Doxologia ao Único DEUS Eterno
Honra e Glória ao Eterno DEUS
Mais um Ano de Vida
Começo sempre o ano novo civil a fazer anos. Celebro hoje 39 anos de idade, graças a DEUS. Mais um ano para comemorar o dom inefável da vida. Mais um ano de júbilo e de festa. Mais um ano de gratidão a DEUS pela vida e saúde que ELE graciosamente tem-me concedido ao longo dos tempos, tendo fé que tal estender-se-á ainda por longos e bons anos.
Estes 39 anos são coroados de autênticos altos e baixos a todos os níveis, encerrando paradoxalmente prós e contras. Mesmo assim, são anos de bastante assimilação, amadurecimento, crescimento, reconciliação e felicidade. São anos vividos com bastante fé, amor, paz, gratidão, entusiasmo e esperança em DEUS. Aquilo que sou hoje é resultado dessas simbioses de experiências gratificantes. Experiências profundamente marcantes e que moldaram o meu substrato identitário e mundividência, habilitando-me simultaneamente a reconhecer a precariedade da vida, a sua fugacidade e finitude. Estou tranquilamente em paz com DEUS, comigo e procuro, na medida do possível, no que depender de mim, estar em paz com o próximo à minha volta.
Sinto cada vez mais o peso da idade. Sinto que estou, de forma galopante, a ficar mais velho. Sinto, acima de tudo, a paixão contagiante da vida a entrelaçar-me diariamente. Que esta paulatina odisseia à velhice me habilite a ter plenamente a consciência dos meus defeitos e virtudes, depurando aqueles e aperfeiçoando estes. Por outras palavras, ter a capacidade suficiente de corrigir as minhas imperfeições e consolidar as minhas qualidades.
Espero que, em circunstância alguma, se aparte de mim a sabedoria, a humildade, a gratidão, a autenticidade, o discernimento, a liberdade, a autonomia, a frontalidade, o bom-senso e a espiritualidade, sobretudo de nunca me folgar com as injustiças ou reduzir-me em desvelos alimentados por uma mercenária ânsia de legitimação secular. Longe de mim toda a sorte de cólera, torpeza, soberba, complexos, bajulação, superficialidades, ingratidão, vingança, malignidade e vaidade do mundo.
Que continue a ser uma pessoa estavelmente bem-disposta, alegre no Espírito Santo em todo e qualquer momento, satisfeito com aquilo que legalmente tenho e com muita fé no Senhor Jesus Cristo. Espero ainda continuar a ser amante de comida, da música (dos hinos Cristãos em particular), dos livros e de um bom debate. Que continue a falar alto e efusivamente, a cultivar mais a virtude do amor, do perdão, da tolerância, da misericórdia e da humildade na maneira de estar e encarar os elevados desafios da vida, especialmente que a promessa bíblica do Salmo 91:1-16 seja manifestamente uma realidade vivo-concreta na minha vida. Por fim, espero continuar a espalhar por toda a parte o bom perfume do conhecimento de Cristo para as pessoas que precisam encarecidamente da Sua graça redentora.
Fechou-se, ontem, felizmente, um ciclo de vida e abre-se um novo a partir de hoje com elevadas expectativas no horizonte por concretizar. Até aqui me ajudou o SENHOR. A ELE, através do Senhor Jesus Cristo, seja dado todo o Poder, a Honra, a Glória pelos séculos dos séculos. Que assim seja. Assim sempre será.
A Importância de Orar de Joelhos
Doxologia IX
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(A Bíblia Sagrada, 1 Crónicas 29:10-13, Versão, “A Boa Nova Em Português Corrente”, Sociedade Bíblica de Portugal, 2004).
Doxologia VIII
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Doxologia VII
Doxologia VI
Oração do Pai Nosso
Praise God From Whom All Blessings Flow
Doxologia V
Doxologia IV
“(...) Simeão tomou-o nos braços, deu graças a Deus e disse: «Agora, Senhor, já podes deixar partir em paz o teu servo conforme a tua palavra! Já vi com os meus olhos a tua salvação que preparaste para todos os povos. Luz de revelação para os pagãos e glória para Israel, teu povo (…) Este menino é para muitos em Israel motivo de ruína ou salvação. Ele é sinal de divisão entre os homens, para revelar os pensamentos escondidos de muitos.»”
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(Cântico de Simeão, in A Bíblia Sagrada, Evangelho Lucas 2:28-32; 34-35, Versão, “A Boa Nova Em Português Corrente”, Sociedade Bíblica de Portugal, 2004).
