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A Alegria do Dia do SENHOR

O domingo, o dia do SENHOR, é um grande dia da salvação. É também um dia do testemunho Cristão e de proclamação da mensagem salvífica do Senhor Jesus Cristo. O domingo é sagrado e deve ser livremente respeitado e guardado com amor por todos os filhos de DEUS. Nenhum autêntico Cristão jamais prescindirá este importante dia na sua vida e, muito menos, negligenciá-lo na sua agenda eclesiástica. O domingo deve ser vivido e celebrado com bastante alegria no coração na presença do nosso Magnífico e Bom DEUS. Nenhuma actividade secular pode ofuscar ou sobrepor-se ao sagrado Dia do SENHOR, excepto situações extremamente atendíveis e justificáveis à luz das Escrituras Sagradas. Todos os Cristãos devem, de forma consciente e obediente, na medida possível, estar na Igreja com os irmãos nesse dia da salvação para cultuar o nosso Todo-Poderoso DEUS, através do Senhor Jesus Cristo. 

Num mundo, cada vez mais secular e ímpio, em que tudo que é Divino é completamente negligenciado, ridicularizado e liminarmente rejeitado por causa do ateísmo, do egocentrismo, do sincretismo, do materialismo, do hedonismo e na busca insaciável pela vida de boémia e de auto-satisfação, impõe-se a todos os eleitos filhos de DEUS a reafirmarem, com força e vigor, o seu inabalável compromisso com a Causa Evangélico-Missionária, dando assim um poderoso testemunho do Evangelho do Senhor Jesus Cristo para o mundo perdido. Devemos, tal como a Palavra de DEUS nos exorta, ser o sal da terra e luz do mundo, com vista a resplandecer a nossa luz diante dos homens, para que vejam as nossas boas obras e glorifiquem a nosso Pai, que está nos céus (Mt 5:13-16). 

O domingo, o primeiro dia da semana, é o dia especialmente consagrado para os Cristãos. É um dia de descanso dos afazeres seculares para, desta forma, dedicar exclusivamente os assuntos do Reino de DEUS. É um dia a ser santificado por todo o Cristão com uma caridade operosa, disponibilizando-se para estar na Igreja e servir de acordo com os nossos dons e talentos. Também este dia dominical deve ser canalizado para o repouso, o silêncio, a meditação, o estudo, a oração e o ministério da hospitalidade e visitação, que enriquecem e favorecem o crescimento da vida espiritual. Os fiéis devem distinguir-se, também neste dia, sustenta a Igreja Católica Romana na sua Doutrina Social da Igreja, “pela sua moderação, evitando todos os excessos e as violências que não raro caracterizam as diversões de massas. O dia do Senhor deve ser sempre vivido como o dia da libertação, que faz participar da assembleia festiva dos primogénitos que estão inscritos nos céus” (Heb 12, 22-23) e antecipa a celebração da Páscoa definitiva na glória do céu”. 

Estive hoje, com imensa alegria no coração, tal como de costume, na minha Igreja, a cultuar ao nosso Omnipresente DEUS com os meus irmãos na Fé. Primeiro, na Escola Bíblica Dominical (EBD) e depois no Culto de Adoração ao Altíssimo DEUS. Foi um culto onde foi celebrada a Ceia do SENHOR – uma das ordenanças mais importantes do Cristianismo.  Realmente, foi um tempo agradável e de edificação na presença gloriosa do nosso Bom DEUS. Que assim seja. 

A Alegria do Dia do SENHOR

O domingo é sempre um dia bastante especial na vida de qualquer devoto Cristão. É o primeiro dia da semana e também o dia que, de forma religiosa, DEUS reservou e santificou para ser cultuado pelos seus amados filhos. O domingo é o exclusivo Dia do SENHOR. Todos os filhos de DEUS têm um carinho peculiar por este grande dia da salvação, tendo em conta a finalidade teológica e teleológica que encerra. 

Desde tenra idade que fui ensinado e concomitantemente habituado a guardar o domingo como o Dia do SENHOR até à data presente, tal como é requerido nas Escrituras Sagradas. Não há nada, mesmo nada, ao longos dos anos da minha experiência Cristã, que me tem impedido de estar presencialmente na Igreja ao domingo, excepto por motivos de saúde e/ou outras razões imperiosas de força maior. Amo estar na Igreja no domingo para assistir ao culto e estar em comunhão com os meus irmãos na Fé. Sinto-me completamente feliz em estar na Igreja e acompanhar toda a dinâmica espiritual que envolve o Dia do SENHOR. Muito mais do que estar na Igreja para cumprir uma mera rotina religioso-Cristã é, acima de tudo, sentir a presença constante de DEUS nas nossas vidas, apresentando sempre os nossos corpos em sacrifício vivo, santo e agradável a DEUS, que é o nosso culto racional (Rm 12:1). 

