldita doença que lhe ceifou a vida. Ele estava praticamente bem, na medida do possível, aos nossos olhos, e de repente morreu. Morreu de forma inesperada e apressada, deixando-nos completamente consternados com a sua prematura morte. Foi tudo surpreendente, rápido, inacreditável e definitivo. Não há mais outra volta a dar: o grande Hugo Mendes realmente morreu. 

O Hugo foi primeiramente amigo do meu irmão mais velho, o Evaristo Vieira. Ouvia falar tanto do Hugo em Bissau, através do Evaristo, sem conhecê-lo pessoalmente. Depois, com a minha vinda para Lisboa, acabou por ser também meu amigo e amigo dos meus amigos mais próximos. Fazia parte do meu círculo restrito de amizade e dos mais destacados amigos que tinha. O Hugo era mais do que um amigo. Era, sim, um verdadeiro irmão em Cristo. O Hugo foi grande amigo do Evaristo. Também foi meu grandíssimo amigo. Mais, o Hugo não ficou somente nestas dimensões. O Hugo foi também amigo dos meus irmãos, da minha família e da parcela dos meus bons e restritos amigos. Foi o Hugo que acompanhou o Evaristo para me buscar ao aeroporto, aquando da minha vinda para Lisboa estudar, bem como posteriormente as minhas cunhadas e os meus sobrinhos. 

O Hugo foi bastante importante e determinante na minha integração na Igreja Evangélica Baptista da Amadora (não só a mim como também alguns estrangeiros que se filiaram na nossa igreja). Estava sempre comigo para tudo o que é lado: nos convívios, nos aniversários, na minha casa, nos almoços ou a jantar fora. Quando eu estava doente, nos casos que inspirava cuidados redobrados, em que não conseguia deslocar-me sozinho, era sempre o Hugo que me acompanhava para o hospital. Se precisasse de dinheiro emprestado era sempre ao Hugo que pedia emprestado e dava-me sempre sem reclamar ou cobrar. O Hugo era uma pessoa de confiança em quem eu inteiramente confiava. Falávamos sobre as várias coisas. Era um irmão presente – tanto nos maus como nos bons momentos. Estava sempre disponível para ajudar quem fosse. Não tinha qualquer tipo de tiques de preconceito, arrogância, polémica ou vaidade do mundo. Era uma pessoa bastante humilde, prestativa, agregadora, apaziguadora, altruísta, solidária e amorosa. Dava-se bem com tudo e todos à sua volta. Fazia ponte entre as pessoas, sobretudo de sensibilidades diferentes. O Hugo era simultaneamente amigo dos portugueses, dos africanos, dos brasileiros e de todos aqueles que cruzavam o seu caminho. Não fazia acepções de pessoas e, muito menos, contribuía para discriminar ou desqualificar quem fosse. Tratava todo o mundo por igual e com amor Cristão, que a Palavra de DEUS nos insta a fazer, independentemente da condição da pessoa em questão ou do seu merecimento. 

O Hugo Mendes, a par de todas estas qualidades e virtudes, era também uma pessoa de bastante fé e inteiramente comprometido com a Causa do Evangelho do Senhor Jesus Cristo. Tinha um conceito bem apurado de Missões e Evangelização. Tanto que, por esta razão, esteve algum tempo na cidade de Chaves a fazer Missões a tempo integral, encarnando assim na íntegra o pepel do "Missionário Itinerante". Depois continuou a servir como professor da Escola Bíblica Dominical (EBD), na nossa igreja, ao longo de mais de duas décadas. Foi, em tempos, um dos líderes da Juventude da nossa Igreja. Actualmente, era professor da Escola Bíblica Dominical (EBD) e membro da Comissão de Exame de Contas. Nunca recusou servir. Correspondia sempre com o pedido para fazer parte dos ministérios da Igreja, não obstante ter motivos suficientes para não assumir nenhumas responsabilidades na Igreja. O Hugo era realmente uma pessoa de fé incrível e devotada a DEUS, insisto. Viveu a fé no Senhor Jesus Cristo até ao fim da sua brevíssima vida. Estava sempre presente na Igreja e permanentemente ligado à Igreja. Não faltava à Escola Bíblica Dominical e aos cultos em geral. O seu testemunho foi crucial na conversão do seu irmão Bruno Mendes e, posteriormente, dos seus pais – irmão Florêncio Mendes e a irmã Joana Mendes. 

