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Um Dia, Uma Aniversariante

A nossa estimada irmã Maria José Alexandre celebra hoje mais um aniversário, acrescentando uma nova primavera à sua vida, graças a DEUS. Ninguém fica indiferente ao cruzar-se com a nossa querida irmã Maria José ou ao fazer parte do seu círculo de relações, tendo em conta a sua visão elevada, abrangente e apurada da vivência cristã. 

Marca todos de forma positiva e demonstra amor para com todos os que a rodeiam, sem fazer aceção de pessoas. Encarna, de forma evidente, os grandes princípios e valores da fé cristã no seu quotidiano, servindo de exemplo para os demais (LER)

A estimada irmã Maria José Alexandre é, de facto, uma grande mulher de DEUS. É também uma mulher de família, vivendo sempre em torno dos seus entes queridos. A Igreja e a família constituem pilares estruturantes do seu substrato identitário. Vive servindo incansavelmente a Igreja do Senhor Jesus Cristo, a família e o próximo, com todas as suas forças e inteligência. 

A irmã Maria José Alexandre é uma pessoa piedosa, amorosa, aberta, acessível e profundamente humilde. Possui um perfil pacífico, agregador, altruísta, generoso e desprendido; relaciona-se bem com todos, sem preconceitos nem atitudes de superioridade para com quem quer que seja. 

Guardo comigo, ao longo de muitos anos até à presente data, apenas boas recordações da nossa estimada irmã Maria José. Sempre me tratou com amor e carinho, tal como faz com todos os que cruzam o seu caminho. Acompanhou de perto o meu percurso no Seminário Teológico Baptista (STB) e na Igreja Evangélica Baptista da Amadora, inteirando-se, com genuína preocupação, dos meus desafios de vida e procurando ajudar na medida do possível. Assim procedeu, primeiramente, com o meu irmão Evaristo Vieira e, posteriormente, comigo. 

Todas estas nobres qualidades humano-espirituais que destaco na irmã Maria José Alexandre são igualmente evidentes na vida e no ministério do seu marido, o Pastor Manuel Alexandre Jr., confirmando, assim, a máxima popular: “ao lado de um grande homem há uma grande mulher”. 

Sem me alongar mais, apresento os meus mais sinceros parabéns e votos de feliz aniversário à estimada irmã Maria José Alexandre. Que o nosso Eterno e Todo-Poderoso DEUS continue a abençoá-la rica e poderosamente em todos os aspetos da sua vida, concedendo-lhe vida abundante e saúde, juntamente com toda a sua amada família. Que a graça e a bondade do Senhor Jesus estejam sempre consigo, hoje e para todo o sempre. Que se cumpra sobre a sua vida a bênção: “O Senhor te abençoe e te guarde; o Senhor faça resplandecer o seu rosto sobre ti e tenha misericórdia de ti; o Senhor sobre ti levante o seu rosto e te dê a paz” (Nm 6:24-26). Que assim seja. 

Em suma, estimada irmã Maria José Alexandre, desejo-lhe felicidades espirituais, familiares, ministeriais, relacionais e terrenas, bem como todas as felicidades do tempo e da eternidade. 

A Morte de Um Justo

Tomei conhecimento ontem, com muita tristeza no coração, do desaparecimento físico do meu estimado irmão em Cristo, o Pastor José Seleiro Gonçalves. Era um homem devotado e profundamente comprometido com as nobres causas do Reino de DEUS. Procurou servir fielmente o Senhor Jesus Cristo, da melhor forma possível, durante a sua peregrinação neste mundo. Sentia muito orgulho em ser pastor e em ser chamado pastor. 

O Pastor Seleiro Gonçalves amava genuinamente as pessoas e gostava, com humildade, de servir. Relacionava-se com qualquer pessoa que se cruzasse no seu caminho; não era indiferente a ninguém. Tinha um trato fino e sincero, bem patente no seu demorado aperto de mão e/ou abraço. Era um homem afável e completamente desprovido de preconceitos ou de tiques de superioridade. Dava-se bem com qualquer pessoa, independentemente da sua origem, proveniência, estatuto social ou condição de vida. Era, por assim dizer, amigo de toda a gente. Para além de todas estas qualidades distintivas, manifestas na sua vida, o Pastor Seleiro era também um homem de serviço e profundamente comprometido com a Causa do Evangelho do Senhor Jesus Cristo. 

Conheci o Pastor José Seleiro Gonçalves através do meu irmão Evaristo Vieira. Ambos eram amigos e colegas no Seminário Teológico Baptista (STB). Não obstante a assinalável diferença de idade entre ele e o meu irmão, nada o impediu de ser um amigo próximo, primeiro do meu irmão e, posteriormente, meu. O meu irmão chamava-lhe carinhosamente “the president of America”, alcunha que ele aceitava de bom grado. 

O Pastor José Seleiro Gonçalves era meu amigo e também amigo da minha família. Era, da mesma forma, amigo de muitos africanos; aliás, não se cansava de vincar constantemente a sua forte ligação a África, através da sua mãe. O Pastor Seleiro esteve depois na Guiné-Bissau e, mais tarde, em Angola, reforçando assim os laços de proximidade com o nosso continente. Sentia os problemas e as dores de África como se fossem seus. Tal como a sua mãe estendia a mão para ajudar os necessitados e os pobres em geral, sem fazer acepção de pessoas, o Pastor Seleiro herdou essas características humano-sociais. Ajudou muitas pessoas, inclusive a mim, sem fazer alarido dessas benfeitorias. 

O Pastor José Seleiro Gonçalves era um homem bom e humilde. Amava a DEUS acima de todas as coisas e demonstrava, pelas suas obras, que era um fiel discípulo do Senhor Jesus Cristo. Deixava-se usar pelo Espírito Santo. Era pastor de ovelhas e, simultaneamente, um fervoroso missionário. Tinha uma noção clara do seu propósito de vida nesta terra, que era glorificar o Senhor Jesus Cristo através do seu testemunho de vida. 