Estar na Igreja é também ter a predisposição para servir, através dos nossos dons e talentos. É estar no centro da vontade de DEUS, dando um poderoso testemunho da Fé Cristã a tempo e fora de tempo. É honrar, louvar, adorar e exaltar a DEUS por tudo o que ELE é e representa nas nossas vidas. E todas estas realidades espirituais terão repercussões positivas na nossa vida e na vida de todos aqueles que nos rodeiam, isto é, no nosso círculo de convivência e socialização. 

O domingo é o Dia do SENHOR. Também é o dia da alegria e da salvação. A Igreja Católica, na Sua Doutrina Social da Igreja, apelida o domingo como o dia do “Repouso Festivo”, considerando que “Deus repousou, no sétimo dia, do trabalho por Ele realizado (Gn 2, 2): também os homens, criados à Sua imagem, devem gozar de suficiente repouso e tempo livre que lhes permita cuidar da vida familiar, cultural, social e religiosa. Para tanto contribui a instituição do dia do Senhor. Os fiéis, durante o domingo e nos demais dias santos de guarda, devem abster-se de trabalhos e negócios que impeçam o culto a prestar a Deus, a alegria própria do dia do Senhor, a prática das obras de misericórdia ou devido repouso do espírito e do corpo. Necessidades familiares ou exigências de utilidade social podem legitimamente isentar do repouso dominical, mas não devem criar hábitos prejudiciais à religião, à vida de família e à saúde” (LER)

Num tempo em que, cada vez mais, de forma galopante, se relativiza a importância cimeira do domingo como o Dia do SENHOR, preterindo-lhe deliberadamente com outras superficialidades seculares, impõe-se-nos, aos filhos de DEUS, a continuarmos a enfatizar este grande dia da salvação, mormente enfatizar a importância da vida santificada, comprometida e de serviço com o Reino de DEUS. 

Estive hoje de manhã no culto dominical da minha Igreja, tal como de costume, a cultuar a DEUS com os meus irmãos Cristãos. Primeiro, na Escola Bíblia Dominical (EBD) e depois no culto de adoração a DEUS. Estive, já esta tarde, na Igreja com os meus patrícios guineenses a cultuar novamente a DEUS. O Dia do SENHOR é um tempo de louvor, adoração, comunhão e confraternização em torno do nosso Eterno, Grande, Santo e Todo-Poderoso DEUS. 

O domingo, em suma, tal como sustenta a Declaração da Fé Baptista, “Dia do Senhor e o primeiro da semana, é o dia em que o crente comemora a ressurreição de Cristo, descansando das suas actividades seculares. Deve ser consagrado ao exercício do culto, do testemunho e de outras formas de serviço espiritual, tanto público como privado”. É tudo isto que tenho procurado, na medida do possível, com a graça e Divina, corresponder na minha vida ao longo dos anos. Ou seja, por outras palavras, encarnar e viver plenamente a alegria do Dia do SENHOR. Que assim seja.

Honra e Glória ao Eterno DEUS


“Ora, ao Rei dos séculos, imortal, invisível, ao único Deus, seja honra e glória para todo o sempre. Amém” (Apóstolo Paulo, in 1Timóteo 1:17). 

Ter Esperança em DEUS


A vida é feita de esperança. A esperança é um combustível necessário e indispensável para continuarmos a lutar pelos nossos legítimos sonhos de vida. Sem esperança a vida não faria qualquer tipo de sentido e levar-nos-ia inevitavelmente para um estado de permanente tristeza, depressão, sofrimento e, em última instância, ao suicídio. As pessoas que normalmente se suicidam são pessoas que não vislumbram a esperança e o sentido real para as suas vidas e, consequência disso, põem funestamente termo à sua própria vida. A esperança está intrinsecamente ligada à felicidade e esta é a meta primordial de todos os seres humanos neste “vale de lágrimas”. A esperança é a primeira virtude do Homem nas suas várias ambições e também o reduto último das suas aspirações. A esperança é a última a morrer, formula a sabedoria popular. 