O Hugo sempre foi orgulhosamente da nossa Igreja, a Evangélica Baptista da Amadora. Quando comecei a congregar também na referida Igreja, o Hugo já servia diligentemente ao Senhor Jesus Cristo. Serviu sem pausas ou intervalos. Serviu sem questionamentos ou lamúrias. Serviu de forma intensa e abnegada. Serviu ininterruptamente até ao fim da sua vida. Esteve connosco no último culto dominical, e também no culto de Natal das 11 horas, antes de morrer. Nas conversas que mantivemos, no fim da Escola Bíblica Dominical (EBD) e do culto, tal como era sempre costume, convidou-me para ir passar o Natal com eles. Contou-me que ele e a família iriam passar a consoada em Campo de Ourique, em Lisboa, no entanto, no dia 25, estariam em casa e podia estar perfeitamente com eles na celebração. Disse-lhe que, por outras razões, não me seria conveniente, agradecendo-lhe na mesma pelo honroso convite. 

Já no culto do dia de Natal perguntei-lhe como é que tinha corrido a ceia do dia anterior, brincando com ele se “esteve ou não à altura do grande desafio” da noite, isto é, se comeu muito ou não. Disse-me que não comeu assim grande coisa. E achei estranho o facto de ele não comer tanto, ainda por cima no Natal, uma vez que o Hugo gostava de comer bem. No dia anterior tinha-me confessado que estava a ter agora algumas precauções nas coisas que comia – por causa de recomendação médica, etc. Concordei com ele e encorajei-o ainda a adoptar mesmo uma postura de austeridade com a alimentação, evitando alimentos que não são benéficos à saúde. E ele, por sua vez, como sempre, concordou plenamente comigo neste sentido. Perguntei-lhe ainda a que horas saíram de Campo de Ourique para casa. Respondeu-me que só chegaram a casa por voltas das 6 e tal da manhã. Às 11h00, ele e os pais, já estavam novamente na Igreja para assistirem ao culto natalício. Dei-lhe os parabéns pelo facto de praticamente fazerem “directa” para estarem presentes no culto do dia de Natal que, por vicissitudes várias e supervenientes, muitos Cristãos não dão a devida importância. Convergimos no mesmo parecer sobre a importância cimeira do culto no dia 25 de Dezembro e falámos ainda sobre as demais coisas e, desta forma, despedimo-nos um do outro com votos de um feliz Natal – na certeza de que nos encontraríamos nos próximos dias que se avizinhavam. Mal sabíamos que era o nosso último encontro. Trocámos ainda mensagem pelo whatsapp na quarta-feira e na quinta-feira de manhã recebi a inesperada mensagem de que o Hugo morreu. É isso mesmo: o Hugo realmente morreu contra todas as previsões e expectativas. Já não está mais connosco no mundo dos vivos. Não está e jamais estará connosco neste sofrido e pecaminoso mundo, mas estará sempre nos nossos corações e lembrá-lo-emos pela sua maravilhosa passagem nesta vida. Cedo ou tarde, encontrá-lo-emos no céu e juntos estaremos a adorar o nosso Altíssimo DEUS, o dono da vida, para toda a eternidade. Amém. 