Por isso, estou profundamente triste com o seu desaparecimento físico, não obstante saber que foi promovido à glória. O Pastor José Seleiro Gonçalves, servo bom e fiel, foi chamado à Casa do nosso Pai Celestial. “Bem-aventurados”, dizem as Sagradas Escrituras, “os mortos que, desde agora, morrem no Senhor. Sim, diz o Espírito, para que descansem dos seus trabalhos, pois as suas obras os acompanham” (Ap 14:13). Que as piedosas obras do Pastor José Seleiro Gonçalves o acompanhem na eternidade, entrando com elas no gozo do nosso Salvador Jesus Cristo (Mt 25:21). Que assim seja. 

Um Dia, Um Aniversariante

Eu e o meu grandíssimo amigo e irmão Dénis da Graça Andrade. Amigo e irmão de todas as horas, momentos, circunstâncias e ocasiões. Uma autêntica amizade recheada de apoio, partilha e cumplicidade mútua. Depois da primeira selfie que protagonizámos em pleno mar mediterrâneo, na região da Galileia, concretamente na cidade de Ptelemais da Fenícia/Acre, Israel, voltamos novamente a ensaiar esta nova e descontraída selfie já em Lisboa. 

O Dénis é um jovem inteligente, formado, equilibrado, culto, religioso e altamente bem-educado. Vive, a par de todas essas virtudes humano-sociais, uma espiritualidade vincada e esclarecida à luz da Palavra de DEUS. Foi com o Dénis, juntamente com a nossa irmã Carla, que nos lançámos num estudo minucioso e aprofundado das Escrituras Sagradas – quando ainda morávamos todos juntos como bolseiros na residência Universitária Egas Moniz, propriedade da Universidade de Lisboa, situada no Saldanha, em Lisboa. O estudo bíblico incidia em dois capítulos a cada duas sessões semanais que escrupulosamente mantínhamos de forma inadiável, correspondendo um capítulo a cada sessão em termos rotativos. Ou seja, cada um ia ministrando o estudo e havia sempre tempo para debates, contraditório e no final orávamos todos juntos. Começámos com o Evangelho segundo Mateus até 2 Tessalonicenses. Foi um tempo de comunhão, partilha, edificação e de grande crescimento no conhecimento da Palavra de DEUS. 

Foi ainda com o Dénis da Graça Andrade e o Hugo Silva que viajámos juntos para o Médio Oriente, concretamente Israel e Cisjordânia, bem como posteriormente para a Grécia, Bulgária e Espanha. Sempre, desde que nos conhecemos, fomos próximos um do outro. Vivemos experiências profundamente marcantes e inesquecíveis nos mais variados domínios que não são oportunas evidenciá-las todas aqui. Por isso, o Dénis convidou-me para ser o seu padrinho de casamento com a nossa irmã e Engenheira Odelma D'alva Teixeira Andrade. Um convite que muito me honrou e que penhoradamente lhe agradeço. 

Sem entrar mais em prolegómenos, o grande Dénis da Graça Andrade faz anos hoje (fará também amanhã seis anos de casamento com a nossa estimada irmã Odelma e esta, por sua, estará também a fazer anos nesse dia). O Dénis completa mais uma primavera na sua vida, graças a DEUS. Mais um dia de comemoração e de jubilo. Mais um dia de gratidão a DEUS pelo dom inefável da vida que ELE vai concedendo diariamente ao meu amigo e irmão em Cristo, tendo fé que tal estender-se-á ainda por longos e bons anos. 

Desejo-te, caro amigo e irmão Dénis da Graça Andrade, do fundo do meu coração, muitos parabéns e feliz aniversário. Votos de maiores bênçãos e realizações a todos os níveis da tua vida. Desejo-te, igualmente, felicidades nas tuas legítimas opções diárias e percurso terreno, consubstanciando em felicidades familiares, felicidades espirituais, felicidades relacionais e felicidades laborais. Que a graça, a bondade, o amor e a protecção do nosso Todo-Poderoso DEUS te sigam sempre ao longo da tua peregrinação aqui na terra, concedendo-te vida em abundância e saúde de qualidade. Desejo-te, por fim, muitas felicidades na tua vida. Todas as felicidades do tempo e da eternidade. 

Um Dia, Uma Aniversariante

A “Doutora” Gilca Lopes Pereira Bastos faz anos hoje (LER). Completa mais uma primavera na sua vida. Mais um dia de festa para celebrarmos, com gratidão e fé no Senhor Jesus Cristo, o dom inefável da vida que DEUS graciosamente concedeu-lhe. Reconhecemos, de forma grata e humilde, o amor e a bondade de DEUS na vida da nossa estimada irmã Gilca Lopes Pereira Bastos. Esperamos do fundo do nosso coração que ela continue a festejar sempre esta data especial, com vida abundante e saúde de qualidade, rodeada sempre de familiares e amigos. 

Muitos parabéns e feliz aniversário, querida irmã Gilca Lopes Pereira Bastos. Votos de maiores bênçãos terreno-celestiais a todos os níveis da tua vida. Que sejas sempre uma mulher amorosa, bem-sucedida, realizada e feliz no teu percurso de vida. Todas as felicidades do tempo e da eternidade.  