Obviamente que é importante ter esperança naquilo que realmente vale a pena no futuro e que tem sustentáculo no curso do tempo. Sabemos, por realidade prática, que muitas pessoas depositam a confiança na superficialidade e acabam por colher a ilusão, ficando desapontadas, frustradas e infelizes com as suas decepcionantes expectativas de vida. No entanto, para nós Cristãos, a nossa esperança está única e inteiramente no Todo-Poderoso DEUS e não nos valores efémeros deste corrupto mundo. A nossa esperança não está na nossa vida, na nossa família, no nosso estatuto social, no nosso trabalho, nos nossos amigos, nas nossas riquezas materiais, nos nossos méritos pessoais ou qualquer outro tipo de valor mundanal, mas sim no Senhor Jesus Cristo e na Sua infalível promessa da vida eterna para connosco. 

É claro que há muitos Cristãos que, em situações de grandes turbulências e adversidades, não conseguem absorver de forma plena esta grande verdade soteriológica e hesitam em confiar plenamente em DEUS, tendo em conta as distrações espirituais que vão tendo. Mas, somos advertidos nesta lição da Escola Bíblica Dominical, para continuarmos sempre a ter a esperança no nosso Todo-Poderoso DEUS, mesmo nos momentos dificílimos de problemas, contradições, tentações e provações, porque ELE vai estar sempre connosco para nos orientar e, em tempo oportuno, providenciar-nos o auto-escape para todos os desafios que vamos enfrentando neste maldito mundo. Que assim seja. E assim será pela fé no Senhor Jesus Cristo.  

A Precariedade da Vida Humana


A vida é precária em todas as suas dimensões humano-antropológicas. Tão precária que ela é que hoje estamos aqui e amanhã já não estamos. Estamos sempre a correr sérios riscos de vida a todos os níveis. Riscos que acautelamos e riscos que não conseguimos acautelar. Riscos previsíveis e riscos imprevisíveis. E, por fim, riscos visíveis e riscos invisíveis. Somos seres condicionados, vulneráveis, limitados, transitórios, mortais e finitos. A nossa vida é extremamente curta e passageira. Passa tão rápido que nos ultrapassa completamente. 

Por isso, somos meros peregrinos e forasteiros neste maldito mundo em que abundam desgraçadamente a miséria, a traição, a decepção, o ódio, a vingança, a guerra, a dor, o sofrimento e a morte. Viemos a este mundo para morrer, infelizmente (LER)Esta é a nossa pior tragédia. A tragédia das tragédias que herdámos do pecado original de Adão Eva. A nossa existência é manifestamente insignificante perante o tamanho desafio da morte que nos espera a todos, razão pela qual não nos serve de nada encarnar a soberba, a maldade e toda a sorte de desumanidade no nosso substrato identitário. É contraproducente incorporar tais malévolos vícios, tendo em conta a fugacidade da vida e a nossa finitude. O certo, e mais sensato e proveitoso, é reconhecermos a nossa inutilidade e cultivar diariamente a virtude do amor, tolerância, perdão, solidariedade e reconciliação com DEUS e com o próximo à nossa volta, preparando assim, da melhor forma possível, a nossa passagem para o além. 

A vida é realmente curta, madrasta e efémera. Tanto que, por esta razão, os autores sagrados convergiam unanimemente em adjectivar a vida de “sopro”, “neblina” e “sombra passageira”, confirmando deste modo a sua transitoriedade e finitude. O rei David, no seu famoso Salmo, considerava que “o homem é como um suspiro; a sua vida passa como uma sombra” (Sl 144:3). O servo Tiago questionava os seus leitores em tom exortativo, demonstrando-lhes a insignificância da natureza humana e a fragilidade da vida: “que é a vossa vida? Sois um vapor que aparece por um pouco, e logo se desvanece” (Tg 4:14). Na mesma esteira do pensamento, o sábio Salomão escrevia que “nem do sábio nem do ignorante ficará recordação que dure para sempre. Com o passar dos tempos, tudo se esquece. Tanto morre o sábio como o ignorante. (…). Sim, tudo é ilusão. É correr atrás do vento!” (Ec 2:16-17). 

Não obstante esta grande verdade exposta, que todos nós conhecemos e sabemos, doem-me imensamente o coração das perdas de vidas que vamos reiteradamente assistindo e ouvindo. Perdas vindas de perto e de longe. Perdas repentinas dos nossos familiares, amigos, colegas, conhecidos, desconhecidos e semelhantes nossos. Perdas que acontecem por causas naturais e acidentais, bem como perdas precipitadas pelas acções deliberadas do Homem. Perdas, sobretudo, provocadas pelas hediondas guerras que matam milhões de pessoas em todo o mundo e deixam rastos de destruição funestas e incalculáveis. 