O Hugo morreu a servir ao nosso Todo-poderoso DEUS. Morreu estando sempre na Casa do Senhor e, concomitantemente, a servir. Sentia-se bem em estar na Igreja. A Igreja era tudo para ele. É na Igreja que o Hugo mais se movimentava desde quando abraçou a fé Cristã. A morte prematura do Hugo vem nos lembrar, mais uma vez, que a vida é precária, limitada e passageira. Passa tão rápido que nos ultrapassa. Hoje estamos aqui e amanhã já não estamos. Por isso, devemos investir naquilo que realmente importa. Investir os nossos dons e talentos na Causa do Reino de DEUS. Investir nas pessoas através dos valores do humanismo e humanidade. Investir na vida do compromisso, entrega, serviço, santidade e santificação. Investir, acima de tudo, no nosso relacionamento com o Senhor Jesus Cristo, a Sua amada Igreja e com o próximo à nossa volta. O nosso estimado amigo e irmão Hugo Mendes correspondeu a estas expectativas espirituais durante a sua curta peregrinação aqui na Terra, dando o testemunho poderoso do Senhor Jesus Cristo na sua vida. Apesar de, cada vez mais, se acentuarem as suas limitações físicas e debilidades a nível de saúde, o Hugo nunca se resignou a prosseguir em frente com fé e alegria no coração. Não andava murmurado, carrancudo, mal-humorado, revoltado com a sua condição e, tão pouco, questionava DEUS pelas provações que estava a enfrentar. Sempre estava bem-disposto, humorado, satisfeito, alegre, feliz e grato a DEUS pela vida que vivia. Aceitava de bom grado a vontade de DEUS na sua vida e encarava tudo o que lhe acontecia como um desafio e processo de aperfeiçoamento espiritual. Nas longas conversas que tínhamos inúmeras vezes, vislumbrei nele sempre bastante fé e esperança em DEUS. O Hugo, tal como o Apóstolo Paulo, combateu o bom combate, acabou a carreira, guardou a fé. (2 Tm 4:7), razão pela qual voltou muito cedo para a Casa do Pai, o nosso DEUS, e de todos aqueles que abraça(r)am a fé no Senhor Jesus Cristo como único Salvador das suas vidas. O Hugo Mendes já ouviu as promovidas palavras de glória ditas pelo nosso Senhor Jesus Cristo: “muito bem, servo bom e fiel; sobre o pouco foste fiel, sobre muito te colocarei; entra no gozo do teu senhor” (Mt 25:21). 

Em suma, temos somente de agradecer profundamente a DEUS pelo facto de dar-nos a grata oportunidade de cruzar o caminho do Hugo Mendes, convivendo com ele e sermos sobremaneira abençoados por ele. Fomos todos abençoados pelo seu belo e rico testemunho de vida. Por isso, temos de agradecer a soberania de DEUS sobre a vida do nosso estimado irmão Hugo Mendes e reafirmar com fé e esperança a salvífica verdade bíblica sobre o quão “preciosa é à vista do Senhor a morte dos seus santos” (Sl 116:15). E assim, desta forma, reconhecer humildemente que “o Senhor o deu, e o Senhor o tomou: bendito seja o nome do Senhor” (Jó 1:21). Amém. 

O Regresso


Dentro de algumas horas, mais precisamente às 20h30 de Portugal, estarei a ser entrevistado pelo Jurista Gervasio Silva Lopes para falar sobre a realidade político-governativa do nosso país, a Guiné-Bissau. Esta entrevista marcará o meu regresso ao debate público guineense – depois de ter estado ininterruptamente quatro anos num silêncio absoluto, sem formular nenhuma opinião pública sobre o curso funesto que a Guiné-Bissau tem enveredado. 

Há tempo de calar e o tempo de falar, dizia sabiamente o rei Salomão (Eclesiastes 3:7). Chegou o momento oportuno para erguer a minha voz para falar aquilo que entendo ser mais conveniente e correcto para dinamizar o meu país.  Vou abordar sobre o novo governo do país e como é que este interagirá com o presidente da república e demais órgãos da soberania nos próximos tempos. Falarei ainda sobre o nosso modelo constitucional e os desafios legislativos que se colocam os deputados agora eleitos, sobretudo a matéria da revisão constitucional, a problemática em torno do contrato dos nossos recursos naturais, a estacionada força da CEDEAO que se encontra no país, as flagrantes e reiteradas violações dos direitos humanos dos cidadãos, a responsabilidade e responsabilização dos titulares dos cargos públicos, etc. 

Assim que for às 20h30 vou partilhar o directo na minha página no facebook. Está, por isso, convidado/a para assistir. Até logo. Obrigado.

