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Natal de Cristo: Contexto e Implicação Teológica para a Humanidade

Partilho aqui convosco este meu artigo no jornal Observador intitulado “Natal de Cristo: Contexto e Implicação Teológica para a Humanidade” (LER)

Faço votos que estejamos todos a ter um óptimo momento de confraternização, lembrando sempre da razão primária e última da encarnação do Filho de DEUS neste mundo, que é a nossa salvação. Que haja, por isso, da nossa parte, uma autêntica e inteira predisposição em aceitar fielmente no nosso coração o Senhor Jesus Cristo como o único Salvador nas nossas vidas. 

Um feliz Natal a todos na graça, paz e o amor do nosso Eterno DEUS. Que assim seja. 

A Caminho da Desordem Mundial


Partilho aqui o artigo de opinião que escrevi hoje no Jornal Observador intitulado “A Caminho da Desordem Mundial”. É um diagnóstico apurado da real e grave convulsão político-internacional a que estamos submergidos, tendo inclusive impactos extremamente negativos na vida de todos nós, infelizmente (LER).  

A Ler


Globalização: Marcha-atrás a todo o vapor? A epidemia veio pôr a nu as falhas de uma economia interconectada já contestada. Estaremos dispostos a renunciar ao modelo que permitiu o nosso enriquecimento? São conjuntos de interrogações que foram suscitadas numa longa reportagem da Revista Courrier Internacional deste mês sobre o “Repensar o Mundo” em que vivemos, abordando a pertinente temática da pandemia do coronavírus, globalização, crise climática e natalidade (LER)

A Ler


Sim, elas podem. Na Áustria, na Grécia, na Nova Zelândia, no México e em muitos países e organizações internacionais começam a emergir novas figuras políticas femininas. Será este um fenómeno esporádico ou duradouro? Tudo indica que podemos estar a assistir ao início de uma nova era. Basta ver como, nos Estados Unidos da América, uma figura como Alexandria Ocasio-Cortez promete exercer influência durante largos anos e, na Finlândia, o novo Governo pode ser um exemplo para o mundo. Sem esquecer, claro, a importância de Greta Thunberg para as novas gerações. São conjuntos de grandes reportagens da Revista Courrier Internacional deste mês sobre o surgimento de uma nova liderança feminina no mundo (LER)

A Ler


A verdade está a perder importância como pilar moral e político. Porque triunfam os mentirosos, as teorias da conspiração e a oratória do disparate? A verdade é a primeira vítima dos tempos em que a mentira triunfa. Serão as “fake news” o novo veneno das nossas democracias? Como combater a desinformação? E como devemos olhar para os “factos” apresentados pelos denunciantes nos grandes casos mediáticos? São conjuntos de pertinentes interrogações que foram suscitadas numa longa reportagem da Revista Courrier Internacional deste mês sobre a perniciosidade da mentira na nossa Democracia participativa e liberal (LER)

O Império da Constituição, Por Valter Hugo Mãe


«A Constituição é de aplicação direta. Quer dizer, ela faz-se valer em todas as situações como um código essencial, sem requisição de qualquer formalidade para ser uma imposição entre todos. Isto significa que cada um de nós está imediatamente protegido pelos preceitos constitucionais, mas significa também que cada um de nós está obrigado à sua observação. Por mais críticos que possamos ser, não podemos desadequar a nossa conduta aos seus preceitos. Não há opinião que valha contra cumprir ou não cumprir os mandos da Constituição. 

Assim, qualquer ação inconstitucional não só não pode obrigar os demais, como obriga a uma rejeição liminar, sem necessidade de qualquer argumento além desse mesmo. 

Todas as ditaduras começam na paulatina agressão aos valores constitucionais. A criação de uma progressiva permissividade em que o império da lei superior é menorizado por pulsões moralistas e preconceituosas é método para diminuir a esplendorosa conquista de direitos fundamentais que séculos de História nos garantiram depois de muito sangue e muita morte. A Constituição não é, por isso, um assunto menor, é a norma fundamental onde tudo o mais se mede e se ergue. 