Dia Das Mães Para Uma Mãe Especial

Estamos a celebrar hoje no meio Evangélico-protestante “O Dia das Mães”. Não podia deixar passar esta efeméride sem destacar aqui publicamente as incontáveis bênçãos que a irmã Gilca Lopes Pereira Bastos, a quem chamo carinhosamente de “Doutora” Gilca, tem sido maravilhosamente na minha vida ao longo dos anos (LER). Desde quando cheguei a Lisboa ela, juntamente com toda a sua amada família, acolheu-me de braços abertos e tratou-me como se fosse um filho. A Doutora Gilca esteve e está sempre presente na minha vida, procurando na medida do possível acompanhar-me e auxiliar-me naquilo que for necessário. 

A Doutora Gilca é uma mulher com enormes qualidades morais, sociais e espirituais (LER). Bastante sensível as causas sociais e com um humanismo apuradíssimo. Evidencia esta consciência social na forma peculiar como se relaciona com as pessoas à sua volta. Está mais predisposta para servir o próximo do que para ser servida. A Gilca é manifestamente generosa por natureza e altruísta na forma de encarnar a amizade. Tem uma personalidade prestativa, afável, agregadora e amorosa. Dá mais aos outros do que propriamente aquilo que recebe. Mesmo assim, nunca perdeu este nobre brilho e substrato identitário de servir permanentemente o próximo. Não há ninguém que cruze o seu caminho que rapidamente não fique contagiado com a sua dócil e impactante personalidade.  A Gilca é uma mulher que ama a DEUS, acima de todas as coisas, e vive exclusivamente para honrá-Lo, adorá-Lo e servi-Lo em espírito e em verdade no seu dia-a-dia. Vive uma espiritualidade vincada e é uma mulher altamente comprometida com o Reino de DEUS e com a santidade da vida Cristã. 

A Doutora Gilca Lopes Pereira Bastos é mãe de dois filhos. É uma mãe zelosa que pensa nos seus filhos e também pensa nos filhos dos outros. Tanto que, por esta razão, trata-me como se fosse seu filho. Devo-lhe muitos favores. Favores inumeráveis e imensuráveis.  Favores que estarão sempre presentes e guardados no meu coração. Favores que jamais conseguirei pagar um dia. No entanto, estou inteiramente grato a DEUS pela vida da irmã Gilca e, sobretudo, pelas bênçãos que ela tem sido na minha vida. 

Por isso, rogo ao nosso Bom e Eterno DEUS que possa preservar com vida e saúde a nossa querida Gilca Lopes Pereira Bastos, livrando-lhe de todo o perigo e mal. Que tenha sempre força suficiente para continuar a semear a paz, o amor, o perdão, a bondade e a reconciliação para onde passar, especialmente nos corações empedernidos. E, por fim, “que o Senhor te abençoe e te proteja; que o Senhor te mostre o seu rosto acolhedor e te trate com bondade; que o Senhor olhe para ti e te conceda a paz!” (Números 6:24-26). Amém. Um feliz e abençoado Dia das Mães, Doutora Gilca Lopes Pereira Bastos! 

Já Não Temos Mais o Hugo Connosco


O meu grandíssimo amigo e irmão em Cristo Hugo Alexandre Pereira Mendes morreu no passado dia 28 de Dezembro (LER). Morreu de forma súbita contra qualquer tipo de previsão clínica ou sinal convergente nesse sentido. Morreu para grande tristeza nossa que gostávamos imenso dele. O Hugo não resistiu à surpreendente e maldita doença que lhe ceifou a vida. Ele estava praticamente bem, na medida do possível, aos nossos olhos, e de repente morreu. Morreu de forma inesperada e apressada, deixando-nos completamente consternados com a sua prematura morte. Foi tudo surpreendente, rápido, inacreditável e definitivo. Não há mais outra volta a dar: o grande Hugo Mendes realmente morreu. 

O Hugo foi primeiramente amigo do meu irmão mais velho, o Evaristo Vieira. Ouvia falar tanto do Hugo em Bissau, através do Evaristo, sem conhecê-lo pessoalmente. Depois, com a minha vinda para Lisboa, acabou por ser também meu amigo e amigo dos meus amigos mais próximos. Fazia parte do meu círculo restrito de amizade e dos mais destacados amigos que tinha. O Hugo era mais do que um amigo. Era, sim, um verdadeiro irmão em Cristo. O Hugo foi grande amigo do Evaristo. Também foi meu grandíssimo amigo. Mais, o Hugo não ficou somente nestas dimensões. O Hugo foi também amigo dos meus irmãos, da minha família e da parcela dos meus bons e restritos amigos. Foi o Hugo que acompanhou o Evaristo para me buscar ao aeroporto, aquando da minha vinda para Lisboa estudar, bem como posteriormente as minhas cunhadas e os meus sobrinhos. 

O Hugo foi bastante importante e determinante na minha integração na Igreja Evangélica Baptista da Amadora (não só a mim como também alguns estrangeiros que se filiaram na nossa igreja). Estava sempre comigo para tudo o que é lado: nos convívios, nos aniversários, na minha casa, nos almoços ou a jantar fora. Quando eu estava doente, nos casos que inspirava cuidados redobrados, em que não conseguia deslocar-me sozinho, era sempre o Hugo que me acompanhava para o hospital. Se precisasse de dinheiro emprestado era sempre ao Hugo que pedia emprestado e dava-me sempre sem reclamar ou cobrar. O Hugo era uma pessoa de confiança em quem eu inteiramente confiava. Falávamos sobre as várias coisas. Era um irmão presente – tanto nos maus como nos bons momentos. Estava sempre disponível para ajudar quem fosse. Não tinha qualquer tipo de tiques de preconceito, arrogância, polémica ou vaidade do mundo. Era uma pessoa bastante humilde, prestativa, agregadora, apaziguadora, altruísta, solidária e amorosa. Dava-se bem com tudo e todos à sua volta. Fazia ponte entre as pessoas, sobretudo de sensibilidades diferentes. O Hugo era simultaneamente amigo dos portugueses, dos africanos, dos brasileiros e de todos aqueles que cruzavam o seu caminho. Não fazia acepções de pessoas e, muito menos, contribuía para discriminar ou desqualificar quem fosse. Tratava todo o mundo por igual e com amor Cristão, que a Palavra de DEUS nos insta a fazer, independentemente da condição da pessoa em questão ou do seu merecimento. 