Entristece-me profundamente a alma todas essas sistémicas e sistemáticas catástrofes, tragédias e desgraças sem fim à vista, a que vamos impotentemente presenciando, de perto e de longe, através das notícias que nos vão chegando. Tudo isto reforça ainda, cada vez mais, a minha descrença completa no ser humano e no mundo em geral. A minha inabalável fé e esperança estão unicamente firmados no Todo-Poderoso DEUS e no Seu Unigénito Filho Jesus Cristo, o meu eterno e Senhor e Salvador. 

A vida, em suma, é demasiado passageira e nós não somos absolutamente nada sem DEUS. Eis a grande e inequívoca verdade soteriológica, que precisamos interiorizar na nossa árdua e instantânea peregrinação neste “Vale de Lágrimas”, que tem impreterivelmente os dias contados pela mortalidade no curso do tempo.

Mais um Ano de Vida

Começo sempre o ano novo civil a fazer anos. Celebro hoje 39 anos de idade, graças a DEUS. Mais um ano para comemorar o dom inefável da vida. Mais um ano de júbilo e de festa. Mais um ano de gratidão a DEUS pela vida e saúde que ELE graciosamente tem-me concedido ao longo dos tempos, tendo fé que tal estender-se-á ainda por longos e bons anos. 

Estes 39 anos são coroados de autênticos altos e baixos a todos os níveis, encerrando paradoxalmente prós e contras. Mesmo assim, são anos de bastante assimilação, amadurecimento, crescimento, reconciliação e felicidade. São anos vividos com bastante fé, amor, paz, gratidão, entusiasmo e esperança em DEUS. Aquilo que sou hoje é resultado dessas simbioses de experiências gratificantes. Experiências profundamente marcantes e que moldaram o meu substrato identitário e mundividência, habilitando-me simultaneamente a reconhecer a precariedade da vida, a sua fugacidade e finitude. Estou tranquilamente em paz com DEUS, comigo e procuro, na medida do possível, no que depender de mim, estar em paz com o próximo à minha volta. 

Sinto cada vez mais o peso da idade. Sinto que estou, de forma galopante, a ficar mais velho. Sinto, acima de tudo, a paixão contagiante da vida a entrelaçar-me diariamente. Que esta paulatina odisseia à velhice me habilite a ter plenamente a consciência dos meus defeitos e virtudes, depurando aqueles e aperfeiçoando estes. Por outras palavras, ter a capacidade suficiente de corrigir as minhas imperfeições e consolidar as minhas qualidades. 

Espero que, em circunstância alguma, se aparte de mim a sabedoria, a humildade, a gratidão, a autenticidade, o discernimento, a liberdade, a autonomia, a frontalidade, o bom-senso e a espiritualidade, sobretudo de nunca me folgar com as injustiças ou reduzir-me em desvelos alimentados por uma mercenária ânsia de legitimação secular. Longe de mim toda a sorte de cólera, torpeza, soberba, complexos, bajulação, superficialidades, ingratidão, vingança, malignidade e vaidade do mundo. 

Que continue a ser uma pessoa estavelmente bem-disposta, alegre no Espírito Santo em todo e qualquer momento, satisfeito com aquilo que legalmente tenho e com muita fé no Senhor Jesus Cristo. Espero ainda continuar a ser amante de comida, da música (dos hinos Cristãos em particular), dos livros e de um bom debate. Que continue a falar alto e efusivamente, a cultivar mais a virtude do amor, do perdão, da tolerância, da misericórdia e da humildade na maneira de estar e encarar os elevados desafios da vida, especialmente que a promessa bíblica do Salmo 91:1-16 seja manifestamente uma realidade vivo-concreta na minha vida. Por fim, espero continuar a espalhar por toda a parte o bom perfume do conhecimento de Cristo para as pessoas que precisam encarecidamente da Sua graça redentora. 

Fechou-se, ontem, felizmente, um ciclo de vida e abre-se um novo a partir de hoje com elevadas expectativas no horizonte por concretizar. Até aqui me ajudou o SENHOR. A ELE, através do Senhor Jesus Cristo, seja dado todo o Poder, a Honra, a Glória pelos séculos dos séculos. Que assim seja. Assim sempre será. 