Um Dia, Uma Aniversariante


 A minha prezada amiga Sali Mané, conhecida também como “Dama de Ferro”, faz anos hoje. Gosto da Sali e ela também gosta de mim. Admiração que nutrimos um pelo outro é genuína e recíproca. Comungamos praticamente das mesmas ideias e mundividências, não obstante pontuais divergências (in) sanáveis que vamos tendo em determinados assuntos. A Sali é uma mulher autónoma, emancipada, autêntica, inteligente, voluntarista, imprevisível e com uma personalidade fortíssima. É, na generalidade das situações, irredutível nas suas convicções. Dono da sua própria opinião e destino. Tem ainda uma consciência social bem apurada e de “corçon mole” para com o próximo. São características distintivas e peculiares que fazem-na ser inquestionavelmente a “Dama de Ferro”. 

Por isso, sem entrar mais em prolegómenos, cara amiga Sali Mané, desejo-te do fundo do meu coração muitos parabéns e feliz aniversário. Votos de maiores bênçãos e realizações a todos os níveis da tua vida. Desejo-te igualmente felicidades nas tuas opções diárias e percurso terreno, consubstanciando em felicidades familiares, felicidades relacionais e felicidades laborais. Todas as felicidades do tempo e da eternidade. 

Escalada da Famosa Montanha de Ütliberg em Zurique



Há coisas que são imprescindíveis quando um estrangeiro visita qualquer cidade de Suíça. Uma delas é trepar os afamados alpes. Foi exactamente isso que fiz no sábado passado, juntamente com os meus amigos Hugo e a Christina. Logo de manhã tomámos um “robusto” pequeno-almoço e partimos para a aventura, contando a priori com as imensas calorias que íamos perder durante o percurso para escalar a conhecida montanha de Ütliberg da cidade de Zurique.  Foi realmente muito cansativa a caminhada até chegarmos ao topo da montanha. 

Fizemos a trajetória mais complicada e difícil comparativamente às outras opções. Fomos para a direcção de “Zielweg”, isto é, o “Caminho do Destino”, percorrendo um terreno bastante íngreme e cercado praticamente de “mato-cerrado”. Quase desfalecemos no percurso. Com vontade e determinação conseguimos, finalmente, todos juntos, atingir o pico mais elevado da montanha – que é de 800 metros de altitude. E de seguida, fizemos o percurso inverso, e mais fácil, de descida. Foram praticamente três horas de intensa caminhada. Confesso que nunca tinha antes subido, a pé, uma montanha tão elevada como a de Ütliberg. No seu cume dá para vislumbrar toda a bonita cidade de Zurique. Por outras palavras, dá-nos um cenário magnífico de Zurique e além-fronteiras. 

Voltámos para casa, almoçando e fomos novamente andar de barco no famoso lago de Zurique. Uma viagem de sessenta minutos, alternado com mergulhos no meio do lago do romântico casal Hugo e Christina (não entrei na água porque estava a conduzir o barco. Alguém tinha que fazer isso, não é?). Desfrutámos deste descontraído e agradável tempo e depois seguimos novamente de bicicleta para casa. 

Foi, sem qualquer tipo de exagero, um dia bem passado e com grandes aventuras, tal como tinham sido os dias anteriores. DEUS Obrigado pela oportunidade e por tudo. Que assim seja.  

Era Uma Vez em Zurique

Confesso que está a ser bastante proveitosa e gratificante a minha experiência aqui em Zurique, Suíça. Estou a ter uma óptima companhia dos meus amigos Hugo e a mulher Christina. Aprecio imenso a peculiaridade e a dinâmica civilizacional da cidade – tem, a meu ver, similitudes com Amesterdão. As pessoas aparentemente parecem bem-educadas e simpáticas, fazendo fé nos relatos que tenho recebido e apercebido também in loco na minha movimentação pela cidade e interação com pessoas. 

Tenho passado parte significativa da minha estadia aqui a praticar desporto – tanto a jogar futebol como a caminhar e simultaneamente a andar de bicicleta – que é uma prática habitual e recorrente por estas paragens. Tanto que, por esta razão, as pessoas são muito elegantes na sua larga maioria, tendo em conta a salutar cultura de exercício físico que está bem patente e enraizado na mundividência dos suíços. Estivemos, há quatro dias, a jogar bola com os colegas de trabalho da Christina que são médicos psiquiatras aqui em Zurique. Uma partida de géneros, ou seja, de mistura entre homens e mulheres. Consegui, inclusive, neste heterogéneo e disputado jogo, marcar um golo, tal como os meus amigos Hugo e Christina. 