O Hugo Mendes, a par de todas estas qualidades e virtudes, era também uma pessoa de bastante fé e inteiramente comprometido com a Causa do Evangelho do Senhor Jesus Cristo. Tinha um conceito bem apurado de Missões e Evangelização. Tanto que, por esta razão, esteve algum tempo na cidade de Chaves a fazer Missões a tempo integral, encarnando assim na íntegra o pepel do "Missionário Itinerante". Depois continuou a servir como professor da Escola Bíblica Dominical (EBD), na nossa igreja, ao longo de mais de duas décadas. Foi, em tempos, um dos líderes da Juventude da nossa Igreja. Actualmente, era professor da Escola Bíblica Dominical (EBD) e membro da Comissão de Exame de Contas. Nunca recusou servir. Correspondia sempre com o pedido para fazer parte dos ministérios da Igreja, não obstante ter motivos suficientes para não assumir nenhumas responsabilidades na Igreja. O Hugo era realmente uma pessoa de fé incrível e devotada a DEUS, insisto. Viveu a fé no Senhor Jesus Cristo até ao fim da sua brevíssima vida. Estava sempre presente na Igreja e permanentemente ligado à Igreja. Não faltava à Escola Bíblica Dominical e aos cultos em geral. O seu testemunho foi crucial na conversão do seu irmão Bruno Mendes e, posteriormente, dos seus pais – irmão Florêncio Mendes e a irmã Joana Mendes. 

O Hugo sempre foi orgulhosamente da nossa Igreja, a Evangélica Baptista da Amadora. Quando comecei a congregar também na referida Igreja, o Hugo já servia diligentemente ao Senhor Jesus Cristo. Serviu sem pausas ou intervalos. Serviu sem questionamentos ou lamúrias. Serviu de forma intensa e abnegada. Serviu ininterruptamente até ao fim da sua vida. Esteve connosco no último culto dominical, e também no culto de Natal das 11 horas, antes de morrer. Nas conversas que mantivemos, no fim da Escola Bíblica Dominical (EBD) e do culto, tal como era sempre costume, convidou-me para ir passar o Natal com eles. Contou-me que ele e a família iriam passar a consoada em Campo de Ourique, em Lisboa, no entanto, no dia 25, estariam em casa e podia estar perfeitamente com eles na celebração. Disse-lhe que, por outras razões, não me seria conveniente, agradecendo-lhe na mesma pelo honroso convite. 

Já no culto do dia de Natal perguntei-lhe como é que tinha corrido a ceia do dia anterior, brincando com ele se “esteve ou não à altura do grande desafio” da noite, isto é, se comeu muito ou não. Disse-me que não comeu assim grande coisa. E achei estranho o facto de ele não comer tanto, ainda por cima no Natal, uma vez que o Hugo gostava de comer bem. No dia anterior tinha-me confessado que estava a ter agora algumas precauções nas coisas que comia – por causa de recomendação médica, etc. Concordei com ele e encorajei-o ainda a adoptar mesmo uma postura de austeridade com a alimentação, evitando alimentos que não são benéficos à saúde. E ele, por sua vez, como sempre, concordou plenamente comigo neste sentido. Perguntei-lhe ainda a que horas saíram de Campo de Ourique para casa. Respondeu-me que só chegaram a casa por voltas das 6 e tal da manhã. Às 11h00, ele e os pais, já estavam novamente na Igreja para assistirem ao culto natalício. Dei-lhe os parabéns pelo facto de praticamente fazerem “directa” para estarem presentes no culto do dia de Natal que, por vicissitudes várias e supervenientes, muitos Cristãos não dão a devida importância. Convergimos no mesmo parecer sobre a importância cimeira do culto no dia 25 de Dezembro e falámos ainda sobre as demais coisas e, desta forma, despedimo-nos um do outro com votos de um feliz Natal – na certeza de que nos encontraríamos nos próximos dias que se avizinhavam. Mal sabíamos que era o nosso último encontro. Trocámos ainda mensagem pelo whatsapp na quarta-feira e na quinta-feira de manhã recebi a inesperada mensagem de que o Hugo morreu. É isso mesmo: o Hugo realmente morreu contra todas as previsões e expectativas. Já não está mais connosco no mundo dos vivos. Não está e jamais estará connosco neste sofrido e pecaminoso mundo, mas estará sempre nos nossos corações e lembrá-lo-emos pela sua maravilhosa passagem nesta vida. Cedo ou tarde, encontrá-lo-emos no céu e juntos estaremos a adorar o nosso Altíssimo DEUS, o dono da vida, para toda a eternidade. Amém. 

