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A Morte do Papa Bento XVI e o Seu Legado Religioso


Partilho aqui o vídeo que gravei hoje no final da tarde sobre “A Morte do Papa Bento XVI e o Seu Legado Religioso”. Tenha um bom proveito na sua visualização e auscultação. 

O Racismo, Por Robert de Barros Neves



Partilho aqui, mais uma vez, este sucinto vídeo sobre a problemática do Racismo na óptica do nosso ilustre Robert de Barros Neves (LER). Vale a pena verem. Recomendo. Tenham um bom proveito na auscultação. Obrigado. 

Os Perigo nos Relacionamentos


O Homem é um ser genial dotado de excelentes virtudes espirituais, morais, intelectuais, susceptível de realizar extraordinários prodígios em favor da sua espécie. É a ideia, segundo os reputados Teólogos Cristãos, de “Imago Dei” graciosamente imputado nele aquando da sua impoluta criação no jardim do Éden. Apesar destes excelsos atributos intrínsecos ao seu substrato, o Homem também é um ser capaz de praticar as piores barbáries que, muitas das vezes, sobrepujam a lógica da razão em detrimento da Raça Humana. Por isso, depois de um estudo minucioso, os Antropólogos e Psicanalistas modernos concluíram que o Homem é visceralmente paradoxo no seu arbitrário procedimento. 

Partindo do quadro ilustrado, lidar com as pessoas é um exercício árduo que requer bastante cuidado e prudência a todos os níveis. Tanto que, por esta razão, já formulava há séculos Marco Túlio Cícero o brocardo “praestat cautela quam medela”. Por haver vicissitudes comportamentais manifestamente imprevisíveis na conduta do ser humano torna-se imperativo criar prima facie barreiras de precaução, não somente para não prejudicarmos ninguém com os legítimos propósitos que almejamos, mas também para não sermos pisados por meros caprichos dos indivíduos que usam os outros como objecto de prazer para satisfazerem os seus insaciáveis objectivos. 

Nos relacionamentos que vamos acumulando, ao longo da nossa peregrinação terrena, não há margem de dúvida de que nos cruzaremos com um número infindável de pessoas extraordinariamente cordiais, tal como, da mesma sorte, encontraremos pessoas desprovidas de Princípios e Valores ético-morais; pessoas, inclusive, que fazem parte do nosso círculo restrito de amizade e que às vezes nem damos conta que são autênticas hipócritas, insensíveis, pretensiosas, individualistas, gananciosas, interesseiras, materialistas, desonestas, mentirosas, caluniadoras, intriguistas, traidoras, invejosas, mal-agradecidas, desumanas e tantos outros adjectivos pejorativos que se lhes podem aplicar na perfeição. 

É justamente por tudo isto que “o mundo é um lugar perigoso de se viver”, encerrava Albert Einstein na sua construção dogmática sobre a conduta do ser humano. E o Filosofo inglês Thomas Hobbes, na sua afamada obra “Leviatã”, vai mesmo ao ponto de considerar que “o homem é o lobo do homem”, tendo em conta as infindáveis injustiças que abafam e abundam este assombreado Universo. De facto, por mais experientes, doutos e precavidos que sejamos jamais conseguiremos aferir na íntegra quem é realmente um verdadeiro amigo. E todo o cuidado é pouco nesta busca incessante do âmago das coisas. Somos praticamente incapazes de prevenir holisticamente as astúcias daqueles que aparentam ser os nossos achegados, mas que não passam de temíveis inimigos... dói esta permanente incerteza de desconhecer o que é, em termos objectivos, cognoscível por todos. Descodificar os profundos enigmas subjacentes ao ser humano. Saber distinguir correctamente “o trigo do joio”. Avistar, com olhos de lince, pessoas boas e pessoas más. 