Hoje voltei novamente a jogar com um dos amigos do Hugo que trabalham no crédito bancário suíço. Esta partida, diferentemente da primeira, somente contou com os homens. O mais atípico de tudo foi o horário do jogo, isto é, logo bem cedinho – às 7h:00 da manhã –, obrigando-nos a acordar às seis para assim chegar pontualmente ao horário do jogo. Jogámos até ficarmos cansados e exaustos. Mesmo assim, parte significativa destes jogadores, depois de término da partida, foram ainda trabalhar, evidenciando assim o puritanismo calvinista (disciplina, bem entendido) que é tanto enfatizado neste país helvético de tradição Protestante.   

Um Dia, Um Aniversariante

 


Sou, por natureza, um irenista e simultaneamente eremita (uma aparente contradição, a priori, insanável). Lido bastante bem com a solidão devido ao meu cepticismo com os Homens. Desde a adolescência que evitava grandes “convivências sociais”, refugiando-me na vida contemplativa. É um antídoto necessário para o meu auto-escape e reconciliação. Nunca fui de fazer muitas amizades, apesar de ser extrovertido e ter disponibilidade para falar e ouvir as pessoas. Sempre tive poucos amigos – tanto em Bissau como fora do meu país. Procuro, na medida do possível, ser bastante selectivo e discreto a nível dos relacionamentos que pontualmente vou construindo. Felizmente dos poucos amigos que acumulei ao longo da minha vida são genericamente admiráveis. E o Hugo Silva é um exemplo manifesto disso. Desde a primeira hora que nos conhecemos identificámos logo na maioria das coisas. Diria mesmo que, por coincidência feliz, temos a mesma mundividência, razão pela qual nos damos sempre bem e somos amigos inseparáveis (LER). Partilhamos o mesmo gosto pela Teologia, Cristianismo, História, Direito, Política, Livros e Viagens. Viajamos juntos para Itália, Suíça, Espanha, Israel, Cisjordânia, Grécia, Bulgária, Alemanha, Áustria e Eslováquia, incluindo a grande aventura que fizemos alguns anos atrás no norte de Portugal, percorrendo praticamente todas aquelas circunscrições territoriais. Regozijo com a vitória do Hugo e ele com a minha. Por isso, fiquei bastante contente por o Hugo ter casado há dois anos com a querida Christina Rossi (LER) e de ter recentemente defendido com sucesso a tese do mestrado na prestigiada Faculdade de Direito da Universidade de Zurique. 

Fomos sempre próximos um do outro desde quando nos conhecemos na Faculdade de Direito de Lisboa e da convivência próxima que tivemos na residência Universitária Egas Moniz onde vivíamos. Conheço a família do Hugo e ele, da mesma sorte, conhece uma parcela da minha. E esta boa e bonita amizade merece ser enaltecida e registada. E não há nada melhor do que fazê-la num dia tão especial como o de hoje, a data do aniversário do Hugo Silva. 

Sem entrar mais em prolegómenos, estimado amigo e irmão Hugo Silva, tendo em conta as maravilhosas experiências que já vivemos ao longo dos anos, faço votos que DEUS ricamente te abençoe e te ajude sempre no teu percurso de vida, juntamente com todos os teus entes queridos. Que sejas sempre uma pessoa generosa, bem-sucedida, realizada e feliz em todas as dimensões da vida. Um grande e fraterno abraço. Muitos parabéns e feliz aniversário. Todas as felicidades do tempo e da eternidade. 

Um Dia, Uma Fotografia: Bissau, há 22 anos


Nesta foto está bem ilustrado por que razão vou encarnando pontualmente a “veia proustiana” (LER), sendo arrebatado pela nostalgia do regresso (LER). A foto em questão remete-nos indubitavelmente para um autêntico “espírito do tempo” na minha terra natal, Bissau. Tinha catorze anos de idade, cercado com os meus eternos e inesquecíveis amigos de infância. 