O Preço da Traição e a Via Dolorosa do Senhor Jesus Cristo Para o Calvário

 

Partilho aqui, mais uma vez, uma breve reflexão intitulada “O Preço da Traição e a Via Dolorosa do Senhor Jesus Cristo Para o Calvário”. Nele procurei centralizar a minha abordagem na postura gananciosa, traidora e repugnante de Judas Iscariotes, bem como na forma confiante como o Senhor Jesus enfrentou o Seu destino traçado por Todo-Poderoso DEUS, superando todas as barreiras, oposições, conspirações, injustiças, humilhações e inclusive a morte. O ímpio Judas desperdiçou a oportunidade especial de confessar o seu pecado ao Senhor Jesus, a Luz do Mundo, durante a Ceia. Judas, escrevia o autor sagrado a seu respeito, “assim que comeu o pedaço de pão, saiu apressadamente. E era noite” e perdeu-se definitivamente na noite, autodestruindo-se posteriormente (João 13:30; Mateus 27:5). O preço da traição é a perdição eterna.

Os traidores, à semelhança de Judas, não são filhos de DEUS. Por isso, não herdarão a promessa da vida eterna. Podem de forma camuflada autointitularem-se inutilmente de discípulos do Senhor Jesus e Cristãos, sobretudo estarem na Igreja e terem posições de relevo nela, mesmo assim jamais farão parte dos eleitos santos de DEUS, caso não se convertam genuinamente e, deste modo, coadunarem a sua vida aos impolutos ensinos do Evangelho do Senhor Jesus Cristo. 

O SENHOR é o Meu Pastor: Nada Me Faltará


O Salmo vinte e três é inquestionavelmente um dos Salmos que mais inspirou os santos de DEUS ao longo dos séculos, tendo em conta a poderosíssima mensagem teológica que encerra. Perfila-se também como um dos meus favoritos versículos bíblicos. Memorizei-o desde tenra idade, ainda nos bancos da Escola Bíblica Dominical (EBD) da minha Igreja em Bissau, e permanece intactamente gravado na minha mente até aos dias de hoje. Espero que assim seja durante toda a minha vida. É um Salmo a que recorro reiteradamente nos meus devocionais, especialmente nos momentos mais cruciais, e vai continuar sempre assim durante toda a minha peregrinação neste “vale de lágrimas”. Ele é o prenúncio da Igreja Triunfante, razão pela qual deve imperativamente fazer parte do cardápio espiritual de todos os fiéis no Senhor Jesus Cristo. 

O Salmo vinte e três expressa o cuidado bastante especial que o Todo-poderoso DEUS tem para com os seus eleitos filhos, ilustrado na ternurenta e amorosa figura do Bom Pastor que o Senhor Jesus Cristo vai reclamar na Sua humilde encarnação (João 10:11-16). O Bom Pastor que está pronto a morrer pelas suas ovelhas, tal como o Senhor Jesus fez connosco na Cruz do Calvário, diferentemente do “assalariado” que não se importa minimamente com as ovelhas (João 10-12-13). O Sumo Pastor (1 Pedro 5:4) proporciona às suas ovelhinhas provisão, direcção e protecção, saciando-lhes assim todas as suas necessidades físico-espirituais. 

Por conseguinte, apesar de todo este amparo e reconforto que o Bom Pastor proporciona para as suas ovelhas na sua longa trajectória à “Terra Prometida”, acontece que surgirão pontualmente os “vales da sombra da morte” que teremos de enfrentar. Mesmo assim, usando “o escudo da fé” (Efésios 6:16), não temos que ter qualquer tipo de receio ou medo, porque o Senhor estará sempre connosco. Os “vales” são meramente inevitáveis provações que o Omnisciente DEUS permite para moldar o nosso carácter e, deste modo, preparar-nos para entrar no Céu (LER)

Esta soteriológica verdade remete-nos indubitavelmente para o percurso peculiar do povo de DEUS no deserto e a sua milagrosa passagem pelo mar vermelho (Êxodo 14:15-31), bem como dos grandes heróis da Fé (Hebreus 11:1-40). Tal como Baraque venceu os cananeus no vale de Jezreel, Josafá os amonitas, os moabitas e habitantes dos montes de Seir no vale de Beraca (2 Crónicas 20:26-27), Gideão os midianitas no vale de Moré (Juízes 7: 1), David os edomitas no vale do sal (2 Samuel 8:13; 1 Crónicas 18:12), etc., assim também venceremos todos os “vales” que aparecerão no nosso caminho para nos dificultar o percurso à Terra Prometida.  Isto porque, tal como expressamente dizia a profecia messiânica, “todos os vales serão levantados, todos os montes e colinas serão aplanados; os terrenos acidentados se tornarão planos; as escarpas, serão niveladas” para a libertação definitiva do povo de DEUS (Isaías 40:4; Mateus 3:3; Marcos 1:3; João 1:23). E, assim, em todas estas coisas, escrevia peremptoriamente o Apóstolo Paulo, “somos mais do que vencedores, por aquele que nos amou” (Romanos 8:37). Venceremos todos os nossos inimigos – a tanto visíveis como aqueles que são invisíveis, inclusive o próprio Diabo, com a força e unção do Espírito Santo, evidenciado pelo salmista através de um banquete de vitória a frente dos nossos inimigos (Salmo 23:5)