O Hugo morreu a servir ao nosso Todo-poderoso DEUS. Morreu estando sempre na Casa do Senhor e, concomitantemente, a servir. Sentia-se bem em estar na Igreja. A Igreja era tudo para ele. É na Igreja que o Hugo mais se movimentava desde quando abraçou a fé Cristã. A morte prematura do Hugo vem nos lembrar, mais uma vez, que a vida é precária, limitada e passageira. Passa tão rápido que nos ultrapassa. Hoje estamos aqui e amanhã já não estamos. Por isso, devemos investir naquilo que realmente importa. Investir os nossos dons e talentos na Causa do Reino de DEUS. Investir nas pessoas através dos valores do humanismo e humanidade. Investir na vida do compromisso, entrega, serviço, santidade e santificação. Investir, acima de tudo, no nosso relacionamento com o Senhor Jesus Cristo, a Sua amada Igreja e com o próximo à nossa volta. O nosso estimado amigo e irmão Hugo Mendes correspondeu a estas expectativas espirituais durante a sua curta peregrinação aqui na Terra, dando o testemunho poderoso do Senhor Jesus Cristo na sua vida. Apesar de, cada vez mais, se acentuarem as suas limitações físicas e debilidades a nível de saúde, o Hugo nunca se resignou a prosseguir em frente com fé e alegria no coração. Não andava murmurado, carrancudo, mal-humorado, revoltado com a sua condição e, tão pouco, questionava DEUS pelas provações que estava a enfrentar. Sempre estava bem-disposto, humorado, satisfeito, alegre, feliz e grato a DEUS pela vida que vivia. Aceitava de bom grado a vontade de DEUS na sua vida e encarava tudo o que lhe acontecia como um desafio e processo de aperfeiçoamento espiritual. Nas longas conversas que tínhamos inúmeras vezes, vislumbrei nele sempre bastante fé e esperança em DEUS. O Hugo, tal como o Apóstolo Paulo, combateu o bom combate, acabou a carreira, guardou a fé. (2 Tm 4:7), razão pela qual voltou muito cedo para a Casa do Pai, o nosso DEUS, e de todos aqueles que abraça(r)am a fé no Senhor Jesus Cristo como único Salvador das suas vidas. O Hugo Mendes já ouviu as promovidas palavras de glória ditas pelo nosso Senhor Jesus Cristo: “muito bem, servo bom e fiel; sobre o pouco foste fiel, sobre muito te colocarei; entra no gozo do teu senhor” (Mt 25:21). 

Em suma, temos somente de agradecer profundamente a DEUS pelo facto de dar-nos a grata oportunidade de cruzar o caminho do Hugo Mendes, convivendo com ele e sermos sobremaneira abençoados por ele. Fomos todos abençoados pelo seu belo e rico testemunho de vida. Por isso, temos de agradecer a soberania de DEUS sobre a vida do nosso estimado irmão Hugo Mendes e reafirmar com fé e esperança a salvífica verdade bíblica sobre o quão “preciosa é à vista do Senhor a morte dos seus santos” (Sl 116:15). E assim, desta forma, reconhecer humildemente que “o Senhor o deu, e o Senhor o tomou: bendito seja o nome do Senhor” (Jó 1:21). Amém. 

Um Dia, Uma Aniversariante


Hoje é o dia do aniversário da minha prezada irmã em Cristo Maria José Alexandre. Tenho enorme carinho e admiração por ela. É uma pessoa devotada, piedosa, humilde, generosa e profundamente comprometida com a causa do Reino de DEUS. Ela, juntamente com a sua família, tem sido instrumento de grandes bênçãos de DEUS na minha vida ao longo dos anos e até à data presente. Não me canso de reafirmar que a família Alexandre sempre procura inteirar-se da minha situação, convidando-me inúmeras vezes para ir almoçar com eles em sua casa e pontuais ofertas financeiras que me faziam quando era seminarista (LER). Estou, por tudo isto, penhoradamente grato à família Alexandre. Espero que DEUS vos conserve com estas distintivas e elevadas qualidades humanas, sobretudo a sensibilidade missionária. 

Muitos parabéns e feliz aniversário, estimada irmã Maria José Alexandre. Que o nosso Todo-Poderoso lhe abençoe e lhe proteja sempre nos seus desafios diários, dando-lhe vida e saúde suficientes para continuar a dar o testemunho do Evangelho para tudo e todos. Que venha sobre si a bondade do SENHOR, nosso Deus. Que Ele faça prosperar a obra das suas mãos, para o seu bem, da sua família e toda a Igreja de Cristo para louvor e honra do Seu grande nome! (Salmo 90:17). Que assim seja. 

Um Dia, Uma Fotografia


Eu e a minha “Engenheira” Gilca Lopes Bastos numa selfie dominical (LER).

Um Dia, Uma Fotografia


Os meus estimados amigos. Na foto por ordem crescente: Yana, Gerson (LER)  e o Robert  (ALI) e (AQUI)


Amizade é uma característica riquíssima nos seus vários sentidos etimológicos, especialmente nos desafiantes dias que correm. É uma das nobres e maiores afeições naturais que o ser humano dispõe no seu relacionamento para com o próximo. Encarná-la autenticamente é reflectir, em última instância, a natureza Divina no nosso substrato identitário. Não se pode manifestar amizade sem previamente ter amigos. Os dois termos são concomitantemente intrínsecos e indissociáveis, visando o bem-estar do próximo. 

Por isso, ciente desta grande verdade antropológica, o Rei Salomão vai ao ponto de colocar no mesmo nível a genuína amizade com a fraternidade, considerando que “há amigos mais íntimos do que os irmãos” (Provérbios 18:24). A menina Yana, o Robert e o Gerson são autênticos exemplos de uma boa amizade, que tenho granjeado ao longo dos anos, felizmente. 