Por isso, mergulhando no meu cepticismo antropológico e parafraseando o “Jansenista”, rendo-me definitivamente à evidência de que vivemos mesmo num mundo cão! (que expressão tão preconceituosa e anti canídeo, Térsio Vieira, logo os pobres cães que são, na sua esmagadora maioria, exemplares no trato e demonstração de afecto e fidelidade para com o seu dono, não obstante a sua condição amoral para com a sociedade, conseguindo, muitas das vezes, ser os melhores amigos dos seres humanos do que propriamente alguns biltres que infortunadamente entram na nossa vida). 

É este rol de iniquidades que me leva cada vez mais a perder o entusiasmo generalizado, que outrora depositava nas pessoas, e cingir-me unicamente à minha postura Evangélico-Cristã, isto é, estar mais predisposto a dar o melhor de mim, sem esperar nada em troca; de nunca ficar cansado de praticar o bem em todas as circunstâncias da vida, mesmo por aqueles indivíduos ingratos que não merecem a minha preciosa ajuda; de amar sempre de forma genuína e incondicional; de contar, a priori, que o ser humano pode falhar a qualquer momento pelo que não posso depositar inteiramente a confiança nele. Continuar, acima de tudo, um autêntico Cristão na forma de estar e encarar os relacionamentos nas suas várias configurações antropológicas (LER)

Restam, pois, aos puros de coração, os que verão a DEUS, encarnar inabalavelmente as nobres virtudes humanas e marcar com elas positivamente a diferença neste “vale de traições”, com a beleza do seu carácter interior que poderá influenciar decisivamente as mentes empedernidas. 

Os Perigos nos Relacionamentos


O Homem é um ser genial dotado de excelentes virtudes espirituais, morais, intelectuais, susceptível de realizar extraordinários prodígios em favor da sua espécie. É a ideia, segundo os reputados Teólogos Cristãos, de Imago Dei graciosamente imputado nele aquando da sua impoluta criação no jardim do Éden. Apesar destes excelsos atributos intrínsecos ao seu substrato o Homem também é um ser capaz de praticar as piores barbáries que, muitas das vezes, sobrepujam a lógica da razão, em detrimento da Raça Humana. Por isso, depois de um estudo minucioso, os Antropólogos e Psicanalistas modernos concluíram de forma peremptória que o Homem é visceralmente paradoxo no seu arbitrário procedimento. 

Partindo do quadro ilustrado lidar com as pessoas é um exercício árduo que requer bastante cuidado e prudência a todos os níveis. Tanto que, por esta razão, já formulava há séculos Marco Túlio Cícero o brocardo “praestat cautela quam medela”. Por haver vicissitudes comportamentais manifestamente imprevisíveis na conduta do ser humano torna-se imperativo criar prima facie barreiras de precaução, não somente para não prejudicarmos ninguém com os legítimos propósitos que almejamos, mas também para não sermos pisados por meros caprichos dos urubus que usam os outros como objecto de prazer para satisfazerem os seus insaciáveis objectivos de vida. 

Nos relacionamentos que vamos acumulando ao longo da nossa peregrinação terrena não há margem de dúvida de que nos cruzaremos com um número infindável de pessoas extraordinariamente cordiais, tal como, da mesma sorte, encontraremos pessoas desprovidas de Princípios e Valores ético-morais; pessoas, inclusive, que fazem parte do nosso círculo restrito de amizade e que às vezes nem damos conta que são autênticas hipócritas, insensíveis, pretensiosas, individualistas, gananciosas, interesseiras, materialistas, desonestas, mentirosas, caluniadoras, intriguistas, traidoras, invejosas, mal-agradecidas, desumanas e tantos outros adjectivos pejorativos que se lhes podem aplicar na perfeição. 

É justamente por tudo isto que “o mundo é um lugar perigoso de se viver”, encerrava Albert Einstein na sua construção dogmática sobre a conduta do ser humano. E o Filosofo inglês Thomas Hobbes na sua afamada obra Leviatã vai mesmo ao ponto de considerar que “o homem é o lobo do homem”, tendo em conta as infindáveis injustiças que abafam e abundam este tenebroso Universo. De facto, por mais experientes, doutos e precavidos que sejamos jamais conseguiremos aferir na íntegra quem é realmente um verdadeiro amigo. E todo o cuidado é pouco nesta busca incessante do âmago das coisas. Somos praticamente incapazes de prevenir holisticamente as astúcias daqueles que aparentam ser os nossos achegados, mas que não passam de temíveis inimigos... dói esta permanente incerteza de desconhecer o que é, em termos objectivos, cognoscível por todos. Descodificar os profundos enigmas subjacentes ao ser humano. Saber distinguir correctamente “o trigo do joio”. Divisar, com olhos de lince, pessoas boas e pessoas más. 