O Racismo, Por Robert de Barros Neves



Partilho aqui, mais uma vez, este sucinto vídeo sobre a problemática do Racismo na óptica do nosso ilustre Robert de Barros Neves (LER). Vale a pena verem. Recomendo. Tenham um bom proveito na auscultação. Obrigado. 

Um Dia, Um Aniversariante


O grande Robert de Barros Neves faz anos hoje (LER). Amigo de todas as horas, momentos e circunstâncias. Uma autêntica amizade repleta de partilha e cumplicidade mútua. 

Muitos parabéns e feliz aniversário, caro amigo Robert de Barros Neves. Votos de maiores e melhores bênçãos a todos os níveis da vida. Todas as felicidades do tempo e da eternidade. 

Um Dia, Uma Fotografia


Os meus estimados amigos. Na foto por ordem crescente: Yana, Gerson (LER)  e o Robert  (ALI) e (AQUI)


Amizade é uma característica riquíssima nos seus vários sentidos etimológicos, especialmente nos desafiantes dias que correm. É uma das nobres e maiores afeições naturais que o ser humano dispõe no seu relacionamento para com o próximo. Encarná-la autenticamente é reflectir, em última instância, a natureza Divina no nosso substrato identitário. Não se pode manifestar amizade sem previamente ter amigos. Os dois termos são concomitantemente intrínsecos e indissociáveis, visando o bem-estar do próximo. 

Por isso, ciente desta grande verdade antropológica, o Rei Salomão vai ao ponto de colocar no mesmo nível a genuína amizade com a fraternidade, considerando que “há amigos mais íntimos do que os irmãos” (Provérbios 18:24). A menina Yana, o Robert e o Gerson são autênticos exemplos de uma boa amizade, que tenho granjeado ao longo dos anos, felizmente. 

Um Dia, Uma Fotografia


Estive ontem no Hotel VIP Executive Art's em Lisboa num jantar palestra conjunta do Rotary Club Lisboa Parque das Nações com o Instituto para a Promoção da América Latina e Caraíbas (IPDAL), subordinado ao tema “Portugal: Uma Plataforma Para a Globalização”, no âmbito dos 500 anos da viagem de circum-navegação de Fernão de Magalhães, tendo como oradores o Presidente do IPDAL, o Deputado Paulo Neves e o Embaixador do Chile em Portugal. 

Ocasião serviu também para projectar, juntamente com a direcção da Rotary Club Lisboa Parque das Nações, uma mega organização deste ano do dia de África que se celebra já no próximo mês de Maio (LER). Tencionamos, com este evento cultural, convocar vários dirigentes africanos para debatermos os reais problemas que afectam o nosso Continente

Conversa com a “Dama de Ferro” Sali Mané Semedo Sobre a Condição Social das Mulheres Guineenses


Partilho aqui convosco, mais uma vez, uma brevíssima entrevista que tive ontem a noite com a nossa “Dama de Ferro” Sali Mané Semedo sobre a realidade da mulher guineense (LER). Abordamos, nesta subsumida conversa, o significado da marca “Dama de Ferro”, a gala que a mesma vai promover já no próximo dia catorze do mês em curso num dos hotéis de Bissau – onde serão homenageadas algumas distintas mulheres da nossa praça pública nas mais diversas áreas sociais –, bem coma a situação político-governativa que se vive na Guiné-Bissau e os desafios presentes que se colocam ainda hoje a Mulher Guineense. 

Vale a pena mesmo ver a entrevista em questão. Tenha um bom proveito. Obrigado.

Um Dia, Uma Aniversariante


(A princesinha Nataniela da Silva Na Debé com os pais). 


A nossa princesinha Nataniela da Silva Na Debe faz anos hoje. Mais uma primavera na vida. Mais um dia de comemoração. Mais um dia de jubilo e alegria. Mais um dia de gratidão a DEUS pela vida desta dócil criatura. A menina Natanaela é a filha do meu grandíssimo amigo e Processualista Kabi Na Debe com Anabela da Silva (LER)

Faço votos, para a nossa linda princesinha, que possa continuar a crescer todos os dias em sabedoria, estatura e graça diante de Deus e dos Homens (Lucas 2:52). Muitos parabéns e feliz aniversário hoje e sempre! 