O Valor Sagrado do Casamento


O meu grandíssimo amigo e irmão Dénis Andrade casou oficialmente pelo Civil e pela Igreja na semana passada com a agora mulher Odelma Andrade. Amigo e irmão de todas as horas, momentos e circunstâncias. Uma autêntica amizade recheada de significativa partilha e cumplicidade mútua (LER). O Dénis é um jovem inteligente, formado, equilibrado, culto, religioso e altamente bem-educado. Vive, a par de todas essas virtudes humano-sociais, uma espiritualidade vincada e esclarecida à luz da Palavra de DEUS. Foi com o Dénis, juntamente com a nossa irmã Carla, que nos lançámos num estudo aprofundado e minucioso das Escrituras Sagradas quando ainda morávamos na residência Universitária de Egas Moniz, em Lisboa. Eram dois capítulos a cada duas sessões semanais que escrupulosamente mantínhamos, correspondendo um capítulo a cada sessão em termos rotativos, ou seja, cada um ia ministrando o estudo e havia sempre tempo para debates e contraditório. Começámos com o Evangelho segundo Mateus até 2 Tessalonicenses. Foi um tempo de comunhão, partilha, edificação e crescimento no conhecimento da Palavra de DEUS. Foi ainda com o Dénis e o Hugo Silva que viajámos juntos para o Médio Oriente, concretamente Israel e Cisjordânia (LER), bem como posteriormente para a Grécia, Bulgária e Espanha (LER). Sempre, desde que nos conhecemos, fomos próximos um do outro. Vivemos experiências profundas e marcantes nos mais variados domínios que não são oportunos aqui evidenciar. 

Por isso, o Dénis convidou-me para ser o seu padrinho de casamento. Um convite que muito me honrou e que penhoradamente lhe agradeço. Também fico contentíssimo que o meu amigo e irmão Dénis tenha encontrado o verdadeiro amor da sua vida, a nossa querida Engenheira Odelma D'alva Teixeira Andrade, que lhe fará feliz e vice-versa. Ambos, julgo eu, tal como se costuma dizer, foram feitos um para o outro. Acredito, da mesma sorte, que os dois vão estar à altura de honrar o solene compromisso que publicamente fizeram diante de DEUS e dos Homens, sobretudo traduzindo na prática os Direitos e Deveres conjugais no seu lar, pois o amor “tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. O amor nunca falha” (LER), escrevia peremptoriamente o Apóstolo Paulo para lembrar os Cristãos (1 Coríntios 13:7-8)

Espero que a promessa bíblica do Salmo 128:1-6  seja uma realidade viva e permanente no vosso matrimónio (LER), prezados irmãos em Cristo, para nossa alegria e satisfação. Eternas felicidades na graça e paz do nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. Que assim seja. 

Um Dia, Um Aniversariante


O Pastor Marcos Mendes Ferraz faz anos hoje. Foi meu Professor no Seminário Teológico Baptista (STB) e na Escola Bíblica Dominical da nossa Igreja, a Evangélica Baptista da Amadora (IEBA). É actualmente meu Pastor na referida congregação (LER)

Muitos parabéns e feliz aniversário, estimado Pastor Marcos Mendes Ferraz. Votos de ricas e poderosas bênçãos terreno-celestiais na Graça e Paz do nosso Salvador Jesus Cristo. Todas as felicidades do tempo e da eternidade. 

Os Paradoxos do Protestantismo

Os meios evangélico-tradicionais não enfatizam o bastante a virtude da oração. Não promovem os cultos comunitários de jejuns e vigílias. Oram-se, em abono da verdade, muito pouco. O jejum e as vigílias são realidades praticamente inexistentes nestes círculos Cristãos o que, de todo, é um erro crasso. Uma falha teológica gravíssima. Fala-se da oração sempre de uma forma tautológica, abstrata e amiúde superficial, remetendo-a mais subsidiariamente para o domínio subjectivo. Não realçam fervorosamente o poderio incontornável e impacto real da oração na vida dos santos de DEUS, máxime o seu impulso catalisador na coesão e dinamismo dos ministérios da Igreja e no avanço da obra missionária (LER). As Igrejas evangélico-tradicionais, infelizmente, não oram. Há, digamos assim, uma notória insensibilidade e alheamento deliberado no que toca à oração, jejum e vigílias nestes conservadores meios evangélico-protestantes, diferentemente dos círculos pentecostais. Os círculos pentecostais nestes pontos são irrepreensíveis. São meios que priorizam manifestamente a oração, jejum e vigílias. Estas salutares realidades espirituais fazem parte do seu substrato identitário. As denominações tradicionais falam pontualmente da oração e, em consequência disso, oram bastante pouco. Do jejum e vigílias então nem sequer falaremos. 

Toda esta insensibilidade com a oração nos meios tradicionais tem alguma explicação. Desde logo, são círculos precursores da Reforma Protestante do séc. XVI, em que esta se baseava exclusivamente em distanciar-se das práticas heréticas da Igreja Católica Romana, liderada mormente por um leque de reputados teólogos e doutores da Igreja que conseguiram fazer triunfar a Reforma Protestante (LER). Com isso, acabaram por libertar parte significativa dos crentes do obscurantismo teológico a que a Igreja Católica lhes votava, passando assim a enfatizar manifestamente o princípio bíblico do “sacerdócio universal” dos Cristãos e o estudo meticuloso da Palavra de DEUS para responder satisfatoriamente o referido desafio espiritual, dando mais primazia ao estudo rigoroso das Escrituras Sagradas e à sua hermenêutica. Tanto que, por esta razão, até à data presente, há uma consciência bem apurada nestes meios tradicionais do valor importantíssimo, imprescindível e irrenunciável do conhecimento da Palavra de DEUS, porque assim foram moldados desde o começo. São Igrejas que investem consideravelmente na formação dos seus Pastores, Obreiros, Líderes e nas suas congregações em geral, através de conceituadas Escolas de Profetas, riquíssimas ofertas da literatura Cristã, pregações de excelência e ensino doutrinário consistente (LER). No entanto, descuram a virtude da oração. Concebem equivocadamente que o conhecimento teórico das Escrituras Sagradas – só por si – é suficiente para o triunfo da vida Cristã, levando-os a dar menor relevância à oração. Será que podemos dissociar o genuíno conhecimento da Palavra de DEUS com a oração? Obviamente que não. 