Que exista um político eleito que possa sequer ironizar o império da Constituição é aberrante, e que o sistema não se imponha penalizando-o imediatamente e de modo veemente é mais aberrante ainda. É uma falha ingénua da democracia, que se vê posta em causa no que tem de mais sagrado. Opinar começa apenas depois de garantida a democracia, e isso é feito pela Constituição. Opinar tem de ser depois de sacralizados os direitos fundamentais. Qualquer inversão neste domínio é torpe, cretina, desumana, insuportável. A democracia não serve para a liberdade irresponsável dos que almejam violentar e diminuir os outros. A democracia serve como imposição de um trato de dignidade onde os propósitos de ódio não podem ter lugar. Sociedade é cuidado. Qualquer desvio precisa de ser atendido em processo negociado pelas leis, mas nunca em detrimento da Constituição. Nunca em detrimento da Constituição (LER)

A Estátua da Democracia Vai Cair?


Os sinais avolumam-se, a uma velocidade impressionante, nos últimos tempos: eleições dominadas pelo sentimento de raiva dos votantes, chegada ao poder, em diversas nações, de líderes autoritários e antissistema, regresso dos populismos e dos discursos nacionalistas. O que significam estes acontecimentos para o futuro das democracias representativas? Qual a razão da cada vez maior desconexão entre as elites e as populações? Porque cresce o discurso de ódio e o sentimento de intolerância? (LER)

Em Defesa da Heterossexualidade


«A verdade, porém, é que não há homossexualidade sem heterossexualidade. Enquanto a vida humana não for substituída por trocas mecânicas, geradas por computadores e cientistas, e enquanto não se criar um Grande Útero electrónico, que gerará a vida sem relações sexuais, e enquanto não se propagar a profissão, sindicalizada e taxada (os governos não dormem), de “barriga de aluguer”, e enquanto não se estatuir que a mulher é uma mera reprodutora impessoal, enquanto nada disso for assim, a realidade é a da vida criada por seres de sexos diferentes. Não discuto aqui nem o afecto, nem o respeito, nem o carinho, nem o mistério do amor. Não discuto aqui a dignidade de cada um. Não discuto aqui monopólios sobre o coração. Só digo que a regra comum, a dos casamentos heterossexuais, foi instituição porque era “natureza” biológica. O facto de se ter perdido em ritos meramente formais, parcerias vazias, laços de conveniências, traições, desumanidades não altera a realidade». 

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(Extraído in a Revista SÁBADO, p. 30, nº 508 – 23 a 29 de Janeiro de 2014). 

A Ler

A ler o Courrier Internacional. É uma das minhas revistas favoritas há sensivelmente nove anos, tal como o suplemento semanal da revista Expresso. Não prescindo de nenhuma edição delas. Tenho-as sempre comigo. São revistas extremamente boas e que nos enriquecem bastante do ponto de vista intelecto-cultural. Gosto imenso dos livros e sou um leitor compulsivo (LER). Emprego a generalidade do meu tempo a ler e a escrever. Por isso, gasto uma verba significativa do meu dinheiro nos livros e nas revistas (LER). Mesmo assim, não compro livros de conteúdos “pobres” e, tão pouco, não perco tempo a ler coisas que não vão acrescentar-me nada culturalmente. Sou, mesmo assim, bastante selectivo naquilo que vou lendo diariamente. Aprecio praticamente os livros de todos os géneros literários, especialmente os de Teologia, Literatura e Política. Não sou muito dado a poesia, mas sim a prosa. Tanto que, por esta razão, escrevo somente crónicas e nunca me aventurei nas águas poéticas. Tenciono, num futuro breve, começar também a escrever sobre os textos poéticos. 

