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A Alegria do Dia do SENHOR

O domingo, o dia do SENHOR, é um grande dia da salvação. É também um dia do testemunho Cristão e de proclamação da mensagem salvífica do Senhor Jesus Cristo. O domingo é sagrado e deve ser livremente respeitado e guardado com amor por todos os filhos de DEUS. Nenhum autêntico Cristão jamais prescindirá este importante dia na sua vida e, muito menos, negligenciá-lo na sua agenda eclesiástica. O domingo deve ser vivido e celebrado com bastante alegria no coração na presença do nosso Magnífico e Bom DEUS. Nenhuma actividade secular pode ofuscar ou sobrepor-se ao sagrado Dia do SENHOR, excepto situações extremamente atendíveis e justificáveis à luz das Escrituras Sagradas. Todos os Cristãos devem, de forma consciente e obediente, na medida possível, estar na Igreja com os irmãos nesse dia da salvação para cultuar o nosso Todo-Poderoso DEUS, através do Senhor Jesus Cristo. 

Num mundo, cada vez mais secular e ímpio, em que tudo que é Divino é completamente negligenciado, ridicularizado e liminarmente rejeitado por causa do ateísmo, do egocentrismo, do sincretismo, do materialismo, do hedonismo e na busca insaciável pela vida de boémia e de auto-satisfação, impõe-se a todos os eleitos filhos de DEUS a reafirmarem, com força e vigor, o seu inabalável compromisso com a Causa Evangélico-Missionária, dando assim um poderoso testemunho do Evangelho do Senhor Jesus Cristo para o mundo perdido. Devemos, tal como a Palavra de DEUS nos exorta, ser o sal da terra e luz do mundo, com vista a resplandecer a nossa luz diante dos homens, para que vejam as nossas boas obras e glorifiquem a nosso Pai, que está nos céus (Mt 5:13-16). 

O domingo, o primeiro dia da semana, é o dia especialmente consagrado para os Cristãos. É um dia de descanso dos afazeres seculares para, desta forma, dedicar exclusivamente os assuntos do Reino de DEUS. É um dia a ser santificado por todo o Cristão com uma caridade operosa, disponibilizando-se para estar na Igreja e servir de acordo com os nossos dons e talentos. Também este dia dominical deve ser canalizado para o repouso, o silêncio, a meditação, o estudo, a oração e o ministério da hospitalidade e visitação, que enriquecem e favorecem o crescimento da vida espiritual. Os fiéis devem distinguir-se, também neste dia, sustenta a Igreja Católica Romana na sua Doutrina Social da Igreja, “pela sua moderação, evitando todos os excessos e as violências que não raro caracterizam as diversões de massas. O dia do Senhor deve ser sempre vivido como o dia da libertação, que faz participar da assembleia festiva dos primogénitos que estão inscritos nos céus” (Heb 12, 22-23) e antecipa a celebração da Páscoa definitiva na glória do céu”. 

Estive hoje, com imensa alegria no coração, tal como de costume, na minha Igreja, a cultuar ao nosso Omnipresente DEUS com os meus irmãos na Fé. Primeiro, na Escola Bíblica Dominical (EBD) e depois no Culto de Adoração ao Altíssimo DEUS. Foi um culto onde foi celebrada a Ceia do SENHOR – uma das ordenanças mais importantes do Cristianismo.  Realmente, foi um tempo agradável e de edificação na presença gloriosa do nosso Bom DEUS. Que assim seja. 

A Alegria do Dia do SENHOR

O domingo é sempre um dia bastante especial na vida de qualquer devoto Cristão. É o primeiro dia da semana e também o dia que, de forma religiosa, DEUS reservou e santificou para ser cultuado pelos seus amados filhos. O domingo é o exclusivo Dia do SENHOR. Todos os filhos de DEUS têm um carinho peculiar por este grande dia da salvação, tendo em conta a finalidade teológica e teleológica que encerra. 