Se é verdade que os meios tradicionais do protestantismo negligenciam a oração nas suas actividades eclesiásticas, da mesma sorte os pentecostais-carismáticos descuram flagrantemente o estudo sério da Palavra de DEUS. Não encorajam muito a preparação cuidada e aprofundada da Teologia. O estudo demorado das Escrituras Sagradas é entendido erradamente como sendo um “descartar” da acção poderosa do Espírito Santo. Os cultos acabam por esgotar-se meramente em reiteradas exortações, falar em línguas, profecias, milagres e curas. A generalidade dos Pastores, nestes meios, não tem a mínima formação formal em Teologia e os que têm evidenciam um défice acentuado na Palavra de DEUS, ou melhor, são muito mal preparados. Por conseguinte, são meios onde se propagam cada vez mais as heresias destruidoras de vidas humanas, que se vai consubstanciando em “outro evangelho” (o da prosperidade, bem entendido). 

Também esta realidade dos meios pentecostais-carismáticos tem alguma explicação. O pentecostalismo moderno floresceu nos EUA no séc. XX, com o afro americano William Joseph Seymour, através do ressurgimento de glossolalia. O movimento surgiu num círculo fechado de oração e de grande avivamento espiritual, que se vai traduzindo naquilo que apelidam de “baptismo do Espírito Santo”, isto é, a capacidade de falar línguas estranhas, tal como aconteceu com a vinda do Espírito Santo – depois da ascensão aos céus do Senhor Jesus Cristo (Actos 2:1-13). Esta é a razão pela qual as Igrejas Pentecostais-carismáticas enfatizam bastante a oração, o Baptismo do Espírito Santo, o dom de línguas e de curas, porque fazem parte do seu substrato identitário. A questão, igualmente, que se coloca é a seguinte: pode dissociar-se a oração do conhecimento da Palavra de DEUS? A resposta é, sem dúvida, não. 

Por toda essa insuficiência Teológica, as denominações evangélicas protestantes confrontam-se com seríssimos problemas, pois há uma “parcialização teológica” de todos os lados daquilo que deveria ser holisticamente a essência da Igreja do Senhor Jesus Cristo no “presente século mau”, tal como preceituado nas Escrituras Sagradas. Os meios evangélicos tradicionais não enfatizam a oração, a vigília e o jejum, insistimos, razão pela qual as suas congregações enfrentam problemas de falta de obreiros, o racionalismo teológico, a indolência com a Evangelização e Missões e estagnação a nível do crescimento. Ao passo que os meios pentecostais-carismáticos se tornaram denominações férteis para os “vendilhões do Templo” e de toda a sorte da heresia e escândalos espirituais sem precedentes (LER), uma vez que não se aplicam seriamente no conhecimento aprofundado da Palavra de DEUS. Um autêntico dilema que somente a graça de DEUS nos pode ajudar a ultrapassar. 

A oração, em suma, só faz sentido com o conhecimento da Palavra de DEUS e vice-versa. As duas realidades são concomitantemente intrínsecas e indissociáveis uma da outra no plano da salvação. Usemos, pois, sem qualquer tipo de hesitação, as duas poderosíssimas ferramentas espirituais para a nossa edificação, da Igreja do Senhor Jesus Cristo, e do mundo em geral. Que assim seja. 

Um Dia, Um Aniversariante


Não podia deixar terminar o dia sem, no entanto, reiterar publicamente aqui os meus votos de parabéns ao nosso grande Gastrónomo Rogério Bastos (ALI) e  (AQUI). Que o Todo-poderoso DEUS, estimado amigo e irmão na fé, te abençoe do ponto de vista espiritual, familiar, relacional, profissional, social e tudo quanto fazes. Muitas felicidades com a promessa Divina do Salmo 91:1-16! 

Um Dia, Um Aniversário


Estive no mês passado em Londres. Ocasião especial para encontrar duas vezes com o meu grandíssimo amigo e irmão Gerson dos Santos Fernandes. No último encontro fez a gentileza de convidar-me para um jantar, juntamente com uma amiga minha. O Gerson é mesmo daqueles autênticos amigos (coisa rara nos tenebrosos dias que correm). Tanto que, por esta razão, temos mantido uma saudável convivência ao longo dos anos. Espero que continuemos assim, neste fraterno registo, para todo o sempre. 

O Gerson completa hoje mais uma primavera na vida. E ter a grata oportunidade de fazer anos é, sem dúvida, reconfortante e pretexto especial para dar graças a DEUS pelo dom inefável da vida e renovar os votos de felicidade. 

Quero, por isso, caro amigo e irmão Gerson Dos Santos Fernandes, que o nosso Todo-poderoso DEUS continue a guiar os teus passos e abençoar-te em todos os teus legítimos desafios de vida. Que sejas, acima de tudo, bem-sucedido e feliz nas tuas opções diárias. Todas as felicidades do tempo e da eternidade. 

Um Dia, Um Aniversariante


O meu grandíssimo amigo e irmão em Cristo Hugo Alexandre Pereira Mendes faz anos hoje. Amigo de todos os momentos, circunstâncias e horas. Uma genuína amizade adornado de admiração, solidariedade, partilha e cumplicidade mútua. Um amigo, tal como dizia inspiradamente o autor sagrado, “ama em todos os momentos; é um irmão na adversidade” (Provérbios 17:17). Posso afirmar, sem qualquer tipo de rodeios e hesitação, que este axioma bíblico se aplica perfeitamente na minha longínqua amizade com o Hugo. Ele está sempre presente nos momentos bons e menos bons que vou enfrentando. Sei que posso sempre contar com ele, porque tem-me como se fosse um irmão mais novo e vice-versa. 

Por isso, caro amigo Hugo Mendes, faço votos que continues sempre autêntico e feliz na tua forma de estar e encarar a vida, sobretudo “que o Senhor te abençoe e te proteja; que o Senhor te mostre o seu rosto acolhedor e te trate com bondade; que o Senhor olhe para ti e te conceda a paz!” (Números 6:24-26). Que assim seja com a graça Divina; e assim sempre será.  