O Corrier Internacional é daquelas revistas imprescindíveis, porque dão-nos sempre um panorama abrangente e transversal daquilo que passa no nosso mundo pós-moderno, nos mais variados domínios, através de reputados jornais, revistas e articulistas. Vale, portanto, a pena, sempre comprá-la, lê-la e guardá-la. Recomendo. 

A Mulher, o Feminismo e a Lei da Paridade, por Joana Bento Rodrigues


«A mulher dita feminista – a que integra as “tribos”, a que se deslumbra com as capas de revistas, a que se diz emancipada, a que não precisa de relações estáveis, a que não quer engravidar para não deformar o corpo nem perder oportunidades profissionais, a que frequentemente foge da elegância no vestir e no estar – optou por se objectificar, pretendendo ser apenas fonte de desejo em relações casuais, rejeitando todo o seu potencial feminino, matrimonial e maternal» (…) o activismo feminista actual não procura satisfazer o que as mulheres precisam, mas apenas o que pretende uma poderosíssima minoria de mulheres. Este activismo tornou-se, inclusivamente, desprestigiante para a mulher. Priva-a da possibilidade de ascensão social e profissional pelo mérito. Retira-lhe a doçura e candura. Nega-lhe o papel fundamental do matrimónio e da maternidade. Objectifica a mulher, enquanto presa para sexo fácil e espaço de diversão. Promove paradas onde se expõe o corpo de forma grosseira e agreste à visão. Claramente, não representa a “mulher comum”! (…) Por tudo isso, declaro-me anti-feminista e contra a nova Lei da Paridade!» (LER)

Artigo de Opinião


Por imperativo de consciência voltei novamente a publicar no meu jornal favorito, o Observador (ALI) e (AQUI), tendo em conta as importantes eleições brasileiras que se realizam já amanhã. Como lusófono, e sobretudo amigo do Brasil, sinto-me compelido a partilhar a minha modesta opinião sobre a enraizada e alarmante crise político-governativa que se vive neste momento no país do samba. Tenho estado, desde a primeira hora, a acompanhar de perto a preocupante campanha eleitoral e as utópicas propostas dos candidatos/partidos para todos os gostos. Se fosse brasileiro não hesitaria votar em branco, sendo assim congruente com a minha ideologia Evangélico-Crista, procurando não legitimar com o meu precioso voto nenhum dos propostos candidatos/partidos. O Brasil está a correr sérios riscos de uma eventual instabilidade político-governativa, sobretudo de uma sublevação militar, fazendo fé nas notícias que têm vindo a ser veiculadas pela imprensa internacional. 

Espero, de facto, que estas previsões sejam irrealistas. Espero mesmo que sim. Vou estar aqui a torcer para que tudo corra bem e que o nosso "país irmão" consiga realmente reencontrar-se, reconciliar-se e redimensionar-se na senda do desenvolvimento para o bem-estar de todo o afável povo brasileiro. 

A Igualdade Diferenciada (5)


«No século XXI, temos assistido a muitos movimentos associados à condição feminina e à libertação sexual, descendentes do feminismo clássico e dos movimentos dos direitos civis e da igualdade, iniciados na América dos anos 60. (…) E em Portugal, o cantinho sem história, um juiz acolitado por uma juíza considera que um criminoso socialmente integrado tem todo o direito a violar uma mulher embriagada e desmaiada numa casa de banho, num processo de “sedução mútua”, segundo o repugnante acórdão que a dupla consagrou. Este acórdão, que vem na cauda do da “coutada do macho ibérico”, e inventa o conceito jurídico de “mediana ilicitude”, não é uma anomalia. Neste país marialva onde a violência dos homens sobre as mulheres permanece impune ou é desculpabilizada, até pelas outras mulheres, a sentença reflete um primitivo pensamento dominante. Aqui chegará um dia, atrasada como sempre, a revolução americana». 

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Pensamento da Jornalista Clara Ferreira Alves, in a Revista Expresso (LER).