Desde tenra idade que fui ensinado e concomitantemente habituado a guardar o domingo como o Dia do SENHOR até à data presente, tal como é requerido nas Escrituras Sagradas. Não há nada, mesmo nada, ao longos dos anos da minha experiência Cristã, que me tem impedido de estar presencialmente na Igreja ao domingo, excepto por motivos de saúde e/ou outras razões imperiosas de força maior. Amo estar na Igreja no domingo para assistir ao culto e estar em comunhão com os meus irmãos na Fé. Sinto-me completamente feliz em estar na Igreja e acompanhar toda a dinâmica espiritual que envolve o Dia do SENHOR. Muito mais do que estar na Igreja para cumprir uma mera rotina religioso-Cristã é, acima de tudo, sentir a presença constante de DEUS nas nossas vidas, apresentando sempre os nossos corpos em sacrifício vivo, santo e agradável a DEUS, que é o nosso culto racional (Rm 12:1). 

Estar na Igreja é também ter a predisposição para servir, através dos nossos dons e talentos. É estar no centro da vontade de DEUS, dando um poderoso testemunho da Fé Cristã a tempo e fora de tempo. É honrar, louvar, adorar e exaltar a DEUS por tudo o que ELE é e representa nas nossas vidas. E todas estas realidades espirituais terão repercussões positivas na nossa vida e na vida de todos aqueles que nos rodeiam, isto é, no nosso círculo de convivência e socialização. 

O domingo é o Dia do SENHOR. Também é o dia da alegria e da salvação. A Igreja Católica, na Sua Doutrina Social da Igreja, apelida o domingo como o dia do “Repouso Festivo”, considerando que “Deus repousou, no sétimo dia, do trabalho por Ele realizado (Gn 2, 2): também os homens, criados à Sua imagem, devem gozar de suficiente repouso e tempo livre que lhes permita cuidar da vida familiar, cultural, social e religiosa. Para tanto contribui a instituição do dia do Senhor. Os fiéis, durante o domingo e nos demais dias santos de guarda, devem abster-se de trabalhos e negócios que impeçam o culto a prestar a Deus, a alegria própria do dia do Senhor, a prática das obras de misericórdia ou devido repouso do espírito e do corpo. Necessidades familiares ou exigências de utilidade social podem legitimamente isentar do repouso dominical, mas não devem criar hábitos prejudiciais à religião, à vida de família e à saúde” (LER)

Num tempo em que, cada vez mais, de forma galopante, se relativiza a importância cimeira do domingo como o Dia do SENHOR, preterindo-lhe deliberadamente com outras superficialidades seculares, impõe-se-nos, aos filhos de DEUS, a continuarmos a enfatizar este grande dia da salvação, mormente enfatizar a importância da vida santificada, comprometida e de serviço com o Reino de DEUS. 

Estive hoje de manhã no culto dominical da minha Igreja, tal como de costume, a cultuar a DEUS com os meus irmãos Cristãos. Primeiro, na Escola Bíblia Dominical (EBD) e depois no culto de adoração a DEUS. Estive, já esta tarde, na Igreja com os meus patrícios guineenses a cultuar novamente a DEUS. O Dia do SENHOR é um tempo de louvor, adoração, comunhão e confraternização em torno do nosso Eterno, Grande, Santo e Todo-Poderoso DEUS. 

O domingo, em suma, tal como sustenta a Declaração da Fé Baptista, “Dia do Senhor e o primeiro da semana, é o dia em que o crente comemora a ressurreição de Cristo, descansando das suas actividades seculares. Deve ser consagrado ao exercício do culto, do testemunho e de outras formas de serviço espiritual, tanto público como privado”. É tudo isto que tenho procurado, na medida do possível, com a graça e Divina, corresponder na minha vida ao longo dos anos. Ou seja, por outras palavras, encarnar e viver plenamente a alegria do Dia do SENHOR. Que assim seja.

A Precariedade da Vida Humana


A vida é precária em todas as suas dimensões humano-antropológicas. Tão precária que ela é que hoje estamos aqui e amanhã já não estamos. Estamos sempre a correr sérios riscos de vida a todos os níveis. Riscos que acautelamos e riscos que não conseguimos acautelar. Riscos previsíveis e riscos imprevisíveis. E, por fim, riscos visíveis e riscos invisíveis. Somos seres condicionados, vulneráveis, limitados, transitórios, mortais e finitos. A nossa vida é extremamente curta e passageira. Passa tão rápido que nos ultrapassa completamente. 