O Valor Sagrado do Casamento


O meu grandíssimo amigo e irmão Dénis Andrade casou oficialmente pelo Civil e pela Igreja na semana passada com a agora mulher Odelma Andrade. Amigo e irmão de todas as horas, momentos e circunstâncias. Uma autêntica amizade recheada de significativa partilha e cumplicidade mútua (LER). O Dénis é um jovem inteligente, formado, equilibrado, culto, religioso e altamente bem-educado. Vive, a par de todas essas virtudes humano-sociais, uma espiritualidade vincada e esclarecida à luz da Palavra de DEUS. Foi com o Dénis, juntamente com a nossa irmã Carla, que nos lançámos num estudo aprofundado e minucioso das Escrituras Sagradas quando ainda morávamos na residência Universitária de Egas Moniz, em Lisboa. Eram dois capítulos a cada duas sessões semanais que escrupulosamente mantínhamos, correspondendo um capítulo a cada sessão em termos rotativos, ou seja, cada um ia ministrando o estudo e havia sempre tempo para debates e contraditório. Começámos com o Evangelho segundo Mateus até 2 Tessalonicenses. Foi um tempo de comunhão, partilha, edificação e crescimento no conhecimento da Palavra de DEUS. Foi ainda com o Dénis e o Hugo Silva que viajámos juntos para o Médio Oriente, concretamente Israel e Cisjordânia (LER), bem como posteriormente para a Grécia, Bulgária e Espanha (LER). Sempre, desde que nos conhecemos, fomos próximos um do outro. Vivemos experiências profundas e marcantes nos mais variados domínios que não são oportunos aqui evidenciar. 

Por isso, o Dénis convidou-me para ser o seu padrinho de casamento. Um convite que muito me honrou e que penhoradamente lhe agradeço. Também fico contentíssimo que o meu amigo e irmão Dénis tenha encontrado o verdadeiro amor da sua vida, a nossa querida Engenheira Odelma D'alva Teixeira Andrade, que lhe fará feliz e vice-versa. Ambos, julgo eu, tal como se costuma dizer, foram feitos um para o outro. Acredito, da mesma sorte, que os dois vão estar à altura de honrar o solene compromisso que publicamente fizeram diante de DEUS e dos Homens, sobretudo traduzindo na prática os Direitos e Deveres conjugais no seu lar, pois o amor “tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. O amor nunca falha” (LER), escrevia peremptoriamente o Apóstolo Paulo para lembrar os Cristãos (1 Coríntios 13:7-8)

Espero que a promessa bíblica do Salmo 128:1-6  seja uma realidade viva e permanente no vosso matrimónio (LER), prezados irmãos em Cristo, para nossa alegria e satisfação. Eternas felicidades na graça e paz do nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. Que assim seja. 

Um Dia, Um Aniversariante


O Pastor Marcos Mendes Ferraz faz anos hoje. Foi meu Professor no Seminário Teológico Baptista (STB) e na Escola Bíblica Dominical da nossa Igreja, a Evangélica Baptista da Amadora (IEBA). É actualmente meu Pastor na referida congregação (LER)

Muitos parabéns e feliz aniversário, estimado Pastor Marcos Mendes Ferraz. Votos de ricas e poderosas bênçãos terreno-celestiais na Graça e Paz do nosso Salvador Jesus Cristo. Todas as felicidades do tempo e da eternidade. 

Um Dia, Um Aniversariante


Não podia deixar terminar o dia sem, no entanto, reiterar publicamente aqui os meus votos de parabéns ao nosso grande Gastrónomo Rogério Bastos (ALI) e  (AQUI). Que o Todo-poderoso DEUS, estimado amigo e irmão na fé, te abençoe do ponto de vista espiritual, familiar, relacional, profissional, social e tudo quanto fazes. Muitas felicidades com a promessa Divina do Salmo 91:1-16!