Doxologia II
O Testemunho da Fé
Nobody Fills My Heart Like Jesus
A Alma que Anda em Amor não Cansa Nem se Cansa
Dar Sempre Graças a DEUS em Todas as Circunstâncias
Gosto especialmente deste belíssimo hino Evangélico-Cristão. É um dos meus favoritos. Carrega uma mensagem teológica bastante profunda e concomitantemente poderosíssima. A gratidão é uma das virtudes que não está ao alcance de todos, infelizmente, tendo em conta a postura de ingratidão que minam as mentes empedernidas e mal-agradecidas. A gratidão excede, em larga medida, as mundividências redutoras da compreensão humana. É um hábito salutar que, de forma indelével, marca e caracteriza uma vida inteira. Está subjacente ao substrato identitário das almas piedosas, reflectindo notoriamente no seu carácter interior e na forma peculiar de estar, relacionar e encarar os enormes desafios da vida. Habilita-nos ainda, da mesma sorte, para a simplicidade das coisas e reiterados reconhecimentos perante os favores imerecidos que vamos recebendo por parte de DEUS e dos nossos semelhantes.
A gratidão está associada indubitavelmente à satisfação, à alegria e à felicidade. Permite-nos olhar positivamente para a vida e estarmos penhorados a ela, independentemente das circunstâncias favoráveis ou adversas em que possamos estar adstritos. O facto de termos DEUS no coração, uma família de apoio incondicional e amigos especiais que nos circundam no nosso percurso diário neste “vale de lágrimas”, são motivos manifestamente suficientes para sermos eternamente gratos. Por isso, a Palavra de DEUS nos insta e encoraja a darmos sempre graças em toda e qualquer conjuntura em que possamos estar submergidos, porque essa é a vontade de DEUS em Cristo Jesus para connosco (1 Tessalonicenses 5:18). E esta nobre postura de vida traduz, em última instância, a manifestação visível das bem-aventuranças de todos aqueles que são genuinamente transformadas pela acção do Espírito Santo. Que assim seja. E assim sempre será.
Herança Litúrgica
O Que Seria da Humanidade sem a Música?
É uma questão extremamente difícil de conceber do ponto de vista gnosiológico. Jamais conseguiríamos apurar na perfeição uma resposta cabal e definitiva sobre o impacto imediato que isto teria na convivência diária no seio dos seres humanos. Não há margem para dúvidas que muitas das coisas deixavam de fazer sentido se não houvesse, de facto, a música para “colorir” a nossa rotina diária. Os efeitos colaterais seriam extremamente avassaladores. Talvez a generalidade das aves não teria razão de existir e, com a provável inexistência desta importantíssima espécie na natureza, o ecossistema ficaria fortemente abalado e desequilibrado. Não haveria harmonia no Universo. O caos apoderar-se-ia de tudo. As pérolas que gotejam nos olhos de amantes estariam completamente viciadas e, em consequência disso, o amor seria uma hipocondria. A inspiração não passaria apenas de uma miragem. A poesia teria de ser reinventada para outros fins. A nossa devoção a DEUS certamente não seria igual. O riso não faria sentido. Entraríamos num vaivém solitário de profunda melancolia existencial. As contradições do dia-a-dia ter-nos-iam submergido e teriam passado por cima das nossas legítimas aspirações. A vida não teria nenhuma graça e perderia todo o seu doce sabor de felicidade. E, assim, a fortiori, a morte apresentar-se-ia como inevitável solução.
A música está intrinsecamente ligada à harmonia, à beleza, ao encanto e à sublimidade, ao sossego, à reconciliação. Também, por sua vez, representa tranquilidade, conforto, alegria e paz interior. Consegue transportar-nos para uma realidade transcendental e liga-nos directamente com o Divino. Com a música superamos a vulnerabilidade da madrasta vida e os limites da imaginação humana. Permite-nos inspiradamente auto-avaliar cuidadosamente a nossa limitada condição antropológica. Proporciona-nos momentos marcantes de puro prazer que, as mais das vezes, ficam para sempre na memória cognitiva. Ela é o aconchego e bálsamo das nossas almas.
Sem a música, respondendo directamente a pergunta inicial do título do artigo, a Humanidade estaria paupérrima em todos os aspectos vivenciais, máxime do ponto de vista emocional e intelectual. Quiçá seja por esta mesma razão que DEUS nos outorgou incondicionalmente esta maravilhosa dádiva para aliviar as nossas pressões rotineiras e equilibrar o nosso estado de alma. A música existe, por certo, em suma, para proporcionar a felicidade e o bem-estar ao Homem.