A Igualdade Diferenciada (4), por Clara Ferreira Alves


«O mundo ainda está organizado como um clube exclusivo de homens onde mandam os homens. É assim há muito tempo. Não existe um Bach mulher. Um Mozart mulher. Um Shakespeare mulher. Um Freud mulher. Um Einstein mulher. (…). Logo na infância, e sobretudo na adolescência, uma mulher é classificada em função do seu grau de atração, do seu corpo, e não da sua cabeça. E logo, em modo darwinista acelerado, a mulher começa a competir com as outras mulheres, meninas, em função da beleza. Não espanta que as adolescentes tenham uma preocupação fundamental com a dieta, a magreza, a aparência e os modos sociais que servem estes atributos e os expandem. A inteligência ou o desempenho intelectual são relegados para segundo plano aos olhos dos outros e, na primeira idade consciente, os olhos dos outros são sempre os dos homens, dos rapazes. A ditadura da aparência começa muito cedo e nunca cessa. E nela está implícita a cedência ao desejo masculino. A mulher tem que agradar ou será uma bruxa»[1].


[1] Pensamento da Jornalista Clara Ferreira Alves, extraído in a Revista Expresso (LER).

Dias do Fim


O movimento anti-natalista é uma ideologia infundada, irresponsável e extremamente perigosa para a Humanidade.  Ela é defendida maioritariamente pelas assanhadas neofeministas e alguns homens com distúrbios de personalidade. Recentemente estive a conversar praticamente três horas com uma amiga da minha faculdade para não laquear as trompas. Mas, infelizmente, não consegui demovê-la deste maléfico intento. Ela estava bastante convicta e determinada a esterilizar-se. Não quer casar. Não quer engravidar. Não quer saber de filhos. Tem fobia ao conceito da família tradicional. No entanto, para minha surpresa e espanto, gosta imenso dos animais e quer cercar-se deles no seu futuro lar. Justificava a sua decisão com auto-determinação sexual, a incredulidade nos seres humanos, sobretudo nos homens, os parcos recursos existentes no mundo e a conservação do meio ambiente e os animais em especial. Alias, os argumentos dela não diferem tanto com esta prolixa reportagem do “El Mundo” sobre a mesma temática (LER)

Esta ideologia não vem de hoje. Desengane-se quem pense o contrário. Já nos longínquos anos de 1912, o iconoclasta português, J. Teixeira Junior, completamente rendido a mundividência jacobina, escrevia o seu polémico livro intitulado “Mulheres, Não Procreeis!” onde apelava as mulheres a “não aumentardes o número de miseráveis”, exortando-lhes firmemente a “declarardes a gréve de ventres” (LER). Tudo isto para dizer que assistimos, cada vez mais, a uma séria adulteração dos Grandes Princípios e Valores Humano-sociais, que até então serviam de modelos basilares e norteadores das Sociedades, sem que nenhuma alternativa credível surgisse com suficiente consenso social para preencher o vazio das referências obliteradas. Estamos mesmo a viver “sinais dos tempos”, ou melhor, dias do fim (LER)

O Escriba Predestinado


Este pulo de publicar no Observador foi, de facto, um salto bastante inovador para um eremita como eu. Sinto-me, hoje, como quem "saiu do armário literário" (não costumo aventurar-me nestes efémeros mediatismo). Sempre resisti à tentação de demasiada exposição pública nos jornais desde que tenho vindo a escrever, mas desta vez cometi um deliberado "delito de opinião" e deixei-me seduzir intelectualmente para fora dos portões das "As Verdades". Ainda vou a tempo de me redimir e regressar, sem lesões psicossomáticas, ao meu discreto e aconchegado casulo de anonimato. 