Até Um Dia, Estimado Irmão Domingues


A vida é precária e efémera. Passa tão rápido que transcende a nossa lógica e compreensão humana. Nunca conseguiremos viver plenamente, tendo em conta os achaques e sobressaltos da madrasta vida que, em última instância, sentenciam-nos à morte. A morte é uma coisa assustadora, implacável e horrível. Acontece que, por imperativo das leis naturais resultantes do pecado original de Adão e Eva, temos todos que morrer um dia (Génesis 3:1-24). É um facto consumado. Cada um de nós terá que acertar contas com esta inexorável dizimadora de vidas. Desde os velhos até aos mais novos, sem excepção, colocará todos debaixo do seu domínio. Seremos todos consumidos por ela (LER). Mas para os autênticos Cristãos, que esperam ansiosamente a promessa da ressurreição, a morte não configura qualquer tipo de perigo, apavoramento e/ou fatalidade. A nossa vida – tanto neste mundo como no outro – está bem segura nas potentes mãos do Omnipresente JEOVÁ e “nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as potestades, nem o presente, nem o porvir, nem a altura, nem a profundidade, nem alguma outra criatura nos poderá separar do amor de Deus, que está em Cristo Jesus nosso Senhor” (Romanos 8:38-39). Por isso, para nós Cristãos, o viver é Cristo e o morrer é ganho (Filipenses 1:21). 

Vem todo este introito a propósito do desaparecimento físico hoje do estimado irmão Carlos Alberto Domingues. Fiquei bastante surpreendido com tal notícia. Tomei conhecimento do seu internamento no culto vespertino da minha Igreja, a Evangélica Baptista da Amadora, no passado domingo, onde estivemos inclusive a orar pela sua rápida recuperação. Ainda ontem, por voltas das 18 horas, tive a grata oportunidade de falar  telefonicamente com ele para inteirar-me melhor do seu estado de saúde. Ele, por sua vez, de forma lúcida e sorridente, como de costume, garantiu-me que estava bem e pronto para receber alta. Acontece que, por algumas alterações supervenientes, só teria alta na segunda-feira. Respondi-lhe que o essencial era a sua saúde e o facto de estar bastante melhor. Ele, por sua vez, concordou redundantemente comigo no seu peculiar estilo. Perguntou-me depois como é que eu estava, os meus irmãos e a Igreja. Disse-lhe que estávamos todos bem. Antes de terminarmos a conversa, prometi-lhe que ia continuar a orar por ele, desejando-lhe boa sorte. E ele retorquiu-me com um obrigado. E assim acabámos a conversa. 

Não imaginava que estava a ter a última conversa com o meu mais velho irmão na Fé. Tanto que, por esta razão, duas horas depois dessa conversa, por ficar completamente satisfeito com o seu positivo estado clínico, publiquei a foto que tirámos na Igreja para enaltecer a nossa longa amizade (LER). Já hoje, por volta da hora do almoço, dei conta surpreendidamente que o irmão Domingues tinha acabado de falecer há momentos. 

Guardo boas recordações do irmão Domingues, sobretudo pelo cuidado especial que tem tido para comigo na efectivação da minha integração na nossa Igreja e edificantes conversas teológicas e políticas que temos tido ao longo dos anos. Um irmão que conseguiu devotamente combater o bom combate da fé (2 Timóteo 4:7-8), honrando o Senhor Jesus no seu congruente testemunho de vida durante a sua peregrinação neste descrente e corrupto mundo. Resta, pois, ao irmão Domingues ouvir do Senhor Jesus as galardoadas palavras: “muito bem, servo bom e fiel; sobre o pouco foste fiel, sobre muito te colocarei; entra no gozo do teu senhor” (Mateus 25:21). 

A toda a família enlutada, especialmente à irmã Rita Domingues e seus filhos, as minhas sentidas condolências. Que o nosso Eterno e Todo-poderoso DEUS vos abençoe e vos ajude a superar esta ausência do irmão Domingues. Que a Graça e Paz do SENHOR Jesus esteja com todos vós. 

Um Dia, Uma Fotografia


Eu com o meu mais velho irmão na Fé Carlos Aberto Domingues. Pedi-lhe para posar comigo na fotografia depois do culto dominical na nossa Igreja e ele, tal como de costume, correspondeu gentilmente ao meu pedido. E assim, ficámos a rir praticamente do nada enquanto estávamos a ser fotografados. Espero, prezado amigo e irmão Domingues, que o nosso Todo-poderoso DEUS continue a preservá-lo com vida e saúde ao lado de todos os seus entes queridos e da nossa amada Igreja.  

Um Dia, Uma Aniversariante


A irmã Gilca Lopes Bastos está de parabéns. Faz anos hoje. Feliz aniversário, estimada irmã.  Muitas Bênçãos divinas e conquistas a todos os níveis. Todas as felicidades do tempo e da eternidade (LER)

Um Dia, Uma Fotografia


Eu e o meu amicíssimo Dénis da Graça Andrade (ALI) e (AQUI). Amigo e irmão de todas as horas, momentos e circunstâncias. Uma autêntica amizade recheada de partilha e cumplicidade mútua. Depois da primeira selfie que protagonizamos em pleno mar mediterrâneo, na região da Galileia, concretamente na cidade de Ptelemais da Fenícia/Acre, Israel (LER), voltamos novamente a ensaiar esta nova e descontraída selfie. 

Um Dia, Uma Fotografia


O irmão Nsunda Eduardo e a irmã Isabel Eduardo, casal angolano da minha Igreja – a Evangélica Baptista da Amadora, num ambiente de confraternização, descontracção, cumplicidade e romantismo.