Por isso, a bondade e a misericórdia seguir-nos-ão todos os dias da nossa vida; e habitaremos na Casa do Senhor para todo o sempre (Salmo 23:6). De facto, a bondade, o amor, a graça, o perdão e a misericórdia de DEUS me seguirão todos os dias da minha vida e habitarei na Casa do Senhor para toda a eternidade. Que assim seja. E assim sempre será pela fé nas infalíveis promessas do Todo-Poderoso DEUS. 

A Certeza e Esperançá na Ressurreição do Senhor Jesus Cristo



Caros amigos, vai aqui mais um vídeo meu sobre a certeza e esperança na ressurreição do Senhor Jesus Cristo. Depois de três dias retido na sepultura, o Senhor Jesus Cristo ressuscitou com a Força e o Poder de DEUS (Mateus 28:1-10; Marcos 16:1-8; Lucas 24:1-12; João 20:1-10), apresentando-Se com provas irrefutáveis (1 Coríntios 15:5-8). Aleluia! 

Sem a ressurreição do Senhor Jesus Cristo, tal como expressamente sustentava o Apóstolo Paulo, é vã a nossa fé (1 Coríntios 15: 12-18). A fé Cristã está alicerçada na morte e ressurreição gloriosa do Senhor Jesus, pois Ele ressuscitou dentre os mortos e foi feito as primícias dos que dormem (1 Coríntios 15:20). A humilhante e difícil “Via Dolorosa para o Calvário”, que teve duramente que enfrentar, passou agora a ser o caminho aconchegado e ideal do Perdão, do Amor, da Paz, da Reconciliação, da Esperança e da Vida Eterna em Cristo Jesus nosso Senhor e Salvador (LER) (VER). Louvado seja DEUS eternamente! Que assim seja! E assim sempre será!   

A Via Dolorosa Do Senhor Jesus Cristo Para o Calvário



Partilho aqui convosco, mais uma vez, a minha reflexão sobre a Páscoa do Senhor Jesus Cristo. Procurei humildemente centralizar na discernida postura do Senhor Jesus de purificar o templo e concomitantemente a Sua irrevogável saída nele, fazendo depois algumas aplicações práticas com a realidade do nosso Cristianismo contemporâneo. 

Esta saída do Senhor Jesus do templo coincidiu com a Nova Aliança pré-estabelecida por DEUS, desde os primórdios do mundo, e revelado no Antigo Testamento. O Filho do Homem retirou-se definitivamente do pomposo templo para nunca mais voltar a entrar nele. Abandonou-o triste com a adulteração do culto a que ele foi infelizmente reduzido pelas polutas autoridades judaicas, permitindo assim o sacrilégio dos vendilhões dentro dele, somando ainda a incredulidade do povo em relação à Sua pessoa, não obstante as inúmeras tentativas do Senhor Jesus em congregá-los como a galinha ajunta os seus pintos debaixo das asas. No entanto, eles deliberadamente não quiseram (Mateus 23:37), confirmando-se assim as palavras do Evangelista João sobre o Messias que “veio para o que era seu, e os seus não o receberam” (João 1:11). São factores determinantes que condicionaram esta inevitável saída do Filho de DEUS do templo, mormente a concretização plena do Seu Reino na Terra. 

A Mesma Saudade de Sempre, Mãe!


Faz hoje 26 anos que a minha queridíssima mãe Anjeipo Có morreu. Partiu repentina e prematuramente para surpresa de todos nós. A partir dessa funesta data eu e os meus irmãos ficámos definitivamente órfãos, pobres, desventurados e desamparados no mundo. Perdemos, com o desaparecimento físico dela, o núcleo fundamental e suporte insubstituível e irreparável da nossa família. Nada nesta transitória vida poderá preencher o incomensurável vazio e a falta que ela vai sempre fazendo durante toda a nossa peregrinação neste “vale de lágrimas”. Perdemos tudo e estamos sozinhos no mundo. Não temos, desde muito cedo, a legítima protecção dos nossos progenitores e com as profundas mazelas que tudo isto representa no nosso crescimento e equilíbrio humano-emocional. Tivemos de crescer “fora do tempo”. Ganhar cedo o juízo e noção de responsabilidade. Aprender, acima de tudo, a conviver com as injustiças, o abuso, a discriminação e toda a sorte de arbitrariedades que somente uma pessoa órfã conhece tão perfeitamente. 