O prolixo artigo enquadra-se no "Dia de África", que se celebra hoje. Procurei fazer um diagnóstico abrangente e apurado sobre a patente realidade política, económica e social do nosso famigerado Continente, através de um enquadramento histórico-sociológico para depois aferir na íntegra o âmago do problema e apresentar soluções exequíveis. Não me distanciei da posição que assumi nas recentes palestras em que fui convidado como perorador para falar da situação vigente em África. A primeira foi com o Núcleo de Estudantes da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa (NEAFDUL) para abordar a "História e Cultura dos Países Africanos". A segunda foi na semana passada com a Comunidade Evangélica Guineense da Igreja de Benfica, em Lisboa, subordinada ao tema: "A Idolatria em África". Fui congruente em tudo aquilo que falei nas duas palestras. Não somente denunciei intrepidamente a "Herança de Injustiças" que se vive em África como procurei carregar as suas dores. Foi, por assim dizer, um misto de sentimentos que inundou o meu pobre coração. Não é tarefa fácil falar e escrever sobre África, tendo em conta as vicissitudes várias que encerra. É muito pano para mangas, tal como diz sabiamente o adágio popular. 

No entanto, como sustentei no artigo, não obstante os recuos que África experimentou durante a sua História de auto-determinação, a data de 25 de Maio de 1963 jamais será esquecida pelos nativos do Continente, porque contribuiu decisivamente para abolir, de forma definitiva, a marginalização e a escravatura que outrora marcaram profundamente a vida de milhões de africanos ao longo dos séculos. 

Sem entrar mais em prolegómenos, recomendo vivamente a leitura do artigo  (LER). Tenha um bom proveito. Obrigado. 

Pôr os Pontos nos Is


Concordo genericamente com o eurodeputado Paulo Rangel: Jesus não era Socialista e não se restringia a nenhuma ideologia política. Ele transcende qualquer tipo de filosofia e redutores arbítrios humanos (LER). A Sua mensagem do Evangelho é dos pobres do espírito – daqueles que procuram genuinamente reconhecer a sua miserável condição espiritual e aceitam, de bom agrado, o convite de abraçá-Lo como Único Senhor e Suficiente Salvador em suas vidas. O Messias não era Político e nem sequer tinha essa pretensão, apesar de infundadas suspeitas das autoridades romanas e do Sinédrio que recaíam sobre Ele, acusando-Lhe aleivosamente de querer ser o rei dos judeus e de Se autoproclamar Filho de DEUS, culminando assim com a Sua horripilante morte na Cruz do Calvário. 

É verdade que Jesus se relacionou com pessoas de diferentes classes sociais (tantos os pobres como os ricos) contudo, nestes relacionamentos que granjeou, Ele dava primazia especial aos mais desfavorecidos por serem pessoas que careciam de maior ajuda, nomeadamente os órfãos, as viúvas, os doentes, os estrangeiros e os pobres em geral. E os seus seguidores, os Cristãos, são chamados a olhar com devida atenção para os marginalizados da sociedade. Tal não significa, de modo algum, que Jesus era Socialista, Social-democrata, Comunista, Democrata Cristão, e, muito menos, de Esquerda ou de Direita como muitas vezes é catalogado partidariamente. Apenas evidenciava, de forma manifesta, a componente da Justiça Social que a Doutrina do Evangelho também encerra. 

Dono de opinião


O Jurisprudente Jorge Miranda num registo inconformista e reformista da democracia portuguesa. Subscrevo a maioria das sugestões avançadas no artigo pelo ilustre Professor, excepto no que toca à extinção das Juventudes partidárias, a regulamentação dos lóbis e a impossibilidade dos cidadãos, sem filiação ou simpatia partidária, candidatarem-se a deputados à Assembleia da República e às Assembleias Legislativas Regionais dos Açores e da Madeira, tal como admite o art. 151º, nº 1 da Constituição (LER).

Pessoas Tóxicas


Uma interessante entrevista que vale a pena ler (AQUI). Procura ver se tem no seu círculo de amizade ou relacionamento próximo "pessoas tóxicas" ou "altamente tóxicas" e previna-se com as recomendações dadas pelos especialistas no artigo. Um bom proveito na leitura.