Por isso, somos meros peregrinos e forasteiros neste maldito mundo em que abundam desgraçadamente a miséria, a traição, a decepção, o ódio, a vingança, a guerra, a dor, o sofrimento e a morte. Viemos a este mundo para morrer, infelizmente (LER)Esta é a nossa pior tragédia. A tragédia das tragédias que herdámos do pecado original de Adão Eva. A nossa existência é manifestamente insignificante perante o tamanho desafio da morte que nos espera a todos, razão pela qual não nos serve de nada encarnar a soberba, a maldade e toda a sorte de desumanidade no nosso substrato identitário. É contraproducente incorporar tais malévolos vícios, tendo em conta a fugacidade da vida e a nossa finitude. O certo, e mais sensato e proveitoso, é reconhecermos a nossa inutilidade e cultivar diariamente a virtude do amor, tolerância, perdão, solidariedade e reconciliação com DEUS e com o próximo à nossa volta, preparando assim, da melhor forma possível, a nossa passagem para o além. 

A vida é realmente curta, madrasta e efémera. Tanto que, por esta razão, os autores sagrados convergiam unanimemente em adjectivar a vida de “sopro”, “neblina” e “sombra passageira”, confirmando deste modo a sua transitoriedade e finitude. O rei David, no seu famoso Salmo, considerava que “o homem é como um suspiro; a sua vida passa como uma sombra” (Sl 144:3). O servo Tiago questionava os seus leitores em tom exortativo, demonstrando-lhes a insignificância da natureza humana e a fragilidade da vida: “que é a vossa vida? Sois um vapor que aparece por um pouco, e logo se desvanece” (Tg 4:14). Na mesma esteira do pensamento, o sábio Salomão escrevia que “nem do sábio nem do ignorante ficará recordação que dure para sempre. Com o passar dos tempos, tudo se esquece. Tanto morre o sábio como o ignorante. (…). Sim, tudo é ilusão. É correr atrás do vento!” (Ec 2:16-17). 

Não obstante esta grande verdade exposta, que todos nós conhecemos e sabemos, doem-me imensamente o coração das perdas de vidas que vamos reiteradamente assistindo e ouvindo. Perdas vindas de perto e de longe. Perdas repentinas dos nossos familiares, amigos, colegas, conhecidos, desconhecidos e semelhantes nossos. Perdas que acontecem por causas naturais e acidentais, bem como perdas precipitadas pelas acções deliberadas do Homem. Perdas, sobretudo, provocadas pelas hediondas guerras que matam milhões de pessoas em todo o mundo e deixam rastos de destruição funestas e incalculáveis. 

Entristece-me profundamente a alma todas essas sistémicas e sistemáticas catástrofes, tragédias e desgraças sem fim à vista, a que vamos impotentemente presenciando, de perto e de longe, através das notícias que nos vão chegando. Tudo isto reforça ainda, cada vez mais, a minha descrença completa no ser humano e no mundo em geral. A minha inabalável fé e esperança estão unicamente firmados no Todo-Poderoso DEUS e no Seu Unigénito Filho Jesus Cristo, o meu eterno e Senhor e Salvador. 

A vida, em suma, é demasiado passageira e nós não somos absolutamente nada sem DEUS. Eis a grande e inequívoca verdade soteriológica, que precisamos interiorizar na nossa árdua e instantânea peregrinação neste “Vale de Lágrimas”, que tem impreterivelmente os dias contados pela mortalidade no curso do tempo.

O SENHOR é o Meu Pastor: Nada Me Faltará


O Salmo vinte e três é inquestionavelmente um dos Salmos que mais inspirou os santos de DEUS ao longo dos séculos, tendo em conta a poderosíssima mensagem teológica que encerra. Perfila-se também como um dos meus favoritos versículos bíblicos. Memorizei-o desde tenra idade, ainda nos bancos da Escola Bíblica Dominical (EBD) da minha Igreja em Bissau, e permanece intactamente gravado na minha mente até aos dias de hoje. Espero que assim seja durante toda a minha vida. É um Salmo a que recorro reiteradamente nos meus devocionais, especialmente nos momentos mais cruciais, e vai continuar sempre assim durante toda a minha peregrinação neste “vale de lágrimas”. Ele é o prenúncio da Igreja Triunfante, razão pela qual deve imperativamente fazer parte do cardápio espiritual de todos os fiéis no Senhor Jesus Cristo. 