Por isso diz o ditado popular, para vincar esta grande verdade antropológica, “quem tem uma mãe tem tudo, quem não tem mãe não tem nada”. E de facto eu e os meus irmãos já não temos uma das maiores e melhores preciosidades que um ser humano possa ter nesta madrasta vida. Mesmo assim, temos connosco o Todo-Poderoso DEUS que defende a nossa causa, orientando-nos e suprindo todas as nossas necessidades (Deuteronómio 10:18; Salmo 146:9), bem como o resquício da família que ainda nos resta (ALI) (AQUI)

Cientes da nossa limitada condição de orfandade, continuaremos a ornamentarmo-nos com a herança que recebemos dos nossos progenitores. Procurar ser coerentes com a nobre educação que humildemente nos confiaram, isto é, de nunca renegarmos aquilo que é o nosso substrato identitário e afirmar-se na sociedade como homens e mulheres de bem. Só assim poderemos, de forma vigorosa, perpetuar a memória dos nossos queridos pais. 

A minha querida mãe Anjeipo Có partiu, desapareceu e morreu precocemente para tamanha infelicidade de todos nós. “O Senhor o deu, e o Senhor o tomou: bendito seja o nome do Senhor” (Job 1:21). Resta-nos, agora, apenas, recordá-la com a mesma saudade de sempre. Até sempre, mãe! 

Oração do Pai Nosso


“Oração do Pai Nosso” é uma das mais célebres passagens contidas nas Escrituras Sagradas. Tanto que, por esta razão, ela tem sido sabiamente memorizada e cantada pelos milhões de fiéis ao longo da História do Cristianismo. É uma Oração que deve servir de bitola para todos os Cristãos de todos os tempos e épocas. Não somos obrigados a adoptá-la literalmente em todas as preces que fazemos diariamente, uma vez que o Senhor Jesus Cristo não a seguiu à risca na Sua afamada “Oração Sacerdotal” (João 17:1-26) e, muito menos, quando estava angustiado no Getsémani (Mateus 26:39-46; Marcos 14-32-42; Lucas 22:39-46), bem como os Santos Apóstolos e os Pais da Igreja. E mais, somos posteriormente ensinados pelo próprio Senhor Jesus a orar e pedir ao Pai em Seu Nome (João 14:13-14). Um importante pormenor que a “Oração do Pai Nosso” não contem. Não sabemos por que razão o Senhor Jesus terá omitido este relevante pormenor (será, porventura, por estar ainda na Sua humilde fase de encarnação quando formalizou esta Oração? Eis o mistério que nos interpela). Uma coisa, no entanto, temos a certeza absoluta: a “Oração do Pai Nosso” deve ser sempre o modelo padrão para todas as nossas orações. 

O Senhor Jesus, antes de veicular esta famosa e poderosa Oração, nos versículos 1 até 8 do Evangelho segundo Mateus 6, exortou aos seus discípulos a adoptarem uma espiritualidade de descrição, evitando o pecado da hipocrisia e ostentação somente para serem elogiados pelos Homens. Tal postura não deve, em circunstância alguma, ser a de um devoto Cristão, máxime quando damos a esmola ou estamos em momentos de contrição perante DEUS. Caso contrário, a pessoa já recebeu a sua devida recompensa (qui a palavra recompensa tem uma conotação pejorativa, uma vez que não tem qualquer valoração espiritual). Além da advertência que o Senhor Jesus fez sobre o risco da ostentação, que consubstancia o testemunho de falsidade e a sua nefasta consequência espiritual (Mateus 6:1-4; 23:14; 33), aproveitou ainda a deixa para aconselhar os seus discípulos sobre as vãs repetições que são feitas nas orações, como erradamente fazem os gentios que se desdobram num infindável palavreado, julgando-se que é por muito falarem que serão mais facilmente ouvidos. O Senhor Jesus corrigiu esse equívoco doutrinário, com base na omnisciência de DEUS, realçando que o nosso Pai Celestial sabe muito bem o que precisamos, antes de Lho pedirmos. E de seguida, ensinou-lhes a forma mais correcta de orar. 