Por isso, mergulhando no meu cepticismo antropológico, parafraseando o “Jansenista”, rendo-me definitivamente à evidência de que vivemos mesmo num mundo cão! (que expressão tão preconceituosa e anti canídeo, Térsio Vieira, logo os pobres cães que são, na sua esmagadora maioria, exemplares no trato e demonstração de afecto e fidelidade para com o seu dono, não obstante a sua condição amoral para com a sociedade, conseguindo, muitas das vezes, ser os melhores amigos dos seres humanos do que propriamente alguns biltres que infortunadamente entram na nossa vida). 

É este rol de iniquidades que me leva cada vez mais a perder o entusiasmo generalizado que outrora depositava nas pessoas e cingir-me unicamente à minha postura Evangélico-Cristã, isto é, estar mais predisposto a dar o melhor de mim, sem esperar nada em troca; de nunca ficar cansado de praticar o bem em todas as circunstâncias da vida, mesmo por aqueles indivíduos ingratos que não merecem a minha preciosa ajuda; de amar sempre de forma genuína e incondicional; de contar, a priori, que o ser humano pode falhar a qualquer momento pelo que não posso depositar inteiramente a confiança nele. Continuar, acima de tudo, um autêntico Cristão na forma de estar e encarar os relacionamentos nas suas várias configurações antropológicas (LER)

Restam, pois, aos puros de coração, os que verão a DEUS, encarnar inabalavelmente as nobres virtudes humanas e marcar com elas positivamente a diferença neste “Vale de Lágrimas”, com a beleza do seu carácter interior que poderá influenciar decisivamente as mentes empedernidas. 

A Moral Cristã


Numa das fugazes conversas que mantinha recentemente com uma pessoa amiga convergíamos na necessidade de praticarmos sempre o bem, independentemente da gratidão ou ingratidão que poderá advir das nossas boas acções. A oportunidade de amparar o próximo que precisa da nossa oportuna ajuda é sempre um momento singular e privilégio ímpar na vida que excede qualquer tipo de lógica minimalista, contrapartida ou arbitrariedade – por mais absurdo que isto possa parecer no “presente século mau” em que estamos compulsoriamente inseridos, máxime quando pensamos na ingratidão que muitas das vezes recebemos pelo precioso bem que fazemos (sshhhhhhhhh, que ingratidão!). Jamais devemos deixar vencer pelo mal, mas vencer o mal praticando sempre o bem (Romanos 12:21)

A disponibilidade para amar e coadjuvar o nosso semelhante não deve ser determinada em consequência de nenhum benefício a priori, que almejamos obter como moeda de troca pelo favor que realizamos. Nesta matéria o “imperativo categórico” de Kant deve sempre triunfar nas nossas acções: ajudamos as pessoas única e exclusivamente em obediência plena ao supremo princípio do “dever ser”. E ainda o Santo Apóstolo Paulo, inspirado pela Sabedoria Divina, instava os Cristãos de nunca cansarem de fazer o bem (2 Tessalonicenses 3:13; Gálatas 6:9). A benevolência é algo especial e concomitantemente incondicional que não deve estar dependente de qualquer realidade exterior ou precedente para sua eficaz concretização. 

Nós, os Cristãos, os filhos de DEUS, somos todos convocados a perfilhámos plenamente a postura do “bom samaritano” nas nossas interacções diárias para com o próximo (Lucas 10:25-37). Eis, de forma subsumida, a Moral Cristã e verdade que conduz à salvação. Fazes isto e viverás.