O Salmo vinte e três expressa o cuidado bastante especial que o Todo-poderoso DEUS tem para com os seus eleitos filhos, ilustrado na ternurenta e amorosa figura do Bom Pastor que o Senhor Jesus Cristo vai reclamar na Sua humilde encarnação (João 10:11-16). O Bom Pastor que está pronto a morrer pelas suas ovelhas, tal como o Senhor Jesus fez connosco na Cruz do Calvário, diferentemente do “assalariado” que não se importa minimamente com as ovelhas (João 10-12-13). O Sumo Pastor (1 Pedro 5:4) proporciona às suas ovelhinhas provisão, direcção e protecção, saciando-lhes assim todas as suas necessidades físico-espirituais. 

Por conseguinte, apesar de todo este amparo e reconforto que o Bom Pastor proporciona para as suas ovelhas na sua longa trajectória à “Terra Prometida”, acontece que surgirão pontualmente os “vales da sombra da morte” que teremos de enfrentar. Mesmo assim, usando “o escudo da fé” (Efésios 6:16), não temos que ter qualquer tipo de receio ou medo, porque o Senhor estará sempre connosco. Os “vales” são meramente inevitáveis provações que o Omnisciente DEUS permite para moldar o nosso carácter e, deste modo, preparar-nos para entrar no Céu (LER)

Esta soteriológica verdade remete-nos indubitavelmente para o percurso peculiar do povo de DEUS no deserto e a sua milagrosa passagem pelo mar vermelho (Êxodo 14:15-31), bem como dos grandes heróis da Fé (Hebreus 11:1-40). Tal como Baraque venceu os cananeus no vale de Jezreel, Josafá os amonitas, os moabitas e habitantes dos montes de Seir no vale de Beraca (2 Crónicas 20:26-27), Gideão os midianitas no vale de Moré (Juízes 7: 1), David os edomitas no vale do sal (2 Samuel 8:13; 1 Crónicas 18:12), etc., assim também venceremos todos os “vales” que aparecerão no nosso caminho para nos dificultar o percurso à Terra Prometida.  Isto porque, tal como expressamente dizia a profecia messiânica, “todos os vales serão levantados, todos os montes e colinas serão aplanados; os terrenos acidentados se tornarão planos; as escarpas, serão niveladas” para a libertação definitiva do povo de DEUS (Isaías 40:4; Mateus 3:3; Marcos 1:3; João 1:23). E, assim, em todas estas coisas, escrevia peremptoriamente o Apóstolo Paulo, “somos mais do que vencedores, por aquele que nos amou” (Romanos 8:37). Venceremos todos os nossos inimigos – a tanto visíveis como aqueles que são invisíveis, inclusive o próprio Diabo, com a força e unção do Espírito Santo, evidenciado pelo salmista através de um banquete de vitória a frente dos nossos inimigos (Salmo 23:5)

Por isso, a bondade e a misericórdia seguir-nos-ão todos os dias da nossa vida; e habitaremos na Casa do Senhor para todo o sempre (Salmo 23:6). De facto, a bondade, o amor, a graça, o perdão e a misericórdia de DEUS me seguirão todos os dias da minha vida e habitarei na Casa do Senhor para toda a eternidade. Que assim seja. E assim sempre será pela fé nas infalíveis promessas do Todo-Poderoso DEUS. 

Praise God From Whom All Blessings Flow



Um magnífico e profundíssimo hino de adoração. Estive hoje praticamente todo o dia na minha igreja, a Evangélica Baptista da Amadora, a cultuar com os meus prezados irmãos na fé. Primeiro na Escola Bíblica Dominical (EBD), às 10:h30, onde estudámos sobre "Respondendo aos Críticos", baseado no texto bíblico de Actos 26:1-32. E, de seguida, tivemos um maravilhoso tempo de Louvor e Proclamação do Evangelho. 

Já esta tarde, às 17:h00, tive o grato prazer de dirigir o culto e simultaneamente pregar. O tema objecto da minha pregação foi “O Impreterível Percurso da Salvação” (Lucas 9: 51-62). Depois do cumprimento desta nobre tarefa eclesiástica estive, ainda, juntamente com alguns irmãos, a ensaiar o hino que vamos entoar na celebração do aniversário da nossa Igreja no próximo mês. Foi, realmente, um dia intenso, produtivo e bastante abençoado. Alegrei-me, escrevia devotamente o salmista David, "quando me disseram: Vamos à Casa do Senhor" (Salmo 122:1). 

Iniciei o dia em classe e estou, igualmente, a terminá-lo em classe. O meu DEUS é mesmo Bom. ELE é eternamente Bom.