Nesta famosa Oração, o Senhor Jesus evidencia seis pertinentes verdades espirituais – das quais as três primeiras relacionam-se exclusivamente com DEUS e as restantes com a realidade quotidiana do ser humano. (I) Ele é o nosso Pai Celestial, que está assentado nos mais altos dos céus, e o Seu nome deve e merece ser permanentemente Santificado; (II) É benéfico para a Humanidade que o Seu Reino venha e domine plenamente toda a Terra; (III) que a Sua perfeita vontade prevaleça no seio dos pecadores, tal como acontece no Céu (a cidade de DEUS deve ser o espelho da cidade dos Homens). Depois disso, as últimas três verdades centralizam-se nos desafios e anseios que afectam o Homem no seu percurso normal de vida, nomeadamente (IV) a concessão do pão diário; (V) o perdão dos seus pecados como também ele perdoa aqueles que lhes insultam, magoam e querem a sua desgraça ou, porventura, possam ter alguma dívida pecuniária com ele e não têm condições financeiras suficientes para lhe saldar (Mateus 18:23-35); e, por fim, (VI) não lhe deixar cair em tentação, mas livrá-lo de todo o perigo e mal que possam eventualmente surgir pelo caminho. Isto porque, culminando o Senhor Jesus com a grande doxologia, do Todo-poderoso DEUS “é o reino, o poder e a glória para sempre. Amém”. Que assim seja. 

A Banalização do Santo Nome de DEUS


O Sagrado nome do Santo e Todo-poderoso DEUS tem sido reiteradamente banalizado e trivializado sem precedentes, inclusive no círculo Cristão. É usado praticamente por tudo e por nada. Mesmo em situações desprovidas de autêntica adoração e temor reverencial. A começar, desde logo, por ditos jocosos, conversas fiadas, perjúrios desnecessários, narcisismos das redes sociais, etc. Esta leviana atitude consubstancia em tomá-Lo em vão, infringindo assim deliberadamente o preceito bíblico que manifestamente proíbe fazer uso indevido do nome do SENHOR (Êxodo 20:7)

Não nos espanta quando tais profanações provêm dos ímpios, visto que não têm o temor de DEUS nos seus corações. No testemunho dos crentes que este infame comportamento não deveria, em circunstância alguma, suceder e tão pouco ser tolerada. O nome do Omnipresente DEUS deve ser usado apenas em casos extremamente justificáveis à luz das Escrituras Sagradas e com o temor reverencial. Não por falatórios inúteis ou conversas circunstâncias para tranquilizar a consciência, tal como temos vindo lamentavelmente a assistir. 

A nosso ver julgamos que o maior culpado desta condenada postura, máxime no seio do Cristianismo, são as igrejas que não estão a cumprir cabalmente com o seu nobre papel missionário de ensinar os fiéis “todo o conselho de Deus” (Actos 20:27). E há, infelizmente, esta lacuna teológica subjacente que temos humildemente de admitir e procurar, com carácter de urgência, remediar. Dizemos isto porque notamos, em abono da verdade, uma falta de noção por parte dos crentes sobre a reverência que o nome do Altíssimo DEUS requer, razão pela qual usam-No de forma leviana e descontextualizada, negligenciando as implicações práticas que isto acarreta. 

O nome do Eterno DEUS não é qualquer. ELE é Santo, Magnificente e Transcendente. Está acima de tudo e todos. Nada no Céu e na Terra lhe iguala. E para termos a clara noção disso foi integrado no segundo mandamento com o intuito de não corrermos o risco de O macular, prestando-lhe assim a devida adoração. Os judeus tinham a plena consciência disso. Tanto que, no cumprimento escrupuloso do referido mandamento, não pronunciavam ou escreviam o nome do Eterno Jeová, limitando-O apenas a tetragrama. Por isso, desconhecemos de facto como é que Ele se escreve ou se pronuncia no original hebraico, tendo em conta a veneração que era devotada. 

O nosso desafio com esta breve exortação é o do caro leitor se acautelar muito bem quando está a usar o nome de DEUS, evitando profaná-Lo. Porque tal descuidado comportamento é reprovável e merecedor de punição Divina, isto é, “o Senhor não terá por inocente o que tomar o seu nome em vão” (Êxodo 20:7). E como sabemos, ainda de acordo com a revelação bíblica, “horrenda coisa é cair nas mãos do Deus vivo” (Hebreus 10:31). Fica assim a advertência feita. 

Descansando no Poder de DEUS



Para acabar um longo dia em classe: Thy Word – Maranatha Singers. «Em paz me deito e logo adormeço, porque só tu, ó SENHOR, me fazes viver seguro e sem medo» (Salmo 4:8  LER).